História Ain't my fault - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance, Violencia
Visualizações 18
Palavras 1.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura 💜

Comentem, critiquem, deem favoritos 💜
Aqui quem faz uma fanfic é o leitor, não o autor :3

LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 3 - Eu sou bem mais do que você pode ver


Fanfic / Fanfiction Ain't my fault - Capítulo 3 - Eu sou bem mais do que você pode ver

P.O.V Cecília

Sabe a pior parte de está envolvida na vida do crime? É a parte em que não só eu mas, todos que estão em minha volta estão em constante perigo. 

 Eu entrei para a máfia relativamente cedo, tanto que só tenho 19 anos. Quando tinha 9 anos meu pai foi brutalmente assassinado pela máfia inimiga da qual fazia parte. Fizeram todos os tipos de torturas imagináveis e inimagináveis com ele, era aniversário de casamento dele e da minha mãe naquela noite, quando a mesma recebeu várias fotos do meu pai sendo torturado.

  Depois daquele dia, as nossas vidas nunca mais foram as mesmas, já que minha mãe vivia dopada de remédio, sendo que na maioria das vezes não lembrava de quem eu era e nem de si mesma.

  Dês de então comecei a tentar arranjar um emprego, pois minha mãe definitivamente não tinha a menor condição de por os pés para fora da cama. Apesar, de eu estar sempre tentando noite e dia, todos diziam a mesma coisa, " Você é muito nova, não podemos te empregar, eu sinto muito ", foi então que conheci o senhor Dereck Dallas. O senhor Dallas era o maior da máfia na época, mesmo que fizesse tudo o que fazia longe da mídia. Conheci ele em um dos bares dos quais eu costumava buscar minha mãe quando ela dava um de seus surtos, e saia para beber em um bar no qual ela e meu pai costumavam a frequentar.

  Naquela noite, tudo mudou em minha vida, literalmente tudo. O senhor Dallas viu a condição deplorável na qual claramente a minha vida se encontrava, então me chamou para conversar. Explicou tudo sobre o meio no qual trabalhava e me fez sua proposta. Disse eu não precisava aceitar mas, aquela conversa não iria sair dali, caso ao contrário, eu e minha mãe iríamos sofrer as consequências.

  Analisei toda a situação, vi que não tinha mais saída, ou eu aceitava aquela proposta, eu e minha mãe iríamos morrer de fome. Depois daquele dia, Dereck me treinava todos os dias, então outra coisa aconteceu, minha mãe morreu, melhor explicando, foi assassinada, e junto de seu corpo tinha um bilhete escrito, " Nos encontramos em breve por aí, docinho. "

  De quem era? Bryan Miller, o mesmo filha da puta que matou meu pai e estuprou a filha mais nova de Dereck, que por sinal, carrega grandes traumas consigo até os dias atuais.

  Isso ocorreu quando eu tinha doze anos, e dês dos meus nove anos de idade até aquele dia, Derek pagava os melhores médicos para cuidar da minha mãe. Quando a viu morta no chão do quarto, ficou tão surpreso quanto eu, então passamos a treinar mais intensivamente, porque de acordo com ele, aos meu dezesseis anos iria assumir todos os seus negócios já que, o mesmo pretendia focar mais em sua família, deixando a missão de vingança em minhas mãos.

  Hoje em dia, sou conhecida como a rainha da máfia. Cresci, me tornando a maior do mundo do tráfico, o que fez com que o Miller ficasse totalmente puto vendo os seus negócios diminuírem.

  Agora estava me arrumando para a inauguração da minha nova boate. Modéstia a parte, eu estava fodidamente linda( link nas notas finais ).

  Peguei minha arma( link nas notas finais) e sai para a garagem da minha " humilde" casa.

  " Qual carro será o de hoje ? Bugatti Veyron ? Essa mesma. " - pensei.

  Diferente de como de costume, estava dirigindo devagar hoje, pode parecer loucura mas, estava sentindo uma sensação estranha, como se a qualquer momento algo fosse acontecer.

  Estava ouvindo "Serial Killer" da Lana Del Rey, porque vamos combinar que aquela mulher é maravilhosa, quando avistei mais a frente no acostamento uma menina loira, com os cabelos desgrenhados, e... Tinha um pouco de sangue descendo pelas suas pernas. Fiquei intrigada e parei o carro ao seu lado.

- Hey, garota! - a chamei e a mesma pareceu-me bem assustada.

- Quem é você ? - perguntou tremendo da cabeça aos pés, nossa, não sabia que causava tanto medo nas pessoas mas, algo me diz que não é exatamente de mim que ela está com medo.

- Calma, o que aconteceu? Precisa de ajuda? - a pergunta certa seria o que está acontecendo comigo, já que nem eu sei o porquê de está tão interessada na garota.

- E-eu... Eu...

- Entra no carro, você não tem a menor condição de ficar sozinha perambulando pelas ruas a essa hora da madrugada.

- Obrigada mas, também não é uma boa ideia entrar no carro de uma completa estranha, não acha !?

