História Akai Ito: You'll Always Be My Black Rabbit. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Akai Ito, Romance
Visualizações 12
Palavras 3.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá olá, aqui fala a garota que cria novas histórias e não consegue atualizá-las kdjf
Bom, é meio que uma história de ficção, não tão ficção porque isso realmente rola entre mim e a pessoa. Curiosos! haha

Boa leitura!~♥

Capítulo 1 - Do You Believe In The Power Of a Feeling?


Fanfic / Fanfiction Akai Ito: You'll Always Be My Black Rabbit. - Capítulo 1 - Do You Believe In The Power Of a Feeling?

~Seis e vinte cinco da tarde, São Paulo~

Eu havia voltado mais cedo do meu trabalho hoje, fiquei contente. Teria meu tempo de fazer algumas coisas em casa para agradar meu garoto. Chega a ser engraçado o jeito que eu o chamo as vezes, é como se tudo que estou vivendo fosse apenas um sonho e que um dia eu irei acordar de um longo coma. Passamos exatos cinco anos para nos ver pessoalmente. Sim, pessoalmente. 

Alice e Alex, o casal no qual todos consideravam impossível por conta de uma distância horrenda entre ambos. Ela em São Paulo e ele em Goiás. 

Apesar de eu achar que eu ainda estou vivenciando um sonho, eu finalmente posso tocá-lo, beijar seus lábios macios e o paparicar com os meus carinhos. Devem acham que eu sou louca né? Afinal, quem espera cinco anos por um garoto que você nunca viu pessoalmente na vida né? Eu mesma, prazer. 

Vocês acreditam em Akai Ito? Bom, o também conhecido como "fio vermelho do destino" é apenas uma lenda. Uma lenda na qual eu tenho uma grande convicção. A lenda diz que ao nascer, um fio vermelho é amarrado no dedo mindinho de duas pessoas que estão destinadas a viverem juntas. É uma ligação do possível amor eterno. Por mais que seja uma bobagem ou como um clichê de adolescentes, eu sempre acreditei que eu e ele possuíamos o tal fio vermelho em nossos mindinhos. 

As pessoas também diziam que eu era louca por estar com um cara mais velho que eu. Eu nunca me importei, idade é apenas um número e o amor, é um sentimento que rompe barreiras. Eu tenho dezessete e ele vinte, somos tão conectados que fazemos aniversário um perto do outro. 

11 de novembro. 

12 de novembro. 

Seria o destino? Haha, brincadeira. 

Meus pais concordaram em me deixar morar com ele, por mais que eu insistisse, meus pais faziam a questão de ajudar eu e ele com algumas coisas do nosso pequeno apartamento. Pequeno e confortável apartamento. As paredes do nosso quarto eram no tom de azul bem claro - minha cor favorita é azul - e ele tinha uma coleção de HQ's e discos de vinil de bandas, cujo sempre escutávamos aos fins de tarde, olhando o sol se pôr. 

Meu corpo estava cansado mas eu estava empenhada em preparar algo para ele. Eu sou péssima em cozinhar ao contrário dele, Alex faz uma comida que as vezes eu fico em disputa de qual é melhor, a dele ou a da minha mãe. Eu estava decidindo o que fazer e o que preparar, eu era muito cautelosa na questão de querer surpreendê-lo. Afinal de contas, hoje é dia dos namorados. 

Era o meu primeiro ano com ele nessa data tão apreciada pelos casais românticos e como metade de mim apreciava as gentilezas e delicadezas que essa data traz, eu pensei em fazer algo para agradá-lo. Posso não ser aquelas cozinheiras natas mas de comida italiana eu entendo. Estava decidida, iria fazer Tortellini de Bolonha, um prato que me trazia o gostinho da minha infância. 

O prato que minha bisavó costumava fazer quando ela percebia que eu estava tristonha. 

