História Além das competições. - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi pessoinhas lindas. A demora não foi proposital, eu juro! Eu tive uns probleminhas pessoais, e também fiquei sem internet por um período, eu queria muito postar antes, mas não deu.

Espero que agradem, boa leitura.

O capitulo é narrado pelo mestre do pequeno gafanhoto.

Capítulo 4 - Preciso de conselhos Parte 1.


  Cruzo os braços, o olhar irritante do loiro me cerca, enquanto eu faço birra como ele resolveu chamar a minha situação de sentar-me no chão e não encara-lo, para completar um bico que eu sei muito bem que estou fazendo.

Devan: Eu quem deveria estar irritado, foi você quem pegou o meu celular e certamente viu o que não devia... – O interrompo olhando-o mortalmente, esperneio arranhando o piso de madeira, inspirando e soltando o ar pela boca, afadigado.

Dylan: Não devia?! – Seguro firme e repenso para não virar o rosto para si. Há uns dez minutos naquele pare e regresse. Infantil? Sim e com razão. – Você... – Lembranças frescas rodeiam na velocidade de um trem bala, adicione o mesmo me atropelando para ter o doce ardor da minha indignação, causa; um loiro idiota e inconveniente. – Você... – Começo novamente. Calma Dylan, Calma. Ser julgado e condenado como adulto não é o que quer na vida. – Manteve o arquivo no seu celular, aliás, lembro muito bem que ele foi gravado numa câmera, esta que pertence à senhorita Tsukami, a víbora, não citaremos essa jovem agora. E SIM! –Elevo o tom, apontando o indicador esquerdo para cima. – Você!

Devan: Até este exato momento só te escuto abrir a boca e não levar a lugar nenhum, isso eu acho, se não, tenho certeza de que não quer admitir o que eu devo ter dito a mais ou menos meia hora atrás.  – Ouço Devan se movendo no sofá acima de mim, ele disse entediado e puramente sarcástico. – Se quiser eu-posso-repetir. – Diz pausadamente, com a voz rouca e arrastada. Só o meu corpo sabe o que aconteceu comigo. Eu não sei o que Devan faz, mas ultimamente correspondo involuntariamente suas provocações, é constrangedor, aparente, principalmente um show particular de comédia para o loiro.

Dylan: Não, obrigado. – Respondo rápido e de cabeça baixa. Eu preciso urgentemente de conselhos, infelizmente a única pessoa que eu tenho a recorrer é a Miku, ela sabe de alguma coisa, está aprontando, isso é iminente. Ela é uma descarada, não perderia a chance de ser cumplice do babaca defeituoso Ken de garrafa. Quem mais? Existe mais alguém... Caty? Não. Sam! Não, ela fica fora disso. Ela é tipo uma Mikurin da vida, o que significa imprestável e vira casaca. Halley? Minha confidente, mas eu só a procuro para... Eu poderia... Não, eu não estou no clima.

Quem?

Devan: No que está pensado? – Retorno a orbita terrestre, fito o imbecil, ele sorri de ponta a ponta, diria fofo... Não, não diria não. Está mais para um sorriso maldoso e cheio de más intenções. Cruzo os braços novamente e trato de virar o rosto e não passar mais um minuto sequer encarando os olhos verdes-esmeralda.

Dylan: Se esse pensamento restringi a minha mente, quer dizer que não é para ninguém saber, se não é para ninguém saber, quer dizer que não é da sua conta. – Sorrio minimamente para o reflexo brilhante da madeira polida. – Mas tem algo que pode saber sim, na verdade já tem isso em mente.

Devan: O que seria? – Pergunta curioso.

Dylan: O lugar onde estamos me pertence, faça o favor de voltar para a sua casinha, sendo ela problemática, ou não. Sua presença me cansa. – Levanto de imediato, limpando o pó das minhas roupas. Pego as chaves, guardando-as no bolso. – Está esperando o que? – Pergunto, assim que o silêncio predomina.

Devan: Me obrigue. – Franzo o cenho enraivecido, aperto minhas mãos nos bolsos da calça a ponto de machucar, constando um onde as chaves permaneciam. Rio sem graça, pondero em virar, mas não darei esse gostinho a ele, O crápula está se divertindo. O doce se tornará amargo, Devan.

Dylan: Não vou gastar esforços, não tenho dinheiro para alugar um guindaste e te arrastar para fora. 

Devan: Isso significa? – Arrasta em sinal para que eu continue.

Dylan: Isso significa. – Repito, suspirando pesado. – Que eu não me dou por vencido facilmente, pode ter vencido a batalha, mas eu vencerei a guerra. Pode esperar para ver, ou morra antes. – Digo com a minha melhor voz assustadora, o que claramente não intimida nenhuma mosca.

