História Além da Esperança - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Heechul, Kangin, Kim Heechul, Kim Jongwoon, Kim Kibum, Kim Ryeowook, Kim Youngwoon, Lee Donghae, Lee Sungmin, Park Jungsu, Personagens Originais, Shin Donghee, Shindong, Yesung
Tags Ficção Cientifica, Super Junior, Super Poderes, Yewook
Exibições 25
Palavras 2.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Super Power, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei e com mais um capítulo. \o/

A postagem vai ocorrer em um período de dez a quinze dias (prometo tentar cumprir).

Espero que gostem.

Boa Leitura.

Capítulo 2 - I - Após a Queda.


Yoon Bora perdeu a noção de tempo quando desmaiou no beco. Tudo começou de maneira rápida e imperceptível, estava frio e escuro. Seus pés, assim como seu corpo, pareciam tocar nada. Estava flutuando no espaço, olhando um vazio negro. De vez em quando ruídos eram ouvidos, semelhantes a falatórios, mas que logo se dissipavam como o eco em um túnel extenso.

Não sabia há quanto tempo estava naquele estado. Sua consciência não conseguia processar o ambiente ao seu redor. Por fim, após uma espera interminável, as coisas começaram a mudar.

A temperatura começou a subir fazendo com que sua testa e nuca começassem a suar. Logo em seguida um vento gélido soprou, arrancando calafrios de suas costas. Junto à ventania veio uma neblina branca. Ela rodopiava em meio àquele vácuo, para cima e para baixo. Após alguns segundos, a neblina parou de se mover e lentamente começou a se mover em sua direção, aumentando a velocidade de forma alarmante. Onde momentos antes a garota via uma fraca nuvem, agora surgia uma expansão contínua de branco.

E então aquilo a consumiu; ela sentiu enquanto a mente e o corpo eram tomados pela neblina, sentiu as lembranças inundarem os seus pensamentos.

A última coisa que Bora lembrava antes de perder a consciência foi o chão frio e úmido do beco. Após isso, seus sentidos misturaram-se e a noção de tempo e espaço não existia mais. Não sabia se havia se passado horas, dias, meses ou até mesmo anos. Sua mente parecia fervilhar com milhões de informações ao mesmo tempo até, enfim, entrar em foco. Havia sido atacada e quase morta por um homem. Não por um homem qualquer, mas por agente do governo.

Bora despertou aos poucos. Percebeu que estava em um quarto branco, a luz artificial incomodava enquanto seus olhos acostumavam-se lentamente com a claridade. Sentiu algo em seu rosto. Não era dolorido, mas provocava uma sensação que ela não conhecia. Tentou mexer o braço e, para sua surpresa, conseguiu. Tocou o que estava em seu rosto. Era maleável e frio. Plástico. Ela tateou até encontrar um tubo que seguia para além da extensão de seu membro.

– É uma máscara respiratória. – disse uma voz masculina. – Sua garganta ficou comprometida e eles a colocaram para auxiliar a inalação de oxigênio.

Ela tentou falar, mas sua garganta ardeu e a voz terminou em uma tosse. Engoliu em seco e respirou fundo antes de tentar novamente.

– Onde estou? – murmurou. Sua voz soou semelhante a um sussurro.

– Na área hospitalar do abrigo. – ela ouviu passos e um homem surgiu em seu campo de visão. – Como se sente?

Ele usava um jaleco branco por cima de uma camisa social escura. Seus olhos azuis demonstravam preocupação e uma sensação de confiança.

– Meu pescoço dói assim como minha cabeça.

– Pode mexer os braços e as pernas? – ela afirmou com um movimento de cada membro. – Ótimo. Você sofreu uma tentativa de estrangulamento, seu agressor a derrubou e logo em seguida atingiu sua face com um soco. Por consequência você bateu a cabeça e a região da nuca no chão. Pelo que vejo sua medula espinhal não foi afetada.