E lá estava eu no mercado que havia próximo de nosso prédio, peguei o que precisava e para um final saboroso, não pude esquecer de comprar um vinho. Alex as vezes ficava bravo com o meu perfeccionismo com vinhos, não que eu seja uma especialista em apreciação de gostos, mas quando eu quero beber vinho, tem que ser O vinho. 

Já em casa, coloquei o vinho sob o mármore gelado da pia e me apressei a fazer o prato principal da noite. Alex ainda estava na faculdade, dei graças a deus por isso. A cozinha já estava sendo tomada pelo agradável cheiro da minha comida, o que fez com que eu me sentisse uma garota boa o suficiente para cozinhar pratos italianos. Eu espero que ele goste. E claro, para que o nosso momento ficasse completamente em um ar doce, fiz sua torta favorita: torta de abacaxi.

{♥}

Por mais que eu odiasse mentir para ela, Alice merecia ter uma surpresa dessas em um dia tão especial. Sai de casa dizendo que iria para a faculdade, mas na verdade vim para o Centro procurar algo para comprar e dar de presente para a minha pequena. Eu fazia de tudo para agradá-la, afinal, um cavalheiro trata sua dama de um jeito que faça com que ela se apaixone por você todos os dias. Sinceramente, até hoje me pergunto do por quê que Alice esperou tanto tempo por minha pessoa, eu lembro que eu lhe dizia para não criar expectativas entre nós porém, eu não podia negar do fato que eu a amava. Eu a amo.

Eu consegui me mudar pra São Paulo e consegui arrumar um emprego com tanta rapidez que até fiquei surpreso, iniciei minha faculdade de Fotografia e agora, a tinha por perto. Era impossível eu dizer que estava triste quando na verdade, alguns dos meus objetivos finalmente foram conquistados. Agora estou sentado em um banquinho no shopping, confesso que estou um pouco cansado mas não saio daqui sem ter comprado algo para ela. Puxei meu celular do bolso e mandei uma mensagem para ela.

Eu: Amor? (Enviada as 18:47) (Lida as 18:55)

Blue Butterfly: Oi bebê, desculpe a demora. Estava tirando minha maquiagem. (Enviada as 18:55) (Lida as 18:55)

Eu: Está em casa é? (Enviada as 18:55) (Lida as 18:56)

Blue Butterfly: Meu chefe me liberou mais cedo hoje *emoji* estranhei mas não reclamei, estou deitada descansando um pouco (Enviada as 18:56) (Lida as 18:58)

Blue Butterfly: Amor, você pode estar no celular? Kk Presta atenção na aula, meu bem (Enviada as 18:58) (Lida as 18:59)

Eu: Ai, tudo bem! *emoji* Até mais tarde meu anjo (Enviada as 18:59) (Lida as 19:00)

Blue Butterfly: Até! (Enviada as 19:00) (Lida as 19:00)

Ótimo, ela saiu mais cedo hoje. Guardei meu celular no bolso de minha calça e me levantei, o local estava totalmente lotado, claro, dias comemorativos fazem com que lugares como esse fiquem extremamente cheios a ponto de você quase esbarrar em alguém de cinco em cinco minutos. Minha cabeça ainda pensava no que comprar para ela, Alice não é muito chegada a coisas exageradas, sempre preferiu o básico das coisas. Por mais que ela fosse tão vaidosa, era uma pessoa simplista.

Depois de tanto ter andado, eu estava com uma sacola grande e preta em minhas mãos. Ela vai adorar meus presentes. Sim, presentes. O shopping não era tão perto do nosso prédio mas também não era longe, então fui andando mesmo. Avistei uma pequena loja na rua em que passava, estavam vendendo flores por um preço tão acessível. Alice se sentia bem com flores, na nossa varandinha tem várias. Não pensei duas vezes em comprar um buquê de rosas vermelhas, sua flor favorita.

