História Alakazam - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Bisca Connell, Cana Alberona, Doranbolt, Erik (Cobra), Erza Scarlet, Freed Justine, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jet, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Macao Conbolt, Mest, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags Circo, Comedia, Gajevy, Gale, Laxevy, Romance
Visualizações 129
Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaaar

Tudo bem?!

Eu tive um monte de problemas e por isso fui abduzida, mas passo bem

Boa leitura e desculpem os erros!

Capítulo 5 - Quem satifaz inimigo é


Se houvesse uma palavra para descrever como eu me sentia desde que me tornei o proprietário do circo seria... surpreso. A relação com todos ali parecia fluir de maneita incrível, além do sucesso anunciado ter se confirmado num único final de semana.

Relutei um tempo antes de fechar o negócio, por mais que fosse popular, um circo não era o principal alvo para entretenimento nos dias de hoje. Porém, achei que era hora de investir em algo que não fosse fixo, futuros danos a minha conta bancária poderiam ser facilmente revertidos.

Macao me deu diversas instruções para que eu me desse bem com a maioria dos artistas, que eram a pior parte da tarefa, por serem cheios de macetes. Os funcionários dos bastidores eram bem flexíveis. Eu já tinha tido uma confirmação bem divertida disso.

Entre tantas dicas, a de maior ênfase fora "Olhos abertos com Levy McGarden", num tom de ameaça e aviso. Ali a minha dúvida começou, já que não sabia nada demais sobre tal pessoa. Aparentemente pareceu ser inofensiva, não imaginava que fizesse tanto sucesso, em vários sentidos diferentes.

Quem não ficaria instigado a saber? Mesmo que não mudasse em nada os meus objetivos ali. Falando por mim, eu não me controlei e por isso fiz o que fiz, só que eu iria me limitar a aquilo. Me divertir e mantê-la na linha.

Apesar de nada me surpreender nela, sempre acabava com mais uma interrogação a respeito dela no final do dia. Amada por todos, desejada por muitos e possuidora de uma personalidade que não me agradava nenhum pouco.

Mas tentar controlá-la estava me saindo melhor do que a encomenda.

Enquanto arrumava alguns documentos, minha cabeça reviveu o momento de mais cedo e como era fácil, ao extremo, mexer com seu corpo e mente. Não era como se eu estivesse afim de levá-la para cama, aliás, ela era virgem ainda e não seria eu a ser seu primeiro e criar algum tipo de vinculo entre nós dois... Não, eu não nasci para esse tipo de coisa.

Só que aquele piercing era perigosamente provocativo e se eu não brincasse com as circunstâncias, alguém o faria, certo? Laxus encabeçava essa fila. Me dar bem com ele me trouxe uma serie de informações privilegiadas.


"- Você fuma? - Meu forte não era ser discreto e a quantidade de bitucas de cigarro em volta do seu trailer... Não sei se detestava mais o cheiro ou a sujeira.

- Não, quem fuma é o Freed, já falei para ele que janela não é lixeira. - Concordei. - Como está sendo? É tranquilo ter que aturar nosso circo?

- Mais curioso do que eu esperava, devo admitir. - Bebi mais um gole de cerveja. - Só de não ter gente apaixonada sem saber como seguir em frente e uma barriga crescendo a cada semana... Já ganhou o meu respeito.

- Não temos tempo e nem saco para isso. Mas não imaginava que uma empresa poderia ser assim. Sou feliz por viver do trabalho do circo.

- Agradeça. Tem sorte de morar num lugar assim. - Batemos as latas e eu quis ir direto ao ponto. - Você e a ginasta parecem se dar bem.- Ficar enrolando não ajudaria, não é? Quando ela estava bêbada, citou até ter sonhado com nós dois, então saber disso se tornou algo importante. Ele coçou a cabeça e olhou para cima.

- Nos damos tão bem quanto você e a Rosa. - Cerrei os olhos, arrancando uma gargalhada dele. - As pessoas aqui sabem de tudo. Todos sabem que você pegou a cozinheira.

- Auxiliar. - Corrigi, pensando se eu deveria ter esperado um pouco antes de comer alguém. - Enfim, durou apenas o tempo que deveria. É irrelevante.

- Levy é complicada. - Chamou minha atenção com uma única frase. - Nós já tentamos uma vez, mas o muro que ela arma em volta de si é quase impenetrável. É improvável achar alguém aqui que não goste dela, mas no fundo ninguém a conhece de verdade.

