História Alarm - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Liam Payne, Louis Tomlinson, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Misterios, Romance, Serial Killer, Zayn
Exibições 21
Palavras 1.510
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Semana de prova
O maior corre corre
Prometo que vou voltar a postar direitinho!
Aproveitem o "começo" da fic!

Capítulo 7 - Judgment part 2


Zayn Malik

4 anos atrás

Aquele maldito som só podia ser do celular de Jéssica. O barulho alto e estridente, do toque de um telefone fez com que a maldita ressaca piorasse.
- Amor, é sua mãe – Jéssica disse antes de me dar um beijo na cabeça e sair do meu quarto. Peguei meu celular e o mal humor tomou conta de mim.
- Ja disse que não precisava me ligar…
- Precisamos de você aqui em casa, aconteceu algo terrível – A voz do meu pai não era de alguém bravo e sim de alguém que parecia ter chorado a noite inteira. Sentei na cama e passei a mão no rosto.
- Pai , o que aconteceu?
- Seu irmão foi assassinado.

4 anos depois

– Você disse no testemunho para a policia, tanto na noite do crime, como recentemente, que havia tomado vinho com Charlie, e depois disso vocês transaram e você não lembra mais de nada. Certo?
- Sim.
- Você perdeu a virgindade nessa mesma noite, certo? - A garota pareceu ficar envergonhada com a minha pergunta, o que a deixou com as bochechas levemente avermelhadas
- Sim.
- Meritíssimo, todos nos sabemos que quando uma garota rompe o hímen e com o rompimento, ocorre um sangramento – Olhei pro juiz que parecia não entender aonde eu queria chegar.
- Quero pedir uma nova analise de sangue no lençol da cama da minha cliente da noite do dia 27 – O juiz olhou mais confuso ainda pra mim.
- Meritíssimo, qual a necessidade de re abrir as provas arquivadas? - O promotor me olhou curioso e finalmente entendeu o que tava acontecendo.
- Em seus dois testemunhos, minha cliente afirma não lembrar de nada. Então, quero uma analise do seu sangue na noite do crime, se ela não lembra, é possível que ela tenha sido drogada pelo possível assassino.
Agora sim, tudo aquilo começava a fazer sentido.
- Analise concedida, quero os resultados prontos em 12 horas, ate lá, o caso estará congelado, réu e advogado deverão permanecer na sala reservada aqui mesmo no tribunal de justiça. - Dito isso, ele bateu com seu malhete dando fim a primeira parte do julgamento.
A primeira parte do meu plano tava concluída.

Inocentar Becky Danvers (feito)

- Obrigada – A garota sussurrou pra mim enquanto eu olhava algumas coisas em meu celular
- É o meu trabalho
- Porque eu? - Ela finalmente perguntou e eu não pude deixar de sorrir mentalmente com sua pergunta. Ah Becky, você não tem a menor ideia...
- Acompanho seu caso desde cedo, honestamente? Ate minutos antes de te fazer perguntas, eu achava que você era a assassina, mas, quando olhei novamente sua ficha o fato de não ter seu sangue em nenhuma analise me intrigou – Dei de ombros e olhei novamente pra ela – Não podemos perder tempo enquanto há um assassino a solta, não é Becky? - Sorri pra garota que se encolheu no sofá e apenas concordou com a cabeça.

Ja havia se passado 2 horas desde que o policial nos colocou naquela sala, meu celular havia descarregado e Becky dormia no sofá, enquanto eu tomava minha 4ª xícara de café.
Eu podia imaginar o porque Charlie tava com ela. Mesmo sabendo que ele tinha um caso com aquela outra garota, Lara.
Becky era doce e gentil. Sem contar, que ela era forte. Mesmo com a quantidade de pessoas ali lhe julgando, ela sempre manteve uma postura forte e decidida ao dizer que era inocente.
E talvez, eu acreditasse na inocência dela, talvez eu só tenha pego esse caso pra provar a mim mesmo, que toda essa vingança contra ela e a família dela é perda de tempo.
Ou, eu esteja aqui pra provar que Jéssica estava certa.