O céu já estava escuro e a movimentação das ruas do nosso bairro ficaram maiores. O trânsito de São Paulo de verdade é um grande caos, mas hoje, estava um verdadeiro inferno. Parei um pouco e coloquei meus fones de ouvido e dei play em The Neighbourhood. Lembro-me do dia que eu disse para Alice escutar, fiquei satisfeito ao saber que ela amou tanto quanto eu. O gosto musical de Alice é estranho, ela é uma garota eclética, ao mesmo tempo que amava bandinhas de Metalcore, amava grupos de Kpop e quando queria se acalmar, ouvia músicas clássicas.

Parei um pouco em uma padaria próxima do bairro onde eu moro, eu precisava comer algo. O cheiro de café a das massas dos pães era maravilhosamente agradáveis. Pedi um misto quente e um copo de suco de uva, era apenas para distrair minha grande fome. 

{♥}

O sorriso no meu rosto era enorme, eu consegui terminar a tempo. Os pratos estavam na mesa e eu como quis deixar um clima romântico, apenas as luzes das velas iluminavam o cômodo, ele irá gostar disso. Eu estava no quarto olhando o guarda-roupa, em meu corpo estava somente um conjunto de lingerie de renda na cor preta, mesmo sendo uma data comemorativamente romântica, Alex é um safado de primeira. Não que eu seja uma santa, longe disso, mas Alex conseguia vencer de mim nesse quesito. Logo encontrei algo para vestir, um vestido azul escuro justo que marcava minha cintura e que sua saia era rodada, eu não sabia o que calçar, afinal, só ficarei dentro de casa, acabei optando por uma sapatilha preta. 

Dei uma checada em meu corpo na frente do grande espelho que tínhamos no quarto, bom, estou bonita. Sai do quarto e fui até o banheiro, escovei meus dentes e passei somente um rímel, nada de exagerado. Pude ouvir o barulho da porta do apartamento se abrir, sorri ladino e apaguei a luz e sai do banheiro, indo em direção a sala. 

- Mas o que é isso? - a voz de Alex estava abobadamente curiosa. 

- Eu acho que é um jantar romântico, bocó - falei e pude ver um sorriso formando em seus lábios carnudos - Foi o que eu pude fazer pra você. 

- E está maravilhoso - me encarou - Assim como você, minha borboletinha - sorri envergonhada. 

Demos apelido um para o outro quando nos conhecemos anos atrás, ele é meu coelhinho negro e eu sou sua borboletinha azul. Agora me fala, é bem "gay" isso né? 

- Você parece cansado pra quem foi somente a faculdade - olhei para ele desconfiada. 

- É porque eu nem fui para a faculdade - disse me encarando - Eu sai para procurar algo para você, bocó. 

- Ah benzinho, não precisava comprar nada - sorri - Você já é meu maior presente. 

- Eu sei mas eu queria comprar algo pra você - disse vindo em minha direção e alisando minhas bochechas com seus dedos - Você está tão linda, Alice.

- Você sempre está - sorri e fiquei na ponta do pé para dar um selinho nele - Venha, quero que prove da minha comida. 

- Ai meu deus, que medo - riu e eu dei um leve tapa em seu braço - Ai! 

- Eu sei que sou péssima cozinhando, mas me dá um desconto vai - rimos - Eu fiz com muito amor. 

Alex fora um cavalheiro, afastou um pouco a cadeira para que eu me sentasse e em seguida, sentou-se a minha frente. Eu sentia que minhas bochechas iriam pegar fogo a qualquer momento de tão quentes que estavam. Eu me considero tímida em questão de fazer contatos visuais com alguém e nesse momento, Alex me encarava com um belo sorriso estampado em seu rosto. Senti seus dedos acariciando minhas bochechas quentes, acabei por soltando um pequeno sorriso tímido.

- Não sei por que ainda tem essa vergonha comigo - disse calmo - Eu não mordo, Alice. 

- Ah, morde sim! - falei rindo - E você sabe que eu não consigo manter contato visual com ninguém. 

- Que pena - fez biquinho - Seria maravilhoso fazer contato visual enquanto eu fodesse você - disse malicioso.

- Alex! - o encarei indignada e rindo - Seu besta! 

