História Algemados pelo Destino - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Karin, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Comedia, Hinata, Naruto, Romance
Exibições 152
Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá! ^^ Voltei, não escrevi muito porque vou postar mais um seta e resolvi separar-los, mas tudo bem xD Dessa vez nossa Hinata está de narrador, as vezes vou alternar entre ela, o narrador e outros personagens, eu acho que assim fica mais interessante conhecer o lado de cada um xD
Obrigada por quem está acompanhando ❤ Boa leitura!

Capítulo 2 - Presa duas vezes?


Algemados pelo Destino

Capítulo 2 – Presa duas vezes?

- Você está presa, sua ladra!

Hinata

- O que? – ele nem sequer me deixou terminar ou pelo menos saber o que estava acontecendo e me jogou para dentro daquela viatura. – Mas... Por que estão fazendo isso? Eu não fiz nada! – tentei me justificar, mas apenas piorei tudo.

Ele riu da minha cara, como se fosse uma “brincadeirinha” de amigos:

- Você é tão inocente, não é mesmo? Acha que não “fez nada” sendo flagrada com o colar da presidente Tsunade-sama? – Ele disse com um tom sarcástico, eu nunca senti tanto ódio na minha vida; preferia mil vezes Sakura e Ino me zoando por algo que eu realmente fiz, do que alguém que está me julgando por algo que não tenho idéia do que aconteceu.

Eu fiquei calada por alguns minutos, de repente senti seus olhos no retrovisor olhando diretamente para mim, e para provar que eu estava completamente irritada com aquela situação, o encarei também, ele tinha olhos azuis, ele me lembra alguém, mas ainda não sei dizer quem.

Passou se um tempo, e já havíamos chegado a nosso destino, ou melhor, no destino que me levaram, pois não mereço nada estar ali.

- Saia daí logo, sua piranha! – outro policial completamente me chutou para fora do carro, eu fiquei sem reação.

- Você não pode me tratar assim! – disse já no chão completamente com raiva e o rosto vermelho, a minha vontade era de pular na cara daquele policial sem noção.

- Ah, mas que engraçadinha, ela vai sofrer e muito aqui pelo o que parece. – ele disse sarcasticamente, me dando mais ódio ainda.

- Deixa a garota, Chouji. – disse o policial dos olhos azuis, pelo menos ele tem mais educação do que o seu colega de trabalho.

- Só porque você pediu, Naruto. – o “Chouji” completamente educado se retirou dali me olhando de soslaio, um dia eu ainda enforco aquela baleia fora d’água.

- Venha – o tal do “Narure” ou “Naru-alguma-coisa” me deu a mão e eu apanhei rapidamente, afinal eu estava completamente perdida. – Vou te levar até a sua cela.

Rapidamente eu congelei, cela? Mas eu não cometi esse crime! Eu vou ter que ficar num presídio por um crime que eu não cometi? Rapidamente gritei sem pensar duas vezes:

- EU TENHO MEUS DIREITOS!  - berrei tão alto que o loiro me largou naquele instante, e eu sem pensar duas vezes - novamente, porque eu sou impulsiva demais – corri, corri e corri dali o mais rápido que pude, ainda estava com as algemas, mas consegui correr mesmo assim, não ia ficar nunca em uma cadeia.

- PEGUEM ELA! – berrou o loiro e de repente, milhares e milhares de policiais pegaram suas motos e carros e partiram para cima de mim.

Fiquei assustada, fugi, fugi e fugi. Mesmo assim a cada segundo eles estavam cada vez mais perto, de repente vi um atalho numa floresta estranha – e um pouco assustadora – e adentrei rapidamente ali. Suspirei de alívio, quando escutei uma fala, completamente irritante:

- Você está presa de novo – sorriu o maldito policial dos olhos azuis, ele falou tão pausadamente que parecia um espírito do mal, levei um susto e peguei o primeiro pedaço de madeira que achei e o acertei com toda a minha força. Escutei o estalo, confesso que eu fui muito má em fazer aquilo e até senti pena dele por um instante, soltei a madeira e pus a mão em seu nariz, ele não respirava. Eu o havia matado?

