História Além da Fronteira do Real - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alex, Gay, Lobisomem, Magia, Mayck, Romance, Sexo, Sobrenatural
Exibições 42
Palavras 1.378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoal!
Feliz dias das crianças! kkkkk
Bom aqui vai mais um capítulo para vocês aproveitarem nesse feriado!
Espero que gostem!

Capítulo 13 - Corrida contra o tempo.


– É mais que péssimo! – disse Mayck – Vamos temos que achar o Alexander antes deles. Se o plano funcionar vamos deixa-lo em segurança em breve. (...)

 

 

Mayck tinha acabado de pegar a estrada com Maysa e Derek. Por sorte ele havia optado pelo carro quando foi até a casa de Alex tentar conte-lo.

– O gênio! Você falou que temos que encontrar o Alex, mas não falou como vamos fazer isso. – Disse Maysa. – Você sabe o tamanho de Seattle? Além disso, somos rodeados por florestas.

            – Eu não sou tão burro! Coloquei um rastreador no bolso da calça dele antes de amarra-lo. – Respondeu Mayck. – Eu tenho cérebro.

            – Um problema a menos! – Disse Derek – Mas você não explicou como vamos fazer para captura-lo.

– Tenho alguns moduladores de frequência aqui na bolsa. Assim que a gente conseguir chegar próximo ao local onde ele está vou ativa-los. Essa frequência de onda vai atraí-lo paro o local que desejamos. Vamos armar uma rede e assim que ele passar pelo local da armadilha o capturamos.

– Se uma corrente de ferro não o deteve, por que você acha que uma rede vai? – Perguntou Maysa.

– Porque essa rede não é comum. Assim que ela cair sobre o Alexander vai lhe dar um choque forte o suficiente para trazê-lo ao normal por alguns instantes, sem matá-lo claro. Assim que ele tiver na forma humana eu vou acertar ele com um dardo contendo um bloqueador das funções musculares e o levamos de volta para casa.

– O plano é muito bom! – Disse Derek. – Mas o que fazemos se não der certo?

– Plano B. – Respondeu Mayck.

– E Qual é o plano B?

– Esse! – Disse Mayck levantando uma espingarda.

– Você vai matá-lo? – Esbravejou Maysa.

– Claro que não! – Falou Mayck – Esso aqui é um dardo tranquilizante que age em alguns milésimo de segundos apagando ele por um longo tempo.

– E por que não usamos logo o plano B? – Perguntou a Maysa. – É bem mais rápido, mas eficaz e não temos ver o Alex tomar um choque.

– Por que a concentração do tranquilizante não segue um padrão e ele pode morrer se o sistema de cura e sobrevivência dele não estiver totalmente ativo.

– E por que não acertar o bloqueador das funções musculares com ele transformado? – Perguntou Derek.

– Porque não é forte o suficiente para resistir ao processo de cura acelerado e se usarmos uma concentração maior podemos parar o coração dele. – Respondeu Mayck. – Cara vocês deveriam saber disso! Vocês são os médicos!

– Somos estudantes do primeiro semestre. – Disse Maysa. – Além disso, estudamos para cuidar de pessoas e não de lobisomens.

**********

O pai de Mayck estava esperando os parentes chegarem. Pouco tempo antes de ele ligar para Mayck havia recebido uma ligação do seu pai dizendo que estava chegando com seus três irmãos e alguns outros amigos também caçadores. Em pouco tempo ele ouviu águem bater na porta.

– Já estou indo. – Assim que ele abriu a porta, lá estavam todos, com armas em punho e animados para mais uma noite de caçada. – Olá pessoal! Que surpresa boa, vamos entrando.

– Filho... Quanto tempo que não nos vemos... Acho que desde o... – O velho respirou fundo e ficou com o semblante entristecido. – Desde o sepultamento do Stefan.

– Verdade pai! – O homem abraçou o velho. – Que bom que o senhor está bem.

– Vou me sentir melhor quando acabar com esse miserável desse lobo que anda matando pessoas inocentes. Estamos prontos para a caçada.

– Mas entrem, vamos se acomodar, comer alguma coisa...

– Não temos muito tempo, temos que pegá-lo. Vimos a reportagem e não sabemos do que esse mostro é capaz.

– Pai o sol acabou de se por, temos a noite toda. Anda entrem e sentem-se. Ninguém vai para lugar algum sem antes jantar.   

O pai do Sr. Smith se rendeu e entrou junto os outros. O Sr. Smith cumprimentou todos, pós uma mesa farta para todos se servirem, com isso ele ganhava algum tempo para Mayck por em ação seu plano, seja lá qual era.

**********

 – Estamos próximos! Mas ele está se movendo rápido de mais. – Disse Derek olhando para o GPS no carro.

