História Ai no nekutai HIATUS - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Personagens Originais
Exibições 45
Palavras 2.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olaaaaaaaaa!!!!!

Capítulo 4 - Ayi


Fanfic / Fanfiction Ai no nekutai HIATUS - Capítulo 4 - Ayi

Quando saí da casa acompanhado pela filha do oji-SanTadashi comecei a reparar na pequena vila, que eu descobri ser comandada pelo Tadashi e sua família, ficava distante do centro da republica mas ainda conseguia ver a minha casa. Era simples mas bonito, olhando de longe era um lugar bom de se conviver e todos pareciam bem felizes, mas felizes até demais, uma beleza um tanto quanto artificial. Sei não viu, quem finge demais e por que tem algo muito podre á se esconder. E essa vila com certeza tinha algo muito podre para esconder.

Eu já havia reparado nisso no momento em que conheci essa família, tinha certeza que Tadashi não era tão bonzinho quanto aparentava, ele mentiu várias vezes durante nossa conversa e omitiu coisas sobre a história , sua esposa tentava esconder mais era nítido que ela tinha medo do marido e era covarde demais para fazer alguma coisa e Haru? Era só mais uma criancinha esnobe.

Tratavam Tadashi e sua família mais ou menos de mesma forma que os mordomos se dirigiam a minha família e Haru os tratava da mesma maneira que minha mãe tratava os empregados, com arrogância e superioridade, mas os babacas pareciam não se importar e continuavam a beijar o chão por onde ela passava e a mesma aparentava se orgulhar desde tipo de atenção. Tão patética quanto o resto.

O que mas me chamou mais atenção foi a visão de um grande celeiro velho que tirava todo ar de alegria que o lugar emanava, a madeira estava podre, a pintura descascava e a porta continha uma corrente grossa e um enorme cadeado. Usei o nen nos olhos (Autora: não sei se é assim que se fala mas vamos fingir q sim) e consegui enxergar uma grande gaiola com muito sangue em volta e várias facas e instrumentos pontiagudos em uma mesa de madeira a esquerda da jaula.

Viu? Eu disse que não eram tão santinhos assim, não me surpreende que tenham algum tipo de atividade desumana e cruel, já vi desses casos quando eu assassinava a mando de Illumi.

- O que está olhando? - a menina chata me perguntou

- O que tem  alí? - apontei para o celeiro estranho.

- Não é da sua conta! - falou ela - Kagari o que você quer?

A menina que cutucava Haru repetitivamente nos encarou com aquele sorriso visivelmente artificial que todos na vila possuíam.

- Nada só achei que seu pai gostaria de saber que encontramos o bizerrinho  perdido na mata - a tal de Kagari disse

- Entendo, eu vou avisar o meu pai - Haru disse me puxando

- Esse é o menino que acharam na floresta? - Kagari me lançando um sorriso malicioso que eu respondi revirando os olhos

Nnca fui do tipo mulherengo, fiquei com pouquíssimas mulheres durante a minha vida, a maioria delas são muito atiradas e escandalosas, ou talvez eu seja muito exigente, Gon até chegou a duvidar da minha masculinidade embora Alluka insistiu em dizer que eu sou só tímido, eu neguei os dois argumentos. É claro.

- Sim. Agora com liçença que eu vou leva-lo embora-  Haru disse me puxando

- Não vai mesmo me contar o que tem naquele lugar? - perguntei puxando minha mão de volta.

- É só onde abatemos  os animais - Haru falou nervosa.(Sei, e desde quando se tortura animais antes de abate-los?) - Não que isso seja da sua conta.

- Sinceramente, qual é o seu problema comigo? - perguntei, não que eu me importasse mas estava curioso e irritado quanto a isso.

- Você aparece na parte mais perigosa da floresta com uma hemorragia grave que diz não saber como ela foi feita ou por que de estar ali e ainda se curou rápido demais, ah e sem contar que não se abalou nem um pouco com aquela situação, isso é muito suspeito! - falou Haru rapidamente batendo o dedo em meu peito - Para mim isso tudo é fingimento! Não vou confiar em você.