Devan: Eu posso me render se quiser. – Meus olhos sorriem comigo. Avanço o passo e digo;

Dylan: Ótimo, assim eu te torturo e descubro as suas verdadeiras intenções, te mergulho em formol e o guardo como troféu. Combinado? – Estou tremendo, isso é perfeito!

 Devan: Me lembra de marcar uma consulta ao psiquiatra para você, Dylan.

Dylan: Ouvi um zumbido? Deve ser impressão minha. – Corro porta afora, tranco meu apartamento. Se quer tanto ficar nele, que não saia, ao menos que queria arriscar uma queda de vinte metros de altura.

Entro no elevador ressentimento chegado, aperto o botão do térreo. Se não entenderam o que aconteceu hoje de manhã, eu explico.

  “Eu estava sentado de cócoras no sofá, hesitante se pegava ou não o celular a minha frente, em cima da minha mesinha de centro. O loiro intrometido gastava a água que certamente não vai ser ele quem irá pagar, alegarão que o ‘coitado’ não tem teto, comida, que eu sou uma alma bondosa, mas não, o vigarista é um sanguessuga, tenho lá minhas dúvidas se dona Joyce não deu um pé na bunda no filho, mas ela é boa demais para isso. Voltando ao que interessa, eu acabei pegando, assim que conferi ouvir claramente o barulho da água e a sucção da mesma pelo ralo. Destravei o aparelho celular. Gostoso essa é a senha, nem comento nada.

  Vasculho, a primeira coisa que surgiu num psicológico extremamente afetado foi à galeria. Encontrei fotos de garotas nuas deitadas em lugares diferentes, sofás, camas, poltronas, chão, por aí vai, incrivelmente algumas estavam vestidas, mas usar um decote enorme, shorts que mostram a polpa da bunda é sinônimo de nudez, não muda nada. Eu sorri, um sorriso que tardei a perceber quando vi fotos nossas, geralmente um sacaneando o outro, na sala de aula, ou o jardim, nosso lugar favorito, poucas pessoas visitam o lugar extenso. É aconchegante, cheio de flores de variadas cores e tamanhos. Gosto de lá por ser calmo, quase nunca se vê alguém por lá, o que é muito bom.

  Também tinha fotos dele com a mãe e o irmão mais novo, todos as fotos que ele parecia com o Cameron (irmão), era nítido o sorriso falso dele, basicamente a mãe insistia que os dois fizessem um tratado de paz, ocasionalmente não funcionava nem um pouco, e bem... Uma explosão de sorrisos falsos. A baleisse dele, fotos de comida. Devan cozinha bem, esta é a única tarefa útil do loiro, cozinhar para mim, vou colocar na lista; comprar um avental cor-de-rosa com lacinhos e babados, uma bela dona de casa. E as últimas fotos que encontro são dele e dos gatinhos, Branca e Rex, quem coloca Rex como nome de gato? Admito que são fofos, os gatos! Quase que desisto de procurar quando vejo as pastas de vídeos.

  Gravações nossas com a japonesa louca da Miku, elas foram gravadas em uma câmera antiga, a mãe do Devan não tinha como comprar uma mais atualizada e cheia de mecanismos. Devan ficou chateado, eu tive que convencê-lo que era legal, que as câmeras antigas tinham mais experiência, um certo clima de mistério. Eu a compreendia mais que ele próprio, deve ser por ele não entender no começo como era difícil trabalhar horas e ganhar o insuficiente para fazer um almoço, acho que reconheci isso por nunca ter pedido nada aos meus pais. Eu nunca fui uma criança que… Deixa para lá.

 

  Rolei a tela para baixo, existem duas pastas com Xx, basicamente são pornô, vídeos pornô dele com as garotas das apostas. Ele deveria ter apagado, se mais alguém visse o que eu vi, estaríamos muito mais que ferrados. Tinha um vídeo misturado, Mikurin nos filmando dormindo na sala e desenhando nos nossos rostos, naquele dia ela caiu das escadas, eu corri atrás daquela peste, o bom que ganhei boas risadas de brinde com a queda feia. Voltando ao que interessa novamente, na verdade eu nem sabia que procurava, eu falei que sou uma pessoa paranoica, a paranoia é positiva quando se tem cheiro de armação em cima de você, cismei com o celular e fui futricar. Como sabem, quem procura acha.

