História Além de duas almas - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Cia, Ciumes, Drama, Emilly Osment, Espíritos, Jiley, Miley Cyrus
Exibições 23
Palavras 1.353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEI :D

Capítulo 16 - Perseguição


Fanfic / Fanfiction Além de duas almas - Capítulo 16 - Perseguição

    Me levantei da cama do hospital com pressa sem saber o que fazer, andei pelo quarto todo procurando uma saída. A janela estava aberta e um vento frio indicando o tempo chuvoso entrava no quarto, pensei duas vezes no que ia fazer até pular por ela.

– Aiden, preciso de você! – eu estava caindo muito rápido, as luzes da cidade se aproximavam ainda mais. – AIDEN!!! – gritei assim que notei o chão pertíssimo e o mesmo me pegou. – Ótimo, o que está acontecendo com você? Sinto algo estranho em nossa ligação. – acalmei minha respiração não obtendo resposta para essa pergunta.

– Então? Onde ela tá? – perguntou o agente após abrir a porta.

– Que estranho, esse é o quarto... Ela deveria estar aqui! – disse o recepcionista.

– Merda. Ela saiu pela janela – falou o agente analisando a janela aberta.

– Isso é impossível. Estamos no quinto andar, ela não saiu pela janela – o recepcionista fechou a janela.

– Peça reforços. Essa garota não pode escapar – tirou do bolso um celular. – Tenente Tango. Preciso da sua ajuda, a equipe da SWAT mais qualificada. – desligou o aparelho e ambos saíram.

(...)

Caution Bears, Next 10 mi, do not feed Bears.

    Pensei em como seria bom ser um urso nesse momento. Poder hibernar e não ter que se preocupar com essa chuva caindo me deixando encharcada, aliás, eu não estaria sendo procurada por todo país. Andar nessa estrada deserta no meio da floresta é preocupante, ainda mais depois de ver esse aviso “não alimente os ursos” droga! Preciso encontrar Nathan, a casa do mesmo deveria ser depois dessa floresta.

    Um par de faróis surgiu atrás de mim, parou, pude ver o xerife fechando a caixa de rosquinhas e abrindo a porta para sair do carro. Ele deve ter se assustado comigo, estou parecendo uma verdadeira assombração nesse estado.

– Moça? Está tudo bem? – ele se aproximou me iluminando com a lanterna. – Moça? – me virei para o mesmo.

(...)

– Olha... Eu encontrei você perto da estrada, no meio do nada. Aconteceu um acidente? – ele perguntou após se sentar na cadeira de frente para mim. – Alguém tentou machucar você? Você deve ter família, amigos, alguém que possa me dizer quem você é?

Memories on

Ah, olha você aí – Ele se agachou e eu continuei brincando – Como está hoje, querida, bem? Olha, eu odeio incomodar quando você está brincando, mas, chegou a hora, querida – Olhei pra ele e me levantei.

– Miley! – Nathan gritou, meu rosto estava coberto de lágrimas e meu nariz estava sagrando – Acabou, Miley, acabou – Ele me abraçou forte – Acabou.

– Nunca vai acabar – Falei e ele me abraçou novamente.

 

– Eu era um garoto rápido e molhado. Deixa eu te conduzir ruivinha – Fechei meus olhos e o abracei – Mergulhando fundo por moedas, diretamente nos seus olhos cegos. Largo nos meus brinquedos de plástico, chamei por você em todos os lugares. Eu achei você? Pássaros incapazes de voar, com ciúmes, chorando. Ou perdi você? Boca americana – Susurrou pra mim.

– Por que está falando isso? – Abri meus olhos e olhei pra ele.

– Eu gosto de ver você corar – Eu estava corada em nem percebi, beijou minha testa e novamente fechei meus olhos e sorri.

– Me desculpe pelo que aconteceu na festa, eu estava ferida.

– Tudo bem.  Eu sei que Aiden te faz bem de alguma forma – Mordi meu lábio inferior e ele riu.

 

– Kirsten! Você ta bem? Meu Deus, o que houve?!

– É ela! – Apontou pra mim – É tudo culpa dela! Ela queimou tudo! Ela é o demônio! É O DEMÔNIO!!! – Ela estava chorando e logo a mãe começou a chorar também.

– Anda, Miley – Nathan agarrou meus ombros – Vamos pra casa – Fomos para o carro e ele deu a partida.