– Vou acelerar, temos que passar em sua frente. – Disse Mayck pisando no acelerador seguindo a estrada que cortava a floresta.

**********

Alex continuava correndo e junto a ele estava o outro lobo. Eles olhavam um para o outro, como se não tivessem a mínima ideia do que estavam fazendo. Pouco tempo depois ambos foram parando de correr e começaram a caminhar, desconfiados e assustados.

Alex ouviu um apito agudo passar pelos seus ouvidos, por um segundo ele colocou as mãos nos ouvidos tentando abafar, mas depois começou a seguir aquele som como se fosse um chamado conhecido. Ele não estava sozinho, o outro menino também seguia o mesmo som.

**********

 Mayck havia chegado ao lugar que pretendia, Ele deixou o carro na estrada e seguiu a pé com Derek e Maysa para dentro da floresta. Ele pós os moduladores de frequência em uma trilha e preparou a armadilha junto com Maysa e Derek.

– Meu Deus isso não vai der certo! – Disse Maysa assustado.

– Você quer deixar de ser pessimista garota! – Disse Mayck. Eles estavam escondidos atrás alguns arbustos.

– Eu... – Quando Maysa ia começar a falar o Derek a interrompeu.

– Ele tem razão Maysa! Cala a boca! – Ele olhou para ela com raiva. – Você tem uma ideia melhor?

– Não, mas... – Ela foi interrompida mais uma vez.

– Então fica quieta e peça aos céus para esse dar certo. É a nossa única chance! – Disse Derek.

Alguns minutos depois Mayck ouviu barulhos de passos.

– Pode ser ele. – Disse Mayck. – fiquem quietos!

*********

Depois que comeram, o grupo de caça da família de Mayck saiu. O Sr. Smith não conseguiu segurá-los por mais tempo.

“Droga Mayck! Espero que você tenha conseguido”

– Você vem conosco Nick? – Perguntou um dos irmãos ao Sr. Smith.

– Claro que sim! – Respondeu ele. – Você realmente acha que eu perderia essa caçada Marlon?

– Você sempre foi pacífico de mais! – Disse o homem sorrindo.

– Não sou pacífico de mais, só tento ser justo! São vidas!

– São monstros! – Disse Marlon o afrontando.

– Meu filho foi mordido e nunca agiu como um monstro! – Esbravejou Nick.

– Seu filho era um... – Ele foi interrompido por Nick que já estava irritado.

– Veja lá o que você vai falar! – Esbravejou ele sendo segurado por Lionel, outro de seus irmãos. – Você pode descobrir que não sou tão pacífico assim.

– Já chega! – Gritou o velho – Não estamos aqui para brigar! Marlon essa sua mania de ser inconveniente me tira do serio! Chega!

Todos se recomporão e partiram em direção a floresta atrás de lobisomens.

**********

Mayck recebeu uma mensagem do pai no celular. – “Estamos chegando na floresta, por favor seja rápido!” – Ele balançou a cabeça preocupado, mas não disse nada aos outro. O barulho de passos foi se intensificando e pouco tempo depois eles ouviram o barulho da armadilha sendo ativada e dois rugidos distintos intensificados pela descarga elétrica.

– Tem mais de uma pessoa na rede! – Gritou Maysa levantando-se para olhar.

Mayck pegou a arma com os dardos e partiu para ver quem estava na rede com ele em punhos e engatilhada. Chegando perto viu Alex novamente em sua forma humana, gemendo, quase desmaiado e junto a ele um menino que ele nunca tinha visto antes. Ele atirou o dardo contra os dois e retirou a rede de cima dos garotos e abraçou Alex, que estava atordoado com o choque e não sentia parte alguma de seu corpo.

– Graça a Deus que é você! – Disse Mayck. Maysa e Derek se aproximaram felizes por ver o amigo ali em sua forma humana.

– Mas quem é esse ai? – Perguntou Derek.

– Não faço ideia! – Respondeu Mayck olhando para Alex que deu um sorriso sem jeito quando viu o rosto de Mayck na sua frente.

– Mayck... É você? – Disse Alex vendo tudo turvo. – Não sinto meu corpo.

– Não se preocupe meu amor. Eu estou aqui e isso é efeito do dardo que atirei em você.

– Quem são vocês? – Falou o outro menino ainda atordoado. – O que fizeram comigo?

– Calma! Vamos leva-los para o carro! – Disse Mayck. – Derek, Maysa peguem ele e me sigam que eu vou carregar o Alexander.

Quando Mayck, Maysa e Derek estavam prontos para ir embora com os meninos já no banco traseiro do carro o Alfa apareceu na frente bloqueando a passagem (...)


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Até a próximo capitulo que será...
"BRIGA DE CACHORRO GRANDE"
Abraço!!


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