História Além do que os olhos vêem - Capítulo 1


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Categorias Arrow, Legends of Tomorrow, Liga da Justiça, Supergirl, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Eobard Thawne / Flash Reverso, Felicity Smoak, James "Jimmy" Olsen, John Diggle, Kara Zor-El (Supergirl), Laurel Lance, Leonard Snart (Capitão Frio), Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Ray Palmer, Richard "Rip" Hunter, Thea Queen, Wally West (Kid Flash)
Tags Arrow, Flash, Joel, Jonas, Kim, Kimberlly, Monstros, Olicity, Rae, Raven, Snowbarry, Supergirl, The Flash
Exibições 42
Palavras 2.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- Plágio é crime. Dediquei meu tempo para criar a história e vou denunciar quem tentar um plágio.
— The Flash, Arrow, Lot, Supergirl e Jonas pertencem á Dc Comics e Warner. Bros Pictures.
— Apenas alguns personagens peetecem á mim.
— Críticas construtivas e opiniões são sempre bem-vindas. Eu não mordo. *-*

Fiquei planejando essa fanfic a um bom tempo e levei um trabalho para planea-la. Pra quem já assistiu o primeiro episódio de LoT, sabe quem é Jonas. Então, na fanfic ele sobrevive e fica longe do pai que muitos sabem quem é o pai dele.

Enfim, eu espero que aproveitem e boa leitura!!!!

Capítulo 1 - Prólogo


Um som é escutado no andar debaixo.

Os dois irmãos olharam para a direção do barulho. Ambos se entreolharam curiosos e depois voltaram a olhar para a porta. Mas o seu tio os impediu de cumprirem a ideia de checarem o que era aquele som.

Pegou a sua arma e olhou para fora do corredor. O silêncio instalado naquele local o tornava ainda mais assustador. A única coisa que dava para ouvir eram os passos cautelosos dele indo até o corredor. Nick continuou afastado da irmã, enquanto a mesma sentia-se culpada e ao mesmo tempo com raiva. Ela sabia que a culpa dele ter se machucado era dela, mas já pediu muitas desculpas e sabia que ele fazia isso para fazê-la implorar por perdão. Nick  estava sendo arrogante com ela. Por fim, ela se levantou, ainda com Bob nos seus braços. O seu cachorro de pelúcia da raça dálmata. Se atreveu a caminhar alguns passos em direção à porta, mas o seu irmão a impediu de prosseguir, falando.:

— Tio Joe falou para ficarmos aqui — disse, sabendo que o mesmo estava no corredor e ouviu Nick.

— Vocês dois, fiquem aí! — obrigou ele. — Raven, volte!

Raven assentiu com a cabeça e obedeceu. Não é ela que é de descumprir as regras. É ela quem faz isso. Ficou ao lado de Nick. Mas o mesmo não estava curioso tanto quanto ela. Pois ainda estava com raiva da irmã. Raven estava brava com ele. Mas com os seus pais não. Ela sabe que fez mancada ao tentar ter os mesmos poderes que o seu irmão. Aquilo lhe era uma incógnita, assim como para todos ali. Não sabiam porque Raven não demonstrou nenhum poder. Suspeitavam que viriam na puberdade. E, pelo DNA danificado herdado do pai, o poder dela não seria tão significativo quanto o de Nick. Mas, desde que descobriram que Nick é tão rápido quanto o pai, ela não deixava de ficar triste. Ele não chegava a ser tão rápido quanto o Flash. Mas é muito ágil. A sua mãe fez exames nela e não achou nada de diferente. Raven então se sentiu excluída. Mas talvez seja questão de tempo. Ela tem esperanças de que um dia tivesse poderes e esperava que esses aparecessem no que a sua mãe supôs e falou ser a puberdade... Raven não fazia ideia do que aquilo era — para alguém de seis anos, já era de se esperar.

Joe ia voltando para o quarto dos dois. Mas, assim que ia fechar a porta atrás de si, um vulto passou por ele e o puxou para trás. Raven soltou um grito fino e agudo. Nick também não pode de soltar um e esperava que nem ele e nem Raven falassem isso para ninguém. Ela instintivamente abraçou mais Bob, enquanto Nick correu até ela e a abraçou. O que eles tinham visto era um vulto amarelo. O vulto logo voltou para a porta. A sua forma era humana e tremeluzia, impossível de reconhecer o seu rosto. Ele fechou a porta atrás de si, mas ambos Nick e Raven conseguiram ver a tempo Joe caído inconsciente no chão. Aquilo assustou ambos, mesmo que eles não se entendem por gente.

