História Além da física - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Hinanaru, Hinata, Naruhina, Naruto, Revolução Naruhina
Exibições 368
Palavras 2.223
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi genti, mais uma one de amigo secreto, e dessa vez é para minha amiga Gaby, a @Hyugaeuzumaki.

Espero que goste, amô <3

Dica, escutem lendo "Take You Down" by Chris Brown.

Capítulo 1 - Capítulo único, química


Fanfic / Fanfiction Além da física - Capítulo 1 - Capítulo único, química

Eu tenho um amor platônico. Isso seria normal para uma garota de dezessete anos que está prestes a se formar. Se não fosse pelo seu professor de física que é dez anos mais velho que você. Eu sei que isso é muito embaraçoso, até mesmo para mim.

Quando você é uma boa aluna, com notas equilibradas e com um humor sempre bom, é muito difícil que suspeitem desse tipo de coisa vindo de mim, mas ele é tão lindo e tão misterioso que não tem como aguentar ou até mesmo controlar esse tipo de sentimento. O nome dele é Naruto Uzumaki, formado em uma grande universidade de Tóquio, ele jamais teria olhos para uma adolescente tímida como eu.

Combinamos de rever a matéria dele depois das aulas por um período de tempo, já que ultimamente, exatas não vem sendo meu forte, mas para me formar e entrar em uma excelente universidade, eu preciso de notas consideravelmente boas.

Pedi para que ele me desse essa ajuda por duas horas por aula, já que ele era uma pessoa bem ocupada com seus compromissos acadêmicos e eu não queria atrapalhá-lo. Toda vez que ficávamos sozinhos, meu corpo se enrijecia, pensava mil e uma coisas que poderiam acontecer naquela sala, mas não passavam de fórmulas e cálculos.

Era mais uma tarde em que havíamos marcado para estudos. Eu estava ali com um lanche esperando-o, meus cadernos estavam ligeiramente arrumados na mesa e ele logo estaria por vir. Meus cabelos longos e escuros estavam amarrados em um rabo de cavalo alto, apenas com minha franja solta, afinal, estava um dia muito quente.

Ele adentrou a sala com seu paletó e sua mala em mãos, com uma camisa social branca que estava com as mangas dobradas e dois botões frontais abertos, uma calça social que deixava seu corpo levemente marcado, não pude deixar de reparar como seu corpo era definido e como aquilo fazia a mente fluir.

– Boa tarde, Hinata – ele diz com a sua voz rouca, olhando diretamente em meus olhos – espero que esteja animada para a aula de hoje.

– Boa tarde, sensei – soltei com um largo sorriso – animada não tanto, mas é necessário para que meu futuro alavanque.

– É assim mesmo que se diz garota, entendo que é muito raro alguém gostar de física, meus amigos do colégio me chamavam de louco – deu uma leve risada do que disse, ah, que sorriso – hoje iremos ver algo mais simples, que no caso seria Lei de Coulomb.

Ele explicava e meus olhos perolados tinham total foco nele e no que ele falava, entretanto, o jeito que ele gesticulava e os sorrisos entre as palavras, a atenção que ele tinha comigo, só me faziam ficar cada vez mais vidrada nele, eu sou uma idiota.

– Está tudo bem aqui? – eis que a diretora Shizune entra na sala, olhando diretamente para mim e para ele que estava em pé. A porta estava aberta, já que a maçaneta estava quebrada.

– Sim, está, senhora. Já vamos encerrar.

– Tudo bem, qualquer coisa, estarei no fim do corredor do andar de cima.

Então ela bate a porta. A porta que estava com a maçaneta quebrada. Ou seja, estávamos parcialmente presos.

– A maçaneta não estava quebrada? – ele questionou indo em direção da porta, tentando abri-la, mas sem sucesso – Shizune, você está aí?

Silêncio.

– Estamos presos e ela está longe para nos escutar. Vamos ter que esperar alguma alma abrir a porta. Você tem claustrofobia? Eu não.

Pergunta cretina.

– Não, é que sabe lá até que horas ficaremos presos aqui.

Ele estava certo, porém a ideia de ficar trancada com um homem lindo fazia minha mente fluir. Pude encará-lo ao ver a sua frustração, provavelmente ele tinha alguma coisa importante para hoje.

– Desculpe-me, Naruto, a culpa foi minha, não queria te atrasar com seus compromissos – eu disse com a cabeça baixa, ele se aproximou, sentando-se à mesa e me encarou.

– Não tem porque se preocupar, você é uma ótima aluna e é um prazer te ajudar. Fora que também hoje era minha folga do doutorado, provavelmente daqui eu iria para casa.

Um sorriso brotou de meus lábios, olhei para aqueles lindos olhos azuis e um silêncio predominou por alguns instantes, ele também me olhava, até eu perceber que ele passou a olhar demais. Eu só podia estar sonhando.

