História Além do que os olhos vêem - Capítulo 2


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Categorias Arrow, Legends of Tomorrow, Liga da Justiça, Supergirl, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Eobard Thawne / Flash Reverso, Felicity Smoak, James "Jimmy" Olsen, John Diggle, Kara Zor-El (Supergirl), Laurel Lance, Leonard Snart (Capitão Frio), Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Ray Palmer, Richard "Rip" Hunter, Thea Queen, Wally West (Kid Flash)
Tags Arrow, Flash, Joel, Jonas, Kim, Kimberlly, Lot, Mosntros, Olicity, Rae, Raven, Snowbarry, Supergirl, The Flash
Exibições 26
Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!!!! :) :D

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Não sou a única que falta azar...


Não interessa se você é o garoto mais lento da turma, ou o homem mais rápido do mundo, todos nós estamos correndo. Correndo de algo, correndo para algo ou para alguém. E não interessa o quão rápido você é, existem coisas de que nunca vai conseguir fugir. Algumas coisas sempre vão pegar você. 

***** 

Acordou com batidas violentas vindas da porta. 

A sua madrasta fez o mesmo de sempre. A mandou se levantar e se arrumar e depois a xingou de todos os nomes possíveis por fazê-la ir para o seu quarto e acorda-la. A garota se espreguiçou, já acostumada com o modo que a sua madrasta a acorda durante seus 14 anos e correu os seus olhos para o seu MP3, que ainda estava ligado com os fones de ouvido e que havia uma letra gravada em preto. "R", a letra inicial do seu nome. 

Raven guiou os seus olhos para o seu despertador e arregalou os olhos ao ver que já estava atrasada. Tirou os lençóis de cima dela e deu um pulo, correndo para fora do quarto e indo direto para debaixo do chuveiro. 

Diferente da garota e o garoto que são os seus vizinhos, eles já acordaram faz tempo. 

Seus pés já estavam cansados de tanto correr. Ao contrário do garoto que estava mais à frente dela, que fazia a sua corrida matinal para chegar até a escola. Ele interpretava aquilo como um exercício. Era bom correr naquela hora da manhã, onde não tinha muitas pessoas no parque central. Corria enquanto ouvia uma música. Preferia aquilo do que ficar com os seus meio-irmãos e com o seu padrasto. 

Enquanto corria, Raven corria em disparada e passava direto por ele com uma rapidez incrível. Jonas tentava não deixar amostra a sua surpresa por uma garota vestida de preto dos pés à cabeça ultrapassar ele com tanta facilidade. Em algumas esquinas, Raven parava para descansar e ficava fora de vista de Jonas. Ele passava direto e Raven ultrapassou mais vezes. E toda hora, Jonas olhava para Raven e tentava ultrapassa-la. Na quarta, ele soltou.: 

— Ah, fala sério! 

Raven riu com o seu comentário. Mais dez metros e os dois param cansados. Jonas e Raven se encostaram em uma árvore, arfando e suando por causa da correria. A garota sentada abaixo da árvore olhou para os dois, surpresa, ainda mantendo o caderno de desenhos no seu colo e desenhando o esboço do Superman. Ela olhou para os dois, os achando bem familiares. A garota, que aparentava ter a mesma idade que ela — 14 anos — vestia-se de preto. A sorte dela é que está nublado. Suas calças eram muito folgadas, presas ali somente por um cinto. Seus cortunos pareciam serem a única coisa ali que servia para ela, pois até o seu casaco ra grande demais. E o mais bizarro é que ela estava toda de preto, sem nenhuma outra cor. Já o garoto, tendo 15 anos de idade, estava suado e tirava os seus fones de ouvido. Passou a mão nos cabelos loiros cor de areia. 

— Você corre rápido! — admirou Jonas, pegando um pouco de água. Ele olhou antes para Raven se matando de sede e a entregou a água. — Toma! Você parece precisar mais!

Rae ia falar que não precisava, mas a sua sede era maior do que isso. Bebeu um pouco de água enquanto a garota observava a cena toda. 

— Ei! Eu já te vi em algum lugar, não é? — falou Jonas, olhando com mais atenção para a garota. 

— Vocês estudam na Barkely Good School — falou ela. — Você faz aula de química comigo. 

— Ah, é! Kimberly, não é — Jonas disse, recordando-se da menina que sempre fica no fundão e que mal levanta a voz na sala. Kim assentiu com a cabeça. 

A garota vestida de preto discordava deles. 

  — Eu conheço vocês dois de algum lugar — diz ela. 

— Vocês são meus vizinhos — falou Kim. Jonas concordou com elas. 

