História Além de duas almas - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Cia, Ciumes, Drama, Emilly Osment, Espíritos, Jiley, Miley Cyrus
Exibições 18
Palavras 2.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei pra caralho! Desculpa galerinha, estou em semana de prova e quarto bimestre é foda! Estudar mesmo! mas enfim, está aqui com todo amor <3 Leiam o capítulo ouvindo Home da Gabrielle Aplin!

Capítulo 19 - O Reencontro


Fanfic / Fanfiction Além de duas almas - Capítulo 19 - O Reencontro

Algumas semanas depois...

    Cole estava no parque me esperando após receber a mensagem de que eu queria encontrá-lo para lhe perguntar uma coisa.

– Miley, minha princesinha! Aaaah! – ele me abraçou forte. – Deixa eu ver você, garota! – separou o abraço. – Meu Deus! Que... Mulher linda você se tornou! Bonita como sempre, um pouco triste... E perdida... Como na primeira vez que te vi.

– Você nem imagina como senti SAUDADE – Cole ficou fora da cidade por semanas resolvendo um assunto de trabalho a pedido de Nathan.

– E... Como vai o Aiden? Hã? Ah! Legal ver você, cara...

– Vem comigo? – perguntei.

– Ah é! Estava preocupado, procuram você.

– Eu tive que fugir. Ah, eu não tive escolha. Algum progresso com o Inframundo? – estávamos andando lado a lado no parque devagar vendo as crianças brincarem.

– Ah! Torraram milhões para desenvolver um novo condensador, o mais potente de todos. Depois do trabalho de achar você para fazê-lo funcionar, eles decidiram criar um novo projeto. Isso só foi possível depois que o exército se envolveu.

– Tá trabalhando com o EXÉRCITO?!

– Ah, mas o Nathan não teve escolha , é o financiamento. Com a condição de explorar “possíveis aplicações militares” Vai entender. – falou num tom que deu a entender que ele não concordava com isso.

– Como tá o Nathan?

– Ele é o chefão agora, está no comando do DPA. Ele cresceu muito desde o nosso laboratório.

– Sobre o que conversamos – paramos de andar ficando de frente um para o outro. – Descobriu alguma coisa? – ele abaixou o olhar.

– No dia em que você nasceu, uma tal de Letícia teve um filho no hospital do DPA... O bebê foi declarado morto.

– Onde ela está?

– Ela foi internada... No hospital psiquiátrico logo depois do parto. – falou. – Segundo o arquivo, ela ainda deve estar lá.

– A minha mãe tá num... A minha mãe tá num hospício há dezoito anos? – Cole agarrou meus ombros. – Por que? O que houve?

– O arquivo só dizia isso. Me desculpe, Miley.

– Eu tenho que ver ela.

– Miley, eu sei como você se sente, mas... Ela está num hospício, talvez você não encontre as respostas que procura.

– Eu não to procurando respostas, eu só quero VER ela. Você não consegue entender? Ela é a minha MÃE. – me afastei de Cole. – Se eu olhasse nos olhos dela, talvez eu pudesse descobrir quem eu sou.

– Miley... Ela está num prédio de alta segurança no DPA, você é procurada por todas as forças policiais do país. Você não vai conseguir entrar lá.

– Nada vai me impedir de ver ela. Você assumiu um risco muito grande me ajudando. Obrigada, Cole – abracei o mesmo. Soltei ele para sair do parque.

– Ei, não achou que eu ia deixar você sozinha, achou?! – sorri para ele.

(...)

Saint John´s Hospital, DPA, 21:30PM

– Não to gostando – Cole falou após estacionar o carro, estava chovendo muito forte. – Sem guarda no portão, estacionamento vazio... Tem alguma coisa errada.

– Olha, se eu não voltar em trinta minutos, pode ir.

– Eu não vim até aqui para esperar no carro. – Ele saiu do carro.

– Ah, Cole! Espera! – saí do carro também e corremos até a porta de entrada.