- Depois sou eu que não tento ajudar ninguém, que caralho mesmo. - respondi já ficando irritada com aquela situação - Bom, se você quer continuar aí esperando alguém acertar uma bala na sua testa, passar bem. - disse já pronta para meter o pé no acelerador pois, eu realmente não estava nem um pouco afim de ter que lidar com uma adolescente em crise.

" Falou a velha " - pensei, rindo com os meus próprios pensamentos.

- ESPERA ! - a garota, até então desconhecida, gritou já chorando novamente - Eu realmente preciso de ajuda, eu não sei o que fazer, por favor, me ajuda...

- Entra no carro.

Ela entrou em completo silêncio, permanecendo assim até chegarmos em minha casa.

- Essa é sua casa ? - perguntou.

- Sim, espero que não tenha nem um problema com mansões de luxo - ri.

- Oh, sua humildade me encanta.

- Bem, eu tento né. Vem, vamos entrar.

            ___________________________

  Estava sentada na cama do quarto de hóspedes esperando a tal garota, que até agora não sei o nome, sair do banheiro, que tinha emprestado algumas roupas minhas para ela se trocar depois do banho.

  Estava realmente muito curiosa sobre o que tinha acontecido com essa menina, ela parecia bem traumatizada.

  Ouvi o barulho da porta do banheiro vendo a mesma saindo de lá. E apesar dela está realmente machucada, dá para se notar o quanto ela é linda.

- Vem, senta aqui na cama. Eu vou fazer alguns curativos em você enquanto você me conta tudo o que aconteceu.

- Tudo bem. - ela concordou com uma expressão mais triste, parecendo lembrar do que ou quem a fez ficar naquele estado.

P.O.V Fabrícia

Me sentei de frente para ela na cama me preparando para contar tudo o que aquele desgraçado fez.

- Então, eu ainda não sei o seu nome...

- Nem eu o seu. - respondeu de uma forma desconfiada enquanto fazia os curativos, como se estivesse me estudando.

- Fabrícia...

- Cecília.

Ela era linda, contudo, seus olhos refletiam uma dor tão grande quanto a minha.

P.O.V  Cecília

-Bom, eai ?

- Eai ? - perguntou confusa. Ela era surda ou algo do tipo ?

- O que aconteceu garota ? Você estava destruída quando te encontrei.

- Eu.. E-eu ...

- Fala logo porra !

- EU FUI ESTUPRADA! SATISFEITA ?

- O que ... Quem fez isso com você ?

- Nash, Nash Grier. Não tínhamos nada sério, só ficamos às vezes. Ele me chamou para ir na casa dele mais cedo, então eu fui. Chegando lá ele estava com alguns pacotes de maconha. A gente brigou por isso, ele queria usar, eu não. Então para não fazer com que tudo acabasse de vez entre a gente, eu aceitei usar com ele. Fomos para o quarto juntos... As coisas ficaram mais intensas, então eu disse para ele que queria ir mais com calma, o pedi que parece mas, ele não parou...- ela contava tudo pronta para desmoronar novamente, porém, se tem algo que eu não suporto, é uma pessoa chorando em minha frente. Sempre aprendi que chorar é para os fracos, não vai ser por causa de uma adolescente choramingando no meu quarto que isso vai mudar.

 Foi cruel o que aconteceu com ela ? Foi, mas não tem nada que ela possa fazer para mudar isso, a não ser aceitar os fatos.

- Olha para, ok ? Para. 

- Você está com nojo de mim, não é ?

- Eu ? Nunca - soltei um suspiro pela boca - Você só não entenderia caso eu fosse explicar.

- Tente, acredite, eu não tenho como ficar pior do que já estou.

- Acredite, tem sim, e sabe o porquê ? Porque tudo na vida tem um começo querida, até o fim, já teve um começo.

- Por que está me dizendo isso ? 

-  Porque tenho a impressão que ira ficar na minha vida por um bom tempo, e caso eu esteja certa, preciso que entenda o que eu disse.

Continua ...


Notas Finais


AAAAAAAA A CECÍLIA É UM ICEBERG EM FORMA HUMANA
Tadinha da mana Fabrícia
Agora, falando mais sério ... Bom, quando eu estava escrevendo o capítulo em que a personagem foi estuprada, muita gente concordou com o estupro que a personagem sofreu, dizendo que foi ela que procurou.
GENTE PARA! Eu queria dizer aqui que NINGUÉM merece ser estuprado, okay ? Não importa a circunstância ou quem seja, NINGUÉM MERECE UM ESTUPRO.

Bem, era isso 💜 espero que tenham gostado do capítulo, que foi só para vocês conhecerem a história da segunda personagem msm

PS: A CECÍLIA NÃO DEIXOU A FAB TERMINAR DE CONTAR O QUE HOUVE COM O NESH..... aaaaaaaaaaa, espero que ela possa contar em breve u.u

Ps2: o que será que tem ainda por trás da história da Cecília ? Porquê a fábricia tem que entender o que ela disse ???

Bjão na bunda 💜 até a próxima


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