Não, eu não estava.

– Bem, Hinata, já que estamos presos mesmo, vou te passar algumas questões para que você possa entender.

Ele me deu uma folha com três questões, enquanto resolvia aqueles exercícios, pude perceber que ele mexia em seu celular até que eu pudesse terminar. Quando terminei, me debrucei sobre a sua mesa para entregar o papel com as questões, e senti o olhar dele vindo diretamente ao meu decote.

– Terminei.

Ele engoliu em seco. Nossos olhares se encontraram e eu estava segurando pra não rir ou para não pular em cima daquele ser humano iluminado por Deus com tamanha beleza. Os olhares simplesmente não cessavam. Meu cabelo preso e caindo em meu ombro, minha blusa branca com os seios aparentes em um leve decote e meu rosto levemente corado.

– Hinata... Pode se sentar enquanto corrijo.

Aquilo me despertou, sentei em cima da mesa em que ele estava corrigindo minha atividade. Eu estava de saia do colegial e com as pernas cruzadas, as escapadas com os olhos que ele dava simplesmente me faziam rir internamente. A audácia começava a brotar do meu peito, talvez eu realmente devesse?

– Como fui?

– Está cada vez melhor na minha matéria, espero que fique assim até o fim do ano.

Cruzei as pernas e pude vê-lo acompanhar todos os meus movimentos. Não acho meu corpo tão bonito, mas do jeito que ele me olhava, parecia que a frente dele tinha a miss universo, ele estava vidrado e não parecia com vontade nenhuma de parar.

– Sim, eu ficarei.

Ele se levantou e foi em direção à porta, debruçando a cabeça na madeira e ficando ali por alguns segundos. Levantei-me e indo em direção a ele, depositando minha mão em seu ombro largo.

– Está tudo bem, sensei?

Eis que ele vira abruptamente em minha direção.

– Eu não posso...

– Não pode o quê? – perguntei inocentemente, ele deixa escapar uma única risada.

– Isso.

Ele me beija. Sim, ele me beijou. Quanto tempo eu demorei a raciocinar esse beijo? Não sei. Porem, quando raciocinei, as mãos grandes já estavam na minha cintura e eu já estava trazendo-o para perto de mim. Os lábios finos eram extremamente convidativos, ele tinha um toque que não dava para soltar. Entretanto, ele me soltou e tinha o rosto corado.

Fiquei sem entender o porquê ele me soltou, então o puxei para beijá-lo novamente, e naquele momento ele parecia estar mais surpreso do que qualquer outra coisa. A sala por estar fechada estava muito quente, mas não chegava perto da temperatura em que estávamos.

Ele sentou-se na cadeira dele, fazendo com que eu sentasse no seu colo, pressionando meu corpo para mais perto. As mãos hábeis dele escorriam pelo meu corpo, depositando em cima da minha bunda por dentro da saia.

Aquilo me causou um gemidinho entre os lábios dele. Minhas mãos apertavam aqueles fios curtos e loiros que ele possuía, minha bunda rebolava naturalmente, e eu estava plenamente louca em transar com meu professor na sala de aula.

– Vamos ser pegos se fizermos algo do tipo aqui – ele sussurrou no meu ouvido, e eu tenho um leve problema, chamado “quanto mais arriscado, maior o gosto de fazer”.

– Você que começou, então agora aguenta.

Ele riu do meu comentário por mais safado que seja.

Abri aquela camisa social que me fazia delirar imaginando como podia ser o corpo do Naruto e para minha surpresa, era exatamente como eu pensava, com exceção daquela tatuagem na barriga. Ele tinha a pele bronzeada de quem sempre vai à praia, seu peitoral e abdome eram definidos de uma forma natural.

A ereção dele começava a surgir dentro da calça, já que eu estava de saia conseguia sentir exatamente os momentos em que isso começava. Minha blusa era retirada aos poucos, revelando um sutiã preto bem simples de dia a dia, afinal, não é todo dia que eu transo com alguém.

Não estávamos perdendo tempo com nada. Podia sentir minha intimidade arder e o membro dele começar a ficar duro como rocha debaixo de mim. Eu mesma abri meu sutiã, revelando meus seios com os bicos rijos, puxando-o pelo pescoço para que levasse a boca diretamente neles.

Eu me apoiava em seu pescoço e nuca, sua mão estava por debaixo da minha calcinha, mexendo no meu clitóris enquanto eu rebolava em seu colo, mexendo mais ainda seu pênis, a ponto que ele quase ficasse exposto fora da calça.

Ele me levantou, me apoiando para que eu ficasse de quatro a frente da mesa. Sua língua passava pelas minhas costas enquanto suas mãos continuavam em minha intimidade que estava ainda guardada entre a calcinha e a saia. Ainda.

