História Alcateia - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Vhope, Yoonseok
Visualizações 139
Palavras 2.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hoeeee
Desculpa por estar demorando postar, ta tudo uma loucura por aqui... Meus sinceros pedidos de desculpas
O capítulo esta mais grande em compensação ao outro que foi muito pequeno okay??

Espero que vocês gostem :3 Foi escrito com muito carinho

Boa leitura e ate as notas finais :3

Capítulo 12 - Onde você está?


Fanfic / Fanfiction Alcateia - Capítulo 12 - Onde você está?

Jungkook narrando

 

- Onde está Jimin? – escuto Jun Ho perguntar assim que voltamos a clareira, já em forma humana.

Olho para ele não conseguindo, no entanto falar. Sinto as lágrimas presas quererem sair e fungo alto saindo de perto dele e ir em direção ao meu pai.

Vejo quando Namjoon e Jin explicam ao mais velho o que esta acontecendo e escuto-o entrar em desespero pelo filho. Chegando perto de meu pai, que me olha durante todo o trajeto, eu respiro fundo.

- O Tuan o levou, não chegamos a tempo de salva-lo.

Sinto as teimosas lágrimas descendo pelo meu rosto e as limpo rapidamente. Minha mãe vem em minha direção e me abraça apertado e devolvo o carinho, me mantendo firme para que as lágrimas não caiam.

- Vamos encontra-lo Jungkook – minha mãe diz passando as mãos em meus cabelos – Somos uma grande família aqui e todos vamos procurar por ele.

- Atenção todos – meu pai grita para que todos voltem ao silencio que a pouco não tinha, já que voltamos sem o ômega – Quero todos procurando por Park Jimin. Todos sabem sua forma lupina, e não vamos para até encontra-lo.

Me solto dos braços de minha mãe e noto seus olhos marejados. Olho toda a multidão a nossa volta e vejo todos assentirem as palavras de meu pai. Olho para o senhor Park, curvando minha cabeça mostrando respeito e vejo-o fazer o mesmo.

- Pai – chamo-o quando vejo que alguns lobos já se transformaram e seguem cada qual em um grupo para procurar Jimin.

- Fale Jungkook.

- Vou procurar com os outros meninos, fique com o senhor Park.

Assentindo meu pai segue na direção do alfa, depois de alguns minutos conversando eles se transformam e também seguem em uma direção. Avisto os garotos me esperando mais a frente, andando na direção deles, me transformo a assim que chego  a frente a eles, eles fazem o mesmo.

E mais uma vez seguimos procurando por Jimin.

 

Jimin narrando.

 

Estou preso, não posso sair, não consigo gritar por mais que eu tente ninguém me escuta e Mark já veio aqui algumas vezes me mandando calar a boca e até mesmo me batendo.

Recebo comida de manhã e outra apenas a noite, o que me faz cada ficar fraco cada vez mais e quase não consigo mais me transformar na minha forma lupina. Pelo que eu venho contando, estou aqui a mais de uma semana e cada vez mais sinto minha esperança de ser encontrado esvaindo-se. Nos primeiros dias tentei me comunicar com Jungkook através dos sonhos, mas ele nunca “respondeu”.

Levando da cama num susto quando escuto a porta, antes trancada, sendo aberta. O que me faz estranhar, já que a essa hora do dia Mark está fora.

- Olá – um rapaz diz, ele tem os cabelos pintados em um loiro e raspados do lado de um jeito que o faz ficar bonito. Pelo seu sotaque ele não parece ser daqui e logo o identifico como um chinês.

- Oi – digo fraco, quase não escutando minha própria voz, mas ele parece escutar mesmo assim.

Por causa da fraqueza não consigo mais distinguir os cheiros e minha audição também está sendo afetada.

Ele estende as mãos e recuo até encostar-me a parede ao meu lado. Vejo-o soltar um riso desconcertado e passa as mãos pelo cabelo, bagunçando-o – Claro que você vão vai me cumprimentar, estando preso aqui nem eu faria isso – disse dando uma volta pelo local e depois voltando sua atenção para mim.

- O que você quer? – pergunto forçando minha garganta pelo falto de uso da mesma, o que me faz tossir algumas vezes.

