História Algum dia de 2035, com esperança - Capítulo 8


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Saudade


03 de Fevereiro de 2035 (1º andar)

 

Oi.

Tô sem sono (que novidade, não?).

São umas 4 da manhã agora, mas não há sono presente em mim, ou pelo menos não em larga escala.

Eu me deito e começo a dormir por causa do cansaço habitual, mas logo acordo. Sono conturbado.

Algumas coisas não estão deixando a minha mente, como a imagem da minha irmã.

Cara, como eu sinto falta dela.

Todo maldito dia eu vejo o mundo lá fora e percebo no que ele se transformou. Eu me sinto perdido, sem saber em que direção olhar. Sinto vergonha por querer desistir a cada minuto que passa porque sei que Nathalie nunca desistiu e nem teria desistido se tivesse tido mais tempo. Que ser desprezível eu sou, querendo desistir de mim mesmo a todo instante. Logo eu que consegui sobreviver.

Nathalie teria vontade de viver mais do que eu, sei disso. Ela nunca se deixaria abater desse tanto. De fato, nunca se deixou. Ela teria vergonha desse irmão aqui.

Caderno, mesmo se você pudesse sentir e vivesse por muitos e muitos anos, nunca saberia quanta saudade eu sinto dela, isso eu te digo.

Minha irmã sabia enxergar o lado bom das situações e cativar o melhor das pessoas, eu sempre soube. Era por isso que minha mãe às vezes pegava no pé dela. Nathalie por vezes se envolvia com pessoas um tanto quanto duvidosas, sabe? Ela achava que com um pouco de incentivo e apoio elas poderiam ser pessoas melhores. Eu me preocupava também, afinal quem não ficaria agoniado se sua irmã começasse a andar com pessoas que detinham passados trágicos e insanos, pra dizer o mínimo? Mas ela sabia como agir em cada situação e parecia realmente não se importar com o lado ruim das pessoas.

Tudo era tão claro e tranquilo com ela... A gente conseguia encontrar felicidade nas pequenas coisas, por mais que isso seja exaustivo hoje em dia.

Ela teria feito desse mundo um lugar melhor para se viver... Se não fosse a doença.

Agora chega, a página está acabando e não quero mais falar disso. Talvez algum dia eu escreva mais a fundo sobre isso, mas até lá vamos deixar esse assunto de lado, ok?

Vou me deitar e fitar o teto até conseguir dormir.

Acho que os pesadelos irão me abandonar por hoje.

Tchau, caderno novo demais.

 


Notas Finais


Bem, espero que o Daniel seja bem recebido.
=D


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