Ele ligou uma pequena lanterna e um facho de luz atingiu os olhos da garota. Ela franziu o cenho enquanto suas pálpebras eram puxadas para cima.

– Fique aqui enquanto vou buscar seus exames. – o médico continuou. – Se tudo estiver bem, você pode receber alta, mas eu recomendo que permaneça aqui por algumas horas. Tente não falar.

Bora permaneceu deitada enquanto o som da fechadura anunciava que ela estava sozinha. Com uma das mãos, a garota retirou a máscara sentindo um alívio por ter seu rosto livre e então sentou. Seu corpo demorou a responder ao comando. Não demorou muito para a porta ser aberta novamente, anunciando a entrada de sua mãe.

– Filha... – a mulher atravessou o quarto a passos rápidos e a envolveu em um abraço apertado. – Ainda bem que você acordou. Está se sentindo melhor?

Bora concordou com um aceno de cabeça. Ver sua mãe depois de tudo o que aconteceu fez com que um alívio percorresse seu corpo.

– Fico feliz que esteja bem. – ela sussurrou, sua garganta ainda ardia.

– Shh... – Soon-ok chiou com o dedo indicador na frente dos lábios. – Não fale.

As dobradiças rangeram quando o médico entrou, ele trazia uma prancheta onde vários papéis encontravam-se presos. Ele atravessou o quarto enquanto lia atentamente o que estava escrito.

– Pelo que vejo está tudo certo. – ele falou. – Não houve sequelas graves em seu organismo. – ele depositou a prancheta em uma mesinha no canto e ergueu o olhar. – Sua voz irá voltar gradativamente. Evite forçá-la.

Bora apenas assentiu.

– Vou buscar as papeladas da sua alta. – continuou. – Podem ficar nesse quarto o tempo que quiserem.

O médico saiu fechando a porta atrás de si. Sozinhas novamente, Soon-ok foi a primeira a quebrar o silêncio.

– Sei que você tem muitas perguntas a fazer. – falou calmamente. – Vou contar o que sei e talvez alguns de seus amigos possa complementar. Tudo bem?

Amigos. A palavra soou estranha aos ouvidos de Bora. Ela deve estar falando daquelas pessoas que conheci no incêndio. Desde que se mudara para a Zona Industrial, ela nunca conseguiu ter um amigo. Erguendo o olhar, a garota encarou sua mãe e assentiu.

– Ontem, a Zona Industrial foi atacada pelo exército de Heechul. – Soon-ok começou a falar. – Os cidadãos foram evacuados para o abrigo enquanto o caos reinava nas ruas. Estaríamos no hospital até agora se não fosse por Ryeowook, foi ele que veio atrás de você. – seus dedos remexiam inquietos no lençol. – Várias pessoas morreram, é claro, e outras presas e levadas para a Zona Comercial, mas nós conseguimos ter uma vantagem. O homem que fez isso com você foi preso.

Bora arregalou os olhos ao ouvir aquilo.

– Quem falou isso? – sua voz continuava fraca.

– Shindong. – Soon-ok informou. – Ele foi o responsável pela captura.

– Alguém mais sabe disso?

– Só as pessoas que estavam na reunião com Taeyeon. – falou vendo a garota encará-la confusa. – Kyuhyun e mais dois militares.

– Ótimo. – Bora encarou o chão enquanto ponderava sobre o assunto. – Quanto menos gente souber disso, melhor.

 

A sala de reuniões improvisada estava vazia quando Kyuhyun chegou. Ele olhou ao redor, procurando alguma mensagem ou algo do tipo, indicando o que acontecera. Mas tudo o que conseguiu encontrar foram paredes brancas e uma mesa vazia. Ao sair da sala, ele ouviu um pequeno burburinho vindo do fim do corredor. Aproximando-se cautelosamente, o cientista parou em frente a uma sala com a porta fechada, os sons da conversa haviam se encerrado – deixando tudo no mais completo silêncio. Antes de abri-la, o som de passos tomou conta de seus ouvidos e, ao virar-se, ele viu Shindong se aproximando.

