História Águia Arqueira - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Arrow
Personagens Felicity Smoak, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Ray Palmer, Roy Harper (Arsenal), Thea Queen
Exibições 22
Palavras 1.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esta fanfic foi escrita por mim e originalmente postada no wattpad, dê sua opinião sobre a história

Capítulo 1 - Capitulo 1| O início


O meu nome é Angel, tenho vinte e cinco anos e eu perdi os meus pais muito cedo tendo assim sido criada apenas pelo meu tio Henry, mas não vá pensando que essa é aquela típica história de super-heroínas ou super-heróis que ficam órfãos e por isso viram protetores da cidade, é bem mais complexo do que isso, a vida, meus caros leitores, é difícil! Às vezes ela é dura, te bate, aliás te bater é pouco ela te espanca, mas para você aprender a ser forte, e eu estou passando pelo momento do espancamento agora, figurativo claro, ninguém me espanca não, aqui não é bagunça!

Aprendi artes marciais e algumas línguas graças ao grande império que eu herdei ainda jovem dos meu falecidos pais, falando assim, talvez meus amigos, não me conheçam, mas eu sou amiga do Oliver Queen, ou devo dizer era? Esse mês já faz cinco anos desde de o trágico episódio que me doí profundamente lembrar, não doí, dá medo, eu tenho medo de achar algum detalhe que me faça me sentir mais culpada pelo que aconteceu, meu povo, devo estar deixando vocês muito confusos, vou explicar, melhor, a exatamente cinco anos atrás estávamos eu, Oliver e um bando de gente eu desconhecia num navio, navio esse que afundou, só tinha um única vaga num bote salva-vidas e o Oliver praticamente me jogou dentro dele, me jogou porque eu não queria, minha vida não era das melhores, quer dizer era, mas para outra pessoa, eu tenho dinheiro, fama, empresas, posses, mas não era isso que eu queria, queria algo pelo qual viver, queria uma motivação na vida, e isso eu não tinha, ainda não tenho.

Desde então começaram buscas incessantes pelo Oliver, e quando a polícia desistiu de o procurar e o deu como morto a uns dois anos, eu ainda custeei mais três anos de buscas até convencer a mim mesma de que ele morreu, deixei que sua memória o deixasse em paz, mas desde o maldito dia que ele me salvou eu vivo com um enorme peso em minha consciência, pelo menos algo que eu chame assim, sempre me senti culpada por sua morte, mesmo até a Thea, irmã de Oliver, tentar me convencer que e o Oliver escolheu me salvar e que ela não me culpava por isso.

Mas eu me culpava, pelo que aconteceu com o Oliver e pelo o que estava acontecendo com a Thea, e mais uma vez devo ter deixado vocês confusos, explicarei melhor, de novo.

Depois de algum tempo da "morte" do Oliver Thea começou a andar com más companhias e até já chegou ao ponto de usar drogas, mas quando eu descobri dei um belo sermão de mais de duas horas, e creio que ela tenha escutado tudo porque ela não ficou como quando eu lhe dava sermões antes, que a cada ponto ou vírgula que eu dava ela dizia um "Ok" ou um "Já entendi", ainda me lembro desse dia:

-Angel, eu sei que pode parecer estranho o que eu vou te falar mas eu acho que vi o Oliver!-Ela me dizia brincando com as unhas de maneira nervosa
-Caraca Thea! o baseado estava forte mesmo em!-falei rindo da minha piada, cara eu estou ficando parecida com o Jocker, tenho que parar com isso.

Mas voltando ao meu súbito momento de fraqueza, digo tristeza e saindo dos meus devaneios do episódio que aconteceu mês passado e voltando a focar em meus conflitos internos, e eu tenho muitos, como que queria voltar no tempo e colocar o Oliver naquele bote e fazer com que aconteça, seja lá o que aconteceu com ele, comigo, só para não ter esses malditos pensamentos na minha cabeça, fico olhando para a linda vista que meu quarto tem, a cidade de Starling, paisagens sempre me fizeram bem, sempre fiz questão de ir na janela em aviões, viagens de carro onde eu não dirigia eu sempre ia na janela, agora eu tento focar no que eu denomino lembranças boas, como no dia em que eu, Oliver, Felicity, Roy e Thea fomos ao parque, mas de novo a lembrança e o "sentimento" de culpa me consome e eu fico de novo sem chão, se é que nesses cinco anos eu tive.

Vou focar na minha vida, nas minha empresas de tecnologia que eu herdei de meus pais, é isso que eu vou fazer, levantar e parar de chorar pelo Oliver afogado, não, pelo leite derramado e fazer algo que preste da minha vida e ajudar a vida de outras pessoas a melhorar, a terem um nível de vida melhor, sim eu vou querer fazer algo que eu seja lembrada, lembrada como alguém que salvou vidas, que mudou a história, alguém que lutou pela justiça e igualdade nesse mundo maldito mundo medíocre.

E ainda estava no meu conflito interno, que é extenso, quando alguém bate à porta, e ouço a voz, é a voz da empregada:

-Senhorita Misceus, tem visita para a senhorita!
- E quem é Lucy? -Pergunto limpando as lágrimas e me recompondo.
- O seu tio, o Senhor Henry! Deseja vê-lo senhorita? -Lucy me pergunta sem dar pausas, só consigo pensar "Meu Deus como essa mulher fala! "
-Sim,pode deixar ele entrar, obrigada-falo e ela se retira, pouco tempo depois,questão de talvez minutos meu tio entra, não dá espaço e nem tampouco tem tempopara cumprimenta-lo.
-Precisamos de você na empresa, agora! -Ele diz e tenta me puxar pelo braço,mas eu recuo
-É só falar, fale Henry, o que vocês querem agora?–Falo já impaciente
-Precisamos tomar uma decisão importante e precisamos que a sua palavra seja afinal-Ele diz e tenta se aproximar de novo e mais uma vez eu recuo-Precisa ser numa reunião, com todos os funcionários mais importantes da empresa, digo com os cargos mais altos
-Quanta bobagem! –Falo dando as costas e voltando a encarar a paisagem
-Se eu fosse você iria manter o patrimônio que seus avós construíram com tanto esforço, pensando no bem-estar que iriam proporcionar a muita gente, a classe pobre que era e continua sendo crescente no país todo e inclusive em StarlingCity-Ele fala, ele está fazendo chantagem emocional? Isso não funciona comigo
-Você sabe muito bem que chantagem emocional não funciona comigo desde que ...-Começo a falar, mas ele me interrompe
-Desde que o Oliver morreu! – Ele fala e por um instinto pego um casaco jogado em cima da cama
- Vamos logo, antes que eu soque a sua cara! - Falo passando por ele e atravessando a porta na qual ele estava na frente, não olhei para trás, mas eu ouvi seus passos me seguindo.

Descemos pelo elevador que tem dentro da sala da minha casa, pois eu moro na cobertura, e fomos até a recepção, a cruzamos por inteiro, e fomos para o lado de fora pedir um táxi, pois eu iria me mudar em breve para a mansão da família Misceus, que não foi ocupada desde que meus pais morreram.

Pegamos um táxi e fomos rumo a minha empresa, a mundialmente conhecida, Misceus Corporation, a empresa da família.    



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