História Agridoce - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Nathaniel, Oneshot
Visualizações 25
Palavras 538
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Qual é a sua intenção? Seus olhos caramelados estão sobre mim, doces e ao mesmo tempo amargos.


Minha mente está sempre em pane quando me rodeia, esqueço minhas crenças, meus medos, meus sonhos e meu nome. Assim como me lembro a que ponto posso chegar a ser estúpida, contanto que estes lindos olhos estejam aqui para me assistir.
Neste ponto eu odeio seu maldito amor agridoce, quer dizer, tento me convencer que é amor o que sente por mim. No entanto não sei, você é um enigma que nunca consigo resolver.
Penso em entreabrir os lábios e perguntar diretamente: Onde você quer chegar? Mas logo me esqueço, assim que sorri.
Você é como um personagem de romances açucarados, gentil e perfeito demais para acreditar. Adoro isso, é como viver diariamente em meus romances favoritos, ao mesmo tempo que não gosto.
Neste momento não precisamos de palavras gentis ou este restaurante exuberante. Só preciso que se incline sobre a mesa, pegue minha mão. Nós jogaríamos os guardanapos por cima de nossas cabeças e andaríamos sem rumo, talvez comprássemos uma garrafa de vodka naquela loja de conveniência que nunca pede identidade e depois de alguns goles nos beijaríamos com fervor em um lugar inadequado.
Por um instante rio de mim mesma e você nota, inclinando a cabeça um pouco para o lado em um gesto claro de curiosidade.
- No que está pensando? - pondero, decidindo se devo ou não lhe dizer.
- Em você. - sorri sem graça, meio envergonhado, seus dedos roçam em minha mão por cima de nossa mesa.
- Pareceria fingido se eu disser que eu também estou pensando em você? - não consigo evitar de sorrir.
- Claro que não, afinal você praticamente implorou para que eu viesse até aqui com você. - digo com um tom brincalhão de confiança excessiva.
- Não seja tão pretensiosa, sabe... - o garçom tinha acabado de sair para buscar nossos pedidos. - Meio que se auto convidou, não?
- Talvez... - me inclino um pouco mostrando um sussurro próximo. - Não se preocupe, te dá o direito de se auto convidar para meu apartamento no fim da noite.
Sua expressão revela surpresa, mal acredito que disse em isto em alto e bom som. Depois de segundos que parecem durar séculos você volta a se tornar ameno, recebo um sorriso de volta. Carregado de tudo e nada.
Não fico furiosa pela falta de resposta, só balanço os pés ao ritmo da música ambiente, novamente me lembro do porquê eu gosto tanto de você, não é porque é perfeito ou exageradamente educado, sim porque por mais que pareça um conto de ficção, é real.
A noite se passa, entre conversas animadas, algumas piadas arriscadas e pouco engraçadas de ambas as partes. Na volta eu aperto sua mão na minha, você responde com o mesmo gesto, meu coração bate tão forte que chega a doer.
Enquanto nos beijamos percebo que o seu também. Não somos um casal de ficção, somos melhores. Está é a única certeza, depois do primeiro beijo não sobem os créditos ou o felizes para sempre, no lugar disso há o resto de nossa história.
Ainda está por vir, mesmo assim não tenho dúvidas de que será incrível. 



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