- O que ué? - perguntou rindo - Só estou falando verdades aqui. 

- Para de falar e prove da minha especialidade, mas antes deixa eu pegar meu amorzinho - falei me levantando e peguei duas taças e a garrafa de vinho. 

- Passou quanto tempo no mercado escolhendo vinho? - arqueou a sobrancelha. 

- O que? - perguntei rindo - Eu nem demoro, seu exagerado - ele me encarou rindo - Tá bom, demorei 15 minutos! 

- Agora me responde, por que? - riu. 

- Porque eu sou frescurenta com sabor de vinho - respondi enquanto retirei a rolha da garrafa, depois coloquei o líquido em nossas taças. 

{♥}

Depois que comemos, ficamos conversando um pouco e me lembrei da torta de abacaxi que havia feito para ele. Retirei nossos pratos sujos da mesa e coloquei os mesmos na pia para lavar depois. Abri o armário e peguei outros dois pratos e coloquei sobre a mesa, abri a geladeira e peguei a torta. Alex sorria tanto que seus olhos brilhavam. 

- Pronto, esse foi o seu presente pra mim - disse sorrindo - Adoro suas tortas. 

- Uma coisa na cozinha eu sei fazer né - falei me sentando e cortando um pedaço da torta e colocando no meu prato.

- Mentirosa, a comida que fez estava maravilhosa - disse enquanto comia um pedaço da torta - Tem certeza que foi você quem fez? 

- Claro - ri - É receita de família. 

Ficamos conversando e depois fomos para a sala ver televisão. O apartamento todo ainda estava escuro e cá entre nós, eu adoro essa escuridão, deixa o clima mais gostoso. Estávamos vendo meu filme favorito - 10 coisas que eu odeio em você -, eu estava quase dormindo com cafuné que o mais velho estava fazendo. Sentia suas mãos passando delicadamente em minhas costas e automaticamente, meu corpo se arrepiou. 

- Eu mal te toquei e já está assim, benzinho? - sua voz sussurrou em meu ouvido. 

- Alex... 

- Eu nunca te toquei profundamente, minha borboletinha - sussurrou - Eu tenho certeza que está com vontade, diga as palavras certas meu anjo - sussurrava enquanto acariciava meu braço. 

- Alex... - pausei e fechei meus olhos - Eu me entrego a você. 

Amor é prosa, sexo é poesia. (Arnaldo Jabor)

 

Abri meus olhos e o sorriso safado de Alex estava estampado meu rosto e logo ele selou seus lábios nos meus, um beijo cheio de desejo e prazer. Me sentei em seu colo e continuei a beijá-lo, eu estava pronta a entregar-me de corpo e alma pro meu garoto. As mãos de Alex estavam em minha bunda, ele se levantou e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura e assim, fomos para o quarto. 

Alex me deitou cuidadosamente na cama e seu corpo ficara em cima do meu, ele traçava uma linha de beijos em minha mandíbula e meu pescoço, dando leves mordiscadas e chupões, fazendo com que eu soltasse gemidos baixos. Ele se afastou um pouco e eu aproveitei e retirei o vestido do meu corpo, ficando apenas com a minha lingerie. Alex observou meu corpo com certo desejo. 

É isso que eu quero. Quero que ele me deseje. 

- Você é tão linda, Alice - disse sussurrando enquanto continuava a observar meu corpo, sentia minhas bochechas queimarem - Está tão ruborizada, sua timidez me atraí garota. 

Joguei ele na cama e subi em cima do mesmo, encarando maliciosamente. Retirei sua camisa e arranhei levemente seu abdômen, me aproximei de seu pescoço e ali, repousei meus lábios, distribuindo beijos, mordidas e chupadas na região. O beijei ferozmente, como se aquele fosse meu último beijo com a pessoa que eu amo. Dando inicio a provocações, comecei a rebolar sobre seu membro duro, Alex arfava e seus olhos estavam fechados, o seu sorriso estava tão grande em seu rosto. 

