História Ageratum - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~reciproco

Visualizações 72
Palavras 766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores, antes das pedras eu queria dizer... não me matem.
piada, desculpem a demora, eu explico nas finais, boa leituras.

Capítulo 3 - Três - crianças (não) sentem ciúmes.


Capítulo Três - Crianças (não) sentem ciúmes.

As férias de verão haviam chegado ao fim, Changkyun e SeungKwan estavam a caminho da escolinha nova, juntamente com Jooheon.

O caminho foi silencioso a todo  o momento, todos com seus pensamentos e pequenos planos, de fazer bagunça durante as aulas da Tia Dahyun a fazer novos amiguinhos, afinal era um novo ano. Estavam mais velhos, em novas salas e, de fato, teriam novos amiguinhos para, quem sabe, contarem segredos e dividirem o lanche pelo resto do ano.

Chegando no lugar, Changkyun foi o último a descer do carro, deixando um beijo na bochecha de seu pai Chan e dizendo que o amava — mania que havia pego de Baekhyun — e pedindo para mandar um beijo para o pai, que estava se recuperando de uma gripe em casa.

— Papai, não esqueça de dar a sopinha para o papai Baek! — disse em tom autoritário, como se fosse ele o adulto ali. — E também dê o remédio para ele sarar do dodói, e dê beijinhos, papai Baek sempre diz que beijinhos saram dodóis.

Dito as ordens, correu para os braços da diretora da escola, que estava a receber os alunos no primeiro dia.

 

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ChangKyun encontrava-se rindo da carranca do irmão, o mais baixo estava com as bochechinhas infladas, chateado, SeungKwan havia feito um amiguinho na escolinha nova, o mesmo se chamava Hansol, e neste momento, hansol conversava com uma menininha de lacinhos exageradamente grandes na cabeça, sorrindo bonito para a mesma.

— Ele não pode rir para ela, esse sorriso é meu! — o moreno cochichou com o irmão, já com lágrimas nos olhos. — Changgie, ele vai deixar de ser meu amigo, Hansollie não pode me deixar! —  fez biquinho.

ChangKyun riu, SeungKwan sempre fora possessivo com seus amigos e família, um “intruso” e o baixinho já achava que lhe roubariam as pessoas especiais para si, sempre fora assim, até mesmo consigo.

Se lembrava do dia em que confidenciou do beijo que deu para o irmão, o mesmo chorou dizendo que “o honey hyung vai te roubar de mim”.

— Ele não vai te largar, Kwan, deve ser irmã dele, veja! — apontou para o menino que abraçava a garotinha e estava voltando para junto dos irmãos.

— Pronto, Kwannie, noona está melhor, podemos brincar no jardim! — puxou o mais baixo para fora do refeitório, deixando um aceno para Changkyun.

 

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Agora, Changkyun era o dono da carranca, com direito a biquinho e bochechas coradas e cheias de ar. O menor encarava a paisagem fora do veículo como se fosse a coisa mais interessante do mundo, na outra janela estava Jooheon e Kihyun, um menino de sua sala.

Ambos conversavam animadamente assuntos aleatórios, o que era normal para meninos quase na pré adolescência, Jooheon já havia completado seus dez anos, para ChangKyun, era normal achar que o mais velho o havia deixado de lado, não ficaria com uma criança.

 

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— Kyunnie, fala comigo… — o mais velho tentou novamente, estava tentando ter a atenção do mais novo há minutos, ambos estavam no jardim da casa do mais velho, já que os pais dos gêmeos foram ao médico levar Seungkwan, que havia se machucado na porta de casa. — Vamos, porque 'tá assim comigo?

— Eu não sei, hyung, talvez você deva perguntar ao Kihyun, estavam tão entretidos até agora! — o moreno jogou sem ao menos perceber, arregalando os olhos em seguida. — Eu vou pedir ao tio Kyung para ligar p… — os braços fininhos do mais velho envolveram o corpinho baixo do primo, dando-lhe um abraço, demonstrando o quanto precisava dele ali, consigo.

— Changkyun-ah, eu não gosto assim do Kihyun, prefiro estar com você. — disse calmo, tentando acalmar também ao moreno. — Não é o Kihyun que será meu namoradinho quando crescer!

O menor corou, se possível, até no dedão do pé, cogitando a ideia de um dia poder andar de mãos dadas com seu hyung pelas ruas, sem se esconderem.

— Oras hyung, não fale essas coisas assim! — escondeu-se na curvatura do pescoço alheio, arrepiando o maior pela respiração do outro tão perto de si.

— Eu.. você… eu… am.. am.. — o maior aparentava dificuldades para expressar-se quanto a estas palavras.

— Você não precisa falar, hyung, eu já sei. — levantou, ainda corado, olhando nos olhos do mais velho. — e eu também. — iam selar os lábios, como na primeira vez, e como andam fazendo quase sempre que se encontram sozinhos. Mas foram interrompidos pela voz longe de Kyungsoo. — Eu preciso ir, até amanhã hyung! — o menor deu-lhe um beijinho estalado no nariz, um sorriso aberto, e levantou-se correndo para a porta.

Jooheon suspirou, precisava conversar com seu pai.

— PAPAI SOO, EU PRECISO DE AJUDA!

 


Notas Finais


VERKWAAAAN EEEEE!
JOOKYUN EEEEEEE
Bom, como poucos - ou muitos - sabem que eu fiquei sem celular, aka fui assaltada, ha cinco meses, e eu postava por ele, então não tinha como postar, e pouco menos de um mês eu ganhei um meio para postar, enton.... eu provavelmente devo postar "frequentemente", enfim, me perdoem a demora e espero que tenham gostado!
deixe seu beijo~
*capítulo não revisado, desculpas os erros grotescos. rsrs i love you vocês.


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