História Alcançando você II - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, Bae Suzy, Infinite, Seo Kang-joon
Personagens Alexy, Armin, Bae Suzy, Rosalya, Seo Kang-joon, Woohyun
Tags Amor Doce
Exibições 24
Palavras 2.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hola amigos! (virei espanhola agora, haha)
Com o final da primeira história "Alcançando você", resolvi e estive planejando começar a continuação dela. Caso não tenha lido a primeira história, deixarei o link da história nas notas finais (:
Espero que gostem dessa continuação!
É bom estar de volta. Desejo uma boa leitura ^^

Capítulo 1 - Recomeço


 

҉   Poliana

            Tudo parecia estar indo perfeitamente bem, e o medo que eu tinha foi em vão. E durante esse segundo ano na faculdade ocorreu muitas coisas. Mal eu podia acreditar no que eu estava vivendo naquele novo lugar, tudo ocorria tão bem. As coisas relacionadas à faculdade se desenvolviam naturalmente.

            Em um pequeno apartamento, eu morava com minha tia, sua filha Sun Hee – Sun era coreana, apesar de minha tia ser Canadense, ela havia casado com um coreano como minha mãe, mas no fim não conseguiram continuar o casamento - que resolvera vir morar aqui por causa de sua faculdade, e por fim, Senhor Philips. O gato gordo da minha tia que passava a grande parte do seu tempo dormindo ou comendo besteiras.

            Minha relação aos meus pais estava indo tudo alegremente, e nos mantemos em contato todos os dias. Mac entrou pela primeira vez na escola, e suas aventuras ainda continuam acontecendo.

            Eu e Rosalya sempre combinamos certo horário para conversarmos, pois ela também ingressou em uma universidade. Ela continua sendo uma pessoa que me sinto confortável para contar sobre tudo que acontece por aqui.

***

        Foi então que tudo começou a mudar e as coisas já não eram tão perfeitas como antes em um piscar de olhos.  

        Em uma clara e ensolarada tarde, eu me arrumava para me encontrar com Armin, pois nós iriamos comemorar nosso aniversário de namoro.

            Nunca me encontrei completamente confusa em uma situação como essa. Já se fazia uma hora que eu havia decidido me arrumar, mas ainda não tinha resolvido como eu iria. Eu estava imensamente feliz, mas completamente confusa ao mesmo tempo.

            Depois de um longo tempo me decidindo, lá estava eu andando apressadamente à procura do restaurante.

            Realmente era uma bela tarde. Os cantos dos pássaros soavam alegria e o vento trazia a calmaria. Mas enquanto eu andava, apertava constantemente a única alça da minha pequena bolsa amarela, por causa do nervosismo. Tudo o que estava acontecendo parecia irreal pra mim. Nunca pensei que ao me apaixonar um dia, me faria apaixonar ainda mais a cada dia.

            Ao adentrar-me no pequeno e charmoso restaurante, me deparo com Armin sorrindo alegremente para mim. Tentei me acalmar e tentei não tropeçar em meus próprios pés atrapalhados.

 

҉   Armin

            Tudo ocorria calmamente. Eu estava mais independente e me sentia mais compromissado. Acho que com a presença de Poliana pude realmente me enxergar completamente.

              A vida universitária às vezes é pesada. Professores passam trabalhos para nossa turma toda semana, e provas são de quinze a quinze dias. Mas mesmo assim tento manter a calma para continuar, afinal, nem sempre as coisas são como esperamos.

            Moro com um grupo de garotos do mesmo curso que estou, e nossas relações são normais. O único problema é que eles confiam muito em mim, e assim os fazem deixar os trabalhos da faculdade para eu resolver. De acordo com suas explicações, eles preferem deixar comigo visto que sou oriental. Tenho que admitir que não tenho toda essa “inteligência” que eles pensam.

            Hoje, eu e Poliana comemoraríamos nosso aniversário de namoro. A minha ansiedade de vê-la era enorme. Depois de minha aula, nós nos encontraríamos.

            A manhã estava fria, mas tinha a previsão de se tornar um dia ensolarado. As frechas do Sol já começavam a entrar pela janela daquela enorme sala preenchida de alunos contentes.

            A aula ocorria normalmente, até ser interrompida por uma aluna atrasada. Logo depois, o professor nos avisou que ela seria uma nova aluna da turma, e para minha surpresa ela tinha vindo da Coréia. 

            A garota vestia um casaco laranja grande e seu cabelo era loiro, e estava bagunçado por causa do vento frio de fora. Dirigiu-se em minha direção ainda sem levantar a cabeça que fitava o chão.

- Posso me sentar aqui? – Falou em um tom baixo a garota que mantinha um cachecol que tampava sua boca.

- Claro. – Falei enquanto tirava minha mochila de cima da carteira vazia.

            A garota sorriu ao tirar seu cachecol, e nesse mesmo instante sinto meu rosto congelar – talvez fosse o vento que entrava pelas janelas-, a garota era idêntica a May Maori.

