História Ai no Shashin - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Alice Nine, The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Saga, Tora, Uruha
Tags Alice Nine, Angst, Aoiha, Drama, Reituki, Saga, The Gazette, Tora
Exibições 75
Palavras 3.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, gente, eu não iria aparecer hoje, BUT! Como é dia das crianças, eu pensei: "por que não postar Ai no Shashin hoje?", eis que aqui estou eu e espero que gostem do cap.

Boa leitura ( ˘ ³˘)❤


Minha Yuu, espero que goste desse capítulo.(#^.^#)

Capítulo 5 - Luz vermelha


Fanfic / Fanfiction Ai no Shashin - Capítulo 5 - Luz vermelha

 

Uma semana se passou desde o encontro acidental no hospital e a dupla começou a se falar por mensagens de texto através de uma rede social em comum, mas por conta de seus respectivos horários de trabalho, entre outras coisas, os dois não se falavam por ligações, apesar disso parecia que a cada dia que passava eles sentiam mais a falta um do outro, até que o mais novo resolve ligar para o medico, mas esse não atende e isso o entristece, então o loiro resolve ir trabalhar um pouco, ou seja, organizar umas fotos que já estão reveladas e ver o que acha destas.

São cerca de onze da noite quando o telefone do fotografo toca e este o atende sem ao menos olhar para ver quem era.

– Takashima falando. –diz, sua voz soando polida e fria.

Oi, você me ligou, mas na hora eu não pude atender, perdão. –a voz rouca e cansada do médico é ouvida, o loiro sorri largo sem saber bem a razão disso.

– Não, tudo bem. Que isso. Você deveria estar ocupado. Eu entendo. –Takashima se ergue do chão da sala onde estava sentado a olhar e organizar as fotos, e ruma em direção a sacada de seu apartamento.

Estava, mas era só um pouco, nada demais. –informa ao soprar a fumaça do cigarro que estás a fumar no momento.

– Era algum paciente? –indaga ao se debruçar sobra a proteção do local.

Não. Foi só uma reunião de rotina. Nada demais. –volta a tragar seu cigarro. – E você, muito ocupado? Estou atrapalhando? –inquire, com receio de estar sendo inconveniente no momento.

– Não. Que isso. Eu estava fazendo umas coisas aqui, mas nada demais, sabe? –volta seus olhos para o chão de sua sala repleto de fotos.

Hum... Mesmo assim acho melhor eu ir, não quero te atrapalhar.

– Não, Yuu! –exclama e se surpreende por ter falado tão alto e daquela maneira quase desesperada, para o espanto do moreno que sorri pequeno por também não querer ter que parar de ouvir a voz do fotografo, que aclara a garganta em seguida. – Quer dizer... Se você precisar ir mesmo, tudo bem, mas se for por minha causa, não precisa. –diz com certo nervosismo na voz, o menor sorri soprado e da a ultima tragada, apagando o cigarro e em seguida o jogando no lixo.

Não. Não preciso ir. Meu trabalho por hoje já acabou, então estou livre.

– Ah, sim. Que bom. Então... É melhor você ir descansar um pouco, né? –estranhamente sorri sem humor.

Isso é verdade, mas... Eu não quero voltar pra casa agora. –joga no ar para ver se o outro pega.

Vendo uma deixa do outro, Takashima segura o sorriso largo que surge em seus lábios e quer ser denunciado por sua voz, para poder fazer seu convite.

– Então... Você... Gostaria de dar uma passada aqui em casa e ver as fotos que tirou naquele dia? –o tom de voz hesitante mostra seu receio acerca da recusa alheia, mas o que ele não sabe, sequer verá, é o sorrido largo que surgiu nos lábios do Shiroyama, que desejava ouvir tais palavras há muito tempo.

Sim, gostaria muito, seria um prazer. –responde cortês, sorrindo abertamente, a medida que se encaminha em direção ao seu veiculo e o fotografo segura a própria euforia.

– Ok, mas olha, minha casa é pequena, tá? Nada chique, grande ou arrumado. Eu sou pobre. –informa risonho e o outro o acompanha.