- Tudo bem? – pergunta se aproximando de mim e me encolho no lugar o fazendo parar – Certo olha eu não quero nem vou te machucar, confie em mim.

- Por que eu deveria confiar em você? Você o ajudou a me trazer aqui, não foi? – digo olhando bem nos olhos do rapaz que desvia o olhar.

- Sim eu ajudei, mas não foi de boa vontade.

- Ninguém faz nada que não quer fazer.

- Tem razão – diz apontando para mim e rindo – Eu meio que fui obrigado a fazer isso.

- Por quê? – pergunto confuso.

- É a única forma de me manter perto dele.

O olho confuso, não entendendo aonde quer chegar com isso, ele faz um sinal de “espere” com a mão, sai do quarto e alguns minutos depois volta com um prato em mãos cheio de comida o que fez minha barriga roncar imediatamente, e na outra mão um copo grande de suco, colocando a minha frente. Olho da comida para o loiro a minha frente algumas vezes.

- Não se preocupe, não tem veneno aí. Se tivesse provavelmente Mark me comeria vivo depois.

Olho mais algumas vezes para ele, e depois me sento em frente à comida, comendo tão rápido que às vezes me engasgo e faço o mais alto rir pelo meu desespero.

- Ele não vai brigar com você por estar me dando essa comida? – pergunto tomando um pouco do suco que alivia minha garganta.

- Não se não souber.

Diz sorrindo e acabo fazendo o mesmo involuntariamente. Depois de alguns minutos o prato já está limpo e não resta nem mais uma gota de suco no copo. O loiro que até agora não sei o nome pega as vasilhas e leva para fora do quarto, logo voltando novamente e dessa vez se sentando ao meu lado na cama dura.

- Porque meio obrigado a fazer isso? – pergunto voltando na conversa de poucos minutos.

- Entenda uma coisa, Jimin. Eu sou um alfa, que veio corrido da china por que os pais queriam me casar com um ômega apenas para ajudar na empresa da família. Conheci Mark depois de algumas semanas aqui e ele me ajudou a me estabelecer, me deu um lugar para morar e me ajudou a arrumar um emprego.

- Por isso se sente obrigado? – perguntei depois de um tempo em que ele ficou em silêncio. O vi negar com a cabeça e fiquei confuso – O que então?

- Sou um alfa que gosta de outro alfa, Jimin.

Arregalei os olhos diante sua afirmação fazendo-o rir de minha expressão incrédula.

- Você gosta dele? – perguntei baixo.

- Sim, eu gosto dele e por isso estou tentando te ajudar.

- Me ajudar? – perguntei confuso – Como?

- Não posso te tirar daqui, mas posso tentar ajuda-lo a se manter forte, posso te levar lá para fora quando ele não estiver aqui, essas coisas. Mas não conte a ele! – disse em um tom brincalhão me fazendo rir.

- Afinal – falei depois que a crise de risos cessou – qual seu nome?

- Jackson.

 

 

Jungkook narrando.

 

- Eu não sei mais o que fazer pai – falei enquanto olhava para o teto de meu quarto.

Passaram-se uma semana e três dias do desaparecimento de Jimin. Não conseguimos encontrá-lo pela redondeza e pedimos ajuda a alcateias vizinhas que até tentaram uma busca, mas todos voltaram com a mesma resposta.

 - Vamos encontra-lo Jungkook, mantenha-se firme.

- MAS EU NÃO CONSIGO – grito saltando da cama e assustando meus pais – JÁ PROCURAMOS EM TODOS OS LUGARES, PEDIMOS AJUDA A ALCATEIAS VIZINHAS E NINGUÉM SABE DELE, NINGUÉM VIU OU SENTIU SEU CHERO. EU ESTOU FICANDO MALUCO AQUI – respiro fundo algumas vezes voltando a me sentar na cama e meus pais fazem o mesmo - Eu só quero meu ômega aqui.

Sinto as lágrimas voltarem aos meus olhos depois de alguns dias sem as senti-las. Procuramos incansavelmente pelo ômega. Não comi quase nada nos últimos dias o que vem preocupando minha mãe que hora ou outra entra em meu quarto me pedindo para comer alguma coisa e volta decepcionada quando digo que não estou com fome.