— É mesmo. Meu padrasto é amigo da mãe de vocês. 

— E a sua irmã cuida da minha — falou Rae. 

Os três não eram de sair muito, mas sabiam quem eram o outro. Rae prefere o seu império, mais conhecido como o seu quarto, Jonas, seu videogame, e Kim, os seus livros de fantasia.   

O trio ficou em silêncio. 

— Então... Vocês não vão para a aula? — perguntou Rae. 

Jonas olhou para ela, franzindo a testa. 

— A aula é daqui a uma hora. — diz ele, gesticulando com as mãos. 

— Que horas começa a aula? — indagou Rae, incerta. 

— 08:00. 

— São 7:57. — Rae respondeu a Jonas. 

Ela notou os olhares que ela e Kimberlly trocaram. Kim logo aprontou o seu material e se levantou. Rae entregou a Jonas a sua garrafa d'Água. 

  — Foi bom ver vocês duas — Jonas se arrumava para voltar a correr. 

— Você também — disse Kim. 

Assim, cada um seguiu o seu caminho.   

*** 

O som da porta se abrindo atraiu a atenção de Kim. 

Ao olhar em direção à porta, olhou o garoto que havia se encontrado antes. Atrás dele, vinha a outra garota. Ambos estavam em estados piores do que antes. Suas testas suavam e a respiração dos dois estava arfante. Estavam iguais aos jogadores de futebol que voltavam depois do intervalo, parecendo que aviam corrido uma maratona. A diferença é que eles tinam mesmo corrido uma maratona. A sra. Walker os mandou esperarem até a primeira aula acabar na sala de espera da diretoria. 

Só estavam os três ali. Jonas e Rae desabaram em um banco de madeira, onde Kim também estava. Jonas sentou-se bem do lado. 

— Que bom que não fui o único a se atrasar — Jonas olhou pelo lado bom. Ele logo pensou o que falou e corrigiu — Não que eu esteja comemorando por vocês terem se atrasado. Mas é que pelo menos não me sinto tão solitário. 

— Eu digo o mesmo — murmurou Kim, sem olhar para eles. Ela tomou coragem e olhou para Rae — Você faz aula de música, não é? 

Rae assentiu com a cabeça. 

— E você a de fotografia, não é? — supôs ela. Kimberlly assentiu. — Eu vi as suas fotos no mural. 

Jonas a olhou surpreso. 

— São as suas fotos no mural da escola? — perguntou Jonas, se referindo a um mural nos corredores da escola que amostrava fotos tiradas pelos alunos da aula de fotografia. Kimberlly assentiu. 

— Sim. 

— As suas fotos são incríveis — elogiou Rae. — Melhores do que aquela tal de Sue Adams. 

— Vocês acham? — indaga Kimberlly. 

— Lógico. Bem, na minha opinião — disse Rae, voltando o seu olhar para frente. 

— Então temos opiniões iguais — concordou Jonas. 

Kim sorriu para si mesma, orgulhosa. 

— Obrigada. — disse ela, sem reação. 

O trio ficou, novamente, em silêncio. 

Jonas conseguiu recuperar o ar perdido na corrida do parque até a escola. Escondeu mais o seu relógio do seu bolso. O relógio que ele carregava há algum tempo. Kimberrly notou aquilo e preferiu não falar nada, logo o reconhecendo. Até mesmo os CDF's da escola zombavam dele quando Jonas um dia se esqueceu de esconder o seu relógio de bolso. Todos os chamavam de Senhor do Tempo. Kimberlly desviou o olhar antes que Jonas percebesse ela o olhando. Ela, assim como os outros, achou estranho alguém como Jonas, e como qualquer um em Ohio, andasse com um relógio de bolso. Ainda mais velho e enferrujado. Kimberlly supôs ser de ouro antigamente, mas agora parecia mais sujo. E os ponteiros só marcavam um horário. 15:17. Jonas nem ousou abrir o relógio para consertá-lo porque nunca teve vontade de fazer isso. 

Para ele, o relógio tinha algo em especial. Jonas nunca teve coragem de jogar fora, pois era a única coisa que ele tinha do seu pai. Ele não sabia o que aconteceu com eles, mas preferia ficar com o relógio. Achava pertencer ao seu pai, pois atrás estava gravado ''Rip Hunter''. Jonas pesquisou aquele nome na internet e ele não existe. Criou inúmeras teorias sobre quem seria o seu pai, mas de que adiantaria? Eles já estão mortos. Apesar do seu padrasto e dos seus meio-irmãos tentarem o forçar a jogar aquilo fora. O relógio era como se fosse o seu amuleto da sorte, por mais que a sorte não esteja com ele. E, parece que mesmo que jogasse-o fora, ele aparecia do nada. Jonas já o perdeu antes várias vezes, e do nada aparece no seu bolso. 