E você acha que não sou?! –brinca.

– Claro que não! Médicos normalmente são ricos. –rebate risonho, Shiroyama abana a cabela em negativo antes de voltar a falar.

Definitivamente, eu acho que você precisa conhecer mais médico e rever seus conceitos. –sua risada soa alta e divertida, contagiando o mais novo.

– Acho que não. –gargalha.

Hum... Então quer dizer que estou mentindo?

– Não! Que isso! É só que na minha cabeça todo médico tem grana, sabe? –envergonhado por sua suposta gafe, Takashima tenta se explicar.

Eu sei... Estava só brincando com você. –sua voz suaviza ainda mais, Shiroyama sorri largo e abana a cabeça em negativo. – Mas ainda acho que deva rever certos conceitos.

– Ok, farei isso, então. –conclui em seu meio e tímido sorrido. – Pois então, Yuu... –pausa por se lembrar de tê-lo chamado assim. Algo que não apercebeu estar fazendo pela segunda vez na mesma conversa, para alegria do outro que esboça mais um de seus belos e sedutores sorrisos. – Quer dizer, Shiroyama-san…

Não precisa se corrigir, Takashima-san, pode me chamar de Yuu, caso queira, ou até mesmo Aoi, que é um apelido que uso. –infirma com a voz suave e acolhedora.

– Yuu, pode ser? –o outro sorri e assente como resposta. – E você também pode me chamar de Kouyou o Uruha, tanto faz.

Ok, então vou chamá-lo de Kouyou, tudo bem?

– Claro. –sorri envergonhado. – Então, Yuu, eu moro um pouco longe do centro, mas não é difícil me achar.

Certo. –diz, já no estacionamento do hospital.

– Vem cá, você tá de carro ou não?

De carro, por quê?

– Não, nada. É que se não estivesse de carro, eu teria que ensinar a chegar aqui, mas como esse não é o caso, então, vou te mandar meu endereço por mensagem e nos vemos daqui a pouco, tudo bem?

Sim. Tudo bem. –destrava o veículo e entra.

– Ok, então, até daqui a pouco. –Takashima se despede já se dirigindo para a parte interna da casa.

Até. –diz, ligando o automóvel.

Os dois já iriam desligar quando o Takashima se lembra de algo.

– Ah, Yuu! –exclama, chamando a atenção do moreno

Oi, diga? –volta o aparelho para próximo ao ouvido, mantendo o veiculo parado.

– Você já jantou?

Não, por quê?

– É que como ja está meio tarde e você não comeu nada ainda, acho que vou pedir ou fazer algo para comermos, tudo bem pra você? –Takashima se dirige à cozinha de casa e olha a geladeira para ver o que tem dentro.

Sim. –Shiroyama diz e em seus lábios surge mais um de seus sorrisos sedutores.

– Você é alérgico a alguma coisa?

Não que eu saiba... –divaga para ver se algo lhe vem à mente, mas não é capaz de se lembrar de nada.

– Bom saber... Agora vou adiantar aqui umas coisas e nos vemos daqui a pouco, tá?

Hum, e até mais. –responde e a ligação é cortada, mas seu aparelho vibra logo depois por conta mensagem com as coordenadas da residencia do mais alto.

Shiroyama até pensa em ir passar em casa antes, se trocar, tomar outro banho e ir para a casa do amigo, mas percebeu que demoraria muito, então optou por isso como estava. Por sorte o médico tinha tomado banho depois da reunião e trocado de roupa.

O caminho até a casa do castanho dura certo tempo, apesar de ter parado em uma delicatessen para comprar uma sobremesa, por ser falta de educação chegar à casa de alguém sem levar nada consigo. E como o mesmo havia dito, sua moradia fica um pouco mais distante do centro do que a do médico e em um prédio modesto, porém bonito.

Assim que chega ao local indicado por seu GPS, Shiroyama deixa seu veiculo numa vaga próxima ao edifício baixo, se comparado aos do centro da cidade, mas, ainda assim, alto em comparação a alguns outros locais. Assim que chega à frente do mesmo, ele chama o outro através do interfone e este libera sua entrada, permitindo sua subida até o andar correto.

