História Agridoce (Imagine Taeyong) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Taeyong, Winwin, Yuta
Tags Jaehyun, Nct, Taeyong, Winwin
Visualizações 87
Palavras 1.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 1 - Start


Fanfic / Fanfiction Agridoce (Imagine Taeyong) - Capítulo 1 - Start

 Aquelas roupas não paravam de me incomodar. Meus olhos alternavam entre a bebida em minha mão e as pessoas que passavam por mim.

Pessoas ricas, com roupas de grife, que eu não conheço e não faço questão de conhecer. Entre elas,  caminhava até mim minha tia vestindo um belo vestido vermelho e os belos brincos combinando muito bem com os seus trajes. E entre os seus dedos luxava um vinho barato. Andava de braços dados com um belo rapaz de cabelos tingidos. Me perguntei internamente se este deveria ser mas um dos seus amantes.

- Querida - ouvi a voz aveludada da minha tia - Você está tão bonita - mentiu - Você deve se lembrar do garotinho que ia na sua casa todos os sábados quando você era menor.

Levei minha mão até os meus fios de cabelo e dei um curto suspiro.

- Este é Lee Taeyong. A mãe dele era a melhor amiga da sua mãe - diz simplista.  

- Meu bem, esta é minha sobrinha que veio de férias da faculdade em New York. Vai ser uma ótima jornalista - deu uma risada sem graça. 

Que saco

- Taeyong está fazendo faculdade de música. Tem um belo futuro pela frente. 

Depois de longos minutos despejando suas baboseiras e histórias de vida que não interessam a ninguém, ela nos deixou a sós em um silêncio matador.

Sua expressão vazia demonstrava tanto desinteresse nesta festa quanto eu. E como eu não sou de puxar assunto, decidi pegar mais uma taça de vinho e ir embora. 

- Como você conseguiu superar? -  sussurra com a  voz rouca.

- O quê? - não deixei de demonstrar surpresa em minha voz.

- A sua mãe. Soube que ela morreu há mais ou menos três anos. Não deve ter sido fácil pra você. 

E não foi. 

Talvez a dor que eu sentisse tivesse me tornado assim.

- Ela foi. Eu fiquei. - tentei demonstrar desinteresse. 

- Pare de ser hipócrita. Você não pensa assim. 

- Você não sabe o que eu penso - deixei aquela bela taça de vinho sobre a mesa.

- Sua tia me disse que você chorava de noite. Você ainda chora?

Não, eu não choro.

- O que você acha? 

Levantei-me rapidamente e caminhei para fora daquele lugar.

- Minha querida! - ouvi minha tia gritar e logo a vi correndo sob seus saltos - O que houve? Você já vai? O que achou do Lee?

Não gostei do seu amante.

- Ah! Encantador! Um amor de pessoa, deveria existir mais rapazes como o Taeyong. 

Como ele mesmo diz, eu sou hipócrita. 

- Sim, ele é um amor de pessoa. - ela dá mais uma de suas risadas sem graça.  

Antes que eu me desse conta, alguém chama minha tia. Ótima oportunidade para fugir desta festa chata.

...

Retirei aqueles saltos dos pés, sentindo o chão de madeira entrar em contato com minha pele. 

Um suspiro cansado saiu dos meus lábios, senti minhas pálpebras queimarem. Eu poderia dormir por semanas se tivesse oportunidade.

- Jaehyun? 

Eu e Jae moramos juntos desde que eu voltei de New York, quase um mês.  

- Ei, oi! - Jaehyun me aparece em um avental rosa de bolinhas com uma colher na mão - Como foi a festa? 

- Chata - digo sem ânimo - Você sabe como é minha tia, insuportável.  

 - Você sabe que disso não posso discordar... - riu 

- Ei! O que tem para comer? - me atrevi a olhar as panelas

- Fiz uma sopa de feijão com algas. Não achei que viria dormir em casa, por isso não seria muito útil fazer um banquete - o vejo indo ao armário pegando alguns pães. 

- Não seja idiota, não sou mais visita. 

- Então, quer me acompanhar ou uma sopinha de feijão é pouco demais para uma garota que bebia vinhos caros  nos Estados Unidos importados da França?

Ah, claro. A jornalista que faz faculdade dos EUA, é demais para as pessoas. 

- Acho melhor comprar algo  na loja de conveniências.

- Ei, eu não quis...

- Mas disse, Jae. 

Acelerei meus passos  indo de encontro a porta de metal, agarrando apenas um casaco que estava no pendurador e deixei o local de forma ríspida.

Minhas pernas se moviam freneticamente.  Eu havia comprado apenas algumas latas de energético barato. Passa das duas da manhã,  Jae ligava no meu telefone a cada cinco minutos. Isso está me deixando louca.

Jaehyun.  (24)

Ei, aonde estás?

Passam das duas da manhã,  venha pra casa.

Eu não quis chama-te de riquinha ou de não humilde. 

Me desculpe. 

Dei um longo suspiro guardando o celular em um dos meus bolsos.

Me cortava o coração vê-lo assim. Ah, mas me corta ainda mais ver o jeito que as pessoas me vêem. 

- O que você está fazendo aqui? - a voz áspera que me deixara nervosa mais cedo atravessou meus ouvidos me causando arrepios.

- Isso não é bem da sua conta, não acha? 

Agora livre de ternos, vi que o rapaz se encontrava com o ar de badboy,  arrancaria suspirou de qualquer  mulher sem se esforçar muito.

- Ah, mas como você é mal humorada. Sua mãe não te ensinou como tratar os rapazes? - Taeyong se senta ao meu lado, agarrando a bebida que acabara de pedir.

- Sim. Mas não me disse que d eu deveria tratar bem os idiotas. Aliás, sua mãe não disse nada ao você pegar a irmã da melhor amiga dela? Uau, que educação. 

Ele não disse nada, apenas agarrou a gola da minha camisa de forma ríspida.

Eu achei que fosse levar um forte tapa, mas eu só senti o seu doce hálito próximo do meu rosto. Ele estava sorrindo.

- Você pensa que eu sou amante da sua tia? - riu soprado - Tenha um pouco de noção, por favor.

Peguei meu energético de forma bruta, o fazendo rir mais. Me levantei em passos pesados, saindo da fachada da loja conveniências. 

 O vento  estava mas gélido, meu casaco deixava pele à mostra. Cogitei em ir para casa, Jaehyun deveria estar no terceiro sono. 

Peguei um táxi qualquer, parando em frente ao apartamento onde vivemos. Eu estava tão cansada e com tanta fome, mas não deveria acordar Jaehyun de jeito nenhum. 

Descalça, com os sapatos entre as mãos andando vagarosamente, senti meu celular vibrar. 

Droga, deveria ter desligado. 

Retirei cuidadosamente o celular do bolso, dando de cara com duas mensagens. 

Unknown  (2)

Você  deve estar espumando em raiva, dói tanto quando falam da sua mãe? 

Já chegou em casa? 

Taeyong.













Notas Finais


Então finalmente eu resolvi tirar essa fanfic do papel.
"Mas por que você colocou uma foto com Taeyong de cabelo platinado e não rosa na capa da fanfic?"
Eu acho que o cabelinho dele rosa é um amor, porém eu achei que essa foto seria perfeita


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