História Além da escuridão - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Rin, Sesshoumaru
Exibições 446
Palavras 1.568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom dia amores. Mais uma parceria pra vocês.
Essa fic será bem emocionante <3 Se preparem.

Boa leitura a todos! :)

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Além da escuridão - Capítulo 1 - Capítulo Um

Sesshoumaru on

- Vai aonde, Sesshy? - Meu irmão de 12 anos perguntou, ao me ver descer as escadas

Era noite, e ele estava assistindo séries na sala.

- Não é da sua conta, pirralho. E já ta na hora de você estar na sua cama.

- Você sabe que é nesse horário que assisto minhas séries. Senta aqui. Vamos assistir juntos?! Faço pipoca pra gente.

- Não. Tchau!

O vejo fazer uma cara triste.

InuYasha é meu meio irmão. Minha mãe já morreu, 15 anos atrás. Meu pai entrou em depressão e quase perdeu o rumo da vida, mas então ele conheceu Izayoi.

A mulher cuidou com dedicação do meu pai e de mim, me dando amor de mãe, que perdi ainda novo.

E então, alguns anos depois, veio o InuYasha.

Fiquei feliz, pois teria um irmão, porém eu fui crescendo e não quis mais saber dele. Deixava-o de lado e comecei a sair com meus amigos.

Às vezes ele se sentia carente e vinha falar comigo, para fazermos algo, mas eu sempre inventava alguma desculpa.

Sai de casa e segui para o meu carro. Iria me encontrar com Naraku, Miroku e Kouga em um bar.

Passo o dia todo no trabalho, no escritório do meu pai, então tenho que me divertir nas noites; bebendo e pegando mulher.

Meu pai é advogado e ele quis que eu seguisse seus passos. Hoje sou como ele, um advogado renomado.

Minutos depois, no bar, cumprimento meus amigos.

- Hoje vou pegar a Kikyou. - Naraku sorriu malicioso

Estávamos sentados de frente para o barman.

- Cara, como você é cruel. A garota deve ser virgem e você só quer brincar com ela. - Indaguei

- Até parece que você é o defensor das moças virgens. - Miroku disse, nos fazendo gargalhar

- Bom, sou advogado. Se ela me contratar pra colocar o Naraku na cadeia e me pagar uma boa quantia, eu aceito.

- Que amigo. - Revirou os olhos - Também te amo, Sesshoumaru.

- Sai pra lá, seu viado. Gosto de mulher.

- Ha-Ha-Ha. Engraçadinho. - Disse irônico

- Ai, monas! Quanto está o programa?

- Sai fora, Miroku. - Dei um tabefe nele

- Filho da puta!!!! Vai morrer por ter dado em cima da minha mulher. - Ouvimos um cara gritar

- Foi essa vadia que deu em cima de mim. - O outro disse

Vimos os homens irem pra cima um do outro, e então vários homens tentaram apartar a briga, porém aquilo só desencadeou mais porrada e todos começaram a brigar.

- Acho melhor irmos embora. - Me levantei

- Pow! Pow! - Ouvimos sons de tiros e todos começaram a gritar e a correr alvoroçados

E então... Não vi mais nada, pois eu havia levado um tiro. 

Rin on

Eu estava muito nervosa. Aquele seria meu primeiro beijo e o frio na minha barriga não me deixava relaxar.

Kohaku estava segurando minha mão, enquanto me levava até os fundos da escola.

Kohaku: Relaxa, Rin! Olha, se você não quiser, podemos tentar outro dia.

- Não, eu quero tentar.

Ele sorriu pra mim e então me colocou contra a parede. Aos poucos aproximou seu rosto do meu e fechei os olhos, quando senti seus lábios roçando nos meus.

De início o beijo era apenas uma pressão entre nossos lábios, mas Kohaku começou a me conduzir e logo o beijo foi ficando mais intenso.

Faz três anos que gosto do Kohaku e só agora, com a ajuda das minhas amigas, que consegui chegar nele e falar o que sinto. Nós éramos amigos, mas eu pensei que nossa amizade ia acabar, caso ele não sentisse o mesmo.

Agora estamos aqui, nos beijando logo depois do pedido de namoro, o qual minha resposta foi sim.

Aos quinze anos, posso dizer que sou a garota mais feliz desse mundo.

5 anos depois

Estou com meus vinte anos e vou começar a estagiar como enfermeira, no hospital que pertence aos meus pais.

Minha mãe, Sara, é pediatra; enquanto o meu pai, Bankotsu, é neurocirurgião.

Quero seguir os passos deles, por isso decidi trabalhar aqui.

Já fiz curso de enfermagem, claro, mas preciso me especializar e pretendo fazer isso cada vez mais.

Ainda estou namorando com o Kohaku, porém, depois de cinco anos, as coisas entre nós tem esfriado. Ele reclama porque ainda não fizemos sexo, mas o que eu posso fazer se não me sinto pronta pra isso? Ele que espere, se quiser. Se não quiser, beleza. A gente termina e cada um vai pra um lado.

Estou chegando ao hospital, fui até o vestiário e troquei minhas roupas normais pelas roupas brancas.

Assim que me arrumei, segui até a sala do meu pai, para saber o que tenho que fazer.                        