Continuei a rebolar em seu membro e me aproximei novamente do seu pescoço, dessa vez, minha boca foi de encontro a sua orelha, onde ali mordi seu lóbulo - É sério que ainda me acha tímida? - sussurrei em seu ouvido. Ele se pôs novamente em cima de mim e suas mãos estavam em meu pescoço, apertando o mesmo levemente - Sabe que eu sempre quis ser tratada como uma vadia qualquer - falei encarando o castanho provocativo de seus olhos. 

- Você não é uma vadia qualquer, Alice. É a minha vadia. 

Sorri e ele me beijou. Suas mãos deslizaram pelos meus ombros, abaixando as alças do meu sutiã, logo deixara meus seios a mostra. Os lábios macios de Alex abocanhava meu seio direito, sua mão esquerda deslizava pela minha barriga e logo seus dedos estimulavam-me por cima do tecido de minha calcinha, fazendo com que eu soltasse gemidos. 

Ele parou e voltou a me beijar, seus dedos ainda estavam me estimulando e seus beijos abafavam meus gemidos altos - A-Alex - gemi e o mesmo me encarou - Eu também quero brincar... - ele sorriu ladino e ficou em pé, retirou sua calça e ficou na minha frente, olhei para cima, encontrando seus olhos e senti meu rosto queimar, seus dedos alisavam minha boca pequena, chupei os mesmos para provocá-lo, em seguida sorri e retirei sua boxer. 

Peguei em sua extensão que estava dura feito pedra, comecei a masturbá-lo e minha língua brincava com a sua glande, eu adorava provocar o meu garoto. Abocanhei seu membro e o chupei como se fosse um pirulito, eu podia sentir as veias pulsando em minha boca, as mãos de Alex estavam enroscadas nos meus cabelos e logo foram puxados devagar por Alex, eu estava adorando a maneira de como a minha boquinha estava sendo fodida. 

- Essa sua boquinha aveludada me enlouquece, doce Alice - seu comentário era acompanhado de gemidos roucos. 

Alex jogou a cabeça para trás, o que me fez pensar que ele estava chegando em seu ápice. Retirei minha boca de seu membro e ele me encarou irritado - provocação feita -, ele me empurrou, fazendo com que eu caísse na cama, Alex me virou e eu para provocar novamente, empinei um pouco minha bunda, que em seguida recebeu um tapa da mão pesada do meu moreno, o que me fez gemer acompanhado de um gritinho. 

- Isso foi por ter me provocado - falou alto e novamente, deu outro tapa - E isso é porque você é minha e somente eu posso lhe tocar. 

Ouvir aquelas palavras me fez ignorar a ardência que estava em minha nádega, eu realmente sou somente dele e de mais ninguém. Ele traçou uma linha de beijos pelas minhas costas, fazendo que eu me arqueasse um pouco pelos arrepios que me causavam. Mordiscou o lóbulo da minha orelha e deu um chupão em meu pescoço - Eu quero foder sua bocetinha, meu amor - sussurrou em meu ouvido. 

- Eu chupei você e agora você me chupa. É justo - falei o olhando de soslaio e pude ver seu sorriso. 

- Você é esperta garota - me virou de frente e deu beijinhos em meus seios e traçou um caminho, parando na minha barriga. 

Alex beijava minhas coxas e depois, seu rosto se aproximou de minha intimidade. Ele retirou o único tecido que lhe impedia e abriu minhas pernas, encarando minha intimidade que clamava por sua atenção. Eu estava um pouco envergonhada, afinal das contas, eu nunca me abri tanto assim a ele. Sem mais nem menos, sua boca estava em minha vagina. Sua língua quente percorria pela minha vagina, eu me contorcia cada vez mais, agarrando fortemente o tecido do lençol. 

- A-Alex - gemi. 

