História Al Otro Lado De La Lluvia - Vondy - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde (RBD)
Personagens Christopher Uckermann, Dulce Maria
Tags Al Otro Lado De La Lluvia, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Rbd, Vondy
Exibições 38
Palavras 614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Montanha


Até agora me pergunto porque diabos fiz aquilo. Está na cara que Dulce não é como qualquer uma, não sei porque a convidei.

Espetei o garfo mais duas vezes no almoço, e ergui o olhar a tempo de vê-la entrar no refeitório. As segui com os olhos até que elas estivessem sentadas em uma mesa afastada.

Anahi parecia estar dando bronca na ruiva enquanto a mesma só revirava os olhos. Era fofa a forma como ela os revirava. Ele era uma gracinha.

Um vulto interrompeu meu olhar. Era a mão de Chris que balançava freneticamente na minha frente.

— Terra chamando Christopher, responda Christopher, câmbio — dizia ele.

— Estou aqui, idiota — respondi.

— Diga câmbio — pediu.

— Porque eu diria câmbio? — franzi a testa.

— Por nada, deixa pra lá. Tava olhando o quê? — olhou por sob o ombro por um segundo. — Deixa eu ver, nova caçada, figurinha repetida ou.. jardineira.

— Do que você tá falando?

— A ruivinha que trabalha na sua casa.

Engoli em seco.

— Quê que tem?

— Tá de olho nela, né? — olhou-me maliciosamente.

— Não estou de olho em ninguém. Estava olhando para o refeitório no geral.

— E o refeitório no geral fica na mesa dela?

— Porque você não vai se ferrar? — perguntei.

— Olha Christopher, eu conheço você. Conheço cada uma das suas expressões faciais. Essa que tá fazendo agora é quando você quer matar alguém.. ou a mim, tanto faz — deu de ombros. — E a que você faz quando olha pra ela é quase como "eu quero essa garota na minha cama".

— Não é não — defendi-me. — Não sou tão pervertido quanto você, meu querido amigo.

Ele riu sarcasticamente.

— Claro que não, porque você foi um anjo com a loira da Magaz..

— Não fale dela — cortei-o. — Ela vive aparecendo quando alguém fala dela.

— Olá, Angel — saldou ele, erguendo um aceno para algo atrás de mim. Fechei os olhos pressionando os lábios. Que ótimo. — Como foi a viajem?

— Quente — resumiu. — Mas nada comparado a estar em casa.

Senti que ela opoiou a mão pálida no meu ombro, apertando um pouco meu ombro.

— Não é mesmo, Ucker? — perguntou, inclinando-se um pouco para ver meu rosto. Seu cabelo loiro liso de pontas cor-de-rosa criando uma cortina para nós dois.

Eu dei de ombros e aproveitei para rola-lo, e ela tira-se sua mão de mim. Funcionou.

— Posso sentar? — perguntou.

Olhei para Chris lhe lançando um olhar de "nem pensar", mas antes que ele pudesse abrir a boca, ela já sentava ao meu lado.

A saia justa sob as coxas subiu umas quadras, propositalmente, ela se remexeu no assento e o tecido subiu mais um pouco quando ela cruzou as pernas. Meus companheiros de mesa quase tiraram os olhos da cara para ver.

Quase revirei os olhos. Eu já havia passado da fase em que pernas nuas me afetavam. Agora minha fraqueza eram bochechas coradas.

— Hm, dá licença, pessoal — disse eu, erguendo-me e levando minha bandeja junto.

Ainda consegui ver a interrogação no meio da cara de todos eles enquanto eu costurava para uma mesa específica.

Apenas me joguei no banco.

— Eu não me.. — foi a única coisa que saiu antes da ruiva notar que eu estava ali.

Seu aroma de rosas estava me hipnotizando.

— O que.. o que tá fazendo aqui?

— Se Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé — citei plantando um sorrisinho na frase.

Ela estava meio boquiaberta. Eu poderia me inclinar e puxar seu lábio inferior nos dentes, mas preferi pôr todo meu foco na comida.



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