História Ainda existo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Sehun
Tags Angst, Chanhun, Chenhun, Hunhan, Krishun, Maria Zeverbrucker, Sebaek, Seho, Sekai, Sesoo, Sexing, Taohun, Xiuhun
Visualizações 244
Palavras 455
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura.

Capítulo 1 - É questão de tempo;


Você sempre disse que as pessoas eram únicas e, por isso, insubstituíveis. Disseras mil vezes que cada homem tinha o seu peso e toda mulher trazia consigo o seu valor, e as pequenas coisas, os detalhes que ninguém via, eram os que deveriam ser guardados. Eu, em algum momento, espero ter sido único para você, também.

As pessoas não podem ser substituídas, mas podem ser esquecidas, afinal.

Pergunto-me quanto tempo ainda vai demorar a que eu deixe de olhar a janela aberta enquanto aspiro o cheiro de terra molhada pela chuva, sem me lembrar de você. Já se passaram incontáveis dias, meses, e ainda sinto a tua falta como se fosse o primeiro. Quanto tempo ainda vai demorar a que eu deixe de chorar em meu travesseiro ao lembrar que você não vai voltar para casa e que agora já é tarde demais para eu continuar mentindo para mim mesmo, planejando retornos e sonhando com voltas?

Talvez, um dia, eu deixe de ouvir aquela música e pensar em você, ou pare de olhar as tuas fotografias nos momentos de saudade só para chorar um pouco em meio a minha falta de ânimo. Amanhã, quem sabe, eu acorde um pouco mais disposto e sorria. Prontifique-me a viver, porque ultimamente essa é a ultima coisa que eu tenho desejado fazer. Se eu soubesse que não o teria mais, faria todas as coisas de foema diferente, aproveitaria um pouco mais, qualquer minuto ou segundo seria valioso ao seu lado.

Você é insubstituível. Assim como me disse que seria e me ensinou a ser.

Mesmo ansiando para que a dor passe, para que isso pese um pouco mais sobre os meus ombros e me derrube por completo nos momentos em que me sinto triste, apenas por não ter mais os seus afagos ou palavras bonitas, canto calmo e piadas bobas e sem graça, feitas apenas com o intuito de me fazer rir e parar de chorar, eu tenho medo. Eu tenho medo de esquecê-lo por completo. Perder tudo que ainda me leva a sua existência já inexistente.

Você ainda existe em mim, em cada traço e mania que tu deixaste para trás.

Tu se esqueceras de me avisar que ia embora, mas talvez seja porque nem você sabia. Se você soubesse, me diria quanto tempo demoraria a ver-nos novamente? Eu não quero apressar as coisas, ainda sobrevivo ou, pelo menos, me faço existente em meio a minha vontade de tornar-me invisível. Trancado no quarto em silêncio e dentro de mim mesmo, porque se as pessoas esquecerem-se de mim, eu me esqueço. Se eu não responder aos chamados, eu não existo, porque ninguém vê. E isso é bom.

Então, quanto tempo até que eu o esqueça, antes que me esqueçam?


Notas Finais


Eu juro tentar parar de escrever angst.

Obrigada por lerem.


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