Alguns dias atras

- Amor, no que tanto você trabalha? - Jess encostou o corpo no meu e apoiou sua cabeça em meu ombro olhando alguns papéis na minha mesa – No caso do seu irmão de novo?
- Eu não consigo entender, por que ela matou o Charlie?
- Vocês não se odiavam Zayn?
- Ela não parece fazer mal a uma mosca
- Você é obcecado por ela Zayn – Jess falava enquanto eu lia mais uma fez o depoimento de Becky – ZAYN – Um barulho forte de algo sendo quebrado me despertou e eu olhei pra loira a minha frente – Pra mim já chega,você prefere passar a noite pensando em uma adolescente de 17 anos, do que com a sua noiva na cama! Você sempre disse que odiava o Charlie, porque desde que sua família o adotou você foi escantado. Você tá apaixonado pela possível assassina do seu irmão.
- Primeiro, CHARLIE NÃO É MEU IRMÃO! - Provavelmente meus gritos poderiam ser ouvidos pelos vizinhos – Segundo, VOCÊ É MALUCA – peguei os papeis da mesa e sai do escritório sem querer ouvir mais uma palavra absurda que saia da boca de Jess. Ela estava fora de si, só podia ser isso.
Peguei as chaves do carro e sai batendo a porta com força.
Eu precisava beber.
Entrei no carro e pensei na boate mais perto de casa, eu precisava esquecer daquele caso, precisava esquecer daquela vingança, precisava esquecer de Becky.

Assim que desci do carro na frente da Marquee e dei as chaves ao manobrista, evitei pegar a fila e fui lado falando com um segurança amigo meu que estava ali naquela noite. Senti que era olhado por algumas mulheres que conversavam próximas ao bar e apenas as ignorei pedindo ao garçom uma garrafa de Whisky.
- Bebendo sozinho? - Uma ruiva sentou ao meu lado e eu apenas concordei com a cabeça antes de virar a primeira dose.
- Querendo esquecer uns problemas – Dei de ombros e enchi meu copo mais uma vez. A ruiva que não queria ficar pra trás, passou a mão nas minhas costas e aproximou sua boca do meu ouvido.
- Posso te ajudar com isso – A mesma beijou meu pescoço dando uma leve mordida na minha orelha.
- Hoje não – Sim, ela era gostosa. Não, eu não trairia Jess.
Me levantei dali levando comigo a garrafa de Whisky e logo me sentei em uma mesa perto da pista de dança.
Quando a garrafa acabou, minha cabeça girava e eu dançava sozinho mesmo sentado. Algumas vezes eu sorria sozinho.
- Sou mesmo fraco pra bebida – Sussurrei pra mim mesmo e me levantei. Precisava dormir.
Levantei com um pouco de dificuldade e fui em direção ao bar pagar minha conta. Enquanto eu esperava o barman, eu observei os jovens que estavam ali, ate meu olhar cair nela.

Becky Danvers.

O meu grande enigma estava dançando com o filho do detetive do departamento de policia e ela absolutamente linda.
O vestido mais ou menos justo ia ate metade de suas coxas que ia de encontro com sua bota. Ela não parecia se importar com o fato que o menino estava beijando seu pescoço, e eu, podia ignorar o fato de que ela estava gostando daquilo.
Eu nunca havia falado com aquela garota na minha vida, tudo que eu sabia dela, era o que tinha na ficha policial e nos sites de fofoca. Mas, ela me prendia. E o meu maior medo, era pensar que Jess estava certa.

Alguns dias depois
No julgamento.


- Todos de pé – O juíz entrou novamente no tribunal com um envelope em mãos, assim que ele sentou, todos se sentaram em seguida.
Observei Becky entrelaçar seus dedos e juntá-los ao seu peito, como uma especie de oração.
- Eu vou tirá-la daqui – Sussurrei pra mesma que me encarou e eu percebi que seu rosto estava perto demais, a ponto de eu enxergar o azul de seus olhos.
- A amostra de sangue no lençol de Becky Danvers resultou em 3 amostras. 2 masculinas e 1 feminina. Depois de comparações com o sangue da acusada, mostrou que o sangue encontrado no lençol era de Becky Danvers e possuía uma alta dosagem de flunitrazepam, ácido gama hidroxibutírico (GHB) e cetamida, mostrando assim que a acusada não tinha condições de cometer um assassinato – O perito parou um pouco e eu pude voltar a me concentrar no que ele estava falando.
- 2 homens? - Eu perguntei antes mesmo dele continuar a falar, o que fez o juiz me olhar feio.
- Uma amostra era de Charlie Jawadd, mas a outra é de um homem desconhecido pelo sistema.
- Então quer dizer que esse desconhecido pode ser o assassino? - Becky sussurrou pra mim e eu apenas concordei com a cabeça, ficando de pé.
- Devido as provas encontradas, sugiro que a policia volte a investigar o caso, há um assassino a solta. Enquanto as acusações sob Becky Danvers, elas serão todas retiradas, tornando-a inocente. - Quando o juiz bateu seu martelo, senti o corpo de Becky sobre o meu em forma de abraço. Passei meu braço pela cintura da mesma e respirei fundo aspirando o cheiro de lavanda do seu cabelo.
- Obrigada Zayn – a mesma sorriu pra mim antes de ir abraçar sua madrasta e sua melhor amiga que assistiam todo o tribunal.
 



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