História Além de uma vida - Capítulo 1


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Categorias A Marca de uma Lágrima
Personagens Personagens Originais
Tags Além Do Tempo, Paixão, Romance, Separação, Tragedia
Exibições 4
Palavras 950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Poesias, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa história seguirá a ordem de 34 capítulos, porém terá outro fanfic que dará continuidade a essa magnífica história que está sobre minha autoria e que foi baseada em fatos reais a primeira história é "além de uma vida" e a próxima será "Anastasia" vocês irão saber o porque, agora obrigada por me acompanhar, minha primeira história foi kill-me, essa é a segunda de várias e outras histórias que venho passar para vocês os ensinamentos, agora sem mais delongas, fiquem com essa história. Além de uma vida.

Capítulo 1 - Descobrindo o Brasil


Fanfic / Fanfiction Além de uma vida - Capítulo 1 - Descobrindo o Brasil

Nos anos de 1500 quando os portugueses vieram para o Brasil e registraram que aqui foi descoberto por eles, estavam enganados, já haviam milhares de pessoas por todo litoral brasileiro, os indígenas, e essa história se passa em uma dessas aldeias.

Quando Pedro Álvares Cabral  pisou em solo brasileiro quis dominar tudo, pois ali era propriedade agora de Portugal, o que venho contar a vocês é uma história que aconteceu com a filha de um rei poderoso, que veio ao Brasil logo após seu suposto "descobrimento", la pelos anos 1510 , Helena Cavalcanti Lisboa era a filha mais velha e por ser a mais velha ela era a que mais era presa, aonde ia seus servos a seguiam, ela tinha apenas 16 anos, não conhecia nada sobre a vida e o quanto ela tinha de bonito, só conhecia grades, bailes e festas chiques da alta sociedade, ela sonhava com o dia em que pudesse se apaixonar e viajar pelo mundo conhecendo vários lugares, pessoas e culturas diferentes, só que seu pai era muito rígido e não a deixava sem vigia nem por um minuto, por ela ser mulher e naquela época só quem mandava era os homens, ela não poderia governar o reino nos seus 21 anos, teria que arrumar um marido com prestígio e honra para que comandasse e juntasse forças de território, geralmente as moças que eram as próximas da linha de sucessão casariam com alguém muito mais velho, os pais acreditavam que quanto mais velho o marido de suas filhas fosse, mais era a responsabilidade e melhor seria seu modo de governo com seu povo, e se sua filha desse o primeiro erdeiro homem, era motivo de orgulho e alegria para as nações, agora se fosse mulher, dependendo do rei, ele poderia arrumar outra e caso não conseguisse um menino, poderia matar suas esposas, decapitando-as.

-Terra a vista!- Gritavam os marinheiros, depois de quase 15 dias viajando ao mar chegamos ao Brasil, sinto-me estranha, talvez seja o enjôo que o mar me propôs, ter ficado 15 dias dentro de uma cabine viajando, ao sair do barco sinte-me meia zonza, pois o sol estava me cegando.

-Gostaria de água senhorita? Você me parece pálida, estás a se sentir bem?- Uma criada ao perceber meu momento de fraqueza me pergunta.

-Estou bem, não preciso de nada, tire apenas minhas bolsas do bagageiro e minha mala portátil.

-Sim, senhorita- sai a criada recolhendo minhas coisas e colocando-as para fora do barco.

-Ho, minha filha, fizestes boa viagem em sua cabine?

-Sim papai, um dúvida, em que local do Brasil estamos?

-Essa terra é conhecida pelo sol nascer primeiro, se chama paraiba este território.

-E onde iremos ficar por aqui? 

-Uma aldeia próxima, os tupis, já foram avisados de nossa chegada e irão nos acolher.

-O que são tupis?

-É um dos povos indígenas que vivem por esta região, eles são conhecidos por ser hostis e por tudo fazem festas, mas chega de conversa, desça e acompanhe a demanda, estaremos logo atrás de você.

-Sim papai, com vossa licença.

Desci e fui explorar a região, aproveitei um minuto de descuido de meus servos e me afastei um pouco por uma trilha fechada, para observar um pouco dos pássaros, dava - se para ouvir seus cantos nitidamente, quando prendi meu vestido em um galho afiado, tentei soltar e acabei rasgado minhas luvas, quando escuto um barulho, não exitei e comecei a gritar pensando em ser um bicho que iria me devorar naquele instante, mas era apenas um garoto só de tanguinha, uma pena engraçada na cabeça da pele morena e o cabelo liso preto, só podia ser um indígena.

-A moça, precisa de ajudar de Yago?

-Yago? mas quem é esse?

-Quem está falando com você? uma planta por acaso? Yago sou eu!

-Mais respeito, você está falando com a princesa Helena.

-E você mais respeito também comigo, você está falando com o filho da mãe natureza.

-Mãe o que?- falo meio indignada por ainda esta presa aquele galho que aos poucos rasgava meu vestido da renda mais cara do reino.

-Mãe natureza, mas respeito com ela, deixe - me te ajudar, parece um porquinho que foi pego por uma cobrá,  se debatendo desse jeito.

-Se for para mangar de minha pessoa, deixe - me não preciso de sua ajuda, eu consigo sair só.

-Essa eu quero ver. -Quando eu pensei que finalmente tinha me soltado ele na verdade havia me ajudado sem que eu percebe-se 

-Obrigada, mas não precisava, já estava conseguindo sair

-Não foi o que estava parecendo

-Você é muito insolente, sua mãe nunca te ensinou como deveria tratar uma princesa?

-Não, minha mãe me ensinou a tratar mulheres bem e não saber lidar com garotas mimadas 

-Você é um chato mesmo, falarei de você ao meu pai

-E contarei que você se distanciou dos seus servos de propósito 

-Estava me vigiando? 

-Digamos que não apenas a você e sim a todos que vinham com você, você não é o último guarana no pé não.

Quando eu ia quase responde-lo escutamos os gritos de meu pai me chamando pela mata, e então o índio Yago me puxa me levando por um caminho mais perto para tribo, ao chegar na tribo o meu pai me abraça, perguntando por onde eu estava, quando falo que o Yago estava me acomodando nos meus aposentos e me mostrando a tribo, meu pai ficou super feliz e satisfeito com os "cuidados" desse índio chato que na verdade me ameaçou caso contasse a verdade, meu pai jamais poderia saber que eu me distanciei de propósito,  ele me colocaria de castigo pela eternidade, aliás eu sempre estou de castigo, pois serei forçada a me casar com um velho só para dividir minha riqueza e fortalecer meu reino, isso para mim já é mais que castigo, já é tortura não me casar por amor.





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