História Alguns Contos Eróticos - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Adulto, Amigos, Romance, Sexo
Exibições 159
Palavras 1.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nesse capítulo teremos uma personagem que simplesmente amo: Natasha Romanoff.

Capítulo 3 - Missão (Des)Cumprida


- Cheguei na casa... Sim... Vou entrar e acabar logo com isso. 

 Natasha Romanoff desliga o celular e o guarda. Olha para a casa estilo vitoriana de aparência desleixada em sua frente e suspira. "Mais uma morte para minha lista" ela pensa. Desencosta de sua moto e segue para a entrada da casa. 

A porta acaba rangendo independente do cuidado que ela faz ao abri-la. Olha para os lados, procurando algum sinal de vida na sala de estar, mas há apenas alguns móveis antigos de madeira. Aproveitando que não havia ninguém, Natasha saca a arma de seu coldre. 

Aquela casa parecia inabitável há séculos, mas ela sabia que ele estaria em algum lugar dali. 

Romanoff continuou sua busca, passando por um corredor até chegar na cozinha. Nada por lá também. Voltou para a sala e começou a subir a escada que levava para o andar superior. Atenta aos mínimos detalhes e barulhos, ela chegou ao topo da escada, escutou algo como uma batida na parede vindo do final do corredor e andou até lá. A porta estava entreaberta, o que facilitou Romanoff ver o que se passava lá dentro. Lá havia um homem mediano de cabelos escuros e pele clara, e esse era o alvo dela. 

- Olá, Thomas, quanto tempo - Romanoff diz após entrar no quarto silenciosamente. 

- Roman... Romanoff, como me achou? 

- Contatos, Thomas, contatos. Você deveria usar os seus mais vezes. 

E assim que Romanoff aponta e engatilha a arma para Thomas, ela sente um perfume doce e o cano gelado de uma arma em sua nuca. 

- Não faria isso se fosse você, porque, bem, ele usou sim os contatos dele.

Romanoff abaixa a arma e se vira devagar, dando de cara com uma mulher de pele branca, olhos castanhos, cabelo castanho e cacheado, de boca carnuda e avermelhada, vestida com um macacão colado que marcava cada curva de seu corpo.

- Crawford... 

- Pensei que não iria me reconhecer. E é um prazer reencontra-la, só é uma pena que seja nessa situação. 

Leona Crawford ainda com a arma apontada para Romanoff, olha para Thomas e indica a porta com a cabeça. Ele pega a mala e sai. 

- Crawford... você sabe que essa é minha missão, e eu tenho que cumpri-la.

Leona abaixa a arma. 

- Natasha, que isso! Até parece que eu não estou em missão. Impedi-la de mata-lo é meu dever. 

Romanoff vai para cima de Crawford, tentando tirar a arma de sua mão mas Crawford foi mais rápida e acabou derrubando-a. Com Natasha caída, Leona sai do quarto. Natasha meio atordoada, levanta e vai atrás de Leona, mas ao chegar na porta quase é baleada e lembra que está desarmada, então volta para pegar sua arma e se protege para sair do cômodo. Romanoff espia o corredor, e não encontra nada, então decide seguir pelo mesmo. Olha cômodo por cômodo, até entrar em um com um cheiro doce, perfume. 

- Sabe, Leona... esse seu perfume doce sempre foi e sempre será seu erro - Romanoff comentou indo mais adiante no cômodo, reparando que era um tipo de quarto secreto.

- E seu erro, Romanoff, sempre foi confiar cegamente em mim - Leona diz, com a voz falha e baixa, como se ela estivesse sendo obrigada a mentir. 

Crawford ataca Romanoff por trás, mas Romanoff consegue inverter as posições, derrubando-a e ficando por cima dela, assim, imobilizando-a. 

- É, confesso que mesmo quando diziam para nunca confiar em ninguém, eu confiava em você. Confiava porque realmente te achava digna disso, pois era a única que nunca tinha me dado motivos para desconfiar. 

- Natasha... - Leona começou a se debater - não consigo... respirar... direito...

Romanoff apertava cada vez mais o pescoço de Leona, até sentir uma forte dor nas costela, largando-a, deixando Leona respirar.

As duas se recuperam e começam a lutar. Romanoff direcionou a Crawford vários golpes fortes, e por mais que ela tentasse se defender, não adiantava muito, os golpes acabavam causando-a danos. Leona ficou na defensiva até Romanoff dar uma brecha, dando possibilidade para um ataque, e foi o que ela fez. Com o mesmo esforço que Romanoff estava para lhe causar algum dano, ela fez o mesmo, e Romanoff não sabia se atacava ou se se defendia. E foi por isso que ela acabou caindo. Crawford chegou mais perto e Romanoff acabou por derrubá-la também. 

- Não sabia que tinha ficado tão boa em luta - Romanoff disse a Leona, olhando suas roupas já meio rasgadas, depois de um certo tempo em silêncio. 

- É, tive que me aperfeiçoar na luta, mas minha maior habilidade continua sendo as armas - Leona respondeu ainda deitada.

