História Agente 7 - Capítulo 7


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Palavras 1.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Primeira De Muitas


Fanfic / Fanfiction Agente 7 - Capítulo 7 - Primeira De Muitas

Os três finalmente resolveram sair, 4 e 6 de mãos dadas e ele ainda maio corado e um pouco sorridente, e 5 sem entender o que estava acontecendo. Foram embora, e eu fiquei pensando no que poderia fazer pra começar a noite, quando senti os braços de Amy me abraçando por trás, e a cabeça descansando em minhas costas.

 - Você lembra quando voltamos de Paris, você foi pra Londres e então voltou? – perguntou meio baixinho.

 - Sim, por quê?

 - Eu comprei presentes pra todos... Mas não tive coragem de mostrar o seu...

 - O meu? – me virei pra ela e então a vi completamente corada.

De repente ela me soltou e saiu correndo pra escada, subiu e entrou em seu quarto. Fechei meus olhos, e minhas lentes me mostraram o que ela via através das lentes dela. Seus batimentos estavam altos, ela caminhou na direção do closet, mas parou na porta e fechou os olhos.

 - Não é pra ver... É surpresa...

Abri os olhos, rindo de mim mesma, mas depois lembrei da câmera que coloquei no quarto dela por segurança, mas que ás vezes usava pra observava enquanto dormia, ou mesmo quando se vestia. Sim, sou uma pervertida. Quando ela saiu do closet, engoli seco. Ela estava usando uma camisola nem um pouco descente, com detalhes pretos e completamente transparente. Dava pra ver tudo.

 - JJ, modo discrição.

 - Sim, senhora. Tenha uma ótima noite.

 - Acredite, vou ter. – desliguei e retirei minhas lentes, e tentei fingir que não tinha visto ainda, mas estava muito difícil.

Agora, não conseguia mais controlar minhas funções corporais, minhas mãos suavam, um frio na barriga, minha respiração se descompensou, e quando a escutei se aproximando da escada, não consegui não me virar pra admirá-la descendo os degraus, o movimento daquela camisola sobre seu corpo estava me deixando um tanto... Louca. Devagar, ela veio com os pés descalços de mansinho, se aproximando e me olhando sem desviar. Parou de frente pra mim, e lentamente se sentou em meu colo. Eu não conseguia parar de olhar para o seu corpo, com minhas mãos segurando suas coxas, então seus braços cobriram seus seios.

 - Não me olhe desse jeito... – ela começou a sair do meu colo, mas eu a segurei.

 - Desculpe... É que você... Me deixa... Excitada... – olhei em seus olhos, e seu rosto estava corado, mas de tesão – Também estou nervosa.

Ela retirou seus braços dos seios, deixando-os à mostra, e levou suas mãos ao meu rosto, e foi se aproximando cada vez mais, até finalmente selar meus lábios. Apertei levemente suas coxas, enquanto o beijo ia avançando e nossas bocas iam se encaixando, levando minhas mãos até suas nádegas e não resistir de apertar ali também. Ela ofegou um pouco, mas sem tirar seus lábios dos meus, senti sua língua pedir passagem, abri minha boca o suficiente para seu músculo molhado invadir minha cavidade bucal e se enroscar com o meu. Nossos corpos foram colando cada vez mais, seus seios se esfregando nos meus por baixo dos panos enquanto ela começava a se mexer em meu colo, o que estava me deixando cada vez mais excitada. Minhas unhas arranharam sua pele macia, e sua boca se separou da minha apenas para fazer um caminho pelo meu pescoço, beijando, chupando e de vez em quando mordendo minha pele, enquanto suas mãos desciam até meus seios e os acariciava. Fechei meus olhos, apoiando minha testa em seu ombro e ofegando com seus toques. Mal começamos, e eu já estava daquele jeito.

Não aguentei mais, me levantei do sofá com ela no meu colo, e a levei pela escada até o seu quarto, onde a deitei na cama delicadamente, me afastei pra fechar a porta e quando me virei de novo pra cama, ela estava de joelhos, mordendo os lábios enquanto olhava pra mim. Me aproximei novamente, voltando a beijá-la, e suas mãos desceram do meu maxilar pra minha blusa, a desabotoando aos poucos, até que meu sutiã ficasse totalmente à mostra. Tirei minhas mãos dela e separei o beijo somente pra retirar a blusa, e suas mãos já estavam em minha calça, que logo tirei.

