História Além dos Sentimentos Estranhos - Capítulo 4


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Felipe Z. "Felps", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Malena "Malena0202" Nunes, Matheus Neves "Pk Regular Game", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Felps, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Malena0202, Matheus Neves, Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Tags Calango, Cellbit, Cellps, Felps, L3ddy, Lemon, Luba, Malena, Malepok, Mike, Mitw, Pac, Pklango, Rezende, Spok, T3ddy
Visualizações 399
Palavras 2.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Corujinhaaaaas
Voltei com mais um capítulo dessa estória. (GENTE, deixa eu explicar uma coisa q para alguns deve ficar por errado e eu por burra. Bom, existe História -com HI- e Estória-com E. As duas palavras serve para contar algo,a diferença é q usamos História para relatar algo q, realmente, aconteceu. É a famosa História q aprendemos na escola,como as Grandes Guerras. Já Estória,usamos para contar algo fictício, q existena imaginação de um escritor,ou seja, uma "história" criado, como por exemplo, as fanfics. Bom, era só isso mesmo, é q estava lendo minhas fics antigas e percebi q elas estavam como Histórias, mas o certo é Estória. Isso é só um detalhe, mas achei interessante explicar para não acharem que sou tão burra ao nível de escrever "história" errado hehehe)
A música de hoje -SIIIM, voltei com os capítulos acompanhados de música- é "A música mais triste do ano" de Luiz Lins (Mas prefiro a versão cover de Dreicon -procura no youtube).
Boa leitura!

Capítulo 4 - Noite sem lua


Fanfic / Fanfiction Além dos Sentimentos Estranhos - Capítulo 4 - Noite sem lua

Capítulo 4

Foram todos para o jardim: Felps, Cellbit, Pac, Mike, Ana e Spok.

A noite foi passando e as estrelas estavam lindas naquela noite sem lua. A lua parecia está cansada demais para trabalhar e resolveu se ausentar, deixando a noite mais escura e mais estrelada.

-Hoje a noite está parecendo seus olhos. -o loiro fala baixinha perto do ouvido do namorado

Estão todos deitados na grama fofinha, olhando as estrelas, os casais estão abraçados. Felipe está com uma mão por baixo da cabeça e o outro braço está servindo de travesseiro para o mais novo. 

Ele apenas sorriu com o comentário de Rafael e o aconchegou ainda mais em seu braço.

Alguns minutos em silêncio, até Ana falar:

-Está tudo ótimo, mas eu vou dormir. 

-Eu também vou, amanhã tenho prova para fazer. -Spok se pronuncia

-Vamos, meu amor? -Mike pergunta ao namorado

-Vamos. -Pac responde

Eles se levantam e olham para os dois que não levantaram.

-Vocês não vão? -Mike

-Agora não. -o moreno sorriu simpático

-Daqui a pouco, vamos. -o loiro completou.

-Certo. -Pac

-Boa noite -Spok

O casal permaneceu no mesmo lugar, sem falar mais nada. O silêncio se aconchegou de uma maneira delicada e gostosa. O silêncio estava bom, mas uma dúvida quase que gritante se formou na cabeça de Felipe.

Amor, quando nosso vinho amargar ou perder o sabor
Quando a maquiagem borrar e as fotos perderem a cor
Tu ainda vai querer me aquecer quando não me restar nem calor?
E quando o cigarro apagar vai ter valido a pena as cinzas e o frescor?

-Por quê? -finalmente indagou 

-Por que, o quê?! -o loiro ficou confuso 

-Por que você não foi embora? Por que quando eu te mandei ir embora e não querer ser meu amigo, você não me obedeceu? -formulou a pergunta

Rafael, levantou um pouco e virou-se ficando apoiado nos cotovelos na grama, olhando para seu parceiro.