– Decidimos encerrar já que as decisões principais já foram tomadas. – ele explicou.

– Tudo bem. – Kyuhyun falou voltando-se para a porta.

– Quer saber o que há dentro da sala? – Shindong indagou, com uma das sobrancelhas erguida.

Kyuhyun engoliu em seco, sentindo-se envergonhado.

– Não acho que devo. – respondeu em um murmúrio.

– Não tem problema, você se mostrou ser mais confiável do que pensávamos. – Shindong falou enquanto girava a maçaneta.

A sala era pequena e fria, alguns computadores descansavam desligados sobre as mesas. Kyuhyun franziu o cenho ao perceber que não havia ninguém lá dentro, impossibilitando qualquer possibilidade de um falatório. Então de onde vinha aquele burburinho?

– Uso essa sala para monitorar os interrogatórios. – Shindong falou apertando o interruptor na parede, rapidamente a sala se iluminou com a potência da lâmpada branca.

– E quantos foram feitos até agora? – Kyuhyun indagou adentrando ainda mais na saleta.

– Perdi a conta. – respondeu. – Tentamos de tudo para arrancar qualquer informação que possa nos ajudar, mas Sungmin se recusa a falar.

– Por quê?

– Não sabemos. – Shindong sentou em uma cadeira e ligou um monitor, a tela se acendeu, mostrando uma sala. Duas pessoas ocupavam as duas únicas cadeiras do local, sentadas uma de frente para a outra. – Essa foi a primeira tentativa.

Kyuhyun assistiu enquanto a mulher fazia perguntas, mas tudo o que conseguia como resposta era o silêncio. Sungmin mantinha-se calado e com o olhar estático – sempre encarando o chão – sua expressão facial não mudava.

– Impressionante como ele não se altera. – Kyuhyun comentou. – Nem mesmo diante de perguntas constrangedoras.

– Exato. – Shindong continuou. – Tentamos utilizar de tudo, até mesmo tortura por choque elétrico.

Shindong apertou um botão e a imagem mudou, Sungmin estava amarrado em uma cadeira enquanto descargas elétricas eram dadas em seu corpo. A única reação obtida eram gritos de dor e xingamentos.

– Isso é desumano. – o cientista sussurrou, enojado.

– Sabemos disso, mas estamos desesperados. – Shindong engoliu em seco. – Precisamos de qualquer informação, nem que ela seja inútil.

– Ele não falou nada desde o primeiro interrogatório? Nada? – Kyuhyun parecia incrédulo com tamanho autocontrole.

– Apenas uma coisa. – Shindong pegou um dos teclados e começou a digitar. – Na segunda sessão de choques elétricos.

A tela do monitor se apagou e voltou a se acender segundos depois. A câmera estava fixa em Sungmin, mostrando apenas a parte de cima de seu corpo, estava preso a uma cadeira pelo tronco e braços. O som de passos rapidamente tomou conta da gravação e logo em seguida uma voz feminina foi ouvida.

Vamos tentar mais uma vez. E, pelo seu bem estar, responda. – ela falou. ­– Por que Heechul levou pessoas, melhor dizendo, inumanos presos quando sua real intenção é mata-los?

Silêncio.

Não está me ouvindo Sungmin?

Criatura... – ele sussurrou. O olhar permanecia fixo, encarando apenas o chão. – Eu era quem deveria dar as ordens.

Você? Como faria isso na condição em que está?

Então, subitamente, a sala foi tomada por um som. Era baixo e rouco, lentamente foi aumentando até se tornar esganiçado. Uma risada. Sungmin estava rindo.

Minha condição é temporária. – ele falou, mantendo o sorriso nos lábios. – Pode registrar minhas palavras.

O que quer dizer com isso? Heechul está planejando algo? – a mulher indagou e mais uma vez obteve o silêncio como resposta. – Fale.

Não respondo a inumanos.

E então a gravação se encerrou.