- Você tem um gosto tão doce, minha pequena Alice - sorriu travesso e voltou a sugar minha intimidade e eu, eu estava adorando a sensação de estar sendo chupada por ele. Joguei minha cabeça para trás, estava sentindo que o meu orgasmo estava perto e por fim, acabei gozando na boca de Alex, que com certeza gostou de provar do meu líquido quente. O mesmo se ergueu e me beijou, fazendo com que eu sentisse meu próprio gosto. 

- Você me deixa louca, Alex - sorri ladino observando meu garoto colocando preservativo em seu membro. 

- Eu não preciso nem dizer nada né? - me olhou de soslaio - Você faz com que eu perca o controle. 

Ajeitei-me na cama e Alex se posicionou em minha entradinha e logo forçou a entrada, agarrei-me a suas costas. Aquilo era deveras dolorido, claro que todos dizem que quando se é a primeira vez, doía, mas eu não pensei que fosse tanto assim. Ele finalmente entrara por completo em mim, fazendo com que eu soltasse um gemido de prazer juntamente a dor. 

Os movimentos eram lentos, Alex não seria louco de ir logo depressa com isso, afinal, era minha primeira vez. Eu ainda sentia uma pequena dor, o membro de Alex é muito grosso e sinceramente, os espasmos do meu corpo entregavam o quão louca eu já estava ficando com ele dentro de mim. 

{You're sweet like cinnamon

Tell me all your dreams and darkest fantasies}

- Ah doce Alice, você é tão apertada! - gemeu rouco. 

Ele aumentava a velocidade das estocadas, me fazendo gritar de puro prazer. Os cabelos de Alex estavam grudados em sua testa, nossos corpos estavam suados, nossas peles cálidas exalavam o cheiro da luxúria e do pecado. O quarto cheirava a sexo e era um cheiro tão agradável. 

{Whispered something in your ear

It was a perverted thing to say}

- Pode ficar de quatro para mim, meu anjo? - perguntou calmo e fiz o que pediu. 

Meu corpo ainda se encontrava um pouco dolorido, mas juntei forças e fiquei de quatro para o meu garoto, empinando minha bunda para o mesmo. Seu membro me preencheu novamente e dessa vez, segurei na cabeceira de nossa cama, as mãos de Alex se encontravam em meus cabelos, que foram puxados com brutalidade e logo, senti vários tapas em minha bunda, fazendo o barulho ecoar pelo quarto. Eu estava adorando aquilo. Suas mãos deslizaram para a minha intimidade e ele começou a me masturbar, fazendo com que as minhas pernas ficassem fracas. 

- A-Alex - gritei - Eu não vou aguentar - gemi alto sentindo meu ápice se aproximar. Alex não exitou em aumentar suas estocadas e o resultado foi meu líquido escorrendo pelo seu membro. Ele novamente voltou a estocar, com mais força dessa vez. 

- Estou quase lá meu amor - gemeu rouco. 

Logo Alex soltou um breve gemido alto, ele havia gozado. Ele se retirou de mim e foi para o banheiro jogar o preservativo fora. Eu me apenas continuei deitada. Esse foi relativamente o dia mais especial da minha vida. Cobri meu corpo com a coberta fina e virei-me de lado, recuperando meu fôlego que fora gasto com uma foda incrível. Senti os braços fortes de Alex envolverem meu frágil corpo, ele deu alguns beijinhos em minha nuca. 

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida. (Martha Medeiros)

 

- Gostou? - perguntou curioso. 

- Eu amei, meu coelhinho - respondi contente e me virei para ficar de frente a ele - Obrigado por ter me dado um presente desses. 

- Foi um presente pra mim também, sua boba - beijou minha testa - Acostume-se, daqui pra frente vai ser ótimo dormir aliviando meus pensamentos sujos que tenho de você. 

- Tarado! - bati em seu ombro. 

- Você também é tá! - riu - Eu te amo, minha pequena e doce Alice. 

- Eu te amo, meu grandioso e belo Alex. 

{As long as you're with me you'll be just fine

Nothing's gonna hurt you baby}

{♥}



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