Eu bati em sua mão a fazendo desencosta-la de mim, eu lancei um olhar frio em sua direção já estava cansado desse comportamento infantil. Pude ve-la hesitar por um instante. Menina insuportável, sorte a dela que eu tinha de certa forma uma dívida com sua familia se não eu já teria a matado.

- Pouco me importa se você confia ou deixa de confiar de mim,eu não tenho interesse na sua confiança, sou grato ao seu pai por ter me ajudado (por mais que isso não tenha feito muita diferença), eu não te devo satisfações sobre o que eu fazia na floresta e já disse que não sei direito o que me atacou - falei - seu pai pode ser chefe dessa pequenina vila e as pessoas daqui podem puxar muito seu saco mas o mundo de verdade não vai esperar por você e nem fazer duas vontades, lá fora Haru ninguém vai se importar de onde você veio ou quem seu pai é, até por que esse cargo não é nada comparado a aqueles que realmente mandam nesse mundo. Se continuar assim você será morta antes mesmo de chegar aos portões do exame Hunter.

Ela me encarou boquiaberta dando alguns passos para trás, sua expressão era uma mistura de surpresa e raiva.

- Mas quem você pensa que é pra falar comigo assim? - perguntou ela vermelha.

- Alguém que já presenciou o suficiente pra saber que tem toda a razão - falei girando os calcanhares para o lado oposto ao dela e começando a caminhar até a ponte que ligava a vila da floresta. - Até qualquer dia desses Haru. Eu sei me virar a partir aqui, jaa ne.

Eu a ouvi gritar mais ignorei e segui em rumo a minha casa, precisava voltar logo antes que Illumi desconfiasse e viesse atrás de mim, isso sim acabaria com mesmo planos. Vou voltar pra casa, checar se Alukka está bem e depois procuraria mais sobre a menina, a tal de ... Elena? Acho que sim.

...................

- Então ocorreu tudo certo? - Illumi perguntou assim que minha mãe parou de amolar e me soltou daquele abraço.

- Sim - respondi colocando as mãos no bolso - Por que essa preocupação?

- Só quero ter certeza de que não está se desviando do caminho outra vez Kill. - ele respondeu com uma falsa preocupação e um sorriso presunçoso.

- Bem parece que não, não é? - eu me virei começando a subir as escadas - Vou avisar o otou-san.

- Seu pai saiu em uma viajem. - minha mãe falou.

- Que tipo de viagem? - perguntei a encarando.

- Você não precisa saber. - Illumi disse ainda com o sorriso irritante no rosto, mas ele parecia meio nervoso com a pergunta, pude ver que duas duas mãos estavam enfaixadas. Estranho.

Eu bufei resmungando um "tanto faz" e voltei a subir as escadas. Passei pelos corredores até chegar no corredor do meu quarto, lá eu vi uma cena meio inusitada: Alluka, Kalluto e Milluki juntos sussurrando sobre algum assunto como aquelas velhas que ficam fofocando na porta de casa. Cheguei bem de fininho sem que me notassem.

- O que vocês estão aprontando? - perguntei sussurrando baixinhoem seus ouvidos, os três me olharam tentando disfarçar o susto que levaram, tive que segurar o riso.

- Onii-chan voltou! - Alukka exclamou me dando um abraço. Milluki resmungou algo sobre como eu poderia ter continuado onde o estava, nem dei atenção.

- Killua-nii-san, bem vindo de volta - Kalluto falou baixinho o mandei um sorriso rápido e sem dentes.