Nesse meio tempo desde o final da chamada e o interfone de sua casa chamar, Takashima tomou um bom banho, lavou e secou seus cabelos, vestiu uma roupa bonita, porém casual – ele não queria parecer que tinha se arrumado para tal –, passou um perfume discreto e masculino, um com uma fragrância discreta e que necessita de aproximação para ser sentido com mais intensidade; arrumou um pouco a bagunça que tinha feito na sala de estar de casa, e como na geladeira tinha algo feito com certa antecedência, não precisou preparar nada, apenas tirar do local e esquentar na hora de comer.

Quando a campainha da residência é acionada, o loiro a atende com um sorrido discreto em seus lábios bem feitos e recebe um bem parecido do outro.

– Boa noite, Kouyou. Pra você. –estende o embrulho delicado do que comprara.

– Boa noite, Yuu, seja bem vindo. –sorri, ao pegar o presente e conceder passagem ao moreno, que adentra o local. – Muito obrigado, não precisava. –agradece e fecha a porta atrás de si, ao passo que o outro retira seu calçado e os deposita no local apropriado. – O que é? –inquire ao olhar melhor o pacote e notar que se trata de um bolo, talvez.

– Bolo de chocolate com morangos, gosta? –o mais alto anui. – Que bom. Esse é o meu favorito. Eu espero que goste.

– Aposto que sim. –se dirige à cozinha com o outro em seu encalço.

Apesar de não parecer, Shiroyama observa tudo a sua volta, notando as muitas fotos nas paredes. Retratos de paisagens, dos amigos do fotógrafo e do próprio. Os poucos móveis e enfeites da casa, todos em cores claras, assim como as paredes. O ambiente é leve e aconchegante, e apesar das fotos serem em preto e branco em sua grande maioria, o ambiente parecia colorido. Algo que agradou muito o médico que sorria internamente ao ver como tudo ali parecia e exalava a áurea de seu dono.

Após guardar a guloseima, o mais novo se vira em direção ao moreno que estava absorto em sua observação silenciosa.

– Gostou?

– Hum? –volta seus olhos para o outro e não entende o que este quis lhe dizer.

– Estou perguntando se gostou das fotos, Yuu? –aponta para os retratos nas paredes, o outro sorri soprado.

– Ah, sim. Gostei bastante. Mas não somente disso, Kouyou, sua casa também é muito bonita, organizada e bem melhor que a minha.

– Sério? Como assim? –inquire e se dirige à sala de estar, se sentando no sofá. Algo que o outro também o faz.

– Eu não fico em casa muito tempo, então ela não tem uma cara de lar como a sua tem. É mais isso. –sorri sem humor e um pouco cinza.

– Hum... Entendo... É, Yuu, quer comer ou beber alguma coisa? Suco, água, refrigerante, cerveja, vinho? –muda de assunto ao notar certa nuvem a pairar pelos olhos negros do moreno a seu lado.

– Água, eu aceito. –diz e o outro se levanta para pegar, retornando logo depois com um copo d'água o entregando para o moreno.

– Yuu, o que acha de olharmos umas fotos enquanto conversamos um pouco ou você esta com fome e prefere comer? –sugere, e como o moreno tinha beliscado um sanduíche pouco antes de ligar para o outro, estava sem fome ainda, por essa razão acabou por escolher a segunda opção. – Ok. Vamos às fotos. –diz e se ergue para buscar as mesmas que estão no quarto, depositando-as depois no chão da sala quando retorna.

O mais velho se senta também e ambos começam a olhar as fotografias. Takashima mostra muitas das que tirou em outros locais e dias que não aquele no qual se viram pela primeira vez, enquanto conta um pouco sobre cada uma delas, sobre sua exposição, sobre os sentimentos que quer passar através de suas fotos àqueles que visitem o local, ao passo que estas são observadas pelo moreno com extrema atenção e tenta lhe ajuda a escolher algumas que passam sensações parecidas as que o loiro quer.