Kyuhyun permaneceu em silêncio por alguns segundos, encarando o monitor apagado. Sungmin estava mostrando ser uma pessoa dura na queda, mas que lentamente começava a mudar. Pelo que Kyuhyun conseguiu ver naquelas gravações, o combatente deixou uma brecha aberta que talvez alguns não tivessem notado.

– Desde então ele não falou mais nada? – indagou.

– Não. – Shindong respondeu. – Apenas repete a mesma coisa: Não respondo a inumanos.

– Talvez isso seja uma brecha. – falou.

– O que quer dizer?

– E se o interrogatório não for feito por um inumano?

– Está sugerindo que uma pessoa comum fosse interroga-lo? – Shindong retrucou, arqueando uma sobrancelha. – Isso seria a hipótese mais absurda e simples que eu já ouvi na minha vida.

– Mas pelo menos é uma possibilidade. – Kyuhyun abriu os braços e respirou fundo. – Quem seria a pessoa apta a fazer isso? Talvez um militar ou...

Shindong negou com um movimento de cabeça.

– Seria óbvio demais. – interrompeu.

– Então existe outra opção?

– No momento eu tenho conhecimento de duas pessoas que podem nos ajudar. – ele falou enquanto coçava uma das sobrancelhas. – Taeyeon e você.

––XX––

Kyuhyun foi guiado por um extenso corredor subterrâneo. O local onde Sungmin era mantido preso ficava duzentos metros a leste do abrigo e dez metros mais abaixo. O trajeto até ali fora rápido e sem transtornos, quase todas as ruas estavam limpas e o ar não estava mais impregnado com a fumaça.

Quando as portas de metal foram abertas, dois homens fardados surgiram e começaram a fazer uma revista. Logo em seguida um detector de metais foi acionado seguido de um infravermelho. Kyuhyun atravessou as portas e seguiu até uma sala ocupada por dez seguranças – mesclando entre homens e mulheres.

– Não achei que havia toda essa segurança. – ele comentou.

– É necessário. – Shindong respondeu. – Não podemos deixa-lo escapar.

Parte da parede da frente deslizou revelando uma janela. Kyuhyun se aproximou e encarou o interior da sala.

Sungmin estava preso em uma cadeira no fundo da cela, seus braços estavam algemados assim como suas pernas. Uma faixa de metal, aparentemente resistente, envolvia seu tórax, o prendendo ao encosto. A sala era branca e vazia, não possuía cama ou mesa, ele era mantido completamente isolado do mundo externo.

– Como ele se alimenta?

– Esse é um dos fatores que me esqueci de mencionar. – Shindong falou enquanto lia um diagnóstico preso à parede. – Ele não come nada. Tentamos alimentá-lo, mas, para variar, ele se recusa.

Kyuhyun ponderou por alguns segundos. Entrar ali e conversar com Sungmin seria uma tarefa simples se o nervosismo não dominasse seu corpo. Não sabia o porquê de estar assim. Havia uma segurança absurda ali e nada lhe aconteceria caso o combatente tentasse agarra-lo.

Após um longo suspiro ele falou.

– Vou entrar.

– Espere, tem certeza de que quer fazer isso? – Shindong perguntou. – Posso chamar Taeyeon caso mude de ideia.

– Não, eu mesmo faço. – suspirou e completou. – Taeyeon já está muito ocupada para se preocupar com isso.

Shindong assentiu e fez um gesto com uma das mãos, dois seguranças se afastaram revelando uma porta. O objeto de metal deslizou e o cientista entrou. A sala era fria e fortemente iluminada, Sungmin não reagiu à entrada do recém-chegado. Kyuhyun avançou calmamente e sentou em um pequeno quadrado que surgira do chão.

– Vejo que a segurança é forte. – ele começou de maneira tímida. – Tudo isso para mantê-lo aqui.

Silêncio.

– Meu nome é...

– Eu sei quem você é. – a voz de Sungmin era fraca, quase rouca. – Também sei por que está aqui.