Antes do vulto amarelo fazer algo, um som foi ouvido no andar debaixo. O vulto amarelo, usando a sua velocidade, agarrou os dois pelo colo. Raven gritava e se debatia, o mesmo fazia Nick. O homem sorriu.

Mas algo o atacou pelas costas. O seu braço esquerdo, onde estava Nick, foi o que ficou mais danificado. Joe, mesmo machucado gravemente, deu um tiro no seu braço. A sua visão estava turva, por isso dificilmente conseguiu mirar na sua cabeça, já que ele estava do outro lado do quarto. Nick caiu no chão, mas Raven permaneceu nos seus braços. O vulto amarelo caiu de joelhos, tentando mais do que tudo segurar Raven.

— Parado Eobard! — disse Joe, com a voz fraca. Mas conseguindo se manter em pé para salvar os seus sobrinhos. Colocou o celular na orelha antes que desmaiasse — Barry, ele está aqui!

Eobard então sorriu e saiu dali, deixando Nick e Joe. Nick gritou o nome de sua irmã desesperante. Poucos segundos depois, Barry apareceu. Olhou para todos os lados e sentiu o maior alívio em ver Nick. Mas sentiu o maior desespero em não conseguir ver Raven.

Joe caiu no chão, não conseguindo se manter em pé. Barry correu até ele.

— Ele pegou Raven — disse ele com a voz fraca. Barry viu o quanto que o machucado de Joe era grave. Joe percebeu aquilo e agarrou o braço de Barry — Não! Vá salvá-la, Barry! Vai!

Barry não queria ter que fazer aquela escolha. Não queria colocar uma das pessoas mais importantes na sua vida em jogo. Não queria deixar Joe para morrer e não queria também deixar Raven morrer. Mas sabe que Joe ficaria irritado dele nem ao menos tentar salvá-la.

Ele então correu atrás de Eobard Thawne. E só havia um lugar onde ele poderia estar.

Barry então correu até o píer. Mas pouco antes dele chegar, Eobard finalmente colocou Raven no chão. A mesma segurava firmemente Bob. Sempre que ficava nervosa, ela fazia aquilo. Raven parou de gritar quando Eobard parou de tremeluzir e se agachou. Ele não havia sentido muito bem o tiro. Mas é aquela coisa de não sentir a dor no momento exato. Logo, a ardência veio. Retirou a sua máscara, deixando que Raven veja melhor o seu rosto.

— Você, com muita sorte, terá a mesma beleza da mãe — ele acariciou o seu rosto — E a idiotice do pai.

Raven não emitia nenhum som da sua boca. Apenas deixou uma lágrima silenciosa rolar pelo seu rosto, com medo daquele homem.

— Cadê o meu pai?

Eobard olhou por cima do seu ombro e sorriu ainda mais. Foi um tiro de raspão. O seu braço sangrava um pouco, mas a bala não perfurou nele.

— Ele está bem atrás de você! — afirmou Eobard.

Raven virou-se para trás, seguindo o olhar de Eobard até o seu pai. Quando ele se aproximou mais de Raven, tirou a sua máscara, deixando amostra o seu rosto. Raven sentiu esperança e nostalgia de dentro dela.

— Pai! — gritou ela, abrindo um sorriso e correndo até o mesmo.

Abraçou o mais fortemente pode o seu pai. Ele retribuiu o seu abraço. Mas o seu pai logo a afastou daquele abraço.

— Por que está aqui, filha? — perguntou ele. Raven o olhou estranho. Ele costuma chamá-la de Rae e muito menos falava daquele jeito.

— Pai, me leva para casa — pediu Raven com a voz pidona — Me desculpa por hoje. Eu prometo não fazer mais. Por favor, não me deixe aqui.

— Raven, aquilo é imperdoável — disse Barry, mesmo não sabendo o que era — E é aqui onde você deve ficar.

— Como assim? — perguntou Raven, inocentemente.

— Não preciso mais de você — falou Barry. — Você é um peso nas minhas costas.

— Me desculpa por não ter poderes como você e Nick. Me desculpe! — dizia ela — Eu estou com medo.

Barry sorriu para ela. A virou de costas e Eobard se pôs logo atras dela, fora de sua vista.

— O papai vai amarrar as suas mãos, está bem? — Raven assentiu com a cabeça, tendo total confiança com o seu pai.

Eobard continuou sorrindo enquanto via aquela cena, enquanto ele amarrava as mãos dela. Ele estava achando aquilo muito engraçado. "Barry" amarrou as mãos de Raven firmemente. Depois, ele a virou de frente para ele.

