História Algodão - Capítulo 1


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Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Algodão, Chorme, Eldarya, Ezarel, Gelo, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Rússia, Seringa, Valkyon
Exibições 46
Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpe se vc me acompanha e percebeu que demorei 1 mês para voltar a postar... muitas coisas aconteceram me dando um bloqueio de criatividade...

Essa não é a segunda temporada de Time Is A Burden.

Estudei os costumes russos para escrever essa história e...

BOA LEITURA E OBG SE VC VAI ME ACOMPANHAR!

Capítulo 1 - Gota por gota...


Fanfic / Fanfiction Algodão - Capítulo 1 - Gota por gota...

Acordou com o corpo gélido, pernas doloridas e manchas roxas no corpo moreno. Permaneceu com os cachos loiros e seus olhos azuis, que olhavam para a parede do laboratório.

Tem duas orquídeas no vaso da varanda. Por que duas?

POV'S  Svetlana​ Aleksey Afanasy ON

Uma alegre. Duas tristes. Três felizes. Quatro tristes... Essas palavras ainda estão em minha cabeça...

Uma gota, duas, três. Foram "pingos" como os outros. De grão em grão a galinha enche a barriga, de um em um se forma mil, de gota a gota se formam litros - hoje foram quantos litros, mesmo?

O algodão ficou grudado em meu braço por conta do sangue seco.

Hoje é mais um dia de frio, como muitos anteriores da Rússia na verdade. Como de costume, estou tocando piano, apenas sentindo os tons suaves das notas e o ar gélido.

Abro meus olhos e me deparo com a sala do piano bagunçada. Continuo tocando.

Agora ouço o barulho de um carro... carro.

Flash Back ON

Eu estava voltando do colégio, quando um carro bateu em mim.

Depois só me lembro do escuro e o frio. Acordei em uma sala de laboratório.

Cientistas pediram para verificar o meu sangue.

- Tem uma coisa diferente? - Se questionou esperando uma resposta do outro cientista. (acho que seu nome é Charles, pelo fato de em seu jaleco estar escrito "Charles".)

- Não parece com o anterior. - Charles respondeu. Como assim "anterior"?

- Talvez ela tenha voltado com nova doença. - "Voltado"?

Me deixaram sentada em uma cama ainda no laboratório. Quando voltaram, falaram para os companheiros que no meu sangue tinha a cura para a tal doença.

- Como que o sangue da Srt. Afanasy tem se nem estava no momento em que começou o vírus? - Novamente Charles falando.

Flash Back OFF

Logo começaram a retirar meu sangue para fazerem medicamentos. Sou uma mulher adulta mas, não tenho direito sobre meu corpo, meu sangue.

Tem vezes que desejo me cortar, só que, eles levantam a manga de minha blusa. Só que seria melhor do que ter o braço furado toda semana.

Eles salvam outras pessoas, mas me tornam depressiva.

Tudo por causa de вирус paralizuyushchim - vírus da paralisia. -, e obviamente pelo meu sangue ter a cura. Mas,- Não que eu seja preconceituosa - simplesmente acho que tem vezes que dou meu sangue à toa. Alguns que se salvam - o que é raro. -, e não dão valor a vida, não dão valor aos meus sacrifícios.

Só que, se tem alguém que realmente dá valores à vida, é Noemi. Foi a primeira que se importou de verdade. Infelizmente está desaparecida a cinco meses.

Caminhei até uma floresta para me distanciar do mundo de certa forma. Assim avistei um cristal e um círculo formado por cogumelos. Peguei o cristal e quando vi já tinha colocado os pés no círculo.

Caí de cara - Literalmente - no chão de uma sala com um imenso cristal.

- Quem é você?! - Uma garota com olhos azuis, cabelos preto com mexas azuis na ponta e rabos de raposa questionou enquanto eu me levantava.- Diga!

- La... - Quando eu ia falar meu apelido, (Lana) um homem muito alto ruivo parecendo um javali agarrou meu braço com força.