– Então responderá as pergunta sem problema. – Kyuhyun falou calmamente. – Afinal, eu não sou um inumano.

Sungmin ergueu o olhar e inclinou a cabeça lentamente para o lado esquerdo. Parecia analisar minuciosamente o comportamento do visitante.

– Parece que você é mais inteligente do que esses seres. – ele respondeu. – Se conseguiu entender esse simples detalhe.

Kyuhyun pigarreou e engoliu em seco, suas mãos estavam suando e seu tórax parecia pesar uma tonelada. Era estranho ter aquele tipo de olhar sobre si. Sungmin o encarava de uma forma doentia, quase animalesca. Kyuhyun fechou os olhos e respirou fundo antes de continuar.

– Poderia responder as perguntas que farei?

– Como vou saber que você não utilizará uma daquelas técnicas? – Sungmin retrucou.

Técnicas? Kyuhyun pensou. Ele deve estar falando das torturas.

– O máximo que posso dizer é que tem minha palavra, afinal de contas eu não seria tão desumano a esse ponto.

Sungmin sorriu minimamente e encarou o chão.

– Sabe me dizer o que levou Heechul a fazer tudo isso? – Kyuhyun murmurou.

– Achei que todos já soubessem. – Sungmin respondeu. – Ele mesmo falou. Heechul quer retirar a ameaça que os inumanos representam nas ruas.

– Mas para ele ver os inumanos como uma ameaça, algo deve ter acontecido. – Kyuhyun retrucou. – Sabe me dizer o que foi?

– Isso não consta em minhas memórias.

– Muito bem. – Kyuhyun inclinou-se para frente. – Pode me dizer por que Heechul levou aqueles inumanos para a Zona Comercial ao invés de mata-los?

– Apenas fique ciente que eu sou o primeiro de muitos. – ele respondeu calmamente. – Os outros serão diferentes mais difíceis de derrubar.

– Outros soldados? – Obteve silêncio como resposta. Algo pareceu brilhar em sua mente, um fato que apenas a memória humana de Sungmin saberia responder. – Como conseguiu o braço de metal?

– Implantaram-no após um acidente de carro. – ele respondeu quase de imediato. – Também perdi um dos pés, mas ninguém consegue perceber.

O outro franziu o cenho ao ouvir a resposta. Um chiado foi ouvido, dominou a sala inteira fazendo com que os dois se calassem.

– Tudo bem Kyuhyun, pode sair. – a voz era de Shindong.

Kyuhyun se pôs de pé e esfregou as mãos na calça.

– Bem... Foi bom conversar com você. – falou dirigindo-se a porta, mesmo de costas ele era capaz de sentir o peso do olhar do outro o encarando.

Kyuhyun relaxou minimamente quando saiu da cela onde Sungmin era mantido. Shindong acenou para que ele se aproximasse enquanto mantinha uma estranha expressão no rosto.

– Devo dizer que estou impressionado. – falou por fim. – Você foi o único que obteve sucesso em fazê-lo falar algo.

– Mas não consegui obter nenhuma informação. – Kyuhyun respondeu confuso.

– Pelo contrário. O que ele falou já é de grande ajuda. – Shindong virou de costas e falou algo para um dos guardas. – Se quiser pode ir descansar, está acordado desde ontem à noite.

– Tudo bem. – Kyuhyun respondeu enquanto era guiado por dois policiais.

Ele avançou pelo corredor até o elevador, assim que saiu do complexo subterrâneo, seu corpo foi banhado pelos raios solares. Shindong estava certo em manda-lo ir descansar, mas algo o estava incomodando. A última frase dita por Sungmin despertou seu interesse. Se ele lembrava como havia conseguido aquele braço, então suas memórias não foram totalmente afetadas. De alguma forma a inteligência artificial injetada utilizara aquela lembrança como base para a resposta.

O verdadeiro Sungmin não estava morto, existia uma pequena chance de ele ainda estar ali preso junto com suas memórias. O problema era como ele faria para extraí-las.


Notas Finais


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