História Algo que eu ame - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Tags Jackson, Mark, Markson
Exibições 107
Palavras 4.090
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Essa é minha primeira Fanfic, espero que gostem.
Desculpem qualquer erro.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Mark on

- Eu esqueci de novo de fechar essa maldita janela! – resmunguei.

                E foi assim que começou mais um dia, mais uma droga de dia, com o sol batendo na minha cara. Hoje eu iria para uma escola diferente, onde não conhecia ninguém, motivo disso? Minha mãe morreu e meu pai decidiu que seria melhor sairmos da nossa casa antiga, para não ter mais lembranças dela. Porém ele não mudou apenas de casa e sim de cidade. Estou neste lugar onde não conheço ninguém, estou sem meus amigos (que não eram muitos).

                Levantei e fui fazer minha higiene matinal, pelo menos havia conseguido meu próprio banheiro. Coloquei meu uniforme e arrumei meu cabelo, coloquei a mochila em meus ombros e desci as escadas. Meu pai estava sentado na mesa, tomando café da manhã.

                - Bom dia pai. – disse com voz de sono

                -Bom dia filho! – disse meu pai animado como sempre, como as pessoas conseguem ser animadas de manhã?

                - Ainda não foi trabalhar?

                - Pensei em te dar uma carona, já que é seu primeiro dia.

                - Você é demais papai! – disse mais animado e peguei uma maçã.

                - Eu já sabia – revirei os olhos – vamos logo, ou você irá se atrasar.

                ~*~

                Meu pai estacionou na frente da escola. Era realmente muito bonita, mas não queria que meu pai pensasse que eu estava animado, então disse:

                - Chegamos ao inferno!

                - Filho, você sabe que eu não queria me mudar, mas é necessário, faça isso pelo seu pai. Por favor.

                - Tudo bem, vou me esforçar. – disse cansado.

                - Obrigado, boa sorte. Eu te amo.

                -Também te amo. – disse já saindo do carro.

                JB on

                - Olha só, carne nova no pedaço. – disse apontando para um menino que estava saindo de um carro preto.

                - É bem bonito. – Yugyeom disse.

                - Então, Jackson, o que acha? – perguntei

                - sobre o que? – Nem ao menos tirou os olhos de seu livro.

                - Em que mundo você está Jackson? Francamente, pare de ler esse livro idiota.

                - Desculpe meu amigo, mas eu preciso saber o que acontece com o Sirius (Harry Potter, gente).

                - O ano mal começou e você já está se comportando como um nerd. – revirei os olhos para ele e me virei para Yugyeom – precisamos descobrir se ele é gay, por que se for, ele será meu.

                - Já sei como podemos descobrir. – Yugyeom disse com um sorrisinho malicioso.

                - Não faça besteiras Yugyeom. – Jackson

                - Agora você presta atenção né? Mas fique calmo eu não irei fazer nada de ruim, agora rapazes, se me dão licença, vou colocar meu plano em prática – Yugyeom deu uma piscadinha e foi em direção a um grupo de garotas.

                - O que acha que ele vai fazer? – virei para Jackson

                - Não faço ideia. Eu vou para a sala, lá consigo ler meu livro.

                - Você é tedioso às vezes, sabia?

                - Também te amo, JB.

                Jackson on

                Fui em direção a sala de aula, estava tão interessado em meu livro que me bati em alguém, meu livro caiu no chão e fechou.

                - Não, eu não tinha marcado a página. – choraminguei

                -Eu sinto muito, eu estava procurando minha sala e nem notei você.

                Foi quando eu percebi quem estava na minha frente, o menino que JB tinha achado bonito. Ele se abaixou e pegou meu livro.

                - Harry Potter? Em que parte você estava?

                - Na parte em que o Sirius morre (spoiler).

                Ele começou a folhar as paginas, parou em uma e me entregou.

                - É neste capitulo.

                - Você já leu?

                - Já, todos os livros, são muito bons.

                - Também acho, a propósito, meu nome é Jackson.

                - Sou o Mark, você estuda aqui?

                - Estudo, precisa de ajuda?

                - Sim, eu preciso achar a sala 15.

                - É a minha sala, eu te acompanho se quiser, é claro.