A descrição não batia com o que eu via e com o que eu sabia. Laxus e Macao não pareciam falar da mesma pessoa, que se derretia em minhas mãos. Instintivamente, eu queria descobrir mais. Não seria problema, era apenas algo interessante a qual saber.

- Tem algum conselho para mim? - Perguntou, com um meio sorriso no rosto. - Pode ser direto.

- Por que não deu certo da primeira vez?

- Acho que por diferenças. Grandes e pequenas. Algumas maiores do que as outras. Tento não usar palavras pesadas ao me referir a ela, só que é complicado... Beijar e não querer algo a mais? Já viu o corpo dela? - Vi sim. - Estou parecendo um adolescente.

- Ela não queria?

- Eu não sei o que ela quer até hoje.

- Faça o que acha melhor. - Joguei a lata no lixo. - Sei que vai fazer o certo."


Quebrei a ponta do lápis sobre a folha de cálculos, ainda com a mente naquela lembrança. Eu o aconselhei a transar com ela? Era vem provável. Tentei continuar a escrever, mas a sensação de desconforto não ia embora.

Isso pode fazer com que a situação saia do controle, pode trazer problemas e pode acabar com minha diversão.

Eu havia falado com ele a algumas horas atrás, ainda falando sobre nossos planos para o dia. O relógio no meu pulso marcava dez e quarenta da noite, um horário perfeito para estarem sozinhos no meio a bagunça de troca de cidade. Porra.

Como chefe, eu sabia onde estariam. O ensaio que ela faria seria na última parte a ser desmontada. Levantei e já sabia o caminho que deveria seguir, só que sem desespero.

Cheguei na área que ela ensaiava e observei a bagunça no caminho e tantas caixas decorrentes da próxima viagem. Ignorei tudo aquilo e comecei a andar com cautela, procurando pelo lugar que parecesse mais reservado onde pudessem estar. Enfim, apenas segui o óbvio.

Passei para uma parte com uma iluminação baixa e vi a cena. A mão dele se perdia animada dentro do short jeans dela, a boca pequena se mantinha aberta perto do ombro de Laxus. Gemendo, sendo instigada e recebendo uma boa aprovação dele. Meus dentes rangeram e eu me escondi num lugar escuro para que pudesse pensar em algo.

Puxei o celular do bolso e liguei para ele, torcendo para que o celular estivesse ali e que o toque quebrasse o clima que só esquentaria mais se eu não fizesse algo para interromper. Assim que tocou, eu desliguei e fiquei na torcida.

Se afastaram e trocaram algumas palavras, cada um com uma expressão que não pude imterpretar. No final, a ginasta pareceu se esquivar dele - algo que fazia muito bem -, apoiando a cabeça na parede, de olhos fechados. E ele sumiu logo depois disso. Minha vez.

- Cansada? - Deu um pulo na hora do susto, disfarçando a cara de quem estava fazendo algo errado. - Está um pouco vermelha, tudo bem com sua saúde?

- Assuma, está me perseguindo, não é possível.

- Eu? Não.

- Não preciso nem de muito esforço para saber... foi Você quem ligou para o Laxus. - Me acusou. Assim ela me ofendia.

- Sim, eu não sabia onde ele estava. Estava aqui? Que desencontro, não? - Tive que esboçar um sorriso. - Atrapalhei algo?

- Idiota, é claro que... - Parou bruscamente, repensando as palavras. - Não é da sua conta.

- Por que recuou? - Cheguei mais perto e ela não se mexeu. Talvez estivesse excitada demais para me evitar. - Jura que atrapalhei?

- Fique longe... - Cerquei seu corpo com os braços, analisando cada detalhe. Desde a leve camada de suor na sua testa à respiração ainda muito acelerada.

- Tem medo de mim? - Juntei nossos corpos, colocando minha perna direita no meio das suas. Um leve encontro da minha perna ali com a parte intíma dela, a fez sussurrar de maneira sexy.

- N - Não.

- Medo do que posso fazer com você? - Negou, apertando meu joelho entre suas coxas. - Medo de não conseguir me afastar quando sentir que vai ceder?

Não respondeu. A mão tocou meu peito, como se quisesse me afastar. A boca fez alguns movimentos e ela finalmente fez algo que ninguém tinha feito comigo antes, apenas com uma frase.

