História Alguns Contos Eróticos - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Adulto, Amigos, Romance, Sexo
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Palavras 2.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura.
E peço mais uma vez: caso haja algum erro, me avisem por favor, para assim eu estar sempre melhorando.

Capítulo 4 - Feliz Ano Novo


E aqui vou eu para mais uma festinha de Ano Novo. Essa é a parte ruim de ser Angelina Collins: praticamente não tem amigos, não tem família, é sozinha na vida, desde que Dominick morreu.
Estou me arrumando para ir numa festa de Ano Novo da Zoe, uma garota que trabalhava comigo na prostituição, que acabou se tornando, de certa forma, amiga e que conseguiu um velho rico. Estou indo nessa festa mais por consideração ao Ogg, o velho rico, de 63 anos, negro, que nunca foi casado mas mesmo assim quis um filho, então conseguiu uma mulher que estivesse disposta a ter seu filho, e então o conseguiu. Depois de pagar uma boa fortuna, claro. 
Termino minha maquiagem e coloco um vestido branco, com uma faixa prateada na cintura e um salto alto nude. Meu celular toca, uma mensagem.

"Angel, vai na festa da Zoe?"

Lizzy, a assistente de Zoe, que manda a mensagem. Respondo.

"Vou sim, Lizzy. Não tenho escapatória."

"Ok, nos vemos daqui a pouco."

