História Alaska - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Girls' Generation
Tags Girls' Generation, Snsd, Taeny, Taeyeon, Tiffany Hwang
Exibições 260
Palavras 1.093
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


agr sim acabou

Capítulo 23 - The Kidnapped Girl



Era 29 de agosto quando eu viajei para cá por uma única razão, escrever um artigo. Meu chefe me pediu para escrever um artigo sobre Seul. O que havia para ver, experimentar e visitar, eu esperava fica aqui mais do que apenas algumas horas para que eu pudesse realmente fazer o que eu deveria fazer.

Em vez disso, eu conheci uma garota baixinha com cabelos escuros e o sorriso mais impressionante que você poderia imaginar, sua pele era tão branca que parecia neve, e ela aparentava estar cansada. Suas bolsas sob os olhos estavam bastante visíveis, ela me disse que sabia que eu gostava de café. Eu admito que duvidei dela, mas o estresse e a exaustão do meu lado estavam me mostrando que ela não estava mentindo.

Tudo o que se passava em minha cabeça era como ela parecia ser mais nova, e agora, eu sei que ela realmente é, algo que poderia parecer perfeitamente normal para qualquer um, mas eu ainda estou brava, mas de qualquer forma, eu apenas peguei meu café e fui encontrar meu chefe, Chanyeol. Levou apenas um curto tempo para nós trocarmos todas as informações que eu precisava, eu esperava que tivesse mais cuidado, para ser honesta, e voltar para a Califórnia em vez de aceitar, mas de alguma forma eu decidi que eu iria fazer o artigo.

Então eu voltei para a rua, estava prestes a chover, e lá estava ela novamente, dessa vez ela me puxou pelo braço. Eu iria xinga-la, mas juro que fiquei surpresa por ser ela de novo. Fomos a uma cafeteria, mas quando chegamos lá seu celular tocou e ela furou comigo. Poucas vezes na vida eu achei meninas atraentes, mas ela naquele momento era uma exceção.

No dia seguinte, eu a encontrei novamente, desta vez ela estava de carro e me convidou novamente para um café e prometeu pagar. Eu resolvi aceitar ir, principalmente por não ter que pagar. Estava chovendo enquanto estávamos no nosso caminho, eu podia ver várias pessoas apressadas na rua. Logo chegamos em uma cafeteria um pouco aconchegante, porém muito brega, eu disse a ela qual café eu queria e me sentei, ela logo voltou com o café.

Ela perguntou de onde eu era e eu disse que nasci nos Estados Unidos, mais precisamente na Califórnia. Também disse que escrevia críticas e ela me disse que o seu nome era Taeyeon. Não demorou muito para eu começar a sentir tonturas, meus olhos corriam por toda parte e o mundo se movia sob meus pés. De alguma forma eu ainda me levantei e cambaleei para os braços de Taeyeon. Ela me levou para o carro e parecia que cada toque dela fazia minha pele queimar. Ela me disse que estava me levando para casa. Eu não acreditei nela.

Eu me sentia sonolenta muitas vezes durante o tempo em que estava sendo sequestrada, eu nunca sabia plenamente onde eu estava já que eu não mal conseguia abrir os olhos. A única vez que eu acordei corretamente foi quando eu já estava lá, em um sofá totalmente desconfortável que provavelmente estava encharcada por meus próprios fluidos corporais. Eu estava paralisada, ela queria me dar água, mas eu não aceitei e olhei para ela. Ela tinha um sorriso lindo. Naquele dia, ela me estuprou. Ela parecia drogada, e sabendo agora que ela usa heroína, tenho certeza que ela estava drogada. Taeyeon colocou um taco de sinuca em meu anus, e aquilo foi horrível, eu jamais fiz sexo anal na minha vida, e a dor que eu senti foi inexplicável.

Ela cuidou de mim de uma forma que ninguém nunca tinha feito antes. Eu diria que ela se comportava como uma mãe, mas ainda não era, e ela realmente é uma. Claro, ela me deu comida e uma cama para dormir enquanto ela dormia no sofá e limpava tudo, mas alguma coisa sobre ela apenas me fez pensar que ela não era como um pai ou uma mãe que eu nunca tive.

Em uma noite eu fiquei tão brava com ela por me dizer sobre toda a minha vida que eu lhe dei um tapa. Ela me parou e me empurrou para a escada e ergueu a mão, mas nunca me bateu. Eu sou grata por ela não ter feito no momento, porque alguns meses mais tarde ela fez, eu ainda tenho cicatrizes e hematomas. Eu sinto que eu tenho sentido coisas sobre ela mais rápido do que eu deveria, mas pelo tempo que levou, eu sabia que algo não estava certo comigo.

Eu pedi para ela me beijar uma vez, na véspera de Natal. Havia luzes do norte naquela noite e ela me acordou batendo na minha janela. Eu estava com raiva no início, mas me acalmei e ouvi enquanto ela falava sobre sua família, a verdade desta vez. Eu estava feliz com isso, e ainda assustada desde que eu teria que saber o porquê eu realmente estava lá, porque ela não queria mais ficar sozinha, que ela não queria falar somente com os animais e as paredes por mais um ano. Na época, eu disse a mim mesma que era por simpatia, mas agora eu sei que não foi.

De alguma forma, de um modo bem estranho, eu tinha parado de odiá-la. Eu gostava dela, era mais do que ‘gostar’ mesmo, e era por isso que eu não tive medo dela depois que ela tinha me machucado. Eu sabia que ela era doce e carinhosa, que gostava de animais e que gostava de mim também. Eu sabia que aquela não era ela, pois ela me disse que nunca iria me machucar apenas por machucar.

Eu sei que ela me ama, eu só não sabia que eu a amava também, mas eu sei agora, e eu esperava que não soubesse, que eu não precisava dela tanto quanto eu realmente preciso, que eu não precisava de seu chá nojento e sua torta de maçã horrível. Mas eu sei que não há muito que eu possa fazer por agora desde que ela ficou doze anos na prisão, e esperar por ela é algo que eu não posso prometer. Mas eu vou ter que fazer o meu melhor, porque eu sei que não posso continuar sem ao menos dizer um adeus apropriado.

As pessoas podem dizer que estou sob efeito da ‘Síndrome de Estocolmo’, mas eu não vejo isso como algo negativo. Eu certamente não saberia o que fazer da minha vida se eu odiasse Taeyeon. E sim, eu a amo. Eu amo Kim Taeyeon.

Tiffany Hwang, 39, Califórnia.
Los Angeles Times. 19.10.2028.


Notas Finais


não esqueçam de ler a original (não tem estupro e nem muito drama ok): http://archiveofourown.org/works/980098
e também vale ressaltar que a fanfic é baseada no livro Stolen de Lucy Christopher. LEIAM ESSE LIVRO porém é hétero.


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