                - Claro que eu quero, Jackson. – Sorriu, e que sorriso maravilhoso, meu deus.

                Mark on

                Jackson me acompanhou até a sala. Que menino maravilhoso, seu sorriso é perfeito, seus braços musculosos, o brilho naqueles olhos castanhos....Eu preciso parar, conheci esse menino hoje.

                Entramos na sala e ela estava vazia, Jackson se sentou em uma cadeira no fundo da sala.

                - Pode sentar do meu lado, acho que é o único lugar que não tem ninguém.

                - Acho que tem muitos lugares vagos aqui – debochei.

                - As pessoas começarão a chegar daqui uns cinco minutos, os lugares são todos escolhidos no primeiro dia, já que você não apareceu, pegue o lugar vago – esticou a mão em direção à cadeira – eu não mordo, bom talvez depois, mas por enquanto prometo me controlar.

                - Você costuma morder todos os alunos novos? – falei sentando ao seu lado.

                - Só os bonitos. No seu caso, tome muito cuidado. – falou se aproximando de mim

                Quando eu ia responder, a sala se encheu de gente, vários olhares param em nós, me ajeitei na cadeira e abaixei a cabeça.

                JB on

                Jackson está dando em cima dele? Eu posso não saber seu nome e sem sua sexualidade, mas ele será meu, e Jackson não irá atrapalhar. Lancei um olhar de ódio para Jackson antes de sentar na frente dele.

 

                Jackson on

A primeira aula era de matemática, eu odeio matemática. Mas parece que Mark gostava, ele foi a primeira pessoa a terminar os exercícios e fez todos com um sorriso no rosto, não que eu ficasse reparando nele a aula toda, o.k eu reparei nele a aula toda.

Agora vinha a parte boa: Educação Física! Mas como sempre a professora estava atrasada.

- Jackson, se liga no meu plano. - Yugyeom falou no meu ouvido

- Yugyeom, por favor, não faça besteira.

- se acalma, é só pra ver se ele é gay mesmo. Olha só.

Yugyeom deu uma piscadinha para Sophia, que estava sentada na frente do Mark, ela assentiu com a cabeça e derrubou a caneta dela no chão, levantou da cadeira e se agachou para pegar a caneta, todos os meninos olharam, e quase quebraram o pescoço. JB, Yugyeom e eu estávamos olhando para Mark, que apenas olhou quando ouviu o barulho da caneta, mas assim que ela se agachou voltou sua atenção para seu caderno. A professora chegou e mandou todos para o pátio, todos os alunos saíram, ficamos apenas nós três.

- Pelo jeito ele é do nosso time meu amigo. - Yugyeom falou para JB.

- Agora é só questão de tempo e eu vou ter aquele menino para mim. - JB

- fala sério, por que você sempre faz isso? Todo menino bonito que chega nessa escola você quer pegar, e depois só ilude eles. - Falei irritado

- Você nunca se importou com isso Jackson, e de repente quer se meter na minha vida amorosa? - JB

- vida amorosa? - debochei - e o amor onde entra nessa história?

- eu já entendi tudo, você tá afim dele não é?

- não seja ridículo Jaebum, só não quero que use aquele rapaz, você nem sabe o nome dele.

- Se tudo der certo meu amigo, eu vou saber mais que o nome. - JB riu malicioso e saiu.

- parece mesmo que você tá afim dele cara. - Yugyeom

- eu só não quero ver o Mark ser iludido pelo JB.

- Então o nome dele é Mark? Legal,mas como você sabe ?

- Nós conversamos, ele é interessante até, gosta de Harry Potter e já leu todos os livros... - Yugyeom não parava de sorrir malicioso - vai se ferrar! vamos logo para o pátio.

Chegamos no pátio, os meninos estavam jogando basquete e as meninas estavam sentadas no banco suspirando por ver eles sem camisa. Sempre achei bem idiota babar por um simples abdômen, até que eu vejo, Mark, sem camisa, um pouco suado, com aquele abdômen perfeito, não muito definido, mas tinha uns gominhos aparecendo, era maravilhoso.

- só vê se não vai babar, Jackson - riu Yugyeom

-cala a boca! - fui jogar junto com os meninos.