 

  Encontrei uma pasta com senha, a foto da pasta, a foto… Colei meu rosto no aparelho para ter certeza do que eu estava vendo. Era uma foto de... Do… Da nossa…

 

  Respirei fundo, bem fundo mesmo, encarando estático o aparelho celular. Eu lembro bem que foi gravado na câmera nova da Mikurin, ela nem pediu de volta, o que eu já acho que tem algo por aí. Mas, o que fez ele acreditar que tem o direito de guardar um momento tão constrangedor com ele? Vinte e quatro horas por dia, numa pasta que a senha é 111? Qualquer pessoa que conhece bem a cabelereira loira poderia abrir o celular e ver o que não devia. Só de pensar o que ele faz vendo esse... Aaarg.

 

  Continuei encarando a tela com a foto da pasta, não hesitei em clicar. Estava parado, o vídeo estava parado nos 13:45. Não me perguntem por que tem tanto tempo assim. Ah doce amargo. Os barulhos dos gemidos pareciam um carro de som passando de frente ao condomínio. Apertei desesperadamente o botão para diminuir o som, pausei e esperei ouvir alguma coisa. Segui com aquilo quando não recebi nenhum sinal de vida, desejei que alguém tivesse se afogado na banheira. Só que eu poderia ser acusado de sonegar ajuda.

 

  Deixei que o vídeo permanecesse de onde parou. E de novo pude imaginar a minha cara atônita. Eu gemia, normal você pensa. Tem um ser desprovido da capacidade do ato de pensar estocando um taco de baseball dentro de você. Não com essas palavras, mas sei que entenderam. Mas o pior de tudo é que eu gemia de uma forma que me irrita muito. Como puderam perceber hoje não é o meu dia.

 

  No que ele pensou quando transferiu o arquivo? Espera ele é o Devan, ele não pensa. Coitada da senhora Joyce o que ela fez para merecer um loiro oxigenado como filho? Devan não tem o direito de guardar o meu infortúnio como uma conquista. O som dos meus pés pisando no solo ecoou pelo apartamento. Abri a porta com força, ela bateu na parede e voltou na minha cara. Parabéns Dylan, merece um prêmio!

 

Dylan: Aiii. — Choraminguei, abaixando entre a entrada do meu quarto e o corredor que leva a ele, pus a mão no nariz limpando o sangue que insisti que estivesse ali.

 

Devan: Foi me espiar e acabou se dando mal? — Ergui minha cabeça de encontro com um sorriso irritante de Devan, o pequeno susto de ser pego no flagra fez meu corpo ameaçar em cair.

 

Dylan: Não! Vim ver se tinha morrido, pelo que vejo não foi o que aconteceu. Cadê? — Bati em meus bolsos, não estava. – Fica aí! — Apresso em levantar, mas meu corpo pende demais para o lado.

 

  Devan se abaixou na minha altura, suas mãos desajeitadas me prenderam firmemente no lugar. Qual o mico? Eu o segurei como se fosse um gatinho assustado, Branca e Rex não agiriam assim, ainda por cima eu estava agachado no chão, o máximo que viesse a acontecer seria um baque das minhas costas contra o mesmo. O que eu fiz para merecer isso? Dona Joyce o que nós fizemos?

 

Devan: Está bem?

 

Eu posso com isso?

 

Dylan: Claro.

 

 Sorrio de lado, empurrando-o para frente. Com a ajuda das minhas mãos, impulsionei,  conseguindo levantar. O olhei com raiva e o mesmo idiota me encarou sem entender porcaria nenhuma. Voltei para a sala, dando uma observada rápida, vi o celular jogado entre as almofadas. Eu fiquei com tanta raiva que arremessei sem perceber. Será que a polícia acredita nisso? Se por acaso Devan vier a morrer sufocado e aparecer no fundo de um rio com o corpo cheio de pedras? Hm, acho que não, é uma pena.

 

 Chega de enrolar. Devan fechou o quarto, com qual permissão? Eu posso estar sendo chato, mas isso é porque nenhum de vocês tem que aturar um cara folgado que tem uma casa, mas fica se enfiando onde não é chamado. Ele me seguiu até a minha casa, me derrubou no chão fazendo cócegas, ele é tão baleia que quase não morro sem oxigênio, ou esperam que eu diga:

 

Eu nem saberia explicar, meu coração batia tão forte mesclado com o peso do loiro que o ar não fluía normalmente, os batimentos altos, exorbitantes, o fôlego suspenso e os olhares incertos.

 

Francamente. Isso nunca passou pela minha cabeça, muito menos aconteceu...

 

 

Continuando. 

 

Pus a mão sobre a maçaneta e a girei, sorrindo, mostrando toda a felicidade nesses meus dentes brancos em um sorriso de orelha a orelha.

 

Dylan: Devan, responda a minha pergunta.

 

Devan: Manda.