- Você não é homem o suficiente para isso.

Todo o meu corpo se endureceu com o jeito que ela falou, não tinha nenhuma dúvida ali. Pela primeira vez eu quis beijá-la. Por pura satisfação pessoal, eu queria tocá-la e mostrar do que eu era capaz.

- Ah, não sou? - Eu quase fodi aquela situação. Respire, Gajeel, ainda não é a hora. Abaixei seu short e ela deu um gritinho assustado, mas não parei. Fingindo lutar contra mim, ela segurou uma parte dele, mas já era tarde demais, nós dois estávamos paralisados. Tentou cobrir com a mão, porém eu fui mais rápido e segurei seus pulsos, prendendo na altura da cintura. Mirei seu rosto, os dentes prendiam o lábio infeior com força e voltei a olhar para baixo, analisando a tatuagem.

- Dois presentes num só dia. Está se saindo uma menina levada melhor do que a encomenda. Mas eu não farei nada que você não queira.

- Geralmente, você fala isso e depois tira a roupa da outra pessoa. Isso é errado. - Soltei um pulso para que pudesse deslizar meu dedo pelo desenho. - M - Mas é tão bom.

Um leve aceno de cabeça permitiu meu contato, que teve que ser uma mordida na sua bochecha. Respirou fundo, enquanto eu diminuía o espaço entre nossas bocas. Beijei a ponta do seu nariz, provocando o máximo que podia.

- Ainda não... - Falei.

- Você é... - Abaixei na sua frente, descendo a calcinha sem pressa. - Ah...

Ela estava tão molhada que seu líquido formou uma linha entre a carne e o pano, que se desfez com a distância entre os dois. Segurei seus joelhos ao terminar, para não perder a cena.

Mordi sobre a tatuagem e ela arfou, meu pau deu sinal de que era uma situação da qual ele gostaria muito de participar, mas ignorei meus instintos.

Ergui seu joelho direito por trás e chupei com vontade, sem esperar por um chilique. As mãos se apoiaram na parede e minha língua começou a explorar os pontos sensíveis que a tornavam mais rendida a situação. Não usar as mãos seria um castigo à altura. Incapaz de formular palavras, os gemidos ainda eram presos na sua garganta, que deveria ficar ótima se estivsse muito bem ocupada com meu pau naquele momento. Aproveitando era pouco para descrever a minha situação, a sua expressão era quase cômica se não fosse sensual para um caralho.

As mordidias que eu dava na sua virilha tornavam o jogo muito mais interessante, ela já não controlava mais a voz com êxito total. A fodi com a língua, forçando-a no espaço não muito explorado, tudo aquilo soava muito bem para mim. As mãos puxaram minha cabeça para frente enquanto a dela tombou para o lado, já sem dizer nada com lógica. O tempo não foi generoso comigo, com tantas novas coisas, ela gozou na minha boca, gritando um pouco mais alto. Os leves espasmos pós-orgasmo ainda tiravam a força do seu corpo, levantei tomando cuidado para evitar seu desequilíbrio.

- Satisfeita? - Passei a língua em volta da boca. - Eu estou.

- Um orgasmo sem saber de nada sobre você...? - Parecia revoltada. - Você é um canalha, maldito e...

- Bom em fazer oral, eu sei. Aliás... - Voltei a me aproximar.- Os seus lábios de baixo são deliciosos, como serão os de cima? Mal posso esperar para provar também.

- Não te interessa. Isso não vai mais se repetir.

- Errado, ginasta. Você não me parou quando podia, agora não tem mais escolha. - Dedilhei a cintura fina, voltando a passar o dedo na tatuagem azul. - Algo me diz que não vai ser a primeira vez em que vejo ela. E você, o que acha?- Sorri provocativo.

Me xingou alto de diversos nomes, enquanto eu já me afastava, controlando os impulsos de voltar até lá e foder aquela boquinha convidativa. Mas tudo aconteceria como eu queria e quando eu escolhesse.

Tendo a certeza de que ela não viria atrás de mim tão cedo para saber mais do que deveria. Puxei meu bloco verdadeiro de anotações do bolso e adicionei mais um dado a respeito da situação.

- Resistência dela: zero. Minha resistência: sob controle, por enquanto.


Notas Finais


É isso!

Comenta se gostou, até e.e

Beijos da Tia 😊


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