Já faz algumas semanas que Alluka me contou que descobriu que Kalluto costumava não gostar dela por invejar a relação que nós dois tínhamos, ela disse que ele meio que queria que eu fosse mais próximo dele já que meu irmão mais novo sempre me admirou muito. Eu não começo fiquei surpreso, de todos os meus irmãos o Kalluto sempre foi o mais distante, podia ficar meses sem falar com ele que não faria muita diferença, ele nunca tentou se aproximar e eu na verdade sempre o evitei por ele ser muito próximo da nossa mãe, ele sempre que podia contava dos nossos passos para Kikyo, nos impedindo de fazer qualquer coisa fora do que ela julgava ser o certo.

E foi por isso que eu e a minha irmã discutimos quando ela me pediu - vulgo intimou - que eu me aproximasse de Kalluto. Depois de um tempo pensando eu decidi dar uma chance, já que eu voltei pra casa justamente para tentar me ligar à minha família de novo,Alluka e Kalluto ficaram próximos desde que voltamos e seria bom ter mais um aliado na casa. Mas volta do ao presente:

- Repetindo: o que estão aprontando?

Eles se entreolharam, Milluki então se pronunciou.

- Otou-san okaa-san e Illumi-nii-san estavam discutindo feio, uma conversa importante. Estão todos comentando.

- O que era? - perguntei curioso.

- Illumi-Nissan foi bem descuidado e parece de gerou frutos em uma mulher.

Meu queixo caiu, eu não costumava demonstrar emoções mas poxa, Illumi, O Illumi engravidou uma mulher, ele que sempre e cuidadoso e calculista PUTA MERDA. O QUE FOI QUE PERDI? Isso é tão... Inacreditável

- Caralho. - murmurei recebendo um olhar de repreensão dos meus irmãos e um tapa na boca da minha irmã - Desculpa.

Nossa família tinha regras severas quanto a falta de etiqueta, principalmente em casa isso quer dizer sem palavrões. O que era estranho para uma família onde o derramamento de sangue é mais do que aprovado.

- Isso nem é o pior, já faz alguns poucos anos que isso ocorreu. E Illumi-niisan levou uma punição da nossa mãe.

Isso explica as mão enfaixadas. Mas continua sendo inacreditável e absurdo.

- Que coisa esquisita. Então, por que Illumi simplesmente não matou a mulher enquanto ela estava grávida ou então não matar a suposta criança agora? Por que deixar isso continuar?

- Eles são Zoldycks, mesmo bastardos são da família - Kalluto se pronunciou inocentemente. Tadinho.

- Essa lógica serve pra qualquer membro da família menos o Illumi, até parece que ele se importa com isso. - falei sarcasticamente - não seria a primeira tentativa de assassinato a alguém da família - eu disse me arrependo logo depois quando Alluka se mostrou desconfortável e eu sabia o motivo, até porque foi ela a falha tentativa de assassinato do nosso irmão mais velho.

- Sabemos - Milluki resmungo encarando Alluka friamente - Mas parece que a mãe do bastardinho é bem perigosa, talvez até mais que Illumi.

Alguém mais perigoso que Illumi envolvida com os Zoldyck seria um problema. Nossa primeiro a menina/deusa/demónio misteriosa e agora um suposto filho de Illumi! Que loucura, mas resolvi dizer a coisa mais sensata no momento:

- Não fiquem se metendo nessa história se não o problema vai acabar caindo na gente, só finjam que não sabem de nada e não toquem mais no assunto.

Milluki assentiu .

- Eu concordo. Agora vamos acabar com essa conversa antes que comecem a suspeitar. E é melhor torcendo para que seja mentira, ninguém vai querer outro pirralho em casa, certo?

Dito isso ele saiu deixando apenas nós tres.

- Bem eu tô cansado. Vou para o meu quarto dormir e vocês deviam fazer o mesmo, logo a nossa mãe deve começar a descontar a raiva no primeiro que ver pela frente. - eu falei dando um beijo na cabeça da minha irmã e apertando de levei o ombro do Kalluto. Ambos me deram boa noite e seguiram para seus quartos.

Também segui para meu quarto me jogando na cama, minha mente voltou na menina da floresta. Será que eu estava tão obcecada nela ao ponto de ignorar um noticia tão grande quanto ao do "Papai Illumi"?

