História Ai no kotoba - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Uruha
Tags Aoiha
Exibições 67
Palavras 2.564
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoy!

É, digamos que não tem aquela entrada triunfal, até porque demorei séculos pra postar o epílogo final -q
Me perdoem, por favor. Não vou citar motivos para a minha demora, mas foram muitos e todos bem pertinentes. Odeio fazer esperar - Sasori feels -, e sinto muito mais uma vez. Uma última vez.

O que dizer? Eu tô triste pra caralho! HUSHUAS XD
Rindo de nervoso aqui.

De todos os capítulos, esse foi o mais triste e difícil pra fazer. Não por ser o último, mas acabou que acabou um grande significado. Depois de quase dois anos de Ai, estou finalmente encerrando por aqui, minha primeira Aoiha dramática. É meu bebê crescendo, eu fico feliz e triste. Mais feliz que triste, acreditem.

Also, eu gostaria que ouvissem essa música durante o capítulo. Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=TCS9C87HfVw

Nos vemos nas notas finais? o/

Capítulo 21 - Epílogo III - Você


- Ei.

- O que?

- Pode pegar mais café? – revirei os olhos, sem desviar a atenção da calculadora. Quanto mais tempo demorasse, menos tempo eu teria de sono. E já estava ficando tarde.

- Aaah... Você tem que me pedir isso? Estou quase acabando...

- Tudo bem, depois você me pega mais. Ah, incluiu aí a última parcela da geladeira?

Cocei a cabeça, lançando um olhar preocupado para a pilha de papeis já analisados. Com certeza tinha deixado escapar.

- Não. – ergui o tronco, avançando sob os papeis e os puxando para mais perto. – Puta merda, não acredito que vou ter que olhar isso de novo.

- Eu te disse.

- Vá à merda.

Uns segundos depois, ouvi o barulho do estofado desgastado do sofá, e logo, havia um par de braços ao redor do meu pescoço. Kouyou aproximou o rosto na altura do meu e depositou um beijo em minha bochecha.

- Você quem não quis aprender ao usar o excel.

- E quem foi o idiota que me mandou ter esse trabalho sabendo mexer no excel? Ah, é, você! – ele gargalhou, se afastando. O vi passar para a cozinha em seguida.

- Não reclame!

Acabei por não achar o maldito comprovante do pagamento da geladeira, bufando alto e irritado. Talvez fosse efeito do sono, eu não andava dormindo bem. Estava preocupado com o aluguel que venceria logo. Kouyou havia parado com os “presentinhos” das alunas, ficando apenas com o salário dele, mais o meu no restaurante. Seria muito cretino da minha parte sentir saudades das caixas de chocolate, presentes valiosos e dinheiro? Por Kami, Yuu, que tipo de pensamento repugnante.

Olhei choroso para a pilha de papeis, e depois para as minhas anotações no caderninho surrado que tinha achado debaixo da cama na semana passada. Amigo, eu teria que dar o braço a torcer. Era chato demais anotar tanta bagunça sendo que tínhamos um computador decente!

- Nunca mais vamos deixar essa papelada acumular!

- Para de reclamar, Yuu, pelo amor... pode deixar isso aí, eu vejo amanhã de manhã.

- Aah, mas não se esqueça que o Kai nos chamou pra buscar o Miyavi. – virei o corpo na cadeira, olhando diretamente para o Kouyou, que se sentava no sofá com a caneca de café em mãos. – Você vai, né?

Ele ficou em silêncio, bebericando o conteúdo da caneca. Seus olhos estavam direcionados para a TV, mas eu sabia que ele tinha ouvido e muito bem. Só estava querendo me fazer desistir da ideia.

- Kouyou...

- Aah, você sabe que não me sinto bem com isso...! Yutaka-san só me chamou por educação, e o outro lá, o Akira. Ele me detesta! Me olha feio toda vez que nos vemos. – não estava acreditando no bico e nas feições irritadiças de Kouyou. Era eu quem deveria estar irritado, não ele. – Posso passar essa?