 

– Oi, Miley – Fechei a porta – Meu nome é Nathan. Nathan Dawnkins. Achei que seria uma boa a gente bater um papo, se conhecer um pouco melhor... Quer dizer, se você não se importa, é claro – Me sentei na cadeira a frente da mesa dele – Miley, meu trabalho é estudar “eventos” estranhos e tentar explicá-los... Como as coisas que acontecem com você não é, Miley? – Assenti – Sua mãe me disse que você tem um amigo invisível – Assenti – Esse amigo está com você há muito tempo? – Assenti – Desde que você nasceu? – Assenti – Ele é um fantasma ou espírito de alguém que já morreu? – Dei de ombros – Pode... desenhá-lo pra mim? – Assenti, ele pegou um papel e um lápis e entregou pra mim.

    Desenhei uma menina que no caso seria eu, uma linha e em cima um borrão.

– Se importa se eu der uma olhada? – Perguntou e eu dei de ombros, ele pegou a folha e olhou – Então, essa coisa é seu amigo e está conectado a você por um tipo de corda? Ele ta aqui agora? – Assenti – Você pode mandar ele fazer alguma coisa? – Assenti.

    Atrás de mim havia uma parteleira de livros, olhei para trás e eles caíram, Nathan olhou para mim impressionado com o que acabará de ver.

– Você... Manda ele fazer e acontece? – Ele apontou pra mim

– Eu não mando no Aiden. Ninguém manda. Ele é como um leão numa jaula. Estamos amarrados... Ele não pode fugir. Isso deixa ele muito bravo... Não é minha culpa, eu também quero que ele vá... Às vezes ele é bem assustador – Falei.

– Ele fez isso em você? – Apontou para os arranhões nos meus braços.

– Não. Foram os monstros – Nathan se afastou para trás assustado.

Memories off

    Aquele xerife continuava me bombardeando de perguntas que eu não iria responder, ele é uma autoridade. Observei a xícara de café que estava em cima da mesa e ela foi arremessada na parede.

Nathan POV

    O telefone tocava descontroladamente da sala, peguei o aparelho do gancho e coloquei na orelha.

– Professor Dawnkins, boa noite...?

– Olá professor Nathan, a paciente que está registrada no seu plano de saúde não se encontra mais no hospital – uma corrente elétrica de nervoso percorreu pelo meu corpo.

– Como assim não está mais?

– Ela simplesmente desapareceu – apertei o telefone.

– Obrigado, vou tomar providências – desliguei o mesmo com força, sai de casa já ligando para o meu motorista. – CILAS! TRAGA A DROGA DO CARRO! – cinco minutos se passaram e então o carro estava sendo estacionado na entrada da minha casa. Entrei no mesmo após apanhar o celular pela segunda vez e assim disquei o número de Brian.

– Professor Nathan? – atendeu sonolento.

 – Você tem que impedi-los! Eles não têm IDEIA de onde estão se metendo! Diga pra esperarem até eu chegar... Droga! Fale com eles AGORA MESMO, está me ouvindo?! Você TEM que DETÊ-LOS!!! – gritei para ele.

–Está falando do tenente Barricada Tango? Muito tarde. – ele desligou.

– Idiotas! Idiotas do cacete!

(...)

Miley POV

    – Me desculpe por esse transtorno xerife, eu não tive escolha – ele observou a destruição aflito.

– Saia daqui antes que eu te prenda! – ele disse firme, sai da delegacia completamente destruída. Andei mais um pouco, encostei em uma árvore fechando os olhos para pensar em tudo que havia acontecido há dez minutos.

    Olhei novamente para a delegacia e Nathan estava saindo de lá cabisbaixo, o mesmo encostou num carro preto com a mão no rosto.

– Qual é o problema? – ele tirou a mão rapidamente e me olhou surpreso.

– Onde é que você estava? – perguntou nervoso.

– Indo ao seu encontro, mas eles me atrapalharam – apontei para os soldados da SWAT caídos no chão.

– Você não tem noção da pilha de nervos que você me deixou – ele me abraçou forte. – Vamos, entre no carro.

(...)

– Você pode dormir no quarto de hóspedes do segundo andar – ele falou pegando minha xícara de chá. – Eu preciso voltar ao trabalho.

– Obrigada por tudo, Nathan. – ele se aproximou e beijou minha testa.

– Cole virá amanhã para te ver – sorri e o mesmo voltou para o escritório.

    Subi as escadas, terceira porta a direita era o quarto de hóspedes de Nathan. Abri a porta e acendi a luz, parecia que eu não era a primeira a estar nesse quarto. Ele tinha um ar bem feminino, pôsteres de banda, e ao lado da cama a foto de uma garota sorridente, Nathan estava ao seu lado feliz, eu nunca tinha visto o mesmo sorrir desse jeito. Ele mudou muito desde aquela época e eu nunca soube o porque.



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