            Ao olhar para seu cachecol já encima da carteira, observei que estava certo. Na etiqueta estava escrito “Pertence à May”. Como isso poderia estar acontecendo?

- May?! – Eu disse em um tom alto, o que fez não só a possível May como o professor e o resto da sala me olhar.

- Senhor Hyon, alguma pergunta? – Disse o homem em uma expressão séria.

- Não, desculpa! – respondi sorrindo envergonhado.

            Depois de alguns minutos, o professor se retirou da sala por pedido da coordenadora, e logo ouço a garota do meu lado.

- É bom revê-lo, Armin – disse a garota me olhando e sorrindo em seguida.

- Como isso pode acontecer?  - Perguntei por instinto. – Desculpa. Quando decidiu vir pra cá? – falei sorrindo.

- Consegui convencer meus pais que eu queria fazer minha faculdade em outro lugar. – ela falou sorrindo. – E por escolha minha, decidi vir para o Canadá. E então, parece que nos encontramos de novo – ela deixou escapar um riso.

- Isso é legal. – eu falei com um sorriso. – Bom, parece que teremos todas as aulas juntos este semestre – sorri.

- Sim. – Ela disse.

            “Como isso é possível?” pensei.

            Assim que a aula terminou, May voltou a falar comigo. E logo depois que ela foi embora, resolvi me apressar para não chegar atrasado ao encontro.

            As coisas parecem que viraram de cabeça para baixo, não que May seja o problema, mas é que estaremos próximos durante um bom tempo. O meu medo era contar para Poliana sobre isso. Tudo estava indo bem, mas agora sinto que se eu contar isso a ela, as coisas vão ficar diferentes ou até difíceis para nós.

             Enquanto eu a esperava no pequeno restaurante, encontrava um jeito de dizer isso a ela antes que saiba.

            Depois de alguns minutos a vejo, e um grande sorriso se abre em meus lábios ao vê-la. Poliana vestia uma saia de flores na altura dos joelhos, sua blusa era branca e simples. Seus cabelos voavam por causa do vento. E seu sorriso, o mais simples e alegre.

- Aqui! – Eu disse levantando uma de minhas mãos para que ela me visse.

            Ela deixou escapar um riso assim que me viu reagir alegre demais.

- Pude vê-lo sorrir de longe! – Ela disse sorrindo assim que se sentou.

- E eu pude vê-la por causa de sua bolsa amarela. – eu disse rindo.

- Está exagerada? – Ela disse desesperada.

- Você está mais radiante do que o Sol! – Falei sorrindo.

- Fiquei com medo de vir igual uma doida para um encontro. – Ela disse rindo. – Mas já que você disse que estou mais radiante do que o Sol, isto me deixa tranquila e feliz. – sorriu.

- Boba. – Eu disse rindo. – Mesmo se você parecesse uma doida, eu ainda ficaria do seu lado.

            Ela riu.

- Como foi o seu dia? – Ela disse alegre.

- Foi normal – falei sorrindo, mas ainda pensando se deveria contar o que aconteceu mais cedo. – Poliana – falei meio nervoso. – Você não vai acreditar quem está aqui no Canadá e na mesma universidade que nós estudamos.

- Quem? – Ela questionou. – É alguém que estudava com a gente?

- Não estudava, mas você a conhece. – falei.

- Sério? Eu não me lembro... – ela fez uma pausa. – May? – ela falou em um tom engraçado, mas sério.

- Sim – falei baixo ao ver sua reação. – Acho que eu não devia ter falado. – falei com um riso.

- Não! Está tudo bem. – Ela sorriu exageradamente. – Isso é muito legal! – concluiu ainda sorrindo calmamente.

- Tudo bem? – Falei confuso.

- Sim – disse ela. – Só espero que isso não seja uma perseguição! – ela falou brincando, o que me fez rir.

            O meu medo ainda era constante após a resposta de Poliana. Não sei qual o verdadeiro motivo da minha ex-namorada vir parar aqui por mera coincidência, mas mesmo assim farei de tudo para que não fique mal entre mim e Poliana. 

            Eu e Poliana conversamos sobre várias coisas que vinham em nossa mente. Era tão engraçado o jeito que ela fazia piadas consigo mesma. Ela é tão feliz.

- Isso é muito bom! – Poliana falava enquanto tomava seu segundo sorvete de casquinha. – Você quer? – ela perguntou igual a uma criança.

- É todo seu! – falei rindo pegando um guardanapo. – Sua bochecha está suja – falei ainda rindo de sua situação.

- Onde? – Ela passava a mão por todo o rosto.

- Pronto – falei rindo enquanto limpava sua bochecha com o guardanapo.

- Obrigada – ela sorriu sem mostrar os dentes. – Sabia que eu queria ser um sorvete? –Depois de um tempo ela falou enquanto encarava o sorvete em suas mãos.

- Por quê? – Perguntei.

