História Ainda Te Amo! - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Amizade, Amor, Anna X Tom, Bruxaria, Como Tudo Começou, Drama, Etc, Magia, Morte, Passado
Exibições 5
Palavras 1.812
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo Mina, me desculpem a demora e OBRIGADA PELO COMENTÁRIO, FAZ A DIFERENÇA, agora sem a maluquice, obrigada mesmo, espero que gostem e...................BOA LEITURA!

Capítulo 4 - A Visita Exótica ( Parte Final)


Fanfic / Fanfiction Ainda Te Amo! - Capítulo 4 - A Visita Exótica ( Parte Final)

 

Aquele dia foi o começo de tudo, até aquele dia Tom e eu achávamos que erámos aberrações, até receber aquela carta de que eramos bruxos, mas ainda tínhamos dúvidas, uma delas: O que é um bruxo?

-Para começar, irei me apresentar, meu nome é Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore , professor de transfiguração!- disse sorrindo.

Oi?, professor de que?

-Professor de que?- perguntou Tom lendo meus pensamentos.

-Transfiguração – repetiu como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

-Sim, mas o que é transfiguração?- perguntou Tom com seu “bom” humor

-Ah sim, transfiguração é uma das matérias de Hogwarts- respondeu, eu olhei para Tom, aquela era outra de nossas perguntas. Tom me olhou e assentiu, eu logo me apressei á perguntar:

-Me desculpe a pergunta, mas...- eu fiquei relutante, olhei Tom novamente que me incentivava a continuar, O.K, se acalme Anna –....O que é Hogwarts?, sabemos que é uma escola de bruxos, mas...queríamos compreender um pouco mais...

-Hogwarts é o lar de todos os bruxos, muitos bruxos não tem para onde voltar ou ir, ela é como uma escola que abriga e ajuda aqueles que a pedem e acreditam nela – respondeu gentilmente.

-Sabia!, é um lugar maravilhoso – disse animada.

-Sim...- respondeu, mas percebi que ele queria dizer algo. – Agora que vocês já sabem que são bruxos, irão estudar em Hogwarts, mas claro que podem voltar se quiserem – disse

-Voltar?- perguntou Tom – para esse lugar?, tudo o que queremos é ir embora!- disse e eu assenti.

-Eles nos tratam como aberrações, aqui ninguém gosta de nós–disse.

-Eu compreendo, mas vocês precisam de um lugar para retornar nas férias – disse.

-Não podemos ficar na escola?, podemos fazer o que o senhor quiser – disse implorando.

-Isso eu teria que ver com o diretor, mas tenho certeza de que ele deixaria, mas por enquanto…

-Entendo – disse entendendo aonde ele queria chegar, ele assentiu e se virou para Tom.

-Espero que você goste muito de Hogwarts- disse

-Qualquer lugar é melhor do que aqui – respondeu Tom

-Mesmo?, tive a impressão que quisesse guardar lembranças de seus colegas – disse o fitando e Tom empalideceu.

-Como assim lembranças?- perguntei sem entender, o senhor Dumbledore me olhou e depois para Tom.

-Pelo visto não disse a ela, sobre seu costume – disse.

-Que costume?- perguntei perdida na conversa, Tom me olhou por alguns instantes e se levantou bruscamente da cama olhando feio para o senhor Dumbledore, foi até o armário abrindo-o e pegou uma caixa, a mesma caixa que tinha visto ele guardar antes do professor chegar.

Tom parou alguns instantes observando a caixa, ele a abriu e jogou tudo o que tinha na cama, um dos objetos caiu com o impacto e caiu perto de meus pés, eu me abaixei e o peguei, ficando logo surpresa.

-Isso é...- disse olhando o pequeno globo de neve, eu me levantei e olhei os objetos, sim, eram todos das crianças do orfanato, eram objetos que tinham desaparecido “misteriosamente”, ninguém sabia quem tinha pego, por que a pessoa não deixava rastros, eu olhei Tom abismada.

-Como fez isso sem ninguém perceber?- perguntei

-As cobras me ajudaram – respondeu cabisbaixo

-Cobras?- perguntou Dumbledore arqueando a sobrancelha eu o olhei.