Suspirei, dando de ombros.

- Se eu já te perdoei, então eles não têm nada a ver com isso. Mas tudo bem, ao menos vamos sair mais tarde?

Sua expressão infantil fora substituída por outra de pânico. Ele tinha se esquecido. De novo.

- Nem precisa responder. – voltei aos papeis, mexendo distraidamente em um ou outro, só para não dar tanto a impressão de que eu estava irritado e magoado outra vez.

- Yuu...

- Não precisa, sério.

Eu não ficaria irritado por causa de uma bobagem, ao menos, não por muito tempo. Lidar com a reclusão de uma pessoa é um campo minado, e eu mesmo ficava tentando me desviar de um ou outro convite para passar mais tempo em casa, dormindo, comendo ou apenas não fazendo nada.

Kouyou tinha a faculdade, o trabalho, não era justo sair colocando um monte de pesos em suas costas, seria algo inútil de toda forma. Não querer ser egoísta, ceder e colocar prioridades em um relacionamento era mais cansativo do que parecia. E mais chato do que qualquer planilha de gastos feitos à mão.

- Desculpa. Eu esqueci por um instante, mas não é como se eu não quisesse ir. – ele ficou em silencio. Comecei a rabiscar kanjis no caderninho. – Vamos ver seu amigo. E não aceito dramas e nem mais sobre isso!

- Idiota.

- Dramático.

- Eu nem tinha ficado com raiva!

- Claro que ficou, quase senti a mesa voando na minha direção! – ouvi o barulho da caneca sendo depositada na mesinha. – Vou tomar banho e deitar. Você vem?

Olhei para trás, uma ideia na cabeça e um sorriso malicioso na cara.

- Ei, quer dizer que posso entrar no chuveiro dessa vez?

Uma almofada quase me acertou, seguida de outra. E de outra. Kouyou estava vermelho enquanto as jogava na minha direção, xingando feito um louco. Eu sabia e não sabia ao mesmo tempo porque ele agia desse jeito sempre que eu comentava uma ou outra coisa maliciosa. Casais fazem isso, certo?

 Havia sempre uma incompreensão sobre Kouyou, o modo que ele agia de vez em quando era esquisito.

Como da vez em que eu estava circulando pela casa, totalmente nu. Tinha esquecido a toalha e, sem ninguém em casa, não tinha problemas. Ele chegou, e eu ouvi quase meia hora de uma conversa sem sentido sobre eu estar “subindo pelas paredes a ponto de sair nu por aí”. Claro que ele não reclamou disso até ele estar nu também, debaixo de mim.

Balancei a cabeça, reprimindo meus pensamentos. Tinha perdido o foco e escrito “sexo” no caderninho.

- Yuu! Apague a luz antes de ir pro quarto!

- Ok!

Resolvi deixar o caderninho e toda a agitação financeira para trás. Tentaria pensar somente em Miyavi, e em como estava feliz por tê-lo de volta na cidade.

Pensar sobre ele me deixava eufórico, tanto quanto o chefe. Quase dois anos sabendo de notícias apenas por Yutaka. Reita e eu ficamos muito felizes quando soubemos que ele estaria de volta, agora sem banda e de cabeça limpa. Foi o que ele disse na última conferência no skype.

Meu celular vibrou no bolso. Era uma mensagem de Reita.

“Conseguiu convencer ele?”

O barulho do chuveiro cessou. Kouyou estava cantarolando alguma coisa do banheiro.

“Sim, nos vemos amanhã. E o Ruki? ”

Reunia os papeis, esperando pela resposta de Reita. A porta do banheiro se abriu um esporro que quase levou meu coração junto. Praguejei baixinho, lendo a nova mensagem.