– Tente a abordagem educada. – Cole disse.

    Observei o painel atrás da recepção que dizia: Saint John´s Hospital Reception Hall.

– Oi. Vim visitar a Letícia Cyrus. – ele se levantou da cadeira e me olhou sério.

– Posso ver a sua autorização?

– Autorização? Caramba, sabia que eu tinha esquecido alguma coisa!

– Desculpe. Todas as visitas devem ter a autorização correta.  – ele se sentou na cadeira e sua íris ficou branca, digitou algumas coisas no computador.

– Achei ela. Letícia Cyrus. Sétimo andar, quarto 43. – Cole estava no painel para o botão de chamada.

– Ei, sem botão de chamada. Talvez atrás do balcão. – apertei o botão e a porta do elevador se abriu.

– Até agora tudo bem – Entramos e Cole apertou os botões.

    As portas se abriram, Cole foi na minha frente e de repente me puxou para a parede, tinha outro balcão na frente.

– O que vamos fazer? – perguntou.

(Aiden, vê se consegue abrir a porta)

    Ele apertou o botão e a porta se abriu, mas o guarda ouviu e fechou a porta.

(Droga... Você tem que distrair o guarda primeiro, dá uma olhada por aí)

    Danificou o padrão que estava atrás do guarda e as luzes se apagaram.

(Boa, Aiden. Agora destranca a porta)

    Ele abriu a porta, Cole e eu entramos. Olhei pelo vidro da outra porta.

– Ele não viu a gente. – falei analisando o lugar que não tinha ninguém. – Deve ter alguma coisa... – As câmeras foram quebradas, essa porta só abriria com o cartão de acesso, e o médico que cuidava desse hall estava sentado comendo na cantina.

(Ah! Ele tá muito longe, chame a atenção dele)

    Ele jogou as cadeiras contra a porta chamando a atenção do médico, ele se aproximou para que Aiden conseguisse controlá-lo. Abriu a porta com o cartão de acesso para nós e depois bateu a cabeça do medico na parede e ele desmaiou.

– Aiden, você é muito forte – sorri. – Estamos perto.

– Ah Deus, esses malucos me dão medo! – Cole falou enquanto Aiden quebrava as câmeras. – Dá para achar o quarto 43 e cair fora?

– Não vai muito longe, Aiden! Dói muito quando você está longe. – passei a mão no rosto e Cole me segurou. – Vamos.

– Calma princesa! Aiden ainda não está perto de você, alguma coisa errada com ele? – perguntou preocupado.

– Justin e ciúmes – a dor passou e continuamos a andar até o quarto.

    Cole andou na minha frente.

– 43, encontrei, Miley! – gritou lá da frente do corredor. – Eu espero aqui. Miley, ela pode ter enlouquecido... Ela pode nem saber quem você é, talvez não devesse ir. – Ignorei Cole e entrei no quarto, ele estava escuro, apenas a luz do abajur iluminava. Ela estava sentada em uma cadeira olhando para o nada.

– Mamãe, sou eu, Miley – me agachei. O aparelho que estava medindo os batimentos dela estava ligado, ela não me respondeu, mexi minha mão em frente ao seu rosto. – Sou sua filha – peguei a mão dela, eu já estava chorando. – Eu sou sua filha. Me ajuda, Aiden. – falei com a voz embargada ainda segurando a mão dela.

    Invadi as lembranças da minha mãe e ela estava sentada na sala de experimentos, igual a mim.

– Muito bem, Tish! – ela tinha movido o copo sem tocá-lo.

    Depois, já estava grávida e acariciava sua barriga, mas ainda no laboratório.

– A mãe e o pai, os dois com um “dom”... Você percebe como este bebê é importante?! – falou o cientista. –  Você não vai conseguir, Tish. Deixe a gente cuidar de tudo... É o melhor, sabe disso – ela usava uma corrente de ouro no pescoço que tinha um pinjente de coração.