— Eu te amo, papai! — disse Raven, deixando uma lágrima silenciosa cair — Por favor, me leve para casa!

— Nós vamos para casa. — concordou ele. — O papai agora vai amarrar os seus olhos, está bem?

Raven assentiu com a cabeça. Seus olhos foram amarrados por um pano. Raven não conseguia ver absolutamente nada. Seu pai pegou no seu braço brutalmente e a levou para um lugar que Rae não sabia onde era. Eles ainda estavam no píer, ela supôs. Mas o som das ondas e dos barcos flutuando estava mais alto. O cheiro de maresia também estava mais forte.

— Papai, nós vamos para casa? — perguntou Rae, ainda inocentemente, mas duvidando das palavras do pai. 

Ela estava nervosa e com o coração acelerado. Mas queria acreditar que Barry é confiável. Que o seu pai é confiável.

— Não, filha. Eu vou voltar para casa! — corrigiu ele no seu ouvido. — Você vai para outro lugar. — Raven sentiu os seus pés já na borda. — Longe de nós!

Raven sentiu ser empurrada brutalmente. Ela gritou, mas o seu grito foi interrompido pela água. Kim não teve chances de nadar. Tampouco sabia nadar. Tinha medo do mar. E agora, ela estava se afogando. Raven se debatia, mesmo com os seus membros amarrados. À medida que afundava, o seu oxigênio acabava.

O holograma de Barry se desfez a pedido de Eobard. Foi fácil enganar a garota. Ele podia te-lá matado na hora. Ou te-la matado na frente de todos. Mas queria uma morte demorada e torturar a herdeira do Flash. Faltava apenas o outro herdeiro. Mas Eobard viu que seria mais difícil do que pensava em levar o garoto. 

Mas, por enquanto, preferia sorrir com a perda de alguém da família de Barry Allen. É impressionante como Barry perdeu muitas pessoas na sua vida. Imagina agora ao ver a família que ele construiu se desmontando.

Ao ver a sua filha sendo morta pelas consequências das ações que ele fez.

***

Encarava o teto do hospital por um bom tempo.

Queria logo sair dali. Sair daquele lugar que ficou durante anos. Mas também sabia que ficaria assustado ao enfrentar o mundo lá fora após anos em coma.

Os médicos lhe disseram que o seu coma era muito profundo e não tinha a menor certeza de que ele conseguiria acordar. O pior de tudo, além de ficar adormecido durante anos e perder várias coisas, era nem se lembrar de nada.

Todo mundo teorizou de que ele esteja com amnésia, pois nem o seu nome ele se lembrava. Ninguém nunca saberia se ele não se lembrasse de uma voz feminina falando para ele dentro da sua mente.

Jonas.

Era somente isso que se lembrava. Do seu nome e da sua mãe. Lembrava-se apenas do rosto dela. De como estava desesperada em salvá-lo de alguém que ele desconhecia. Sua mãe lhe dizia que salvaria ele e que o seu pai o amava muito. Mas sabia que ela morreu tentando salvá-lo, e deixou-lhe apenas um relógio.

Jonas usava aquele relógio agora para não se esquecer da sua mãe. Se mantinha deitado na maca após ter explorado a sua ala do hospital que ficava há vários anos ali. Uma enfermeira acabara de sair depois de ter trocado o soro dele. Jonas devorava aquilo que todo mundo caramba de pudim. Um dos médicos lhe trouxe, achando que ele deveria comer algo a mais do que as comidas que o hospital oferecia. O médico era gentil com Jonas, por mais que o mesmo desconfiasse dele. Mas com o tempo, Jonas o viu como alguém confiável.

Olhou para o seu relógio. Era de ouro, mas já estava enferrujado e velho. O vidro estava sujo e os ponteiros nem sequer se moviam. Desde o início, os ponteiros indicavam apenas um horário. 16:17. Jonas nunca entendeu o porquê. Talvez aquele seja o horário que ele teve um acidente e ficou em coma. Ele pensou e acreditou nesta hipótese. 

Ele se lembrava apenas de um sonho. A sua mãe o colocou em uma sala pequena, onde ela teria salvado ele. 

O garoto deitou a cabeça no travesseiro. Ele se sentia perdido, e mal sabia as coisas que enfrentaria um dia. 

*** 

O homem jogou as duas irmãs no chão.

Ele não teve tempo de matar o pai de ambas pois logo a mãe de ambas apareceria, pois estava bem claro que as duas eram o ponto fraco da Supergirl.