-Primeiro que não sou muito obediente, segundo que sou muito curioso. -sorriu de lado

-Curioso? Foi por isso, curiosidade em saber o que aconteceria me desobedecendo? -Felps arqueou uma sobrancelha

-Também. -Cellbit pendeu um pouco a cabeça para o lado. -Eu também fiquei com meu orgulho ferido. -sorriu amarelo

-Seu orgulho? -o outro não conseguia entender

-Sim. Quando você falou para não te pertubar e que não queria ser meu amigo, eu fiquei com meu ego quebrado. Quem você achava que era para não querer ser meu amigo?! -cerrou os olhos

-Só não queria machucar ninguém, nem ser machucado também.

-Por quê? -agora foi a vez do loiro ficar confuso

-Porque depois do Rezende, sempre foi só eu e o Pac. Eu não sabia ser mais amigo de ninguém. Uma hora ou outra, acabaria machucando alguém com meus problemas e meu jeito rude de ser. E foi o que aconteceu com você. -o mais velho, acariciou o rosto do outro e o fez sorri tímido.

-Não fica assim. Me machucar foi a melhor escolha, aliás, você nem teve escolha. -beijou a mão que o acariciava

-Claro que tive culpa, Cell. Você sofreu e te ver sofrer me quebrou por inteiro. Eu fiquei sem chão, meu mundo desmoronou mais uma vez. -Felps sorriu triste

-Mas agora estou bem. E só de te ver assim, na minha frente, vivo já é um milagre. Sempre vou agradecer a Deus por isso. -Rafael se aproximou do rosto do namorado e selou seus lábios com os dele. Foi um beijo castro, sem segundas intenções. Só para saber se ele, realmente, estava ali, vivo e saudável em sua frente. Era uma espécie de prova. 

-Você já sabia que ia te machucar algum dia, não sabia?! -o de olhos negros voltou com suas perguntas gritantes. 

-Desde a primeira ofensa que trocamos. E depois daquele beijo no parque, eu tive certeza que iria dar muita merda. -os dois riram e por um breve momento, houve silêncio. 

-Então por que continuou? Você viu que eu era uma bomba prestes a explodir e mesmo assim ficou. Por quê? -Felipe levantou o tronco se apoiando nos cotovelos atrás de suas costas. Ficando olho a olho com o outro.

-Por que seria uma idiotice se eu ficasse, mas seria ainda pior se eu fosse embora para longe de você. Era como se a cada vez que eu olhasse em seus olhos negros, eu fosse puxado para mais perto, como um imã, um buraco negro que me prendia. A cada dia que se passava, eu percebia que a bomba estava perto da explosão, porém não tinha medo. Achava que mesmo com todos os destroços eu poderia te ajudar a se reconstruir. -em nenhum momento, nenhum dos dois desviaram os olhares.

Quando a nossa música tocar, tu ainda vai lembrar do ritmo?
Quando o mundo me machucar, tu ainda vai querer curar minha dor?
Tua voz e tua respiração são meus sons preferidos
Mas quando eu esquecer de viver teu olhar ainda vai me lembrar quem eu sou

-Cedo ou tarde, eu iria explodir. Machucar todos ao meu redor, eu não queria ser uma bomba, nunca quis. -Felipe fechou os olhos.

Rafael com calma e delicadeza, tocou nos lábios dele e percorreu com o polegar todo o formato da boca tão linda que amava beijar. 

-Às vezes, ser bomba não é tão ruim. Pode ser necessário. 

-Como não? Eu machuquei e provoquei estragos. -abriu os olhos repentinamente

-Mesmo na explosão, mesmo em meio aos destroços e caos, eu fui feliz. Você me fez feliz como nunca ninguém fez. Não me arrependo por ter sido atingido por uma bomba. Ainda mais uma bomba gostosa, que me irrita e me faz sorrir ao mesmo tempo. -sorriu largamente para seu namorado.

-Às vezes, tenho vontade de te matar, te estrangular e colocar veneno na sua comida. Mas aí, você me olha com esse olhar azulado e eu me sinto o cara mais feliz e sortudo do universo por te ter ao meu lado. -retribuiu o sorriso sincero ao loiro

-O sentimento estranho é recíproco. 

Mais uma vez, se beijaram. 