-Sim, Tom sabe falar com as cobras, ele me ensinou um pouco da língua, mas eu acho o dialeto complicado – respondi e me virei para ele – Por que usou elas?, pensei que elas só fizessem coisas boas- respondi.

-Me ajudar já não é uma coisa boa?- perguntou me olhando.

-A roubar?- perguntei

-Mesmo assim, me ajudou – respondeu e eu o olhei boquiaberta.

-Ajudar a fazer o bem Tom, isso não lhe diz nada?- perguntei

-Eu não fiz bem em roubar?, eles nos roubam também – respondeu me olhando como se eu fosse louca por não entender.

-Tom – o censurei

-Se continuarem brigando não chegaram a lugar nenhum – disse Dumbledore cortando o que poderia ser o começo de uma briga – Tom não fez bem em roubar, espero que ele tenha entendido que isso é errado- disse e Tom o olhou fixamente, pelo visto ele não entendeu.

-Entendi...- disse, tenho sérias dúvidas, pensei, Tom me olhou e disse:

-Me desculpe – eu o olhei surpresa, corada eu respondi:

-Tudo bem- sussurrei e Tom sorriu, e foi como se o tempo tivesse parado com o sorriso dele, eu só sai do transe que me encontrava quando Dumbledore se levantou e disse:

-Ótimo!, amanhã uma pessoa irá leva-los a Hogwarts, as aulas começam em 1 de Setembro, mas acho que querem ir mais cedo – disse e nós assentimos, hoje é 29 de Agosto.- Pedirei a esse alguém de minha confiança para guia-los em suas compras também- nós nos entreolhamos.

-Compras?- perguntou Tom

-Mas, não temos dinheiro – disse.

-Não se preocupem com isso – disse – provavelmente só os verei na escola, então até lá, Boa Sorte!- disse se despedindo de nós e indo embora.

-Simpático não?- perguntei sorrindo

-Intrometido também – respondeu Tom e eu revirei os olhos, é hoje vai ser uma longa noite, e foi, Tom só ficou falando em como o professor Dumbledore se intrometeu nos assuntos dele, e eu só pensava uma coisa: Como ele sabia o que Tom escondia se nem eu que vivo com ele sabia?, isso me fez pensar que Tom não acredita em mim e o que isso ocasional?, uma noite mau dormida, eu não parava de pensar, por que Tom não me disse nada?

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Como prometido a pessoa de confiança do professor Dumbledore chegou,  assim que soubemos disso, e eu Tom pegamos nossas malas que havíamos arrumado ontem e descemos para recebe-lo, claro que Tom levou todas as malas, fato que me deixou brava.

-Eu já disse Anna, você não vai aguentar essa mala – disse pela milésima vez.

-E nem você vai – respondi e ele revirou os olhos, eu continuei descendo de cara feia, ele parou e suspirou pesadamente, eu sorri de costas para ele.

-Não tem como ir contra você – disse e eu me virei, só que não reparei que ele estava bem atrás de mim, então quando eu subi nossos rostos ficaram bem próximos e nossos lábios  a centímetros um do outro, naquele momento eu só conseguia pensar em como ele era lindo, seus olhos cor de ébano me fascinavam e eu não conseguia parar de olha-lo, era como se o mundo parasse só para mim poder observa-lo, mas como nem tudo é um mar de flores, como a carrasca que era Lia logo interrompeu o “momento”.

-É melhor descerem logo, nós queremos começar a festa- disse com zombaria, Tom me colocou de lado e a olhou com um olhar de causar medo, ela deu um passo para trás e disse:

-Q-quer dizer, d-desçam quando quiserem – depois logo saiu correndo, eu olhei Tom.

-Como consegue?- perguntei

-O que?- perguntou sem entender

-Causar medo na Lia – respondi.

-Não sei, eu só a olho com superioridade – disse.

-Superioridade – repeti – acha que eu consigo causar medo em alguém?- perguntei, Tom me olhou pelo que pareceu uma eternidade, depois pegou uma mecha do meu cabelo e a colocou atrás da orelha, tocando meu rosto, depois me olhou no fundo dos olhos:

-Seria mais fácil fazer qualquer homem perder o juízo- disse e logo se afastou descendo com todas as malas, mas eu não liguei para as malas desta vez, por que estava corada demais.