Em um movimento, Natasha estava por cima de Leona brincando com alguns retalhos soltos.

- Sabe por que eu sempre confiei em você? O real motivo, digo... - Romanoff olha para Crawford que nega com a cabeça - bem... 

Antes que Leona pudesse fazer qualquer coisa, Natasha a beija, com vontade. Em primeiro momento Leona fica surpresa, mas logo se deixa levar pelo momento e começa a passar as mãos pelo corpo de Natasha. Natasha faz o mesmo, começando a descer os beijos para o pescoço de Leona, fazendo-a suspirar. 

Romanoff passa as duas mãos pelos seios de Leona e os aperta com vontade, mas logo leva uma das mãos para o zíper da roupa da mesma e começa a abri-lo. Leona levanta seu corpo, ficando sentada com Natasha em seu colo, e trilha beijos da bochecha até o vale dos seios de Natasha, que tentava tirar o macacão de Leona. Leona ajuda, tirando os braços do macacão, ficando com sua parte de cima despida, Natasha começa a brincar com seus mamilos e chupar seu pescoço, fazendo-a suspirar um pouco mais alto dessa vez. 

Leona concentra-se em tirar as botas de Romanoff, e em pouco tempo consegue, logo partindo para tirar o macacão, com um pouco mais de facilidade que a outra. Natasha deita Leona novamente, e desce os chupões para os seios e barriga, para logo tirar completamente o macacão e as botas e aproveitar para também tirar o seu completamente. 

As duas voltam a se beijar, com mais agressividade que antes, como se quisessem se marcar uma na outra. Leona pirraçando os mamilos de Natasha, e Natasha descendo as mãos dos seios para a virilha de Leona, fazendo a mesma soltar uma lufada de ar no meio do beijo. Natasha massageia o clitóris de Leona por cima da calcinha, fazendo-a gemer. 

- Nem comecei e você já está assim? - Romanoff diz rindo. - Diz pra mim o que você quer, diz. 

- Me chupa... 

Dito isso, Natasha beija toda a barriga de Leona, enquanto tira sua calcinha. Ela passa dois dedos pela extensão da vagina, antes de fazer o que foi pedido. E a respiração de Leona começa a ficar mais pesada, os suspiros virando gemidos, os gemidos ficando cada vez mais altos... E como forma de incentivo, puxava vez ou outra do cabelo de Romanoff, e essa, por pirraça, sempre que Leona fazia isso, diminuía a velocidade dos movimentos, diminuía a força da chupada. 

Leona reclamava e Natasha voltava ao normal. Quando Leona estava perto do orgasmo, Natasha parou o que estava fazendo e começou a beija-la. Leona aproveitou e inverteu as posições, ficando por cima, parando o beijo. Romanoff a olhou curiosa, fazendo-a rir e em seguida, penetrar-lhe dois dedos. 

A mão livre de Leona foi em direção a um mamilo de Natasha, enquanto a boca, foi na direção do outro, fazendo Nataha suspirar e arranhar as costas de Leona. Leona solta os mamilos de Natasha e vai em direção as coxas, apertando-as e mordiscando-as antes de dar total atenção ao clitóris e entrada de Natasha. 

Natasha solta gemidos baixos quando Leona começa a lamber e mordiscar de leve seu clitóris, mas isso só a faz ficar ainda mais excitada e mesma volta a pirraçar seus mamilos. Leona retira por completo os dois dedos de dentro de Natasha e deixa apenas sua boca fazer o trabalho. Natasha foi aumentando mais e mais seus gemidos, quase no seu ápice quando Leona fez o mesmo com ela e para o que estava fazendo.

Natasha geme de frustração. 

- Só não vou te xingar porque fiz o mesmo com você - Natasha disse, ao se sentar. 

 - Você nem sabe porquê eu parei e já vem falando coisas... - Leona diz ao se sentar de frente para Natasha com as pernas abertas. 

- Agora... vamos terminar o que começamos.

Leona dá um beijo leve em Natasha e guia a mão dela para seu clitóris, para logo abrir as pernas de Natasha e começar a massagear seu clitóris também. Ambas se masturbando, simultaneamente sentindo o mesmo prazer não liberado antes. A cada movimento mais rápido, um gemido mais alto, até as duas chegarem ao ápice praticamente juntas. 

Alguns segundos depois, Leona quebra o silêncio.

- Se veste e vai atrás dele. 

- Mas e sua missão? 

- Não é sempre que se dá para cumprir a missão designada... 

Natasha concorda com a cabeça e se levanta. Leona a imita e ambas se vestem. 

- Tem certeza? - Natasha uma ultima vez. 

- Tenho, agora vai. Você sabe onde encontra-lo. 

Natasha da um abraço apertado em Leona e a beija, sussurra um "tchau" e sai porta a fora para cumprir sua missão, que é mais uma morte para sua lista.  


Notas Finais


Peço desculpas se houver algum erro e peço que me avisem, ok? Até a próxima.


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