-Você foi a coisa mais estranha e mais linda que me aconteceu nesses últimos anos. -declarou-se e o de olhos claros ficou surpreso pelo repentino comentário

-Eu sabia que iria entrar em um beco sem saída assim que te vi entrando pela porta do nosso quarto. -Rafael estava certo disso

-Se arrependeu? -Felipe perguntou, inseguro da resposta

-Só quando te vi pelado e abraçado com a Juliana. -ficou triste de repente e baixou o olhar

-Ei, isso nunca aconteceria se eu não estivesse drogado. -Felipe segurou o queixo do namorado e o levantou seu rosto.

-Às vezes, eu tenho medo, sabe.. -Rafael em um movimento rápido se sentou a grama

-Medo? De quê? -Felipe também sentou-se ficando de frente 

-De te perder para outra pessoa.. -falou inseguro

-Para uma garota, você quis dizer. -Felps sorriu pelo seu ciumento

-Principalmente. -falou com um bico nos lábios

-Cell, você fica lindo com esse bico ciumento nos lábios. 

O moreno lambeu os próprios lábios ao ver seu namorado com ciúmes. Ele não sabe o quanto fica lindo com cara de bravo. 

-Eu nunca pensei em ficar assim. Sempre fui o garoto querido por todos que tinha qualquer garota na palma da mão e tinha amigos por todo o Colégio. -começou a dizer

-O famoso gostoso popular? -Felps interrompeu e sorriu de lado

-Quase isso. Nunca fui de brigar com ninguém, mas quando te vi, tudo foi por água abaixo. Eu brigava todos os dias e adorava te ver irritado, ainda gosto. -sorriu travesso. -Quando te beijei depois de você chorar e desabafar comigo, eu senti uma vontade enorme de te pegar no colo e te proteger de todos os males do mundo. Foi aí que eu comecei a te ver melhor e a te desejar. Desejo carnal, do jeito que sempre desejei as meninas. Porém, você só fazia me senti mais longe de ti, então foi se tornando mais difícil te tirar da cabeça, queria de algum jeito me aproximar e te ajudar. Comecei a te desejar de outras maneiras, de uma forma mais emocional. Só de ver seu sorriso, me sentia feliz também. Nesse momento, vi que estava fodido na vida. Você já dominava minha mente 24 horas por dia. -o loiro sorriu envergonhado e o moreno entrelaçou seus dedos. 

Ainda vai querer acordar com meu toque e minha voz no ouvido?
Tua vida ainda vai ter sentido se a nossa for tudo o que te sobrou?
Quando chegar o cansaço meu abraço ainda vai ser teu abrigo
Mas quando a vida acabar ainda vai querer ir pro mesmo lugar onde eu vou?

-Então meu plano de te afastar fez, justamente, o contrário?! -balançou a cabeça negativamente e riu

-Você tinha até plano para me afastar?! -os olhos azuis se arregalaram em choque

-Tentei te afastar todos os dias. Quando percebi que seria meu colega de quarto, eu pirei. Também não gostava de brigas, o Rezende foi a única briga que tive a minha vida inteira. Tentei de todas as formas te afastar de mim para não ter que ser seu amigo. Eu não queria ter amigos, muito menos um idiota que me derrubou no primeiro dia de aula e que eu odiei desde o início. Além de ter medo de um certo loiro curioso fuçando meu passado, meus segredos e meus medos -o moreno revirou os olhos

-No final, você me contou por livre e espontânea vontade. -se vangloriou

-Por livre espontânea pressão, senhor Rafael. -Felps apertou o nariz alheio com a outra mão livre.

-Eu não te ameacei com uma faca no pescoço em nenhum momento. -o Lange se deu por vitorioso e o outro deu foi a língua como forma adulta de revanche.

-Depois do selinho do parque, eu comecei a sentir umas coisas estranhas por você. Ai tentei te afastar ainda mais. Eu gostava de peitos e não de pênis. Eu não queria dar o braço a torcer porque queria te pegar e te jogar na minha cama. -mordeu o lábio inferior. 

Ato que não passou despercebido pelo loiro que o olhava cheio de amor e paixão

-Então fomos completos imbecis, estávamos querendo nos pegar loucamente e não admitiríamos nem sob pena de morte. Perdemos muito tempo tentando calar nossos desejos. 