Ele rapidamente retirou minhas duas peças, jogando-as no chão e se livrando delas rapidamente. E acredite, aquela sensação de ser chupada de quatro era intensamente nova para mim. Ele começara delicado, com movimentos circulares por toda a região e com a língua relaxada.

Os gemidos saíam da minha boca sem eu ao menos querer.

– Contenha-se, se não alguém escuta e nos pega.

Ele à medida que ia me chupando, acabava que se masturbava, e aquilo me deixava muito excitada, ver ele todinho para mim, coisa que eu só conseguia imaginar em sonhos. Talvez eu tenha um espirito safado. Minhas pernas estavam bambas a cada vez que ele se aproximava da minha bolinha do ápice do prazer, se é que me entendem, ali ele chupava com intensidade enquanto penetrava um dedo.

– Naruto...

Eu estava muito perto de gozar. Ele então me chupava e penetrava dois dedos com certa velocidade, àquilo para mim já era o suficiente para que os espasmos começassem e o mel do gozo saísse entre seus dedos grandes.

Suspirei e ajoelhei quando aquilo havia acabado. Virei meu rosto, vendo Naruto se sentar e retirar sua calça e sua cueca. Aproximei-me com um olhar safado, trilhando com a língua todo o seu corpo. Ele parecia ligeiramente satisfeito quando soltou meu cabelo estourando meu amarrador, deixando que ele caísse como cascada em seu corpo.

Quando cheguei à parte mais sensível, dei um beijo em suas bolas e o vi tremer mediante o toque. Minha mão segurou firmemente o pênis e os movimentos começaram de baixo para cima, masturbando-o lentamente. Ele tinha um olhar de excitação.

Minha boca logo começou o seu trabalho, chupando-o e com o auxílio da mão que estava desde o começo do oral ali. Minha mão livre acariciava o corpo do mesmo, ou até mesmo insinuava algo agarrando meus seios.

Ele parecia tão frágil naquele momento.

Conseguia senti-lo latejar em meus lábios, então ele agarra os fios azuis escuros e guiava os movimentos com certa intensidade; o que me assustou um pouco, além do medo de engasgar. E em questão de minutos, o líquido escorre para o fundo da minha garganta. Não sou muito fã disso, porém foi tão rápido que não deu nem como contestar.

Ele volta a me beijar, me deitando naquela mesa repleta de livros, que ele com uma “lapada” retirou os mesmos, jogando-os no chão. Deitou-me ali, me penetrando delicadamente. Aquilo aparentava ser de propósito para que eu pedisse.

– Vai logo – eu dei uma risada e ao vê-lo sorrir, percebi que ele estava tão envolvido naquilo quanto eu mesma.

As penetrações e as estocadas ficavam cada vez mais fortes, eu tinha total liberdade para deslizar e arranhar todo aquele corpo, ele me segurava pela cintura, olhando meus seios subirem e descerem com toda a intensidade possível.

A mesa começava a fazer barulhos esquisitos, então, ele me pega no colo e começava a me foder no ar. Exatamente, comigo em seu colo, sem nenhum tipo de apoio. Os lábios dele iam a meu pescoço, arrepiando ainda mais o meu corpo.

O meu clitóris roçava na sua base, deixando a sensação mais prazerosa e deliciosa. Arranhava suas costas e seus braços, ele gemia baixinho, e gemidos masculinos são deliciosamente bons de serem escutados. Eu estava incrivelmente molhada, o que fazia com que ele se movesse com facilidade, e nossos sexos não resistirem por muito tempo.

– Vamos para o chão, quero foder você direito – ele sussurrou no meu ouvido de novo, filho da mãe.

Ajoelhei-me atrás da mesa enquanto ele veio diretamente por trás e sem rodeios novamente me penetrou, puxando meu cabelo para trás, e deixando meus ombros rentes aos seus lábios. Ele não tinha dó, estocava forte ao ponto de meu corpo tremer com aqueles baques. Ele apertava minha bunda, já que os ecos não deixariam a gente fazer barulho o suficiente.

– Ahn, estou quase... – sussurrei para ele.

Chegamos ao ápice no mesmo instante, quando simplesmente paramos e olhamos um para o outro.

Estávamos dentro do carro de Naruto, já que fomos liberados alguns minutos depois de nos vestirmos. Ele me levaria embora, fomos dentro do carro em silêncio apenas com o som do carro com alguma musica qualquer.

Dei-me conta que paramos em frente a um apartamento. Aquilo literalmente não era a minha casa.

– Onde estamos?

– No meu apartamento. Espero que não tenha compromisso por toda a madrugada.

Um sorriso despertou dos meus lábios, só estava pensando no que dizer para a minha mãe.


Notas Finais


E aí, curtiram?
Até mais. <3


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