Em meio as fotos, Shiroyama vê algumas que ele mesmo tirou e se impressiona com isso. O médico nunca imaginou que tinha captado algo realmente bonito com o uso da câmera do loiro, mas ao ver o outro lhe estender uma e dizer que fora ele quem a tirou, dizendo que esta possuía o sentimento que queria passar, o mais velho sentiu certo orgulho de si mesmo,e Takashima notou isso, pedindo-lhe permissão para usá-la, algo cedido de muito bom grado.

Tanto é que lhe mostrou algumas outras tiradas por si, mas algo que lhe chamou a atenção foi uma foto sua.

A favorita do mais alto.

Aquela em que ele está de perfil, sorrindo para algo de que não se recorda mais o que era, mas parece ter sido belo naquele momento, enquanto o vento balança seus cabelos negros.

O médico passa longos segundos observando sua imagem sem quase acreditar que é ele mesmo ali. Afinal, parece outra pessoa. Um sorriso tímido surge em seus lábios e seus olhos se focam nos chocolate do loiro.

– Então, é assim que você me vê? –indaga, segurando a imagem entre seus dedos. O outro anui como resposta. Um sorriso indecifrável surge e a curiosidade do outro aflora.

– O que houve, Yuu? –ele suspira e nega.

– Nada não. –sorri pequeno como quem pede para mudar de assunto. – É... Posso fazer uma pergunta?

– Claro, diga?

– Quem revela todas essas foto? –mostra a pilha de imagens e o outro sorri envergonhado.

– Sou eu mesmo.

– É sério isso? –o médico questiona surpreso.

– Hum. Quer ver? –sugere.

– Eu posso?

– Claro. –Takashima se ergue. – Vem, eu te mostro.

Shiroyama se levanto também e segue o maior em direção aos cômodos do apartamento, acompanhando-o até um que fica mais ao fundo. Assim que entram no local de tamanho reduzido, com prateleiras nas paredes com alguns vidros sobre as mesmas e pacotes com papel, provavelmente, um varal com algumas fotos presas, uma bancada com algumas vasilhas vazias e utensílios; causando certo espanto no moreno quando nota tantas coisas e percebe que ali é o local usado para a revelação das fotos do rapaz.

Takashima observa o outro olhar com admiração para seu pequeno laboratório fotográfico e sorri pequeno ao notar o brilho divertido e curioso nos olhos dele, que parece uma criança pequena vendo algo pela primeira vez.

E por isso pergunta.

– É a primeira vez que vê algo do tipo, Yuu? –este apenas anui e olha para o mais novo, pouco depois notando que existem duas lampadas no local. – Ah, essa é para quando estou trabalhando. A luz branca queima as fotos. –explica a pergunta muda nos olhos do menor e este aquiesce. – O que acha de tentar revelar alguma foto? –sugere sedutor.

– Sério? Eu posso mesmo? –Takashima sorri pequeno e confirma.

– Claro que pode, Yuu. Vem, eu te ensino a fazer.

Dito isso, o mais novo começa sua explicação sobre os produtos que serão usados, a sequência que deverá ser feita durante a revelação e o motivo de usar a luz vermelha, o tipo de papel e tamanho usado por eles no momento, entre outras coisas que envolvem o processo de revelação das fotografias. Após a explicação, Shiroyama retira seu blazer azul marinho e esgarça as mangas da camisa cinza até a altura dos cotovelos, veste o avental para evitar que algo respingue em sua roupa, manchando-a, então a luz branca é apagada e a outra acesa, dando certo charme, sedução e intimidade ao local, antes simples e quase apagado.

E como Takashima é quem irá ditar as ordens, este se põe ao lado do amigo, mas sem proteção porque o outro é quem fará tudo sozinho.

O próximo passo é pegar os filmes e escolher um frame para ser revelado. O médico pergunta sem tem alguma das que ele tirou que possa ser revelada e o loiro lhe mostra algumas, ele então escolhe uma de duas crianças brincando e dá início ao processo de passa a foto para o papel, depois o embeber no líquido translúcido da primeira vasilha retangular de médio porte e profundidade.