*~*

As primeiras aulas passaram bem rápido, mas todos queriam mesmo era o intervalo, e até que enfim ele começou. Peguei meu livro e fui ler de baixo de uma árvore que eu sempre ficava, quando cheguei vi que Mark estava lá, sentado de baixo da árvore com um caderno e um lápis na mão. Me aproximei e vi que ele estava desenhando uma flor.

- você desenha muito bem, realmente tem talento para isso.

- você está me perseguindo por acaso? - ele riu

- ei, você está na MINHA árvore da leitura.

- sinto muito, se quiser eu saio.

- eu estava brincando, pode ficar - me sentei ao seu lado - mas é sério, você desenha muito bem.

- obrigado, mas ultimamente não encontro muita inspiração para desenhar - virou a folha e começou a desenhar outra flor.

- desenhe algo que ame.

- primeiro eu preciso amar algo.

- sua família?

- já fiz vários desenhos da minha mãe e do meu pai. Quero algo novo.

- então está em busca de um novo amor?

- estou em busca do primeiro amor.

- primeiro? - arregalei os olhos

- pode parecer estranho, mas eu nunca tive um relacionamento e nem um amor.

- também nunca tive um amor, mas já tive relacionamentos.

- o que adianta ter um relacionamento sem amor?

- você tem razão, mas eu tive que ter relacionamentos para me ajudar a descobrir quem eu realmente sou, entende?

- acho que sim, mas então Jackson, quem você realmente é?

- você realmente quer descobrir? Pode se decepcionar.

- gosto de coisas novas, e de desafios.

- eu sou um desafio para você?

- você pode se tornar, mas aviso que sou muito bom em vencer desafios - Ele se aproximou.

- e eu aviso que não sou um desafio nada fácil, Mark - me aproximei também.

Nossos rostos estavam quase colados, quando JB chegou.

- e aí, Jackson! Atrapalho alguma coisa?

- n-não, não atrapalhou nada - Mark se afastou de mim, pegou seu caderno e se levantou - eu já vou indo.

- ei, Mark não é? - JB

- sim, está certo, prazer.... - deu chance para se apresentar

- Pode me chamar de JB.

- você veio aqui só para dar as boas vindas? Não faz muito seu estilo JB. - debochei

- vim aqui para convidar o Mark pra minha festa, vou fazer esse fim de semana, vou ficar muito feliz com a sua presença. - piscou

- eu não tenho certeza, não combino muito com festas. - Mark

- é uma forma de lhe dar as boas vindas a escola, prometo que vai se divertir. - JB

- eu realmente não sei, mas agradeço o convite, obrigado.

- se mudar de ideia, aqui tá meu endereço. - JB entregou um papel para Mark

- Certo, obrigado, agora eu vou indo.

Mark saiu e JB me olhou com raiva.

- você disse que não estava a fim dele.

- talvez eu esteja, e daí? - perguntei abrindo meu livro.

- eu vi ele primeiro, o.k?

- não o trate como se fosse um objeto.

- desde quando você se importa com o jeito que trato as pessoas?

- desde que você passou dos limites, não pode sair por ai pegando todo mundo e dizendo que ama, isso machuca muito sabia?

- você sabe muito bem dessa dor não é? Eu me lembro de quando o Namjoon te deixou cara, mas você também foi idiota por pensar que ele te amava, eu não tenho culpa se as pessoas se iludem fácil.

 Levantei e dei um soco na cara dele.

- nunca mais mencione o nome dele. – eu estava com muita raiva - e não magoe o Mark, ele não tem culpa de você ser um idiota.  - Saí e deixei JB para trás, precisava me acalmar antes de fazer alguma idiotice.

                Mark on

                O que acabou de acontecer? Eu quase beijei o Jackson, mas ele também se aproximou isso quer dizer que ele queria, né? Para com isso Mark, você acabou de chegar nesta escola, não se apaixone, não se apaixone.

                Fui em direção a sala que já sabia onde ficava graças ao Jackson, Jackson, por que eu não consigo tirar ele da minha cabeça? Sentei no mesmo lugar que estava antes e esperei todos chegarem. A primeira pessoa a aparecer, sim ele mesmo, Jackson. Mas ele estava vermelho, e parecia estar com raiva.

                - Tá tudo bem?

                - tá tudo ótimo – disse em um tom de deboche e se sentou.