A caçula da família se encolheu e derramou lágrimas silenciosas. A sua irmã, a morena do seu lado, a abraçou. Abraçou o mais forte que pôde a irmã mais nova. A mesma afundou o seu rosto no ombro de Mabel, sentindo o aroma do cabelo preto liso dela.

— Vai ficar tudo bem, Kimberlly — consolou Mabel, afagando seus fios loiros também lisos herdados geneticamente da mãe.

O homem — o alienígina fugitivo do D.O.E. que se auto-intitulou como Markus — amarrou as mãos de ambas. Depois de fazer isso, olhou ao redor do campo. Ninguém saberia que eles estariam no meio da floresta. As calças jeans das duas irmãs estavam sujas de terra por causa do caminho que os três fizeram. Kim queria os seus pais ali. Ela sabia que eles saberiam o que fazer naquela situação.

— Eu quero a mamãe! — falou Kim com uma voz fraca para Mabel.

— Ela vai vir, Kim. Ela vai vir.

— É claro que ela virá, Kim — disse Markus, ameaçador. Kim se encolheu mais e ficou mais próxima de Mabel.

— Onde está o papai? — indagou ela.

— Ele está bem, Kim. — respondeu a irmã de 8 anos, dois anos mais velha que a caçula, incerta.

Ela nutria um carinho muito forte pela irmã e vice-versa. Seu pai sempre dizia que ela herdou aquele instinto protetor da mãe.

— Então, a sobrinha da Astra teve duas filhas... — dizia Makus, enquanto olhava para as duas irmãs satisfeito.

Mabel levantou-se, mantendo Kim atrás dela. Markus pode ver a coragem no rosto da mais velha.

— Quem é você?

Ele riu.

— A avó de vocês duas colocou muito do meu povo na prisão — falou. — Que vingança seria melhor do que matar as duas herdeiras da sua mãe?

— Ela disse que tinha te pegado!

— Eu tenho meus meios de fugir da prisão — se vanglorizou ele — Vocês irão pagar pelo que a Supergirl fez.

Markus abriu a cela e deu um soco em Mabel, que tentou ataca-lo.

Kim se encolheu ainda mais, enquanto Markus pegava uma arma. Ele havia se acostumado com os costumes daquele planeta. Jogou Mabel para contra a parede e se aproximou de Kim. A pegou brutalmente pelo braço e a arrastou para longe de Mabel, que permanecia com as mãos amarradas. Começou a se debater e a gritar, enquanto via a irmã mais nova nas mãos de um aliênígina maníaco.

— NÃO! POR FAVOR, ELA NÃO! — Mabel começou a se desesperar e a chorar. Ela se sentia culpada por Kim estar naquela situação. — É A MINHA IRMÃ!

Markus jogou Kim no chão, cortando as cordas dela. Kim se levantou e ainda chorava. Estava de costas para Markus, ao pedido dele.

Kim abaixou a sua cabeça, derramando uma lágrima nas flores abaixo dela.

— Olhe para as flores, Kimberlly — mandou Markus calmamente.

Ela fez o que ele pediu e abriu os olhos. As flores eram amarelas. Kim admirou as flores, enquanto Markus destratava o revólver. Apesar do medo, Kim achava lindo aquelas flores. Ela sabia que algo ruim iria acontecer com ela. Algo muito ruim. Por isso, ela preferia observar aquelas flores do que ver Markus. Olhando para elas a deixava mais tranquila. Eram as únicas flores amarelas do campo.

— Olhe paras as flores, Kim. Olhe apenas para elas.

Kim o obedeceu e continuou as admirando, afim de se esquecer do seu medo. Markus mirou na sua cabeça, pondo o dedo no gatilho. Mas não teve a chance de atirar, pois dois laser atingiram na arma.

Os três olharam para cima e viram a Supergirl pronta para pousar. Mas Markus foi mais rápido, se teleportou para trás de Kim. A mesma gritou e os dois se teleportaram. Kim, ao olhar ao seu redor, se viu em outro lugar. Olhou para Markus, que a agarrava por trás. Estavam na beira de um morro rochoso. Na frente de Kim, só havia terreno dez metros abaixo deles. Sem diser mais nada, Markus a empurrou e Kim caiu ladeira abaixo.

Ela gritou, mas aos poucos, seu grito diminuía. Nem sentiu mais nada. Kim fechou os olhos lentamente com as flores amarelas gravadas na sua mente, ouvindo a voz suave e tranquila de Markus na sua mente a mandando olhar para elas. 


Notas Finais


Espero que gostem!!!!

COmentem!!!! :) :D


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