Percebendo a insegurança do menor apesar deste estar fazendo tudo certo, o fotografo se põe atrás do rapaz. Seu rosto colado ao dele, dizendo os passos em seu ouvido enquanto sente o cheiro decreto de seu perfume misturado ao de sua pele dele, inundando seus sentidos fazendo-o engolir em seco para não cheirar aquele pescoço no segundo seguinte.

Mas o que Kouyou não sabe é que o médico está em situação semelhante e não consegue prestar muita atenção no que este fala porque seus rostos estão muito próximos, e a vontade de beijar o dono da casa só aumenta. Ao passo que as mãos do anfitrião se sobrepõem às do menor, auxiliando-o a mexer no papel da maneira correta e para não estragar a foto.

Shiroyama sente o calor do toque alheio em sua pele e a única coisa que ele quer no momento é beijar aquela boca bonita que lhe dita os movimentos em um tom doce, leve e baixo, apesar da voz grave de seu dono. E como se o outro pudesse ouvir seus pensamentos, o moreno sente a mão esquerda de Takashima em sua bochecha do mesmo lado, lhe virando o rosto para que seus lábios se encontrem com os do fotógrafo em um selar leve e casto, apesar de conter bastante carinho e certo erotismo causado pelo ambiente mais reservado.

O ósculo dura poucos instantes, mas tempo o suficiente para que seus lábios se movam uns sobre os outros em uma carícia gostosa e bem vinda por ambas as partes. Quando o gesto acaba, a dupla se entreolha com ligeira vergonha. Takashima sorri tímido, desviando seus olhos dos dele e começa a se afastar por vergonha, mas o menor gira em seus calcanhares ficando de frente para o fotógrafo, enlaçando seus braços ao redor do pescoço alheio, recebendo um olhar surpreso em troca.

– Não foge de mim, Kouyou. –sorri sedutor e aproxima seus lábios dos dele.

– Não vou, Yuu. –ele responde baixinho.

Os dois se olham por um misero instante e seus lábios voltam a se encontrar em mais um beijo calmo, no qual apenas os lábios se tocam, assim como as mãos passeiam castas por algumas partes do corpo alheio, trazendo a outra pessoa mais para perto, aumentando a intimidade que os envolve no momento, mas quando o ósculo estava para se aprofundar, o celular do menor toca e ambos sorriem ainda se beijando.

– Desculpe, mas preciso atender. –diz e o outro apenas anui.

Shiroyama deixa o laboratório e atende a ligação na qual um colega se trabalho solicita sua ajuda no hospital devido a um acidente. Ele então afirma que já esta a caminho e desliga o telefonema.

– Kouyou, eu preciso ir. –informa entristecido, ao se aproximar dele.

– Mas tá tudo bem?

– Sim. É só um chamado de última hora. Nada demais. –para de frente ao castanho e lhe toca uma das faces. – Tudo bem se deixarmos para comer sua comida e escolhermos as fotos outro dia? –ele anui. – Então... –não termina, pois recebe um casto selar em seus lábios.

– Nos vemos depois, e... –afirma mais do que sugere vendo o moreno confirmar e lhe beijar outra vez.

– Pode deixar, eu te ligo. –sorri pequeno por já saber o que se passava na mente do outro, atá porque isso também rodeava seus pensamentos, trocando mais um beijo um pouco menos casto que os anteriores, causando certo rubor em ambos por perceberem como querem continuar juntos naquele local, naquele momento.

Quando o gesto acaba, o anfitrião leva o médico até a saída e após uma despedida rápida, este se vai. Mas ambos não tiram o singelo momento de suas mentes por um bom tempo.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


SIM! Meu povo e minha pova! \0/ Tivemos o primeiro beijo entre os dois e em um clima bem intimo, o que acharam disso?
Eu acho esse ship tão lindo junto que nem sei direito o que comentar a não ser que surto escrevendo essas coisas deles.

Ok, agora me vou porque não sei bem o que falar.
Muito obrigada a todos aqueles que chegaram até aqui, que favoritaram, comentaram, sorry os erros de português e até qualquer dia.( ˘ ³˘)❤


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