História Alguns Minutos - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Escola, Mistério, Romance, Suspense
Exibições 5
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa demorar de novo ;-; (demorei mais que da última vez, nossa). Boa leitura, espero que gostem :3

Capítulo 3 - Terceiro Minuto


Fanfic / Fanfiction Alguns Minutos - Capítulo 3 - Terceiro Minuto

"Um novo dia não é feito das horas que passam. Um novo dia não é feito de uma manhã, tarde e noite. Um novo dia não é feito porque você adormeceu e despertou. Um novo dia é feito de lembranças vividas no passado, momentos do presente e ideias para o futuro. A partir do momento em que se dá conta de que está vivo. Vivo mais uma vez. Um grande dia."


* Um som do nada de relógio tocando. Sabe, aqueles bip de despertador *


06:00 da manhã, hora de levantar pra ir pra escola mais uma vez. No dia anterior havia ido dormir muito tarde, bem cansado.

- Nossa! Mas já??? Não acredito que tive duas horas de sono. Mas o que eu esperava passando a madrugada fora de casa? Ai que dor de cabeça. O que aconteceu ontem? - Falei colocando a mão na testa por conta da dor. Meu cérebro latejava e eu não sabia se era por ter dormido pouco ou por algo que fiz e não lembro. Talvez por os dois.

Levantei e fui tomar meu banho. Há essa hora da manhã a água é bem gelada, me faz acordar bem rápido. Após pentear meus cabelos, vesti minha farda e fui à cozinha ver se tinha algo para comer. Pobre iludido. Nunca tinha nada pra comer naquela casa cedo assim. Fui correndo pegar o ônibus, quase sempre atraso por ser muito lerdo quando com sono. Naquele dia eu não havia demorado tanto assim pra sair, logo, peguei o primeiro ônibus que passava 3 quarteirões depois de minha casa. Era meio ilógico eu andar tanto para pegar um ônibus e ficar nele por mais 5 quarteirões. Muitos achavam que não, mas eu achava desperdício de dinheiro, embora não gostasse da idéia de ir a pé por conta da preguiça. Nem adianta tentar me entender, você irá falhar miseravelmente. 

No caminho, sempre vejo um garoto andando na direção contrária. Ele estuda na escola municipal de formação técnica, eu acho. Sempre está olhando pra baixo, como quem pensa profundamente num assunto importante. É bem engraçado. 

Cheguei na minha escola e corri para o portão de visitas, já que o de alunos se encontrava fechado. Sim, cheguei atrasado. Você deve está pensando como eu realizei a proeza de chegar atrasado sendo que disse anteriormente que sai cedo de casa. Vou lhe explicar. Minha cidade bem dividida, norte e sul perfeitos. Minha escola se encontra localizada na parte sul e, embora eu more não muito longe de lá, minha casa ficava na parte norte. Então, podemos dizer que o caminha era exatamente no meio dessa divisão. Com isso, alego que minha desculpa é que tudo é culpa do trânsito que há na travessia do norte para o sul. 

 

* Toque demoníaco do fim da primeira aula *


Subi pra sala e vi de cara Lucas sentado com sua mochila em um cadeira ao lado. Pela primeira vez ele chegou cedo.

- O que houve hoje? Vocês vieram cedo. Será o juízo final? - Brinquei um pouco com esse milagre. 

- Eu que pergunto. O que houve hoje? Pensei que você fosse faltar.

- Calma, cara. Não precisa ficar tão preocupado assim comigo. - achei estranho o modo como ele estava preocupado.

- Calma?? Você ainda me manda ficar calmo??

- Ei! Não precisa falar assim. Até parece minha mãe ou como se fosse uma namorada. - Aquilo já estava muito estranho.

- Você sabe o que está acontecendo? Não está vendo os noticiários?

- Como assim? O que houve? Me explica direito isso! - Já estava com medo do que eles estavam falando.

- Um garoto da nossa idade que estudava na escola municipal profissionalizante do lado norte foi encontrado morto naquele beco por onde passamos ontem. Parece que estava indo pra escola na hora. Fiquei com muito medo de ter acontecido algo contigo também. 

Nesse momento eu me assustei. Pensei logo naquele garoto que vejo diariamente indo pra lá a pé.

- E como ele era? Quais as características dele? - perguntei desesperado.

- Por quê? Você acha que conhece o garoto?

- Só me fala logo!

- Ah... ele era alto e loiro...

- Ufa! Não é ele - Falei aliviado.

- Ele quem?

- Ninguém. Esquece isso.


Sento na cadeira e o professor de matemática começa a aula. Mesmo sabendo que não era quem eu imaginava, permaneço inquieto. Aquilo rondou minha cabeça a manhã toda, como se fosse uma sinal de algo terrível. E, para me deixar ainda mais preocupado, naquele dia Nicolly havia faltado.


- Lucas, como você ficou sabendo disso? Saio no plantão da TV? - Perguntei, pois a história havia me deixado muito curioso. 

- Ah, não, um conhecido me ligou dizendo.


Nicolly morava por aquele região, então, fiquei de perguntar a ela sobre esse ocorrido quando a visse de noite, já que hoje era o dia que marcamos para nos encontrarmos e fazermos o trabalho de literatura. Entretanto, fiquei com receio de ir lá. Não por medo do caminho, e sim por não saber se eu poderia, levando em conta a ausência na aula. Ela também não atendia minhas ligações desesperadas, só me deixando mais preocupado. 


- Já são 18:30 da noite, melhor eu ir na casa dela como combinado.


Peguei o papel com seu endereço que guardei n carteira e fui. Enfim, cheguei no tal beco. Estava escuro, como de costume, mas não haviam rastros de que um assassinato tinha acontecido ali. Sequer sinais de que a perícia havia investigado lá. Nunca vi um local de crime, mas imagino que isso não seja comum para um caso de serial killer. Ainda mais levando em conta que ele atacou de dia sem ser identificado, deve ser muito experiente.

Cheguei na casa dela. Porta trancada, sem campainha, casa simples, onde muitos chamariam de humilde sem sequer saberem o real significado desse adjetivo. Aparentava, de fora, ser um lugar bem pobre. Além de que, o número de vielas por ali perto era tanto que chega a parecer uma favela. Uma luz acendeu, sons de passo se aproximam da porta, uma voz grossa fala.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Hehe. Até a próxima pessoal :3


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