 

Dylan: Por que está se escondendo atrás do armário?

 

Devan: Err... Aqui é bem confortável. – Forçou um sorriso, usando a porta do armário como proteção. Se eu quisesse ela já estaria no chão, acreditem.

 

Dylan: De frente a janela também, uma boa vista da cidade, arranha-céus, os parques... – Pensando bem, meu rosto teria uma certa singularidade a de um psicopata, mas isso a gente releva.

 

Devan: Seu sorriso é lindo.

 

Dylan: Obrigado, por que não vem contemplar mais de perto? – Apertei ainda mais o celular em minhas mãos, dando passos curtos e fortes em sua direção.

 

  Observei o ambiente e o ser desnudo na minha frente. Meu rosto, chamas, explodir. Que? Eu não quero ter que lembrar de como o meu rosto ficou. Ele é um homem, o que tem demais? Carrega a mesma coisa no meio das pernas, não tem porque se vergonhar.

 

Dylan: Roupa, agora! – Eu só falei para garantir, ver Devan pelado é um horror, não sei nem como não fiquei cego, quase que eu morro, olhando por esse lado, eu morreria muito no decorrer desta história.

 

Devan: Não precisa fazer tempestade num copo d’água, engraçado ter notado agora.

 

Dylan: Certo, o corpo humano tem setenta por cento de água. – Nessa hora eu usei a capacidade abstrata que o nosso cérebro tem para projetar, o corpo humano é como uma bomba relógio, pronto para explodir a qualquer momento, a diferença é que não existe controle, inevitavelmente capaz de controlar ações e reações, mas não estamos falando disso por enquanto.

 

Eu o ignorei, quando eu ignoro o loiro é com razão. Devan continuava parado, seria estranho mostrar o conteúdo presente no aparelho que vi tinha visto a pouco. – Vista uma roupa, faça favor à sociedade.

 

Devan: Por que está com o meu celular? – Meneou com a cabeça o objeto em minhas mãos.

 

Dylan: Quer saber? Não interessa se está com roupa ou não! O assunto trata de porque você tem isso aqui. – Mostrei o celular. Espera... – Esqueci das senhas, então digitei as senhas do menu e da pasta com o arquivo congelado. – Em?

 

Devan: Eu queria ter uma cópia. – Disse simples, calmo demais para falar a verdade. Claro super normal.

 

Dylan: Por que quer ter isso? Nunca deveria ter acontecido, nunca! E você mentiu pra mim, se não precisávamos... – Não preciso comentar que eu parecia uma garotinha maltratada pelo seu cafetão, e essa comparação foi tosca, não sei o motivo de ainda estar falando, mas eu sou um garoto santo que cumpri com a sua palavra.

 

Devan: Eu omiti é diferente.       E mesmo que Miku estivesse falando sério não teria lógica para fazer o que fizemos, eu não te forcei a nada, como já pode ter visto. – Caminhou de volta ao meu armário, vestindo as minhas roupas. – Os seu prazer está registrado.

 

Dylan: O meu prazer? – Sorrio sarcástico, bufando em seguida.

 

Devan: Sim o seu prazer. – Repetiu no mesmo tom, se aproximando de mim com o dedo apontado. – Eu sei o verdadeiro motivo de estar agindo assim, Dylan.

 

Dylan: Sabe? – Confronto de cenho franzido.

 

Devan: Você gostou do que aconteceu e sabe disso, mas não quer admitir. – Disse e aquele sorrisinho convencido desapareceu de meus lábios. Nunca que eu gostaria.

 

Devan: É ruim enganar a si mesmo. – Deu um tapinha em minhas costas, minha cabeça acompanhou seu movimento para fora do quarto”.

                                                                                                                                                                       

 

 

Eu tentei abrir a boca e dizer que ele não estava falando coisa com coisa, mas não saia, a saliva parecia pesada e com um gosto ácido...

 

 

Dylan: É tudo mentira. – Conclui, o tempinho no elevador me fez refletir, mas não significa que eu não vá pedir alguns conselhos, e que provavelmente que não vá me arrepender depois.

 

S/N: Qual é a mentira?

 

Quando as coisa podem piorar...

 

Elas sempre tendem a piorar.

 

 

CONTINUA...

 


Notas Finais


Desculpem qualquer erro ortográfico e repetição, sou uma pessoa difícil de fazer revisão, espero de todo kokoro e que o G-Deus esteja convosco. Só pra entenderem o que está em itálico é uma mistura do flashback do Dylan e os comentários dele sobre as ações do passado que ele viveu.

Comentários me deixam feliz, nem que seja um gostei, continua. Ajuda muito a autora preguiçosa a continuar. Bjs e Até!


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