A sra. Walker os pediu para que falassem o número dos responsáveis deles. Jonas falou primeiro e Rae sentiu nervosismo na sua voz. Era o número do seu padrasto. Depois foi Kimberlly, que falou o número da sua madrasta. 

— Número do seu responsável! — pediu a sra. Walker com desdém. 

Rae suspirou e falou o número. 

Quando a sua madrasta souber, tudo o que vai receber é uma bronca e a sua meia-irmã riria da cara dela quando levar um sermão. E levará outro só de tocar nela, pois ela e a madrasta sabem o que acontece quando Rae toca em alguém... 

Desde que o seu padrasto foi de uma para a melhor, nenhuma das duas foi a mesma. A senhora Amanda já não ia com a cara de Rae, imagina agora que é somente as duas e a caçula da família. E pior ainda com o segredo que a família Wood mantém em relação a Rae. Aconteceu aos seus 11 anos de idade. Qualquer um acharia Rae, literalmente, fria. Muitos dos colegas de Rae já sentem frio só de ficarem do lado dela. Está aí o porque de muitos manterém distância dela. Foi na época quando o seu padrasto ainda estava vivo, dando tempo para ele saber o que fazer em relação a radiação da pele de Rae. A mesma, quando alguém a toca, sente frio. E, a cada segundo que a pessoa tocava nela, o frio aumetava até ficar desconfortável. Começará a sentir calafrios pelo corpo, vibrações e vozes. Vozes que Rae um dia já ouviu. Quando a sua madrasta tocou nela sem querer, alegou que ouviu a voz do marido agora morto. Aquilo a deixou em choque por ter ouvido a voz dele. Também ouviu outras vozes aleatórias. O seu padrasto tentou de todas as formas ajudá-la. A levou para o médico da família. Não adiantou. Era como se fosse uma radiação. A pele de Rae também ficou mais pálida do que o normal. Tudo nela mudou. Seja lá o que era, seu padrasto disse que ela desafiava as leis da natureza. 

Ele então a levou para o seu tio, pois apenas o seu padrasto e ela sabiam o segredo de Joel. Pois o tio adotivo de Rae é afastado da família por se envolver com coisas sobrenaturais, e por ser uma. Ele não pode fazer muita coisa, pois nem ele podia tocar nela, mas descobriram uma coisa: preto diminui a radiação. Assim como a cor preta é uma cor neutra e absorve a luz solar mais do que as outras cores quando está sob ela. Independentemente de onde Rae esteja, podia ser na Antártida, as suas roupas pretas a deixaria mais quente, mas não o suficiente de impedir a mutação. Apenas diminuiu mais o que Rae se recusa de chamar de dom que ela ganhou. Se não se vestisse preto, a radiação seria quatro vezes pior. Mas continuava horrível. Rae nunca conseguiu fazer amigos na escola, e depois que surgiu essa radiação, ela tinha motivos para não fazer amizade com ninguém. Rae já usava roupas folgadas, e agora sim ela era obrigada a usar. 

Era doloroso, mas não havia o que fazer. Por isso, Rae se acostumou tanto a usar preto que desenvolveu um fetiche pela cor. Além de te já ter sido antes fechada. Agora tinha motivos e razões para ser assim e de, literalmente, ser fria. E agora é ainda mais, já que está sem a sua única figura paterna na sua vida. A pessoa que salvou a sua vida enquanto que os seus pais biológicos a jogaram do píer. Rae não sabia se os seus pais se vestiam apenas de amarelo e vermelho, pois era apenas isso o que ela se lembrava. Disseram que Rae bateu contra uma rocha, deixando um ferimento grave na cabeça. Mas ela conseguiu sobreviver e teve amnésia. Não se lembrava de nada da sua antiga família e não sabia se queria se lembrar ou não, pois tudo aponta que os seus pais a abandonaram. Apenas isso. Se não fosse por um colar que ela usava, nem saberiam o nome dela. O seu nome estava gravado em uma pulseira rosa velha,mas as palavras escritas em preto estavam pouco legíveis e só dava para ler um ''Ra''. Seu padrasto a chamou de Rae, mesmo que todos saibam que tinham mais letras no seu nome. Logo descobriram as outras letras e logo souberam que o seu nome era Raven. Mas ela preferiu o qeu estava agora, afim de não deixar te chamarem com o nome que os seus pais biológicos te deram. Mas Rae preferiu continuar assim.  Todos sabiam que Rae era assim, e Kimberlly também sabia disso. 

