História Além do Olhar - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Exibições 6
Palavras 679
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Sci-Fi, Super Power
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Digam se estão gostando e avaliem.

Capítulo 2 - EP 2.01- Perigo...


Fanfic / Fanfiction Além do Olhar - Capítulo 2 - EP 2.01- Perigo...

Algumas semanas depois do feito de Denny, ele e sua família saíram para passear. Foram para a cidade vizinha de carro. Denny diferente do normal, gemia e se balançava constantemente, repetindo a mesma palavra várias vezes: Dor.

Selina tentava acalmá-lo, mas o medo era maior. O pequeno suava.
Em sua "visão", tinha visto um carro capotando e em seguida, um barulho de aparelhos de hospital.
Ainda na premonição, ele vira uma mão delicada cheia de agulhas e coisas de hospital, uma mão feminina.

-- Hospi...Tal.

Louis decidiu parar o carro numa vila pequena. Era bem parecida com uma vila medieval, crianças correndo, mulheres de cabelos ruivos e pele bem branca, vestidos longos que tremulavam ao vento e pais com roupas de tecidos bem delicados tecidos pelas próprias esposas.
Parados em frente á vila, observavam tudo, era surreal, incomum.
Até que...

-- Esperei por tanto tempo.

Diz uma voz fina e cativante, desconhecida até então por eles.
Os três levaram o susto e viraram devagar. Era uma jovem muito pálida, de olhos azuis como o céu e cabelos ruivos como folhas de outono.
Seu sorriso era branco e seu rosto cheio de sardas. Seu vestido era curto, bem diferente das outras mulheres.
Louis pegou Denny no colo, observou bem a garota e perguntou de forma delicada:

-- Hm...Er.... Quem é você?
Pergunta o rapaz para a suposta adolescente.

-- Muito prazer, sou Lannys Backëndor.
Disse a ruiva, observando o pai com um sorriso amigável.

-- Como sabe quem somos?
Disse observando seriamente a garota.

-- Você não vai acreditar! Mas... Sou como ele! -Apontou para Denny, que se encolheu- Eu tenho as mesmas habilidades! Eu também tenho certo grau de autismo mas eu superei!

-- Como assim? Habilidades?
Louis olha para Denny e rapidamente volta o olhar para Lannys.

-- Vocês ainda não sabem? Ele prevê o futuro!
A ruiva diz animada.

-- Me desculpe, não sei do que está falando.
Louis olha para o chão, pensando numa resposta delicada para dar.

-- Entrem que eu explicarei!
Diz a ruiva.

Denny se desprendeu de seu pai e saiu em desparada para Lannys, segurando sua mão com uma risada.
Ele olhava para a adolescente com uma risada aconchegante, parecia que eles eram conhecidos!
Louis e Selina não tiveram escolha e foram atrás.
Era uma casa de pedras e telhado de palha, janelas de madeira e cortinas de tecido de seda. Era um lugar bom pra viver.
Os quatro se sentam numa mesa e se encaram. Menos Denny, se sentia incomodado, característica de um autista. Então, procurou uma distração: brincar com os dedos.
Lannys não tinha papas na lingua, mesmo com um baixíssimo grau de autismo, a premonição poderia ser uma característica de qualquer autista, é um dom raro. Muito mais raro do que encontrar diamantes ou ganhar na loteria, Denny e seus pais foram abençoados por Deus.

-- Deixa eu me apresentar melhor... Meu nome é Lannys Beckëndor, tenho quinze anos e sou um pouco autista. Mesmo que não pareça, tenho grau dois de autismo.

A ruiva desviava o olhar sempre que dava, uma característica comum entre autistas.

-- Eu tive uma premonição há mais ou menos dois anos. Vocês chegavam aqui com ele e faziam as mesmas perguntas! Ele vinha comigo e sentávamos nos mesmos lugares.

Os pais se olharam e meio que duvidaram. Conversa vai e conversa vem, eles perdem meio que a hora e dizem que tem que ir.
Estrada vazia, sem um carro sequer.
Mas, por algum motivo, uma silhueta humana apareceu em meio a neblina e Louis tentou desviar.
E infelizmente, a premonição de Denny estava certa. O carro capotou no canto da pista. Louis conseguiu salvar o filho e se salvar, Selina, não.
Mas não morreu, está em estado grave no hospital. Está entre a vida e a morte.

Mais tarde no hospital, Denny demonstrou sentimento profundo pela mãe, que ali na maca estava a descansar. O garoto chorava em silêncio, Louis estava ali para consolar.
Mas, Louis começou á chorar com o filho e eles se perguntavam: Selina vai ficar viva e sem sequelas?


Notas Finais


Se ficou uma parte em negrito foi por engano viu!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...