História Algia - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Aceitacao, Cathappy, Dor, Homofobia, Louca Das Referencias, Párisxromeu, Taehyung!top, Taekook, Vkook
Visualizações 65
Palavras 797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Não, eu não sumi, mas tenho que dizer que o bloqueio para essa fanfic está me atingindo com tudo, mas estou me esforçando para escrever algo agradável, eu acho hehehehe

Espero que gostem, mesmo estando meio curtinho^^

Boa leitura^^

Capítulo 4 - Quarta Parte


Algia

 

QUARTA PARTE

 

 

 

Taehyung espiava, outra vez, através das cortinas, esperando que encontrasse o amado sentado perto de seus pais em meio à plateia, que esperava pela peça estudantil ansiosamente. No entanto, não encontrou os mesmo fios negros que amaldiçoavam sua vida perto dali. Questionou-se por minutos, se Jeon estaria atrasado, mas suas dúvidas foram saciadas quando viu os pais do garoto sentarem nas cadeiras reservadas, e o terceiro espaço que, especificamente, Kim havia reservado para o amante, completamente vazio.

Temeu que algo houvesse acontecido. Não havia mais provas durante o resto aquele resto de ano, muito menos treino de futebol que atrapalhasse o estrelato de adolescentes na puberdade. Repetiu diversas vezes a promessa do menor, alegando que não faltaria, de forma alguma, à peça que representaria seu amor.

Como o roteiro, Páris sentiu-se só.

Seu Romeu mentira descaradamente, que sequer o irmão mais novo ousara dizer-lhe o motivo estupendo da falta repentina de Jeongguk. Romeu havia o abandonado, com seu coração de papel, rasgado em partículas pequeninas, esperançoso de que , alguma forma, seu amor fosse retribuído.

Mas ambos estavam pecando, diante à qualquer autoridade que os rodeava. Acreditava que esses eram os motivos de suas cartas nunca respondidas, ou apenas, o medo de Jeongguk em tornar-se sujo e inexistente aos olhos de muitos – mesmo que o moreno fosse à única coisa que tomasse sua vista, em todas as horas dos dias, e nos momentos mais impuros, onde Taehyung ficava a sós com sua imaginação impura e a imagem de Jeon.

 

– Tem certeza de que seu irmão não virá?

 

Kim questionou novamente ao irmão mais novo de Jeon, antes que entrasse no palco e encenasse o papel de Romeu perfeitamente naquela noite.

 

– Já lhe disse, ele não quer andar com fracassados como nós. Admito, ele tem uma vida melhor que a nossa, não precisa de nós. – Respondeu o mais novo, grosseiramente, e ironicamente. Foi-se assim as ultimas esperanças que Taehyung tinha em seu amor.

 

Mas não faria um bom papel, sem que lutasse por seu amor bravamente. Mesmo que tal ato significasse morrer de amor por aquele que não vos ama.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As gotículas de suor escorriam por seu rosto, e seus tornozelos cansados por pedalar incondicionalmente, atrás da casa onde Jeongguk morava. A camisa branca, tomando um cheiro não agradável por seu suor, e pequenas marcas d’água formando-se na gola de sua camisa. Aquilo não lhe importava. Nada lhe importava naquele momento.

Parou sua bicicleta assim que olhara a janela do quarto de seu Romeu, com as luzes acesas e as cortinas fechadas, impossibilitando qualquer visão de dentro de seu quarto. Largou sem preocupação a bicicleta ao chão, mesmo sabendo que a tintura que cobria as partes de metal estariam degastadas pela forte batida contra o asfalto.

Agradecera mentalmente por ser rápido o suficiente para que, seu pai não fosse atrás de si, e que os pais de Jeongguk ainda não estavam em casa. Seria aquela sua deixa perfeita? Nunca teve a oportunidade de declarar-se devidamente ao amado, esperava que aquela fosse a chance de mostrar que o mundo estava muito além de um pequeno país no leste asiático, e que, assim, estaria muito longe dos conhecimentos do homem à respeito do amor. Queria mostrar que temer amar era o normal a se fazer, e entregar-se a imperfeição era questão de tempo para que a paixão aquecesse os resíduos de esperança dentro de seu subconsciente.

 

– Jeon Jeongguk! – Gritou uma vez, não recebendo sua resposta. Aproximou-se mais do muro dividindo a casa com a do vizinho, em frente ao quarto do Jeon. – Meu Romeu, por favor, dê-me uma chance!

As cortinas moveram-se rapidamente, e o ranger da janela abrindo-se tomou seus ouvidos, deixando a imagem lucida de Jeongguk sob a janela, franzindo seu cenho ao ver Taehyung gritando por si.

– Vá embora, Taehy... Não pode ficar aqui. – Repetiu algumas vezes, mesmo sabendo que o maior não o escutaria tão cedo.

Kim observou nitidamente Jeon, percebendo assim as pequenas parcas em seu rosto, as quais não se lembrava de suas existências naquela manhã, quando vira o amado pela última vez.

– Fica comigo, eu posso mostrar o outro lado do mundo que você teme tanto! Nada se resume ao o que vivemos aqui, e agora! – Esbravejou novamente. – Eu não posso mais viver me escondendo, Jeon Jeongguk.

– Mas meus pais... – Tentou dizer.

– Eles não conhecem nosso amor, meu Romeu. – Ponderou-se, antes de gritar novamente. – Não temos muito tempo, por favor... – Pedira, de forma gentil e submissa ao amor que receberia do moreno.

– E-estou trancafiado em casa. Não conseguirei sair tão cedo, mas por favor, me espere... – Pediu por fim, recebendo o olhar cintilante e esperançoso de Kim. – Eu lhe amo tanto, Kim Taehyung... Mesmo que sofremos em troca.

 

 

 

 

– Amanhã, me encontre no portão da escola, Romeu... Eu lhe esperarei, eternamente. 

 

 


Notas Finais


AAAA
eu estou amando muito escrever essa história, tem aquele lado triste da vida, e o calor intenso da necessidade de viver
aaaa
isso me mata, espero não matar vcs também

Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar, estou sentindo falta dos comentários de vocês! ^^

Sem mais nada a dizer, kissus~~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...