A fiz deitar na cama devagar, ficando por cima dela entre suas pernas. Sua camisola subiu um pouco, revelando sua intimidade, onde deixei minhas mãos passearem e fazerem carícias, enquanto a via se contorcer de prazer, meus olhos revezavam entre os seus olhos e sua boca entreaberta, que me chamava sem dizer uma palavra, só com os arfares e gemidos silenciosos, não resisti de invadir sua boca com minha língua sem permissão, vasculhando e reconhecendo todo o seu interior, sentia prazer só de vê-la daquele jeito. Enquanto minha mão direita fazia o serviço em sua intimidade, a esquerda passeava pelo resto de seu corpo, indo desde suas coxas, nádegas, cintura, até chegar seus seios, levando o tecido comigo, acariciando e apertando, sentindo seus mamilos arrepiados.

Suguei sua língua uma última vez antes de descer minha boca pelo seu pescoço, marcando cada pedaço de sua pele, continuando meu caminho, mordendo levemente o osso da clavícula, me deliciando com seus gemidos baixos. Descendo mais um pouco, e desabotoando o único botão que mantinha aquela maldita camisola no meu caminho, usando a língua e os dentes, e puxando o pano pro lado, para finalmente admirar aqueles seios perfeitos novamente. Não parei nem de acariciar um deles, nem de fazê-la se contorcer por causa de sua intimidade, quando abocanhei o seio que sobrava, enquanto suas mãos maltratavam meus ombros e minha nuca com suas unhas.

Já estava tempo demais naquilo, então decidi avançar. Penetrei o dedo indicador em sua intimidade, e a vi espremer os olhos e morder forte os lábios, me apertando nos ombros. Parei o que estava fazendo e subi um pouco, tirando a mão que estava em seu seio.

 - Está doendo? – perguntei olhando para seu rosto, e ela assentiu que não – Incomoda muito? – ela assentiu que sim – Se não quiser mais, eu paro...

 - Não... – disse abrindo os olhos, com pequenas lágrimas caindo – Não pare...

 - Tem certeza? – ela assentiu que sim mais uma vez.

Devagar, depois de uns segundos e ela se remexer um pouco por baixo de mim, eu comecei a movimentar meu dedo dentro dela, e fui acelerando aos poucos. Quando seu rosto demonstrou um pouco de prazer, me senti na liberdade de penetrar outro, e o fiz. Ela fez uma cara feia de novo, mas logo cedeu, então coloquei o terceiro. Suas mãos me apertavam o tempo todo, deslizavam por minhas costas suadas, entravam em minha calcinha, apertavam meus glúteos e chegava a raspar as unhas em minha entrada, o que estava me fazendo arrepiar enquanto voltava ao ósculo. Voltei a descer minha boca por seu corpo, o que fez suas mãos não alcançarem mais meus glúteos, uma pena, mas por uma boa causa. Fui até seu umbigo, onde mordisquei a pele próxima, e continuei com beijos até perto de sua virilha, por onde deixei minha língua passear a vontade, e vi seus pelinhos eriçados, me fazendo sorrir.

Retirei meus dedos dela, enquanto levava minha língua pra sua entrada e ia até a intimidade, e a penetrei, a fazendo gemer um pouco mais alto. Aquilo foi música pros meus ouvidos. Ela se contorcia, bagunçava meus cabelos, apertava os seios, gemia arrastado, com a boca entreaberta e maltratada, os olhos semicerrados, olhando pra mim, tudo isso ao mesmo tempo, e gemi com aquela imagem. Movimentei a língua dentro dela, sentindo seu interior me acolhendo tão bem, tão quente, tão delicioso, tirava e colocava novamente, dando pequenas estocadas com meu músculo, enquanto seu quadril se movimentava, rebolando em meu rosto, e minhas mãos maltratando suas coxas e glúteos.

Alguns movimentos depois, senti seu líquido envolver minha língua, e um gemido alto sair da garganta de Amy, e depois seu corpo relaxar exausto, então retirei-me de dentro dela e voltei por cima, distribuindo beijos pelo caminho, até chegar em sua boca, onde invadi e a fiz provar do próprio gosto, terminei o beijo mordendo o seu inferior, e logo relaxando meus músculos e descansando meu corpo por cima do dela e minha cabeça na curva de seu pescoço, nós duas tentando controlar a respiração.

 - Fui bem? – pela primeira vez na vida, eu perguntei isso.

Ela olhou pra mim, mordendo os lábios e intercalando o olhar entre meus olhos e minha boca, e assentiu. Fui um pouco mais pra cima, com nossos rostos muito próximos, para beijá-la uma última vez antes de dormir.

 - Sarah... – abri os olhos pra que ela continuasse – Eu te amo...

 - Eu também te amo... – sussurramos uma pra outra, e logo depois caímos no sono.


Notas Finais




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