“Tão empolgado pra ir que quase me matou no telefone! Disse que se sente feliz de estar indo como namorado do amigo. ”

Dei uma risadinha, digitando uma mensagem de despedida.

“Típico” xD. Nos vemos amanhã? Vou dormir. Boa noite :3”

Larguei o celular na mesa, sem esperar por resposta. Apaguei todas as luzes da casa e fui direto para o banheiro. A volta de Ishihara estava quase para uma benção, assim poderia aliviar minha angustia com as contas e o aluguel prestes a vencer. Não estava considerando contar a Kouyou que pensava na ideia de retomar a faculdade, e conseguir algo melhor. Ele com certeza ficaria vislumbrado, e colocaria mais pressão para que eu terminasse. Já estava vendo seu esforço e aulas particulares de inglês – uma ideia nova e que eu não tinha concordado nem um pouco -, não queria colocar mais um peso. Isso eu faria com meu próprio dinheiro. Meu próprio suor e sangue.

Afastei a cortina, pegando a toalha. Enrolei em volta da cintura, saindo do banheiro. No quarto, Uruha estava de costas para mim, virado para a parede. Seu corpo não subia e descia, no ritmo de um sono normal. Ele ainda estava acordado. Vesti meu habitual “pijama” largado pela cadeira e entrei nas cobertas.

Fiquei de costas para Kouyou, pensando. Minha cabeça ultimamente estava cheia, e eu não tinha certeza se conseguiria dormir. As luzes do quarto estavam apagadas, meus olhos tentando se focalizar no escuro.

- Ei, está acordado?

- Por favor, Yuu... chega de falar de contas. – fiquei calado, um tanto impressionado por ter ele ter adivinhado meu pensamento. – Você mora sozinho? Está na rua? – bocejei. – Confie mais em mim, vamos manter tudo sob controle. Sou seu suporte e você o meu, lembra?

Sorri.

- Acho que lembro.

Virei para o lado de Kouyou, aconchegando-me em seu corpo curvado. Inspirei devagar, soltando minha respiração morna em sua nuca. Era tão bom sentir seu cheiro, o nariz envolto por seus cabelos recém castanhos. Com a mão livre, procurei sua mão abandonada no quadril. Entrelaçamos as mãos.

- Yuu...

- Shiiiuu... – entreabri os lábios, raspando os dentes suavemente na nuca de Kouyou. Ele apertou minha mão, suspirando baixinho. – Confie mais em mim.

Passei uma das pernas entre as de Kouyou, abandonando nossas mãos entrelaçadas. Ele se remexeu, soltando outro suspiro mais longo, virando um pouco mais a cabeça para o meu lado. Seus olhos estavam fechados, mas ele estava sorrindo.

Minha mão tocou lentamente o pedaço exposto do moletom, na altura do abdômen. Tateando a pele sob aquela área, deslizei meus lábios lentamente da nuca, subindo até sua orelha.

- Confie em mim, Uruha.

[...]

Durante o caminho até a estação de trem, era impossível não reparar na expressão distante de Kouyou. Algo havia causado a expressão, e pensar em possibilidades negativas fazia meu estomago embrulhar. Eu não deveria ter comido tanto arroz no café.

Discretamente, tentei segurar sua mão enluvada enquanto andávamos, mas ele pareceu perceber, e aumentou o espaço entre nós quando subíamos pelas escadas rolantes. Suspirei baixinho, pensativo. Não adiantaria pressioná-lo. Era a regra de ouro entre nós. O que quer eu fosse, eu saberia logo. Principalmente se fosse algo ruim.

- Hey – puxei a barra de seu sobretudo, atraindo sua atenção –, está tudo bem?

Ele me encarou mais alguns instantes antes de pisarmos na plataforma superior. Não esperei pela resposta, fascinado pelo mundo que parecia representar o lugar. Só tinha andado de Shinkansen¹ quando era menor, bem menor. Haviam pequenos quiosques em volta da plataforma, fora as diversas pessoas que transitavam pelo local. A correria das pessoas me fez pensar em uma vantagem para me aproximar do loiro, mas acabei desistindo da ideia. Seguimos para o local combinado, uma cafeteria próximo de um dos pontos de embarque de passageiros.