                - Tem certeza? Seu rosto me diz outra coisa. – puxei a cadeira para perto dele – o que aconteceu?

                - Você realmente quer saber? Me conheceu hoje e já se importa comigo?

                - Eu disse que gostava de desafios, lembra? – ele sorriu, que sorriso perfeito. – seu sorriso é melhor que sua cara irritada.

                - pensei que você fosse tímido, Mark.

                - Eu sou, mas depois que me conhece direito, eu chego a ser bem irritante.

                - Acho que esse será o meu desafio, lidar com seu lado irritante.

                - Isso quer dizer que você quer me conhecer melhor? – ele suspirou

                - Vá naquela festa. – pareceu uma ordem

                - Você está mandando? – debochei

                - estou – riu

                - Eu sou mais velho que você.

                - Como você pode ter tanta certeza? Sabe o dia do meu aniversário?

                - Não sei, mas eu fiquei um ano sem estudar por que.... bom isso não importa, o que importa é que eu sou um ano mais velho que você.

                - Isso quer dizer que não vai à festa de JB?

                - Talvez eu vá, ainda preciso decidir. – algumas pessoas começaram a chegar e eu me ajeitei na cadeira.

                - Você é bem difícil em, Mark. – debochou

                - Você nem faz ideia, Jackson. – dei uma piscadinha.

~*~

 

               

                O dia da festa chegou, meu pai havia deixado, mas eu não tenho certeza se quero ir. Eu vou, o que pode acontecer de errado, não é mesmo? Tomei um banho, coloquei uma roupa simples, mas bonita e ajeitei meu cabelo, desci as escadas e encontrei meu pai assistindo TV.

                - Pai, me empresta o carro?

                - Por que quer o carro, Mark?

                - Vou à casa de um amigo.

                - Tudo bem pode pegar, vou pedir uma carona para Bambam.

                - Obrigado pai, eu te amo – Já estava quase saindo.

                - Ei, filho leve a chave, vou ir trabalhar e só volto de manhã.

                - Tudo bem, eu tenho uma chave aqui no bolso. Tchau. – sai de casa.

                - Eu também te amo filho! – Gritou meu pai

                Entrei no carro e fui até o endereço que estava no papel que JB me deu. A festa já havia começado, a música estava alta, algumas pessoas estavam na piscina, outras estavam se agarrando e outras já estavam caídas no chão de tão bêbadas. Logo que coloquei o pé na casa, JB apareceu, não vou negar, ele estava lindo.

                - Mark! Que bom que você apareceu cara. – Estiquei a mão, mas ele me abraçou. – Espero que se divirta hoje. – Sussurrou em meu ouvido com uma voz maliciosa.

                - E ai caras! Espero não estar atrapalhando nada. – Jackson chegou.

                - Claro que não, Jackson. – Falei, mas JB lançou um olhar de raiva para Jackson.

                - Ei Jackson, não estava ocupado falando com o Bambam? – JB deu um sorriso sínico e confesso que eu fiquei um pouco triste.

                - Ele só queria saber onde estavam as cervejas. – Retrucou Jackson

                - Acredito que tenha mostrado muito mais que isso. – Falou maliciosamente.

                - Cale a boca Jaebum! Eu apenas mostrei onde fica a cerveja. – Jackson parecia irritado.

                - Desculpe – ele não parecia arrependido – Mas você sabe que eu tenho motivos para pensar que você.....

                - Não comece a jogar meu passado na minha cara Jaebum.

                - Gente eu vou pegar uma bebida. – Falei já saindo de perto deles. Não sabia onde ficava as bebidas e nem mesmo queria uma.  Apenas queria ficar longe de brigas e dos assuntos pessoais deles, mas fiquei curioso, como assim seu passado? Será que Jackson fez algo de errado? Fui interrompido dos meus pensamentos quando Jackson puxou meu braço.

                - Quer dançar? – Ele estava mais calmo

                - Eu não sou muito de dançar.

                - Então vem, conheço um lugar ótimo. – Ele ainda estava segurando meu braço, mas não de uma forma bruta e sim delicada. Ele saiu andando para os fundos da casa, abriu uma porta que estava quase escondida. Ela dava para um lindo jardim, havia uma árvore bem no meio e flores em volta.