- Porque independentemente do clima, alguém o compra. – Ela sorriu. – Crianças ficam felizes ao dar sua primeira lambida no delicioso e refrescante sorvete colorido. Então por isso eu queria ser um sorvete, porque mesmo as pessoas estando tristes eu poderia alegra-las! Nunca faltaria um sorriso no rosto de uma pessoa. – ela sorriu não só com os lábios, mas podia ver a alegria em seus olhos. 

- Bom, pra mim, você já é um sorvete! – eu falei sorrindo após sua conclusão.

- Eu te faço feliz? – ela sorriu erguendo suas sobrancelhas.

- A felicidade que você me traz chega ser maior que o universo – falei sorrindo a encarando. E logo ela começou a sorrir, um sorriso que nunca tinha visto durante o tempo que estive ao seu lado. – Poliana, você é minha felicidade.

- Se é seu propósito me ver desmanchar em lágrimas, está enganado. – Ela disse enquanto ria timidamente e passava suas pequenas mãos nos cantos dos olhos.

- Pelo menos serão lágrimas de alegria! – conclui sorrindo. – Vamos então, senhorita “Ice cream”? – falei em um tom teatral enquanto me levantava, estendendo minha mão em sua frente para que a segurasse como na época antiga.

- Vamos!  – Ela disse rindo e logo entrou na brincadeira.

            No final da tarde, o Sol já se escondia, mas ainda podia se ouvir os cantos dos pássaros. É diferente imaginar que eu e Poliana estávamos finalmente juntos.

- Chegamos – ela disse assim que paramos em frente à portaria do prédio.

- Hoje foi um dia incrível – eu disse sorrindo.

- Foi mesmo – ela riu levemente. – Bom, desejo-te uma boa noite! – ela falou sorrindo de lado.

- Mas ainda não é noite – falei rindo. – Ainda dá para se ver o pôr do Sol.

- Você tem razão – ela riu. – Então, desejo-te um bom final de tarde! – concluiu enquanto passava sua mão em seus cabelos.

- Ah, já ia me esquecendo – falei ao me lembrar de algo. – Estenda sua mão!

- Por quê? – Ela questionou enquanto eu retirava algo do bolso.

- Para que ficamos unidos para sempre e você se lembre de uma coisa muito importante – falei enquanto amarrava um pequeno lacinho vermelho em volta de seu anel. – Agora amarre esse em volta do meu anel. – Falei sorrindo a entregando o outro pedaço do laço.

- O que eu preciso lembrar? – ela indagou enquanto me olhava terminar de amarrar o laço.

- Que um dia você será minha noiva – falei sorrindo.

- Que romântico! – ela falou rindo enquanto apertava minha bochecha. – Mas esse não era o laço que era amarrado em volta das flores do restaurante? – ela falou rindo.

- É, mas eu pensei que ele serviria para uma coisa mais importante. – Falei sorrindo exageradamente. – Não gostou?

- Eu adorei! – ela ria enquanto mostrava sua mão.

            Logo nos despedimos, e assim segui andando com um enorme sorriso em meu rosto.

 

҉   Poliana

             Hoje realmente foi e era um dos dias mais felizes.

            Ao ir em direção à porta de entrada do prédio, me assusto ao ouvir um miado fino vindo abaixo de mim. Ao olhar para baixo me deparo com uma pequena criatura acima do peso. Era senhor Philips miando descontroladamente na porta de entrada, talvez tenha descido para sua caminhada, mas assim que resolveu voltar para seu aposento, por causa de sua grande quantidade de “massa”, não conseguiu entrar pela sua antiga portinha.

- Venha! Ajudarei você a entrar – falei com dificuldade ao pegar o gato acima do peso nos braços. – Pronto, agora só subir – o soltei no chão assim que passamos a porta de entrada.

            O gato subia devagar, suas patinhas aparentavam ser pequenas por causa de seus pelos de cor caramelo. Subi, mas ainda o observava.

- Acho que preciso regular a quantidade de biscoitos suculentos de gato que coloco de manhã para você! – falei assim que resolvi o pegar pela segunda vez. Vê-lo subir naquele ritmo, e de pensar que ainda faltavam mais dez degraus para subir, resolvi ajuda-lo.

            Enquanto subia os degraus, não pude parar de pensar na notícia que Armin me contara mais cedo.

            “Então, May está no Canadá.” Eu pensava enquanto abria a porta do apartamento.

- Ela não é uma má pessoa. Só espero que mesmo com sua proximidade, não me separe das pessoas mais importantes. – Falei levando Senhor Philips ao chão, e em seguida me dirijo ao quarto.

            “Chegou bem? Como são sete horas da noite, espero que tenha uma ótima noite!” Armin encaminhara uma nova mensagem.

         “Cheguei! Que você tenha uma ótima noite também!” Respondi rindo enquanto encarava a tela do pequeno telefone que já marcava mesmo sete horas da noite.  


Notas Finais


Obrigada por ler até aqui :D
https://spiritfanfics.com/historia/alcancando-voce-5554055 - Alcançando você


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