História Além da Última Estrela - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Peter Pan
Tags Fadas, Peter Pan, Terra Do Nunca
Exibições 5
Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Magia
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sei que minha fic não esta muito boa agr, mas logo melhora. Então por favor não parem de ler!

Capítulo 3 - Formatura


Fanfic / Fanfiction Além da Última Estrela - Capítulo 3 - Formatura

 

Pãmem

 Salto de uma construção para outra e dessa para outra, seguindo a trilha invisível até uma das cinco madres fadas. Preciso encontrá-la para ela me dizer onde está a única pessoa que pode achar o Phoenix, ele é o único que pode salvar a Ilha Branca, a Terra do Nunca. E tenho de encontrar essa pessoa antes dele. Se ele conseguir convencer essa pessoa de encontrar o Phoenix, a Terra do Nunca estaria perdida. 
         Capitão Spoke. De modo algum eu deixarei ele tomar a Terra do Nunca. Outrora ele pode ter sido meu amigo, ter sido um dos meninos resgatados, mas ele escolheu seu lado. Cerro os punhos. Eu encontrarei essa pessoa antes dele, e encontrarei o Phoenix. Salvarei a Terra do Nunca. Salvarei meus irmãos.

 

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Willint

    - Boa noite a todos! – Começo o discurso – primeiramente quero parabenizar todos os formandos, pois, como formanda também, sei como foi difícil chegar a esse momento, a essa conquista, segundo quero agradecer nossos professores, que passaram não só este ano nos aguentando, mas para alguns foram mais anos; obrigado por terem nos ensinado assuntos que nos acompanharão pelo resto da vida, independente da profissão que escolhermos. Quero dizer aos formandos que aproveitem esse dia, independentemente se alguma coisa entristeceu seu dia hoje, divirtam-se, pois esse é o nosso momento, nós merecemos estar aqui, lutamos por esse fim e um novo começo – respiro fundo – “ e que quando o sinal da vida soar, Drriimmmm..., Vocês não se arrependam de nada que fizeram” – faço uma pausa – não se arrependam de conhecer as pessoas que estão do seu lado ou do outro lado do salão, não se arrependam das noites em que madrugou estudando para a prova de química, ou das horas em que ficou tão difícil continuar estudando que quase desistiram, não se arrependam de nada, pois a vida é muito curta para se arrepender de algo. Então aproveitem, esqueçam das inimizades, sejam felizes, aproveitem seu dia, aproveitem sua vida, sem arrependimento, e principalmente, lutem! Viva a formatura – Grito.

  - Viva a formatura – todos gritam, aplaudem e assobiam.

  Desço do pódio e volto para o meu lugar na fila.

  - Obrigada por suas palavras senhorita Willint! Agora que toda parte diplomática passou vamos tirar fotos e depois festa!

  - Uhhhuuuuuuu! – Todos gritamos.

      Assim que a professora fala essas palavras minhas amigas, Abigail e Sara vem me abraçar.

 - Nossa Willy! Você foi incrível! – Falou Sara.

 - Nem tanto, agora, que tal o suco da santa ceia meninas?

 - Oque? – Abigail faz uma careta, mas depois ri – eu passei dois anos tomando esse suco de uva aguado, hoje vou tomar refri.

  - Fico com água – digo.

  - Nem hoje você vai tomar refri? Só um pouquinho. – Fala Sara.

  - Não.


          Então rumamos a mesa de bebidas de braços dados.

 

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  - Onde você comprou o seu vestido? É maravilhoso! E deixou você mais linda do que já é. – Elogiou Eva quando entrou no banheiro. Eva era uma garota legal, não é uma daquelas invejosas que me lançavam olhares de ódio.

 - Obrigada, mas não me lembro do nome da loja, mas quando eu vi esse vestido fiquei tipo: nossa é meu – damos risadas. Olho Eva. Ela usa um vestido vermelho maravilhoso que vai até os seus pés e realça seus cabelos ruivos agora lisos. – Você também está incrível Eva. Esse vermelho combinou com seu cabelo.

 - Obrigada! – Ela ri – percebi que praticamente todos os garotos da sala estavam de olho em você – ela me lança um olhar de diversão – e a maioria das garotas está morrendo de inveja.

 - Não é estranho? – Dou risada – depois de todos esses anos, elas com inveja de mim?

 - Acredite, não é estranho, elas têm todos os motivos do mundo para ter inveja de você, hoje simplesmente elas perceberam isso. – Ela me lança um sorriso de cumplice – nos vemos depois Willy. – Então sai do banheiro e me deixa com meus pensamentos.

 

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   - Não obrigada – respondo.

   - Já é o sétimo garoto que você recusa, não vai dançar com ninguém? – Pergunta Abigail.

  Depois que sai do banheiro e me juntei a Abigail num canto, enquanto Sara dançava, os garotos começaram a perguntar se eu queria dançar, é claro que respondi que não. Nunca dancei com garotos, além, claro, dos meus irmãos e meu pai.

  - Vou – digo me virando para ela – gostaria de me dar a honra dessa dança senhorita? – Falo fazendo uma mesura.

  - É claro meu honroso senhor – responde ela com um leque imaginário me estendendo a mão, nós duas rimos e vamos para a pista de dança.

  Depois de duas músicas Sara se junta a nós e depois mais garotas que não conhecemos ou que nunca conversávamos. Nós formamos um grupinho, que ria, gritava e dançava como velhas amigas.

  Quando o relógio deu meia-noite me despedi delas e fui para a frente do salão esperar meu pai.  Enquanto espero escuto um barulho, barulho de passos atrás das arvores que cercam o caminho até o salão. Meu coração acelera e olho ao redor, sou a única aqui fora. Vou até o lado das árvores em que ouvi o barulho, e passo discretamente no meio delas, olho para a direita, nada, depois para a esquerda e vejo uma garota de vestido vermelho e cabelos ruivos, Eva, agarrada a um garoto que tenho certeza que não é do nosso colégio, será que é o namorado dela? Ou só um ficante de hoje à noite? Os dois se apertam ainda mais. Nossa! Parece que estão engolindo um ao outro. Que nem minhas amigas falam, dando uns belos de uns amaços. Decido sair dali antes que seja pega no flagra espionando ou veja as coisas avançarem. Dou risada, que noite!

  Assim que volto para o começo da estradinha meu pai aparece, entro no carro e rumamos para casa, onde mais uma festa me aguarda.



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