Coloquei o celular na bolsa de mão e saí. O táxi já estava na porta, me esperando, entro e sigo caminho para a casa de Zoe e Ogg.
~~~~~~~~xXx~~~~~~~~~~
Não muito tempo depois, chego no meu destino. Pago a corrida e saio do carro, vou em direção a entrada da casa. Me identifico e logo sou anunciada, fazendo um tanto considerável de pessoas olharem para mim. 
- Angelina!
Alguém atrás de mim me chama, me viro para olhar e dou de cara com Zoe, Ogg e um homem que não conheço. 
- Zoe - a cumprimento -, obrigada por me convidar.
- Angelina, querida, eu nunca perderia a chance de convidar uma pessoa tão especial como você.
- Angelina, a senhorita não conhece meu filho, não é mesmo?
- Ogg, não sou senhorita e você sabe disso - respondo sem formalidade por exigência dele. - E não, não que eu lembre, pelo menos.
- Pois então eu o apresento. Angelina, esse é meu filho, Phillip. - diz ele apontando para o homem que até agora estava mudo na conversa. - Phillip, essa é uma grande amiga, Angelina Campbell.
- É um grade prazer conhecê-la, Angelina.
Phillip é um homem alto, negro, com um bom físico. Tem alguns traços de Ogg.
- O prazer é todo meu, Phillip. Mas é Angelina Collins... Ogg, não uso o sobrenome de Dominic, nunca usei, sabe disso.
Conversamos por mais algum tempo, até Ogg nos pedir licença e sair. Fui atrás de algo para beber, pego uma taça de espumante e dou um gole quando alguém me chama.
- Angel! Você veio, estou tão feliz. Mil perdões por não ter vindo falar contigo antes mas... Estava impossível! Ogg irá fazer algum pronunciamento e sobrou para mim. Nem tive tempo de apreciar o filho dele... - Falou uma Lizzy completamente esbaforida.
- Calma menina - digo rindo. - Vai ter um ataque cardíaco desse jeito. Mas vamos lá. Sim, eu vim. Eu sei que você estava ocupada, então te perdoo. E vi o Phillip, sim. E pelo jeito você está bem interessada nele.
Ao dizer isso, as bochechas dela ficam coradas e eu começo a rir.
- Estou interessada nele só para uma coisa. Se é que você me entende - Lizzy diz maliciosa. 
- Menina! Controle-se - digo ainda rindo. - Vai saber se ele é comprometido, ou pior, gay?
- Vira essa boca para lá, Angelina! Ele não pode ser nem um, nem outro. Não pode.
Lizzy é linda, super legal, tem 24 anos, morena, olhos verdes, corpo de modelo. Mas é muito mimada. Tudo que quer, tem que ter e vamos combinar que a vida não é bem assim.
- Lizzy, calma. Ainda tem um tempo para você tentar algo.
Conversamos por mais algum tempo até ela ter que ir ajudar Zoe com alguma coisa. Aceno para alguns conhecidos e alguém para em minha frente.
- Angelina.
- Phillip. 
E nos olhamos. Nos olhamos por um tempo, antes de ele quebrar o silêncio.
- Sabe... Estava te olhando. Interessante você.
- interessante? Eu? Por quê?
- Suas feições. Mistério. Sensualidade. Seu jeito de andar, de cumprimentar as pessoas, seu vestido... Isso é interessante. 
Não entendi o que ele quis dizer. Estava simples, em todos os sentidos. Maquiagem leve, meu vestido branco, até o joelho, solto da faixa da cintura para baixo, cabelo solto.
- Não te entendi...
- Seu rosto - ele ignorou o que eu disse -, me lembra um anjo. Mas seus olhos, tem uma chama, como se tivesse segunda intenções. Isso me chama de um jeito, é um imã. Depois que fomos apresentados devidamente, não consegui parar de olhar para você. E só te digo uma... Cuidado.
E ele saiu, me deixando atordoada. Pego mais uma taça de espumante, ando até a sacada e observo a paisagem. O céu estrelado. Phillip tinha sumido, Zoe e Ogg tinham sumido, Lizzy tinha sumido.
Encontrei mais alguns conhecidos, conversei alguns minutos com cada um, até a música parar e Ogg chamar nossa atenção.
- Senhoras e senhores, muito obrigado por terem comparecido a nossa festa de Ano Novo. Hoje é um dia especial, um pouco mais especial para mim, especificamente. Hoje, venho anunciar que meu filho, Phillip, aceitou os comandos da minha empresa. Isso significa que eu estou me aposentando, vou ficar longe de tudo e que Phillip será o responsável por tudo. Muito obrigado por todos que me rodearam esses anos todos, realmente fico muito agradecido. Mas isso é uma alegria, e vamos lá, a noite ainda falta muito para terminar.
Ele terminou de falar e houve uma salva de palmas, a música recomeçou, em um ritmo um pouco mais agitado que antes. Lizzy foi dispensada e veio me fazer companhia. Ficamos assim um bom tempo.
~~~~~~~~xXx~~~~~~~~~~
- Phillip não para de olhar para cá - comentou Lizzy. - Será que as indiretas que joguei para ele, deu certo?
Pode ser, Lizzy é linda, sempre consegue o que quer, de toda maneira. Mas ele pode estar olhando para mim, pois, enquanto ela estava disposta a fazer de um tudo para chamar a atenção dele, ele me mandava bebidas com guardanapos escritos "Você não tem noção do que imaginei quando mordeu o morango" ou "Até seu jeito de beber whisky é sexy".
- Não sei... Quem sabe, você fez tanto para chamar a atenção dele, pode ter conseguido...
Ela concorda com a cabeça e olha em volta, só para ter um pretexto para olhar Phillip. O garçom se aproxima de nós duas, e entrega um drink para cada e segue caminho.
- Eu. Não. Estou. Acreditando! Consegui! - Lizzy disse de um jeito histérico, com o maior sorriso que ela tinha.
- O quê, menina?
- Phillip quer me encontrar daqui a pouco... Mas antes, tenho que conferir uma coisa.
Aceno com a cabeça e ela se vai. Olho para o copo em minha mão. O guardanapo escrito "Não me dê nenhuma brecha". Olho-o confusa. Seguro o guardanapo e largo o copo em uma mesinha enquanto sigo em direção ao banheiro.
Entro e percebo que não há mais ninguém ali. Encosto na pia e olho para o espelho. O que Phillip quis dizer? Qual o problema desse homem? Por que ele está fazendo esse joguinho comigo? 