– Mas... Mas... ela é o meu BEBÊ! Traga ela de volta! Eu mudei de ideia! Eu quero meu bebê!!! – as lembranças do meu nascimento voltaram pela segunda vez.

– Sedativo, rápido! – O médico disse.

– Por favor!  Eu quero ver ela!

– Tirem o bebê daqui! – o médico ordenou.

– Eu quero a minha filha! – eles aplicaram o sedativo e tudo se acalmou.

– Ela pode  desenvolver... Habilidades “especiais”.  – O agente do DPA estava me entregando para Philip e Susan, logo após o nascimento. – Nos avise assim que algo de incomum acontecer.

– Aumente a dose. – minha mãe já estava nessa cadeira e eles iam aumentar a dose do remédio. – Faça com que ela nunca recupere a consciência.

– Desculpa – as lembranças terminaram. – Desculpa... Foi minha culpa – eu disse em prantos. Me levantei indo até a porta quando Aiden falou comigo.

– O que Aiden? – me virei. – O que você quer me mostrar? – sequei meu rosto.

   Fechei os olhos e quando abri minha mãe estava dentro de uma nevoa preta repleta de entidades malignas.

– Destrói essa coisa, Aiden! DESTRÓI AGORA! – ele destruiu aquilo e a alma da minha mãe estava livre para me comunicar. – Mamãe?

– Minha garotinha! Minha garotinha... – Aiden havia criado um espaço para nós duas podermos nos comunicar, não era possível tocá-la. – Tive tanto medo de nunca mais ver você – ela podia me tocar e acariciou minha bochecha. – Senti tanta saudade, Miley... Senti tanta saudade.

– O que houve? O que fizeram com você?

– As drogas que me deram... Me prenderam nesse inferno. Não há nada que eu possa fazer, só esperar que acabe.

– Não, mãe... Eu vou tirar você daqui, eu vou ajudar você. Aiden e eu pode... – ela me interrompeu.

– Vocês dois não tem força o suficiente. Está tarde, Miley... Está tarde. Eu te amo... Mais do que qualquer coisa no mundo, nada vai poder mudar isso.

– MAMÃE! – as entidades puxaram a alma dela do espaço.

– Aiden... Aiden... – foi a última coisa que eu ouvi antes de voltar.

    A sombra de Aiden apareceu na parede chorando como eu. Minha mãe ainda usava o colar com o pinjente, peguei ele e coloquei no meu pescoço. O aparelho que monitora os batimentos parou e só aí me toquei que Aiden havia parado o coração dela.

– Sempre estarei com você, Miley...

    Sai do quarto com os olhos inchados e Cole tinha sido rendido por vários policiais.

– Desculpe, Miley – ele falou com as mãos atrás da cabeça.

(...)

    Acordei numa sala com várias prateleiras de livros, saí daquela sala. Era um laboratório muito moderno, olhei pelo vidro e o condensador estava lá, com luzes que pareciam a aurora boreal.

– O condensador mais potente que já foi criado... Impressionante, não é? – Nathan apareceu vestido de terno sorrindo para mim.

– Nathan! Ah! – corri para abraçá-lo.

– Miley, que bom ver você! – me abraçou apertado. – Eu tinha medo de que acontecesse alguma coisa – segurou meus ombros. – Você emagreceu! Parece exausta! Pelo menos tá viva. Vamos até o meu escritório – Fomos até o escritório. – Por favor, sente-se. – apontou para o sofá. – E aí? Como se sente?

– Eu já estive melhor. A pancada na cabeça não me ajudou muito.

– Ah, desculpe. Eu disse para não machucarem você, é que não queriam te dar a chance de usar o Aiden.

– Como eles me acharam?

– Eles estão seguindo você desde que fugiu. Eles queriam matar você e pegar sua ligação com Aiden... Mas, eu convenci eles  a esperar um pouco , observar você de longe.

– O que houve com a minha mãe, Nathan? – perguntei com os olhos marejados.

– Tish, estava instável. Eles temiam que ela fosse um perigo para si mesma e pro bebê.