Não... Não no lugar aonde é furado por semana... o "javali" enfiou a garra no meu braço fazendo uma grande quantidade de sangue sair... Isso dói... Comecei a chorar como idiota e desmaiei.

[...]

Acordei com um ser mascarado me libertando do lugar aonde fiquei presa.

Corri por várias escadas e acabou que entrei em uma sala de alquimia.

- Ora, ora. - Um elfo de cabelos azuis e olhos verdes sorriu sarcasticamente para mim segurando meu pulso.

Por que no lugar aonde mais dói em mim? Mesmo com eu me debatendo ele consegue me segurar com aparentável facilidade.

- O que a humana está fazendo aqui? Sabia que é educado bater na portinha? - Debochou.

- Me solta... - falei com voz chorona já trêmula. Meus braços ficaram mais roxos que o normal.

- Demonstre um pouco de educação! Agora diga: Por favor. - Pediu com voz sarcástica.

- Por fa... - Antes que eu completasse minha fala, um outro ser do sexo masculino apareceu e sorriu olhando meu braço sangrando.

Não tenho certeza se era pelo meu braço que sorria. Um tapa olho no olho esquerdo me impediu de ter a certeza.

- Deixa ela comigo, Ezarel! - Se manifestou, o ser de tapa olho.

- Tenho que sair mesmo. - O elfo saiu após suspirar e me soltar.

Logo o outro começou a se alimentar do sangue que saia de meu braço. Senti seus dentes arrebentando minha pele roxa.

- Isso dói, e muito... Pare, por favor... Eu só quero sair desse lugar, mesmo! Mas se você poderia fazer um grande favor a mim... Tire todo sangue possível e me permita parar... - Antes que eu continuasse, ele parou e começou a balbuciar.

- Silên... - A "raposa" que vi mais cedo o interrompeu ao lado de um garoto com cabelos azuis, olhos castanhos, um rabo e um chifre de unicórnio. Liberando um fogo azul pelas mãos, gritou me fazendo cair para trás.

- Você de novo?!

Me levantava enquanto falava:

- Sou eu mesma... - Olhei para trás com a visão meio alterada.

Quando a mulher foi iniciar mais um de seus gritos, o "unicórnio" a interrompeu aparentando estar meio inseguro do que ia falar.

- Mi-Miiko... De-Deixa ela ter uma chance de se explicar... - A tal Miiko bufou e fez que sim com a cabeça.

- Eu estava caminhando na floresta quando vi um cristal pequeno e azul. Fui pega-lo, mas tive de passar por perto de um círculo de cogumelos... - Tentei me recordar durante alguns segundos e no fim lembrei ao olhar o olhar impaciente de Miiko - ...Aí passei por ele apor pegar o cristal... Quando vi já estava na sala em que te vi pela primeira vez.

Quando percebi o vampiro - Pelo fato de aqui ter vários seres... Diferentes e ele ter se alimentado de meu sangue - já havia saído... Nem me toquei antes.

- Como posso saber se está falando a verdade? - Mostrei o fragmento de cristal para Miiko. - Talvez você tenha tentado roubar e quando viu que não ia conseguir, mudou de idéia e quis tentar dar uma de inocente! - Novamente gritando.

- "Talvez"...

- Miiko! - Uma mulher de cabelos da cor laranja, olhos azuis e orelhas de coelho entrou desesperadamente falando.

- O que foi, Ykhar?

- A Noemi despertou! - Noemi..? Não é possível...

A raposa foi com o unicórnio e a coelha - Isso daqui é tipo um zoológico mais avançado - para um lugar longe da minha visão.

Senti novamente aqueles dentes afiados entrando em meu pulso.

- Hoje terei um ótimo alimento... - Antes que ele tirasse mais sangue meu, tirei seu rosto de perto de mim e coloquei uma porção de algodão em minha ferida...

Estou em um lugar parecido com um laboratório e colocando um pedaço de algodão no meu pulso... Hoje foi... Um litro de sangue..?

POV'S Svetlana​ Aleksey Afanasy OFF


Notas Finais


Espero te ter no próximo cap :3


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