Ao ver que não iria obter resposta alguma para minhas questões, abro a torneira e abaixo a cabeça, mas antes que pudesse molhar o rosto, ouço um click, viro-me e olho em direção a porta. Phillip está parado, olhando para mim. Seus olhos brilham de um jeito malicioso.
- Sabe, Angelina, eu disse " Não me dê nenhuma brecha" e o que você faz? Vem para um banheiro vazio, um dos poucos que há essa trava. Isso é me desfiar...
Antes que eu pudesse perguntar o problema dele, ele estava me prensando contra a parede, de um jeito super firme, mas não de um jeito que me machucaria. Ele me dá um beijo no pescoço, me fazendo suspirar, o que o faz rir e soltar um arzinho em meu pescoço, me deixando arrepiada.
- Eu nem comecei e você já está suspirando e se arrepiando? Imagine então quando eu meter em você, com força. Ou quando chupar tanto seus seios até eles ficarem marcados e os mamilos ficaram tão duros. E depois disso, você ficaria tão doida que imploraria para eu acabar com a tortura.
Fecho os olhos e encosto a cabeça na parede. Ele beija meu queixo e depois, meus lábios. Não resisto, admito. O filho da puta (literalmente) sabe beijar. Ele agarra meus pulsos, os colocando em cima de minha cabeça, segurando-os com uma mão, enquanto a outra passeia pela lateral do meu corpo.
- Poderia te foder agora, aqui mesmo, mas tenho que ensinar uma coisinha para aquela assistente da Zoe. Até mais, Angel.
Dito isso, ele me solta, destranca a porta e sai. O filho da puta me deixou molhada e saiu. Isso não se faz, não mesmo. Me olho no espelho pra garantir que esteja tudo no lugar e saio dali. Corro os olhos pelo salão,  procurando Phillip e Lizzy, os encontro perto da escada, sorrindo um para o outro.
Sigo em direção a um corredor que dá acesso a um tipo de sala, com uma parede de vidro que dá vista para o jardim e para um murinho. O som não chega até aqui, está silencioso e a iluminação está à meia luz. Encosto a porta e sento-me numa poltrona, colocando minha bolsa de mão na mesinha ao lado. 
No silêncio, meus pensamentos voltam a Phillip e ao estado em que ele me deixou. Filho da puta, filho da puta, filho da puta. 
Fecho os olhos na intenção de tirar as palavras e os toques dele da minha mente, mas não adianta. Só pioram. E sinto que estou ficando excitada com esse pensamento.
Filho da puta.
Suspiro, balaço a cabeça e subo um pouco o vestido, facilitando o acesso ao meio das minhas pernas. Fico na beira da poltrona e me reclino mais. Passo os dedos entre minhas coxas e percebo o quão molhada estou. Tudo culpa daquele filho da puta. Fecho os olhos, a cena passa em minha mente repetidas vezes, eu afasto um pouco a calcinha e deslizo um dedo desde meu clitóris até minha entrada. Faço isso repetidas vezes, indo e vindo, suspiro novamente e faço movimentos circulares no clitóris. 
O tecido começa a me atrapalhar e eu tiro a calcinha, levanto uma das pernas e apoio na beira da poltrona. Com mais liberdade agora, passo os dedos entre os lábios e volto para o clitóris. Movimentos circulares, lentos, precisos. Gemo de frustração. A língua de Phillip seria bem melhor. Não me repreendo porque seria verdade. Phillip. Phillip sem dúvidas esse momento estaria fodendo Lizzy em algum quarto, numa cama King Size. E eu aqui, numa poltrona com meus dedos. 
Troco de mão, a mão esquerda continua os movimentos circulares lentos no meu clitóris e a direita foi em direção a minha entrada. Estava molhada como nunca. Penetro um dedo, ele desliza facilmente, continuo o vai-e-vem com um pouco mais de velocidade. Penetro mais um dedo. Continuo os movimentos. Meu clitóris cada vez mais inchado, minha vagina cada vez mais molhada, e não paro de pensar em Phillip. Phillip consequentemente com Lizzy.
Os movimentos do clitóris cada vez mais rápidos, eu cada vez mais perto do orgasmo. Quase lá, quase lá, penso, até que um orgasmo me atinge, fazendo meu corpo explodir, me fazendo gemer alto.
Fico de olhos fechados, esperando meu corpo e minha respiração voltarem ao normal, o que não demora muito. Olho em volta e vejo a porta de um banheiro aberta, sigo até ele, me limpo, lavo as mãos, arrumo alguns fios de meu cabelo que se bagunçaram. Volto para a sala e coloco novamente a calcinha. Quando me viro para a porta, Phillip está lá, encostado no batente, olhando para mim.
- Eu estava convencendo Lizzy a ir para o jardim comigo. Chegando lá, ela sentou no murinho e abriu as pernas para mim, e eu, fiquei de frente para essa parede e tive uma visão privilegiada desse seu rostinho se contorcendo de prazer, enquanto dedinhos brincavam com uma parte muito legal. Minha vontade era de entrar aqui, te colocar debruçada nessa mesinha e te foder a noite toda. Mas Lizzy não iria deixar barato. Você tem noção do que está me devendo? Tem noção que a única coisa que fiz foi passar a mão nas coxas dela, ficando cada vez mais duro olhando para você, só para ela achar que estava interessado no que ela estivesse sei lá o que fazendo com meu pescoço?
Balanço a cabeça e olho para ele. Seu olhar está cheio de luxúria. Cheio de desejo. Não muito diferente do meu, acho.
- Ótimo. Vamos, vai dar meia-noite e precisamos estar no salão. Depois decidimos para onde vamos.
Passo por ele e ele, aperta minha bunda.
- Gostosa - sussurra.
-Melhor você pegar minha bolsa em cima da mesinha antes que eu mude de ideia.
Ele faz o que disse e me acompanha até o salão. Ogg está fazendo a contagem regressiva e todos olham para ele. Ogg olha para nós dois e sorri.
Três. Dois. Um.
A rolha da garrafa voa, alguns comemoram, outros se abraçam, e eu só olho.
- Feliz Ano Novo, Angel - Phillip sussurra no meu ouvido.
Sorrio e desejo o mesmo. Alguns conhecidos vêm me desejar felicidades e nesse tempo Phillip vai falar com o pai. Ogg estende a mão para ele e pisca para mim.
É... Parece que Ogg já sabe.



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