História Águia Arqueira - Capítulo 8


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Categorias Arrow
Personagens Felicity Smoak, John Diggle, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Ray Palmer, Roy Harper (Arsenal), Thea Queen
Exibições 9
Palavras 527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo oito, aproveitem!

Capítulo 8 - Capítulo 8| A ideia


Oliver saiu e deixou apenas eu e Ray Palmer na mesa, eu havia conhecido meses antes e falei com ele hoje antes de vir e como ele viria meu plano vai dar certo. 

-Ray trouxe o que eu pedi?-perguntei sem se preocupar em conter a ansiedade
-Sim , mas não é perigoso? Tipo se você tá sem nada para fazer, Eu te convido para ir para a minha casa assistir uns episódios de Dr Who!-Ray, como sempre. 
-Eu quero proteger esta cidade. -Falei
-Então vai bancar a versão feminina do Arqueiro ?
-Quanto deu tudo?-disse ignorando a pergunta anterior
-Você sabe que não precisa disso !-disse Ray e continuou - Já sabia que não iria desistir disto então coloquei um colete ai dentro, vista por dentro da roupa, o tecido é térmico, não sentirá frio, e se estiver quente de mais esfria.
-Obrigada,alguém já te disse que você é incrível? 
-Já !Muitas fãs sabe 
- E convencido, agora me dá cobertura? 
-O que eu não faço por você né?
-Obrigada-Peguei minha mochila que Ray havia me entregado e fui andando, escutando um rádio com frequências policiais, até ouvir um delito ao qual eu estava perto da localidade, me troquei num banheiro publico ali perto, subi pelo lado de fora dele, através de escadas de emergência e de lá de cima avistei dois indivíduos correndo e um policial peguei minha flecha, sacudida de leve e meu arco se montou, mirei e consegui acertar na perna do bandido, eu estava de máscara e um lápis de olho forte, capuz, uma roupa preta, e bota, sem esquecer do colete e das armas escondidas em quase todo lugar, foi quando puxei outra flecha, que eu ouvi uma voz, que não me era estranha. 

-Quem é você e o que faz aqui?-disse a voz, o dono da voz era mascarado como eu, só que ele estava de verde. 

-Oi, o prazer é todo meu, Hobbin Hood

Eu parti para cima do mascarado mas ele disse

-Eu não quero te machucar!-Ele advertiu
-Já dei uma surra em homens mais fortes que você e eles tinham mais de um arco e algumas flechas. 

Eu dei chute que derrubou o arco da mão do mascarado, confesso que até eu me senti orgulhosa disto, acertei um soco nele, mas depois ele usou o arco que estava em uma das minhas mãos e me puxou me deixando de costas para ele, usando o meu arco como uma forma de me imobilizar, eu me abaixe dei-lhe uma rasteira, peguei meu arco e quando ele ficou de pé novamente me toquei que só duas pessoas no mundo sabiam deste golpe fora o velhinho que ensinou, mas sinceramente eu não acho que um senhor de 95 anos iria lutar assim, decidi então testar:

-Azeitona-eu disse forçando a voz como nas outras vezes, mas essas palavras que para qualquer outra pessoa não fazia o menor sentido, fez mudar seu semblante, que mesmo com mascara era notório e o que eu esperava aconteceu, ele respondeu

-Azeite-Eram as palavras código que tínhamos inventado em um jogo de esconde esconde a anos e eu sabia muito bem que ele lembrava, pois respondeu meu codinome. 



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