O loiro sorriu sorrateiro e o seu namorado o puxou para perto de si. 

-Vamos compensar esse tempo?! 

-Agora mesmo. -sorriu em resposta

O beijo apaixonado estava ótimo até gotas grossas de água começarem a cair do céu, agora cheio de nuvens, as estrelas se foram e em troca, veio a chuva.

-Vamos por quarto. -Rafael puxou Felipe. Os dois correram em direção ao prédio masculino. O toque de recolher tocou no momento que eles passaram pela porta do prédio. Molharam-se o bastante para as roupas ficarem pesadas pela água. Chegaram ao quarto, o moreno abriu a porta e foi logo tirando a camisa molhada.

-Vamos trocar essas roupas no banheiro para não molhar o quarto, Felps. -o loiro o empurrou até o banheiro.

Ao chegarem lá, se despiram e se olharam nus. Sorrisos brotaram em ambos os lábios, em menos de uma fração de segundo, os corpos encontraram-se em um beijo afoito. Aquele beijo necessitava todas as vontades que tinham de serem um do outro.

-Eu te amo tanto. -Cellbit sussurrou quando o beijo foi separado

-Eu que te amo de uma forma que não sei explicar. -Felps falou sincero.

Aquele sentimento era tão novo para ele, tão avassalador e tão sem sentido que ele não sabia explicar o que sentia. Apenas sabia que não viveria um dia feliz sem aquele ser de olhos azuis e topete bagunçado ao seu lado. 

-Não precisa explicar com palavras, só sentir já basta. -sorriu e foi respondido por um sorriso ainda maior.

Para Cellbit, não era diferente. Aquilo que sentia era inexplicável. Uma vontade estranha de ser só do moreno o dominava todos os dias. 

Aquelas longas e dolorosas semanas que o viu em uma cama de hospital, sen responder o próprio corpo, o enlouqueceu. O loiro não sabia viver sem seu imbecil preferido. Assim como o moreno enlouqueceu quando viu por um breve momento, a bala atingir o corpo do seu idiota. Foi um ato sem cabimento se jogar contra a bala que atingiria o mais novo, mas foi a pior e melhor escolha que Felipe já havia tomado na vida. 

Felps acariciou a bochecha corada do outro e sorriu sem querer ao imaginar que aquele garoto era seu namorado. Ele era tão perfeito que parecia até sonho. 

-Eu morri de saudades de você durante essas semanas. -confessou olhando nos olhos claros

-Mas a gente se viu quase todos os dias. -Rafael não entendeu

-Estou falando disso. -apertou a bunda redondinha do loiro que gemeu baixinho

-Entendi. Safado! -sorriu e o puxou para outro beijo.

Esse agora era mais urgente, mais quente e com mais desejo. 

Ainda vai sorrir quando eu for teu único motivo?
Ainda vai ouvir o que eu digo mesmo quando eu só quiser falar de amor?
Ainda vai tentar me entender quando eu não fizer mais sentido
E ficar comigo quando tiver visto o pior lado de quem eu sou?

-Faz amor comigo?

O moreno pediu manhoso bem próximo ao ouvido alheio. Sentiu o corpo esbelto e branco se arrepiar com tal ato e sorriu depositando um beijo molhado no pescoço do loiro.

-Lógico que faço. É o que mais quero nesse momento.


Notas Finais


Olaaaaaa
Espero que tenham gostado do capítulo. Foi uma cena que eu sempre pensei em fazer, pena que na primeira temporada, Não deu para fazer, não tinha uma preparação e os fatos ainda não tinham acontecido. Mas ai está a cena fofa que eu sempre quis fazer. Ela ainda não acabou, mas ficaria enorme e cansativa de escrever, além de a outra parte ser o Lemon. Ai ficaria a mistura de fofura com safadeza. Apesar de gostar disso, preferi separar essas duas partes para ficar um clima melhor.
Espero que tenham gostado, favoritem e comentem a vontade.
Em breve, atualizo Psicologia do Amor e O Grande favor. E claro, Além dos Sentimentos Estranhos.
Bjos e até lá..


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