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Depois de me recompor, o que demorou muito, muito mesmo, eu desci, assim que cheguei na sala, vi não só uma pessoa, mas sim três!, eu queria olhar Tom para lhe perguntar se estava surpreso, mas não consegui, olhar ele me fazia lembrar de sua frase: “Seria mais fácil fazer qualquer homem perder o juízo”, eu balancei a cabeça tirando os pensamentos, se concentre Anna, por mais que seja impossível.

Assim que cheguei na sala um menina alto, muito alto mesmo se levantou e me estendeu a mão, eu tive que ficar nas pontos dos pés, eu sei que sou baixa, mas precisava dessa situação?, o menino era gentil e até se abaixou um pouco para me cumprimentar, ele fez a mesma coisa com Tom, mas ele não precisou ficar na ponta dos pés, o segundo menino era loiro e me estendeu a mão e eu retribuí, ele era bastante sério, a segunda era uma menina com duas Marias Chiquinha, ela nos cumprimentou rápido e voltou para o lugar, ela parecia está com pressa, assim que nos sentamos o menino gentil começou:

-Olá, prazer em conhece-los, meu nome é Rúbeo Hagrid – disse sorrindo

-Eu sou Allan – disse o loiro

-E eu sou Murta Elizabeth Warren- disse a menina eu sorri

-Que nome bonito – disse

-Eu sei que não acha isso – disse e eu a olhei sem entender

-Não, eu acho bonito sim – disse e ela me olhou desconfiada.

-Se apresentem. – ela praticamente ordenou

-Ela quis dizer por favor – disse Hagrid gentilmente, mas nervoso com a situação.

-Não quis não – murmurou Elizabeth

-Eu sou Anna Chatlotte Potter – disse sorrindo

-E eu sou Tom Marvolo Riddle – disse Tom

-Seu nome é de dar medo – disse Elizabeth, Tom a olhou.

-E o seu pior ainda, é só ouvir falar em Murta que todo mundo sai correndo – disse e ela o olhou boquiaberta, eu apenas suspirei.

-Viu só Hagrid?, eu disse que caçoariam de mim, eles são desprezíveis, eu disse que ninguém nunca gosta de mim – disse e começou a chorar, Hagrid suspirou.

-Corta o drama Eliza – disse Allan

-NINGUÉM ME AMA – gritou chorando me deixando surpresa, Tom apenas a olhou sem um pingo de pena.

-Você que começou Eliza – disse Hagrid e ela o olhou, incrível as lágrimas sumiram.

-Mas, Hagrid ...- começou

-Continuando – disse Hagrid a cortando, ela se calou e cruzou os braços – Nós somos os representantes que os ajudaram, era só eu e o Allan que ia me ajudar, mas ....- disse e olhou Eliza ela o olhou mortificada:

-O que?, você acha que pode se divertir e me deixar mofando no quarto?, qual é Hagrid – disse

-Bem, vocês entendem o motivo, nós os acompanharemos ao Banco Gringotes, ,logo depois iremos ao Beco Diagonal – disse sorrindo

-Isso são lugares?- perguntei

-Mas, é claro garota burra–respondeu Eliza, acho que ela não foi com a minha cara.

-Não a chame assim Eliza – censurou Hagrid – vamos?- perguntou sorrindo, nós nos levantamos e íamos seguindo-os quando Tom me fez parar, ele disse quando eu ainda estava de costas:

-Tem certeza?, se saímos por essa porta, nossa vida mudará – sussurrou em meu ouvido

-T-tenho – respondi corada

-Se quiser parar com essa história, a hora é agora – disse Tom e eu me virei:

-Tenho, eu quero ir para um lugar, onde nós não sejamos mais considerados aberrações, um lugar onde fazemos a diferença – disse, Tom me olhou por alguns instantes e assentiu, largando minha mão e indo em direção a porta, eu o segui, mas pensando melhor, eu deveria ter dito para ficarmos, por que muitas coisas não teriam acontecido, como o que aconteceu naquele dia!

CONTINUA...

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo, BYE BYE!


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