Preciso dormir para refletir.

Eu tomei um banho beeem demorado, sai e vesti somente uma bermuda cinza e me joguei novamente na cama, caí no sono pensando na menina a da floresta.

Sonho on

Eu estava naquela vila estranha, mas exatamente no celeiro macabro, o chão tinha marcas recentes de sangue e havia vários baldes com pedaços de corpos, braços e pernas decepados, órgãos intactos e coisas do género.

- Aj-jud-da...

Uma voz fraca e arrastada sussurou atrás de mim. Me viro com cuidado e vejo a menina que eu tanto procurava.

Ela se encontrava presa na jaula sendo pendurada por correntes vestindo um vestido branco fino. Eu teria reparado em seu corpo mas os cortes profundos, os pregos e cacos de vidro enfiados nas pernas e nos braços, sem contar nas marcas de chicote na pele chamavam mais a minha atenção.

- Socorro...K-killua... - ela sussurrava enquanto lágrimas escorriam pelos seus olhos.

- O que...Quem é você? - perguntei.

- P-por favor-r...m-me ti-ira daq-qui...

- Quem é você? - perguntei mais firme.

- Tá d-doendo...faz parar...faz parar p-por fav-or. - ela aumentou o tom de voz - Ajuda...

- Vou te tirar daí - eu corri até a jaula na intenção e abrir mas assim duque eu encostei na grade tudo escureceu novamente.

Sonho off

Acordei ofegante, aquilo não e um sonho comum, não podia ser.

Eu pulei da cama indo direto para o guarda roupa, vesti uma blusa branca e um casaco preto e calcei um ténis branco. Olhei para o relogio, eram 1:20 da manhã, percebi também um pacotinho de papel em cima da estante, era o pagamento do serviço, o peguei e guardei no bolso. Sai do quarto.

Eu estava tão desesperado que quando percebi já estava fora da mansão e em 5 minutos bem longe da montanha Kukuru. Corri bem rápido até chegar a ponte de entrada da Vila Heiwa. Era madrugada então todos dormião, todos menos uns três caras que deviam ter por volta da minha idade, estavam de guarda.

Cheguei silenciosamente por trás e os desacordei, logo depois eu os arrastei para uma árvore, quebrei com facilidade o cadeado abria do as pressas a porta logo depois. Entrei com cuidado.

E lá estava ela.

Igualzinha ao meu sonho.

Cheguei perto da grade e a encarei ela levantou a cabeça e arregalou as olhos, parecia surpresa de eu realmente estar alí. Usei a minha eletri idade para queimar os circuitos da fechadura eletrónica e abrir a jaula, sabia que em alguns minutos os alarmes somariam então comecei a retirar os pregos e cacos de seus braços e perna em uma velocidade absurda, me aproveitando do fato da garota estar fraca demais para gritar de dor mas isso não impediu as caretas e as lágrimas. Arranquei as correntes que a prendiam recebendo o seu corpo mole sobre mim, retirei meu casaco e a vesti com ele, a pegando no colo logo em seguida.

Quando os alarmes soaram me aprecei e corri para fora da vila e alguns quilómetros a frente com a menina no colo quase inconsciente. Parei ao perceber que estávamos em uma distancia segura.

- Você ta bem? Er...

-Ayi. M-meu nome é Ayi- ela sussurou se apertando contra meu corpo. - Obrigado Kill...

Ayi simplesmente adormeceu nos meus braços, mas eu não poço culpa-la, ela foi claramente torturada pelos habitando daquela vila, eu não estava entendendo muita coisa, eu a faria me dar respostas quando estivesse melhor, até la decidi que nos hospedaria em alguma pousada no centro da república até resolver o que fazer.Voltei a correr em direção à cidade.

Ayi.

Então você é a menina da floresta?

Me deve muitas explicações.

Há começar sobre como me trouxe de volta a vida. 


Notas Finais


Adiossssss

Espero que tenho gostado e me desculpem por qualquer erro


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