Os meninos e toda a alcateia ainda estão procurando por Jimin, mas me obrigaram a voltar para casa e ficar nela, já que a cada nova noticia ruim que aparecia eu dava um mini ataque e quase machucava alguém.

- Sei que está preocupado filho – minha mãe diz passando as mãos por minhas costas – Mas não adiantará de nada você ficar se descabelando por aí e até atrapalhando nas buscas.

- Sua mãe tem razão. Vamos encontra-lo, nem que tenhamos que cruzar o mundo atrás desse ômega filho.

Concordo com um acenar de cabeça e logo depois meus pais deixam o quarto, beijando o topo da minha cabeça no processo. Assim que me vejo sozinho no quarto desabo na cama e coloco o travesseiro no meu rosto, abafando o grito que dou e logo as lágrimas voltam ainda mais fortes.

Onde você está Jimin?

 

Jimin narrando

Alguns dias depois daquela minha conversa com Jackson, acabamos nos tornando “amigos”, ele me dava mais comida e suco quando Mark saia, mas ainda não tínhamos saído do quarto.

Ele me disse que sempre que Mark saia ele tinha que ficar aqui, me vigiando. Quase fomos pegos algumas vezes quando Mark voltava de repente falando que se esqueceu de alguma coisa e Jackson sempre inventa alguma desculpa. Hora falava que eu estava gritando de novo, outras que eu começava a falar mal o loiro que se fingia de irritado.

Obviamente eu dei essas ideias ao loiro depois da primeira vez que quase fomos pegos, mas depois tomamos mais cuidado, e quando ele se certificava que Mark já tinha ido embora ele ia me ver.

- Bom dia princesa, pronto para mais um novo dia? – pergunta entrando de repente me assustando – Tadinho assustei o gatinho.

- Já disse que você é muito estranho para um alfa? – pergunto me levantando e já comendo a comida que ele coloca na mesa.

- E eu já te disse que eu sou um ômega no corpo de um alfa? Gosto da mesma fruta que você amigo – diz se jogando na minha cama e acabo me engasgando com a comida por causa da risada que solto – Isso morre engasgado. Assim não tenho que ficar cuidando de você e me jogo pra cima do meu alfa gostoso.

- Você é maluco Jackson – ele acena positivamente com a cabeça e volto a degustar da minha deliciosa comida.

Depois de alguns minutos, Jackson retira as vasilhas e deixa a porta do quarto aberto, coisa que ele nunca fazia quando saia para leva-los. Olho desconfiado quando ele não volta rápido e andando devagar, acabo saindo do quarto.

Fora do quarto a decoração é completamente diferente. As coisas são mais modernas, em alguns cantos da parede tem alguns quadros espalhados e algumas portas que acho serem outros quartos, atravessando o corredor dou de cara com a sala mobiliada modernamente e um Jackson jogado no sofá enquanto assisti a algum seriado na TV.

- Que bom que saiu do quarto – fala sem olhar para trás.

- Você meio que deixou a porta aberta então eu vim.

Vejo assentir algumas vezes e me sento na poltrona ao lado do sofá a qual o loiro ocupa todo o espaço.

- Quer dar uma volta lá fora? – pergunta olhando para mim que o encaro confuso.

- Está falando sério? – pergunto e vejo-o assentir algumas vezes logo se levantando e seguindo na direção de uma porta, abrindo-a e indo lá pra fora.

Faço o mesmo caminho que ele e saindo da cabana, dou de cara com algumas árvores altas que parecem de difícil acesso. Do lado esquerdo a um caminho estranho por entre as árvores e fico tentando entender em que lugar estamos.

- Que lugar é esse? – pergunto como quem não quer nada.

Jackson olha para mim desconfiado e olho na outra direção, escutando baixinho um riacho ao longe, graças a minha força que esta voltando já que Jackson me alimenta direito.

- Sonjung* – responde ao final.

Penso um pouco e lembro quando, mas novo quando ainda era amigo de Mark, os pais dele me trouxeram a esse lugar no aniversário do mesmo. Foi um dia divertido e cheio de risadas para todos os lados daquele lugar. Sinto as lágrimas de saudade me invadindo, mas respiro fundo e as mando de volta de onde vieram.

Jackson me encara confuso, mas depois de acenar negativamente ele da de ombros e volta a olhar ao redor.