Procurando aqui e ali, encontramos a cafeteria que seria nosso ponto de encontro. Nenhum dos rapazes tinha chegado, então escolhemos uma mesa vaga ao fundo do estabelecimento. Digitei uma rápida mensagem para Reita enquanto Kouyou pedia alguma coisa no balcão.

- Avisou a eles? – ele perguntou, se sentando de frente para mim.

- Reita não respondeu, mas devem ter passado no restaurante pra pegar o Kai. – mostrei o visor do aparelho. Ele assentiu suavemente. – Kouyou, aconteceu alguma coisa?

- Tipo o que?

- Tipo você estar distante. – revirei os olhos. – Não se faça de desentendido, você sabe do que estou falando. Foi ontem? Se foi, eu s –

- Não, não tem nada de ontem que eu queria... que eu queria mudar. – senti uma fagulha de felicidade pelo comentário. Kouyou desviou o olhar e mordeu os lábios. – Eu só não sei por que estou me sentindo assim.

- É, mas eu sei. – estendi a mão sob a mesa, lançando um olhar significativo. Vi Kouyou olhar para os lados antes de segurar minha mão. – Você sabe que eu não deixaria eles te chatearem, certo?

- Sei, sei disso. Mas... não sei, Yuu, parece que tudo que eu faço parece estar compensando alguma coisa.

Pensei alguns segundos a respeito.

- Se parasse de pensar desse jeito, poderia ver que fiquei feliz em saber que veio por minha causa. Se parasse para perceber, notaria que estamos a quase um ano juntos. – apertei sua mão, reforçando minhas palavras. -  Kou, não posso te ajudar se você não se libertar desse sentimento de que está devendo alguma coisa a mim, a eles, a nós. Você me ama?

Ele ficou em silencio. Olhou para baixo e depois para mim. Seus olhos estavam cheios d’água.

- Eu...

- Ah, vocês aí! – larguei a mão de Kouyou na hora ao ver Reita e Ruki se aproximarem. O sorriso de Ruki morreu um pouco ao perceber Kouyou na mesa, mas não deixou transparecer por muito tempo.

- Cadê o Kai?

- Ah, foi fazer os pedidos. – Ruki respondeu, sentando-se entre mim e Kouyou. Reita se sentou do outro lado. – Shima, que bom que veio!

Kouyou sorriu, mas não respondeu. Me senti chateado por notar que ele iria chorar; não queria ter causado tal reação. Se soubesse que isso o magoava tanto, teria escolhido outro momento. Um pouco da minha animação pareceu ter ido embora com os trens, além de me sentir um tremendo idiota ao vê-lo limpar disfarçadamente os olhos com a manga do casaco.

- Oe, chefe! – acenei para Kai, que chegava com nossos pedidos.

- Ei, Kai, pediu um desses para mim, né? – Reita apontou para o frappuccino depositado na minha frente.

- Claro que não, isso é muito gorduroso! – Ruki interveio, fazendo os presentes na mesa rirem. Kai puxou uma cadeira extra para se sentar conosco.

- Mas amor, é um dia especial!

- Reita!

Kai não tinha mais nenhum ponto branco no rosto. Até Takashima conseguiu soltar uma gargalhada. O baixinho estava emburrado e constrangido.

- Eles são nossos amigos, o que tem?

- O que falamos sobre isso?!

- Calma, chibi, n –

- Reita!

- Acho melhor você ficar quieto antes que voe café nas suas calças!

- Aoi, você está a um passo de se incluir na lista!

Vi Kouyou franzir as sobrancelhas perante ao apelido. Reita pareceu sem jeito, mas continuou rindo e coçando a nuca. A garçonete trouxe os outros pedidos.