– Minha mãe nunca me machucaria.

– Não podiam correr o risco. Olha, eu era pesquisador no DPA, Miley. Eu só descobri muito mais tarde o que aconteceu.

– Por que você nunca me contou sobre a minha mãe? Por que você escondeu a verdade esse tempo todo?

– Eu tentei contar para você, mas como se diz para uma garotinha que a vida dela não é real? Então, eu cuidei de você, amei você, eu protegi você do melhor jeito que eu pude. – levantei do sofá irritada.

– E agora, hein? Você vai me entregar para a CIA? Esse é “o seu plano”, Nathan?

– Trouxeram você aqui porque eles tem uma coisa para você fazer. E ficariam muito gratos se você fizesse.

– Ajudar eles?! Pera aí, você quer que eu ajude as pessoas que levaram a minha mãe e roubaram a minha vida, é isso? – falei indignada. – Na boa, eu já não fiz o bastante?!

– Sabemos que outro país descobriu o Inframundo. Eles acham que é uma coisa que pode ser controlada e manipulada. Eles não sabem com o que estão lidando. –  ele se levantou falando sério. – Se as entidades entrassem no nosso mundo... Sabe o que aconteceria, Miley?

– E o que isso tudo tem a ver comigo?!

– Porque você conhece o Inframundo como ninguém.

– Isso aí é trabalho da CIA. Eu não faço mais isso.

– Querem fazer uma proposta. Se fizer isso para eles está liberada. FICA LIVRE. Miley, sabe o que vai acontecer se uma passagem for aberta? Vai ser o apocalipse. Você tem como impedir isso.

 (...)

– Segundo nossas informações, a república do Karzistão descobriu a existência do Inframundo. – o coronel estava conosco na sala de controle. – Descobriram uma fenda e estão conduzindo experimentos de uma base secreta, localizada na  província de Felhanjiang.

– Não sabemos em que estágio estão nos experimentos, mas nós detectamos flutuações importantes no Inframundo. Quer dizer que encontraram uma forma de interagir com o outro lado.

– Sua missão, é destruir esse condensador e qualquer outra tecnologia que encontrar. – disse o coronel.

– Mesmo destruindo o condensador, a fenda ainda vai estar lá – falei.

– É caro e demorado construir um condensador. Com essa operação, ganhamos tempo para entender melhor o Inframundo e garantir que ninguém vai tentar usá-lo contra nós.

– Esse local é fortemente protegido, né? – falei totalmente calma.

– Bem, você deve esperar uma resistência militar considerável. Sua equipe vai...

– Equipe?! – perguntei.

– Mande-os entrar, Marla – Nathan disse no telefone, alguns minutos se passaram eu eu arregalei os olhos depois de ver quem era a “minha equipe”

– Os agentes, Bieber, Osment e Butler vão te acompanhar.

– Miley! – Lily correu e me abraçou.

– Vai ser ótimo, os momentos estão voltando – Ryan me abraçou também.

– Essa vai ser a missão mais perigosa que já fizemos – falou Justin.

– Um pequeno e ágil comando para evitar a detecção. A missão começa em dois dias. Boa sorte – o coronel foi claro. Levantei para sair e Nathan me segurou.

– Se cuida, Miley. Ninguém sabe o que vamos encontrar do outro lado.

– Relaxa, tá? Não acho que to pronta para fazer parte do Inframundo.

– Ótimo. Porque eu não quero perder você.

    Sai da sala e Justin veio atrás de mim.

– Posso falar com você?– perguntou.

– Claro.

– Tem uma coisa que eu venho querendo dizer para você, aliás, eu venho tomando coragem desde que te conheci.

– Como assim? – ele respirou fundo.

– Miley... Ele se aproximou e segurou meu rosto... Eu... – Ele estava gaguejando.

– Qual o problema, Justin? – ele olhou nos meus olhos.

– Esquece...


Notas Finais


O fim está perto gente :(


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