História Águia Arqueira - Capítulo 4


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Personagens Felicity Smoak, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Ray Palmer, Roy Harper (Arsenal), Thea Queen
Exibições 14
Palavras 631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quarto capitulo, aproveite!

Capítulo 4 - Capitulo 4|O encontro


-Angelic Misceus onde você tá ? Eu vou mandar alguém te buscar agora eu não quero saber de mais nada agora, quando você chegar aqui conversamos- Ele parecia preocupado e esta é a primeira vez em anos que eu o vi assim, era estranho.

Depois de algum tempo um carro foi me buscar e por coincidência foi o mesmo taxista e veio me deixar, aqui:

-Olá moça ?
-Olá!
-Já quis voltar ?
-Digamos que ... eu fui obrigada - disse rindo de mim mesma
-A senhora não tem cara de alguém que se deixa domar
-Isso é um elogio ?
-S-sim senhorita- disse gaguejando e olhando para o retrovisor.
-Não precisa gaguejar e mantenha seus olhos na estrada, não estou muito afim de morrer hoje não- disse rindo.
-A senhorita que manda- disse também rindo.

Depois de algum tempo eu cheguei e eu não sei porquê, mas eu acho que a vinda foi mais rápida do que a ida, mas me surpreendi ao ver que paramos na frente do prédio da Misceus Corporation, então fiquei confusa.

-Porquê paramos aqui?
-O senhor Henry pediu!
-O.K então diga-me quanto deu ?- disse pondo a mão no bolso procurando por dinheiro para pagar.
-O senhor Henry já pagou senhorita.
-Tchau então!- disse abrindo a porta do carro e entrei no prédio.

Todos os olhares pareciam focar em mim, tudo parecia conspirar contra mim, acho que pareço tão mal quanto me sinto, subi as escadas então eu fui surpreendida por um abraço inesperado de Henry e pela primeira vez eu o vi como alguém que se preocupa comigo, fazia muitos anos que eu não o via se preocupar com alguém, depois de alguns segundos eu retribui o abraço e então ele se afastou e disse;

-Você está horrível!-disse sorrindo
-E o senhor ? Gentil como sempre- disse rindo de suas brincadeiras
-Você está bem?-perguntou meu tio
- Ora, ora! o senhor Henry Misceus preocupado?
-Claro você é muito especial para mim e na verdade é a única pessoa que me restou depois da morte de seus pais e você sabe disso!-disse em tom choroso
-Nossa estou emocionada até!-disse limpando uma lágrima imaginaria do canto do meu olho direito.
-Sua insensível! Eu sou um poeta!-disse rindo-Vem quero te mostrar alguém!

Foi aí que eu me lembrei, de tudo, óbvio eu não podia esquecer nada meu tio me fazia o favor de me lembrar, enfim sigo ele até o destino que era a sala onde antes estava então eu vejo que as minhas  suspeitas estavam certas era ele, era o Ollie, respirei aliviada, foi como se um peso saísse de minhas costas, afinal de contas ele estava vivo e bem, eu no entanto me contive, e me neguei a correr e abraça-lo me contendo apenas em perguntar, mas no entanto ele veio até mim  e me abraçou;

-Precisava ver que você estava bem, seu tio me contou que...- disse quase sussurrando em meu ouvido quando o afastei e disse, não para ele mas para meu tio que estava ali

-Meu tio como sempre, um fofoqueiro de primeira-disse olhando para meu tio.

-Eita! vou sair daqui antes que você me mate- disse meu tio fazendo cara de assustado e se retirando da sala!
Eu apenas ri, e disse:
-Sente-se- indicando uma cadeira e se sentando em outra na frente dela.
-Ótimo, está falando como alguém que trata de negócios!
-O que o meu tio lhe disse?-disse cortando o assunto
-Que você estava diferente, e em perigo, porém eu lhe conheço o bastante para saber que sabe se defender sozinha!
-E no entanto se preocupou tanto quanto eu me preocupei com você, e eu não desapareci no mar!
-Me senti na obrigação de lhe avisar que eu estou bem!
-Obrigada mesmo assim me tira um peso das costas!



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