- Isso tem gosto de nada, Ruki!

- Mas é mais saudável, Reita.

- Saudável seria sentir o gosto desse troço.

Estava na metade da bebida quando notei a sutil conversa entre Kai e Kouyou. Adorava prestar atenção nos gestos de Takashima. Uma das mãos apoiadas na lateral do rosto, o franzir do nariz; numa espécie de tique nervoso. O jeito como balançava a cabeça e sorria timidamente. Isso me fazia completamente...

Apaixonado.

Eu não via nenhuma tentativa de parecer legal, de me agradar. Não havia um sentimento oculto, uma máscara. Apenas a pessoa que eu amava, se sentindo bem, me fazendo feliz só por estar ao meu lado. Era melhor do que qualquer outra coisa. Apesar de tudo, era o que eu precisava e queria.

“Sou seu suporte e você o meu, lembra? ”

Sutilmente, ele olhou para mim. Nos encaramos, e eu sorri. Ele retribuiu, e se virou para Kai, que mostrou alguma coisa no celular. Reita empurrava seu copo para o centro da mesa, reclamando sobre o gosto da bebida. Ruki fingiu não ligar, mas depois levantou com o pretexto de pegar outra coisa.

De repente, Kai quase deu um pulo da cadeira.

- Ele chegou, ele chegou!

Nos entreolhamos, e foi uma fração de segundo para que largássemos a mesa e saíssemos. Reita puxou Ruki antes que ele completasse o pedido. Gritamos agradecimentos as garçonetes e saímos em direção a plataforma de desembarque.

Meu peito doía de tanta ansiedade. Avançando entre tantas pessoas, senti um braço me segurar. Era Kouyou. Ele se aproximou e colocou apressadamente um cachecol em meu pescoço. Lancei um olhar interrogativo, já me preparando para andar. Senti sua mão em meu ombro.

- Sim. – ele disse. Franzi a testa, sem entender. – Muito, Yuu. Muito.

Quando ele seguiu adiante, gritando para que os outros nos esperassem, eu entendi. Era a resposta a minha pergunta.


Notas Finais


¹Rede ferroviária japonesa.

Queria deixar aqui meu mural de agradecimentos, mas são muitos nomes e eu não quero ser injusta ou deixar alguém de fora. Quero agradecer profunda e verdadeiramente a cada um que leu esse projeto, que começou indefinido e ganhou vida novamente. Mesmo que a pessoa que eu tenha dedicado esse projeto não fale mais comigo, ainda tenho um imenso carinho por ela. Embora eu tivesse escrito grande parte dessa fic me sentindo apaixonada, agora termino com um chute no traseiro e um tanto decepcionada. Mesmo assim, agradeço a pessoa que dedicou filha da putamente (?) um ano de sua vida a mim.

Quero agradecer aos favoritos, a quem só parou para dar um lida e saiu, a quem não gostou, a quem se sentiu ofendida e quem achou ruim. Foi muito importante para mim! Cada favorito e comentário me fez sentir que estava fazendo a coisa certa. Escrever é muito comum, agora escrever apesar de dificuldades e com paixão é o verdadeiro amor.

Sobre o capítulo, eu achei que foi o melhor até agora. Finalmente chegamos lá, certo? HUAHSUHSUAHSUA
E não, eu não faria lemon, sorry not sorry. Deixei esse gostinho para a imaginação de vocês. Não queria deixar como uma "compensação" pelo Uruha ter ficado com o Aoi, não é assim que eu vejo um lemon.

Ainda que não tenha retorno, eu fico muito feliz por ter encerrado esse ciclo. Tenho atualmente 14 projetos de gazette engavetados, sendo 9 Aoiha. O que farei? Novas fics, claro xD''

Muito obrigada por ler minhas versões do amor, nos vemos a qualquer hora!

Au revoir~


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