Soltei um grito de desespero e me ajoelhei, a que nível eu cheguei? Ele foi o único que me tratou de forma educada e eu acertei uma madeirada em sua cabeça! Eu não sou uma humana! Isso é impossível! Deixei cair algumas lágrimas por uma mistura só; minha inutilidade, meu eu desastrada e azarada e, o dia em que fiz a maior burrada da minha vida, muito mais do que cortar a veia do pâncreas do que a veia renal, eu simplesmente acabei com a vida de um ser humano.

Chorei por mais alguns segundos quando senti ele colocar suas mãos sobre as minhas, minha alma se acalmou, meu coração bateu mais forte.

- Que bom! Você está vivo! – sorri para ele que continuava de olhos fechados – Eu pensei que tinha te matado e... O QUÊ ESTÁ FAZENDO?! – eu gritei ao sentir suas mãos deslizarem de minhas mãos para meus ombros e para meus seios. – SEU PERVERTIDO! – berrei de raiva novamente, tirando sua mão de meu peito e a jogando longe de mim.

- Que? – ele levantou os olhos e me olhou – Ah, é você, eu achei que fosse... – não o deixei completar e lhe dei um tapa. Ele rapidamente se virou e me olhou sem entender o que estava acontecendo.

- Você pode ser um policial e pode achar que eu sou uma ladra e tudo mais, porém nem por isso eu deixo de ser uma mulher, quem você pensa que é para fazer isso? Isso é abuso sexual! – choraminguei e coloquei a mão na boca, na verdade eu estava acostumada com aquela situação, quando entrei no hospital há um ano, tinha um homem que sempre vinha de propósito para o local somente para me ver, e um dia me agarrou e disse que se eu contasse para alguém ele iria acabar de vez com a minha reputação, e pensei em meus pais e rapidamente me deixei levar por aquele homem sem dignidade alguma.

- Me desculpe... Eu não vi o que estava fazendo, é que eu... Achei que fosse a minha ex-namorada, vocês... São bem parecidas, e me deixei levar, por favor, peço perdão. – ele se levantou e me deu sua mão, eu aceitei um pouco confusa. – Mas... Voltando ao meu trabalho; eu não posso te deixar ir, me desculpe você tem que ser presa.

- Mas eu... Não cometi crime algum! – disse indignada.

- mesmo que você se diga inocente, você foi flagrada com o colar, então... Você é a suspeita número um, querendo ou não. – ele disse sério, e confesso que senti um pouco de medo daqueles olhos vibrantes.

- É, você tem razão, pelo menos eu posso tentar me explicar? – tentei dialogar e sair dessa de uma forma que eu não precisasse sair correndo e ser perseguida por várias viaturas. Mas no fundo eu sabia que não tinha como sair dessa, não agora.

- Bom, primeiramente, e o mais importante, você promete que não vai fugir de mim? – ele disse um pouco inseguro, inseguro até demais para um “policial”.

- Tudo bem, eu juro que não irei fugir, dependendo que eu posso pelo menos ter o direito de ligar para os meus pais, posso? – disse, eles são minhas únicas esperanças, se eles não me ajudarem, ninguém mais ajudará.

- Claro, mas antes você tem que vir comigo, só que dessa vez; sem fugir, sem crises de garota e em primeiro lugar: sem madeirada! – ele disse tão sério a parte da “madeirada” que me fez rir.

E pensar que eu não o matei, me deixa mais tranqüila ainda, imagina só uma vida sendo perseguida pela polícia? Eu estaria perdida.

Seguimos até a delegacia sem algemas, sem fugir e, como ele considerou em primeiro lugar, sem madeirada. Confesso que no fundo eu agradeci por ter sido ele, o “policial que me prendeu” mais de duas vezes.


Notas Finais


Bom espero que tenham gostado ❤ Já fico feliz da vida de estarem acompanhando, beijos e até a próxima! :3


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