Kimberlly também era aguém que não sabia fazer amizades. Era muito difícil para verem Kim com um sorriso no rosto na escola. Ela tira boas notas e é considerada uma CDF, mas odiava o lugar. Sabia que Jonas e Rae também eram zoados na escola, mas sabia que não era da mesma maneira que ela. Kimberrly podia escrever uma biografia sobre as pegadinhas, os nomes, os xingamentos, as piadinhas e as vergonhas que ela já passou na escola. E estudou durante toda a sua vida naquele lugar. Os seus pais adotivos acham ser apenas drama dela, pois os ouros três filhos, também adotivos, se dão bem no lugar. Isso se dá porque eles são uma das pessoas a zoarem Kimberlly. 

Por causa disso, o dia da sua formatura será o melhor de sua vida. Será quando Kimberlly vai sair daquela casa, quando ela mesma vai fazer as decisões de sua vida. Kim estava ansiosa para isso. E não tinha mais nada que a irritava além de sua família e daquela escola. 

O que ela mais odiava da sua família era dela querer controla-la. E não era pelo bem dela. Era para o bem deles. Era para os seus filhos serem reconhecidos com o sobrenome da família. Ninguém pensaria aquilo dos Bartons. O casal tinha três filhos. Kim, Jason — capitão do time de futebol americano — e Mack — líder de torcida e duas vezes em primeiro lugar em concursos de beleza. Jason já tem uma vaga na universidade de Oxford, pois é o melhor aluno em química e ciências. Já Mack, ela tem talento musical e vai fazer no próximo ano um teste para gravar em uma gravadora. Os seus pais não podiam estarem mais orgulhosos e, por isso, não iriam permitir que Kim manchasse o nome da família. Até agora, o único interesse que ela demonstrou ter foi fotografia. Kim também é uma das melhores na aula de arte, mas perdia apenas para a meia-irmã mais velha. Ela não descobriu outros talentos que a interessassem. Mas os seus pais não iriam desistir tão fácil assim. Muitos acham que Kim queria mesmo entrar para o time de futebol feminino. Mas ela nem queria chegar perto da bola. Seus pais achavam que ela fazia drama quando dizia que a bola tinha mais interesse no seu nariz do que nas suas mãos. 

E não só a colocaram no teste do time de futebol americano. A colocaram também no de vôlei, de basquete, de róquei, de futebol brasileiro... Até o de pingo pong ela tentou e não conseguiu. A cara de decepção dos seus pais era a pior. Kim não gostava de ser uma decepção, mesmo com os seus pais. Ela não gostava de fracassar. E eles diziam toda hora que ela era um fracasso. Seus pais depois a inscreveram em um teste para fazer uma propaganda. Apenas Mack entrou. Kim não queria fazer aquilo, e nem precisou de tanto esforço assim. Agora, ela temia que eles a inscrevessem em um concurso de beleza. Ela nem de longe faria isso. Público não é bem algo que a fazia ficar tranquila, ainda mais câmeras voltadas para ela. Preferia ela estar atrás da câmera e tirar as fotos dos outros. 

Kim já desistiu de buscar algum tipo de talento, pois ela já tinha um, que era fotografar. Mas os seus pais achavam aquilo muito infantil e não aceitariam que a filha adotiva deles osse apenas uma mera fotógrafa. Kimberlly também não queria o seu rosto gravado nas televisões. Até a sua formatura, Kim teria de aguentar os dois a menosprezando e Mack e Jason se exibindo. 

  — Terão de levar uma advertência — avisou a sra. Walker, anotando algo na prancheta. —  Parecem que não sabem o que significa compromisso. — ela levantou o olhar para eles. — Eu vi os papéis com as informações sobre vocês três. Se os três levarem mais uma advertência, irão para a detenção. 

— Mas por quê? — indagou Jonas. 

— Você, Jonas, perdeu horário antes, e perder horário leva advertência. Já vocês duas, não trouxeram o jaleco para aula de química — explicou — Devo admitir estar surpresa com você, Kimberlly. Nunca é de se atrasar. 

  — Eu havia me esquecido do horário. 

— Pois nem você, e nem você dois, devem se esquecer. Devia seguir o exemplo dos seus irmãos, Kim. Eles não são tão irresponsáveis quanto você foi. 

Quando a sra. Walker desviou o olhar deles, Kim revirou os olhos. 

— Isso também vale para vocês dois também. 

Os três suspiraram. 

Ao olhar para os dois do seu lado, Rae se sentiu melhor ao saber que ela não era a única que o que não lhe faltava era azar...


Notas Finais


Espero que gostem!!!!

Comentem!!!! :) :D


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