                - Aqui é lindo. – eu estava encantado.

                - É realmente maravilhoso, eu e JB sempre ficamos aqui, vem! – ele me arrastou para debaixo da árvore e parou na minha frente. Eu sei que seria errado perguntar e me intrometer em sua vida, mas eu precisava saber.

                - Jackson – ele olhou em meus olhos – o que JB quis dizer quando disse que tinha motivos para insinuar aquilo?

                - Ele se referiu ao meu passado – ele baixou o olhar e sua voz começou a ficar baixa, ele quase sussurrava. – Eu fiz coisas muito erradas, eu fiquei com muitas pessoas, as levei para a cama e disse que as amava, mas era mentira. Eu apenas enganava todos, eu magoava todos. Até que... – uma lágrima escorreu pelo seu rosto. – eu fui enganado, eu senti tudo o que aquelas pessoas que eu magoei sentiram, da pior forma. – Eu levantei sua cabeça e limpei a lágrima que estava escorrendo com o dedo.

                - O importante, é que você mudou. Você não magoa mais as pessoas e não brinca mais com os sentimentos dela.

                - O pior é que eu me divertia em ver as pessoas chorando quando eu ia embora, eu sou um monstro. – ele derramou mais lágrimas.

                - Você não é um monstro, Jackson.

                - Eu sou sim, Mark.

                - Então eu sou um idiota, que me apaixonei por um monstro. – Eu o beijei, e foi o melhor beijo da minha vida. Seus lábios eram doces e macios, o beijo era calmo e delicado. Jackson ainda estava parado, não me correspondia, estava começando a achar que fiz merda. Mas ele logo agarra minha cintura e pede passagem com a língua, cedi. Ele me beijava com muita calma e segurava minha cintura com muita delicadeza, como se eu fosse uma porcelana que iria quebrar. Nós sessamos o beijo por falta de ar.

                - O monstro e o idiota se apaixonam, isso poderia dar um bom livro. – Jackson riu.

                - Podemos escrever ele juntos. – Falei acariciando seus cabelos.

                - Podemos fazer outra coisa juntos – Havia um ar malicioso em sua voz

                - O que? – Me fiz de idiota

                - Você vai descobrir. – Me beijou de novo. Com mais intensidade e desejo.

                - Meu pai foi trabalhar, não tem ninguém lá em casa.

                - Você é bem apressadinho, Mark. – Riu com gosto

                - Se você não quiser então eu vou sozinho para a casa. – Me soltei de seus braços e fui em direção à porta. Quando coloquei a mão na maçaneta Jackson agarrou minha cintura.

                - Não tem algo que eu queira mais... – mordeu o lóbulo da minha orelha – do que ir para a casa com você meu amor. – Eu abri a porta e fui em direção ao meu carro, ele estava com seu carro também então me seguiu até minha casa.

 

~*~

                Entramos na minha casa. Jackson não perdeu tempo, logo suas mãos já estavam na minha cintura e seus lábios atacando os meus. O beijo era intenso, necessitado, nossas línguas estavam em guerra. Ele desceu sua mão até minha bunda, eu apertei ainda mais seus cabelos da nuca. Em um movimento rápido, Jackson levanta minhas pernas e coloca ao redor de sua cintura, ele sobe as escadas. Parei nosso beijo só para lhe dizer onde ficava meu quarto. Chegamos, ele me joga na cama com um pouco de agressividade, soltei um gemido rouco. Ele tranca a porta e vem até mim, com um sorriso malicioso. Eu ainda estava deitado. Sobe em cima de mim e começa a beijar meu pescoço, gemi quando seus dentes encontraram minha pele.

                - Nunca pensei que te ouvir gemer fosse tão bom. – Riu

                Ele retira minha blusa, começa uma trilha de beijos em minha barriga, sinto um arrepio quando chega em minha intimidade, retira minha calça lentamente, eu estava com uma box roxa.

                - Agora roxo, é minha cor favorita.

                Dei risada com seu comentário. Ele se levanta e fica em pé na minha frente, retira sua camisa, comecei a morder meus lábios com a visão daquele ABS, definido, perfeito. Ele percebe e solta um riso malicioso. Sobe em cima de mim novamente e eu o ajudo a retirar sua calça. Estávamos os dois apenas de cueca e resolvo falar.