Depois de um tempo do lado de fora, Jackson recebe uma ligação e olha para mim, apontando com a cabeça a cabana e entendo que preciso voltar para dentro. Volto e fecho a porta do quarto e do lado de fora escuto Jackson trancando-a.

Deito-me na cama completamente entediado e minutos depois deixo o sono me levar.

 

- Jimin – escuto alguém me chamando e abro meus olhos.

Estou deitado na grama. Levanto-me e vejo que estou no campo aberto onde me transformei pela primeira vez.

- Jimin.

Escuto mais uma vez me chamarem e olhando ao redor vejo alguém ao longe me olhando. Ando para mais perto da tal pessoa e quando esta fica visível aos meus olhos corro em sua direção.

- Jungkook – minha voz sai em um sussurro enquanto o abraço apertado sendo retribuído pelo mesmo.

- Jimin, é você mesmo? – pergunta e eu assinto diversas vezes não conseguindo falar – eu estou tão preocupado com você.

- Me desculpa – peço sentindo as lágrimas chegarem aos meus olhos – Me desculpa por fugir aquele dia sem deixar que se explicasse. Eu fiquei com tanto ódio por você não ter confiado em mim e me contado quem realmente era que nem pensei direito.

- Está tudo bem – fala cheirando meu pescoço o que me causa um pequeno arrepio – Você tinha razão de ficar tão irritado comigo. Nunca deveria ter escondido aquilo tudo de você. Mas quando eu percebi que erámos almas gêmeas eu fiquei preocupado já que tudo para você estava andando tão rápido. Fiquei com medo de você fugir, mas ironicamente isso aconteceu por eu não te contar. O único que deve pedir desculpas aqui sou eu Jimin.

Separo-me de seu abraço e olho em seus olhos que estão cheios de água. Sorrio olhando para ele que faz o mesmo e volto a abraça-lo.

 

 

- Como está todo mundo?

Estávamos sentados na grama, Jungkook se apoiava em suas mãos para manter o equilíbrio e eu estava sentando como índio.

- Preocupados com você. Toda a alcateia está te procurando.

- E você?

- Fui designando a permanecer no meu quarto – diz de forma séria e logo depois solta um riso nasal.

- Por quê? – pergunto confuso.

- Estava atrapalhando – diz e senta como índio também, o olho confuso novamente e ele explica – A cada nova noticia de que não tinham achado você eu dava um ataque e quase machucava alguém. Meu pai pediu que eu ficasse em casa então.

Solto um murmúrio mostrando que entendi. Sinto Jungkook pegar minha mão e juntar com a dele, entrelaçando nossos dedos e sorrio.

- Seus dedos são pequenos e gordos – ele diz sorrindo.

- E os seus são longos e finos – falo e ele solta uma gargalhada.

- Onde você está Jimin? Para que eu possa te encontrar? – diz olhando em meus olhos e respiro fundo com a intensidade que eles me transmitem.

- Sonjung, é um lugar a qual eu fui quando pequeno com os pais do Mark e ele. Se você disser ao meu pai ele sabe onde fica. Estou em uma cabana no meio da mata.

- Então eu vou procurar por você, vou te encontrar e te tirar daí.

- Não machuque o Jackson – digo de repente o fazendo me olhar confuso – O outro alfa que estava com Mark, não o machuque.

- Por que eu não deveria machuca-lo? – pergunta irritado.

- Ele está me ajudando do jeito que pode sem ele eu já estaria sem forças até para me trazer a esse sonho e conversar com você.

Vejo-o respirar fundo e concordar com a cabeça.

- Vou arrumar um jeito para que o pessoal não o ataque.

- Vou esperar por você Jungkook – digo me aproximando mais do alfa.

- Já disse que vou te encontrar Jimin, espere apenas mais um pouco sim? – pergunta e assinto com a cabeça.

Grudo nossas testas e antes que eu possa fazer mais alguma coisa, o sonho acaba e volto ao quarto, agora sorrindo. 


Notas Finais


Sonjung* : Inventei okay??

Jackson apareceu na bagaça, se preparem com essa bicha linda :3

Esse Jikook no final? Até eu fiquei impressionada comigo, deu até orgulho :3

Espero que tenham gostado e qualquer erro me falem okay? Até a próxima

Bjus de parpurina :3


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