Sesshoumaru on

Durante cinco anos, a escuridão me cobria. Parecia uma manta obscura que não me deixava voltar.

Será que estou sonhando?

Morfeu, o deus do sono, me pegou e não queria mais me deixar acordar.

Ouvia vozes, entre elas, choros da Izayoi, súplicas do meu pai e InuYasha chorava feito bebê no meu ombro, pedindo que eu voltasse.

Voltar por quê? Por que não consigo acordar?

Esse pesadelo não me deixa. Eu tentava me mexer, mas simplesmente não conseguia.

Tentava, constantes vezes, abrir os olhos, porém sem sucesso.

- Olha, a eutanásia é proibida no mundo inteiro, e o paciente ainda respira. - Ouço um homem falar

- Mas, doutor... - Izayoi começa a chorar - Já se passaram cinco anos e o Sesshoumaru não acordou.

- Eu sei. Mas, ele ainda está vivo. Ele teve sorte de não morrer com essa bala na cabeça. Acho que vocês deveriam esperar mais um pouco. Talvez ele acorde...

- Não vamos desligar os aparelhos! Não quero perder o meu filho. - Ouço a voz do meu pai

Me lembrei agora. Levei um tiro e ainda estou aqui, em coma.

Não suporto mais viver nessa escuridão. Por que não dei atenção ao InuYasha, naquele dia, e não fiquei com ele naquele maldito sofá?

- O InuYasha não suportaria perder o irmão. - Izayoi disse

- Ainda digo que, se ele acordar, terá as sequelas da bala. Possa ser que ele acorde desmemoriado, e talvez sinta dores que ele não aguente. Bom, eu tenho que olhar os outros pacientes.

- Obrigado, Bankotsu. Iremos ficar mais um pouco aqui.

- Não precisa agradecer, senhor Taisho.

Rin on

Já fazia algumas poucas horas que estou trabalhando aqui no hospital. Está tudo tranquilo por enquanto.

Depois de fazer a esterilização de alguns equipamentos cirúrgicos, eu fui até a recepção, saber o que precisava ser feito. Me pediram pra chamar o meu pai, pois ele precisava assinar alguns papéis.

Me falaram o número e o andar do quarto em que ele estava e fui até lá.

Ao parar em frente à porta, eu já me preparava pra bater, quando ela foi aberta e o meu pai apareceu na minha frente.

Bankotsu: Rin? O que faz aqui?

- Vim lhe chamar. Precisam que vá até a recepção, para assinar alguns papéis.

Ouvi um soluço, vindo de dentro do quarto, e olhei.

Vi um homem, uma mulher e um rapaz chorando perto da cama de um homem que aparentava estar dormindo. Não conheci vê-lo muito bem, mas pelo número de máquinas que estão ligadas ao corpo dele, posso afirmar que ele não está só dormindo.

Bankotsu: Venha comigo. - Ele fechou a porta e começamos a andar pelos corredores, em direção a receptação.

- Pai, quem são aquelas pessoas?

Bankotsu: São a família Taisho. O filho mais velho deles está em coma há cinco anos, pois levou um tiro na cabeça. - Suspirou - Eles tentam não demonstrar, mas já perderam as esperanças de que ele acorde.

- Isso é triste. Eu sei que a essa altura parece improvável, mas ele pode acordar.

Bankotsu: Sim, ele pode, mas admito que até eu já perdi minhas esperanças.

- O senhor é médico, papai. Não deveria falar essas coisas.

Bankotsu: Rin, entenda, a bala está em uma área muito arriscada. Qualquer tentativa de tirá-la pode ocasionar a morte do paciente.

- Eu acredito que ele tenha a capacidade de acordar. - Meu pai arqueou a sobrancelha

Bankotsu: Tudo bem. Já que é assim, então você ficará responsável por cuidar dele.

- Sério? - Perguntei um pouco surpresa

Bankotsu: Muito sério. Começando a partir de hoje. Mais tarde vá até lá e cheque todos os aparelhos e medicamentos.

- Sim senhor, como desejar.

Sesshoumaru on

- Mano... - InuYasha soluçou e segurou em uma das minhas mãos

Tentei mexê-la, mas era em vão.

- Você tem que voltar. Sinto muito a sua falta. E mesmo que você não me dê ouvidos, saiba que eu te amo muito.

InuYasha, eu queria lhe dizer que também te amo, meu irmão. Mas eu não consigo falar, te ver ou ao menos me mexer. Te peço perdão pelos dias que te evitei.

- Vamos, filho. Está na hora irmos. O horário de visita já está no fim.

- Não, pai. Me deixa ficar com ele.

- Filho, você sabe que não podemos.

- Tudo bem. Tchau, mano. Amanhã venho de novo.

- Tchau, Sesshoumaru. - Sinto os lábios da Izayoi em minha testa

- Tchau, filho. Até amanhã. - Ouço meu pai dizer

Eles saíram e eu voltei a ficar naquele horrível silêncio.

Já não basta a escuridão, tenho que ficar nesse silêncio insuportável? 


Notas Finais


E ai? O que acharam da fic? Devemos continuar?
Obrigada pela presença de todos e até o próximo. *Sem previsão*

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