                - Jackson, eu sou.... – Não consegui terminar minha frase, estava vermelho e com muita vergonha.

                - Virgem? – assenti – Tudo bem, eu prometo que vai ser bom. Confia em mim?

                Assenti novamente, e ele me beijou, sua mão foi até minha intimidade e fez movimentos circulares, ainda por cima da box. Logo ela foi retirada, estava muito duro, chegava a doer. Jackson começou a me masturbar, e logo sua boca o ajudou. Aquela sensação era maravilhosa, a boca dele é incrível, senti como se estivesse flutuando nas nuvens. Antes que eu gozasse, Jackson parou. Soltei um gemido em reprovação. Ele retirou sua box, eu me assustei com o tamanho, não vou negar. Pensei que aquilo nunca entraria em mim.

                - Jackson....- deu pra perceber a preocupação em minha voz. Ele entendeu do que eu estava falando.

                - Apenas confie em mim, amor.

                Ele colocou dois dedos em sua boca, e logo penetrou um deles em minha intimidade, senti uma dor horrível, mas pequena. A dor aumentou quando ele inseriu o segundo dedo. Ele começou a fazer movimentos de tesoura e a dor rapidamente foi sumindo, o prazer toma conta do meu corpo. Quando Jackson percebe isso, retira os dedos de mim e se posiciona no meio das minhas pernas, ele me penetra. A dor era horrível, parecia que estava sendo rasgado ao meio, ardia muito, algumas lagrimas escorreram no meu rosto.

                - No começo é ruim, mas logo a dor passa, eu prometo. -  Limpou as lagrimas com seus lábios.

                Depois de um tempo, a dor começou a sumir, ela ainda estava ali, mas havia diminuído. Rebolei para que Jackson percebesse que podia se movimentar. Ele atacou meus lábios e começou a fazer movimentos lentos. O prazer. Aquela sensação era muito boa, não consigo me expressar, mas era como deitar em uma nuvem e flutuar no céu. Seus movimentos lentos já estavam começando a ser torturantes.

                - Jackson... m-mais rápido. – disse entre gemidos

                Seus movimentos começaram a ser rápidos e fortes. Revirei os olhos quando minha próstata foi atingida, ele começou a acertar apenas ali. Começou a me masturbar, com movimentos de vai e vem, logo meu orgasmo chegou, me desfiz em sua mão. Após algumas investidas, o dele também, se desfez dentro de mim.

                Estávamos suados e cansados, Jackson se deitou ao meu lado.

                - Precisamos de um banho. Mas eu não consigo me levantar. – Jackson soltou uma gargalhada. – Não ria, isso é culpa sua.

                - Pode deixar que eu te dou banho, amor. – Depositou um selar em meus lábios. Pegou-me no colo e me levou até o banheiro. Tomamos banho, Jackson estava sendo muito carinhoso, eu conseguia tomar banho, mas não iria deixar de me aproveitar, então deixei que o mesmo fizesse isso.

~*~

                - Eu tenho uma surpresa pra você. – estávamos sentados no sofá, assistindo um filme.

                - Uma surpresa? – Jackson perguntou confuso.

                - Eu já volto.

                Jackson on

Mark se levantou e subiu as escadas. Que tipo de surpresa ele teria? Logo ele volta, senta ao meu lado e me entrega um papel enrolado com um laço vermelho. Retiro o laço e desenrolo o papel. Um desenho. Um desenho meu.

                - Você me disse para desenhar algo que eu amasse.

                Não pude conter um sorriso, puxei ele para mais perto e lhe beijei. Um beijo calmo, que demonstrava todos os nossos sentimentos.

                - Eu te amo – Disse olhando em seus olhos

                - Eu te amo, muito. – depositei mais um beijo em seus lábios.

                - Você quer namorar comigo?

                - Eu achei que você não fosse pedir. –  aquele sorriso que tanto amo tomou conta de seus lábios.

                E assim terminou o dia. Eu e Mark abraçados, nos beijando de vez em quando (sempre). Tudo aconteceu muito rápido, mas tínhamos certeza que nós nos amávamos. Nos amamos muito. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado
Beijos de luz
<3


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