História Alice - Capítulo 1


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Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)
Personagens Alice Kingsley, Chapeleiro Maluco, Gato de Cheshire (Gato Risonho), Personagens Originais
Tags Alice, Alice Através Do Espelho, Capeleiro Maluco, Drama, Drogas, Revelaçoes, Romance, Universo Alternativo, Violencia
Exibições 14
Palavras 765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esta história é uma fanfiction baseado na história Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol.

Capítulo 1 - Aquele não era meu jardim.


Fanfic / Fanfiction Alice - Capítulo 1 - Aquele não era meu jardim.

Meus cabelos loiros ondulados, minha pele pálida e meus olhos azuis sempre chamaram a atenção de muitas pessoas. Principalmente do duque que se achava dono da cidade. Até mesmo das pessoas. Sempre fugia e tentava passar despercebida quando ele estava por perto.

Era o dia em que oficializariam meu noivado. Noivado! Nunca pensei em brincar de casinha. Não sou dessas! Quero administrar o negócio da família. Casamento só iria me atrapalhar. Cresci sendo ensinada a ser uma dama, submissa e uma boa esposa. Não sou assim. Sou mais capaz! Será que não conseguem entender?

Ao longe escutei minha mãe me chamando. Cheguei até ela e havia um velho acompanhado de meus pais. Era o duque. Minha vontade era de sair correndo dali, como se não houvesse nada que me segurasse. Não iria me casar com aquele velho! Nem com nenhum outro. Senti-me enojada sentindo o olhar daquele velho em mim. Não aguentei aquilo e corri. Corri o mais longe que podia. Corri daquele nojento, corri daquela vida infeliz que teria. Corri...

Tudo estava ficando claro aos poucos... Recuperando aos poucos minha consciência, percebi-me deitada no chão coberto por folhas e terra. Apoiei meus cotovelos e ergui meu tronco, quando olhei para os lados e me vi diante uma paisagem diferente. Aquele não era seu jardim.

Levantei-me lentamente e comecei a explorar tal curioso lugar. Não sabia onde estava, mas estava determinada a saber. De repente senti todo o chão tremer. "O que estava acontecendo?"

Fui arremessada para longe por um vento fortíssimo que me fez ir direto ao tronco de uma árvore. Acordei e, logo acima do meu rosto havia um gato. Quão espanto foi o meu quando ele me disse, em um tom tão suave como uma brisa: "Alice..."

"Como sabia meu nome?" Pensei comigo mesma.

- Quem... Ou o que é você?

- Não se assuste jovem menina. Vim lhe ajudar. Guiareis-lhe até nossa cara rainha. -  Respondeu o gato, desaparecendo no ar, como um fantasma. Logo apareceu na estrada a frente:

- Venha, cara jovem... Nosso percurso será longo. Tenhas cuidado ao longo deste.

Alice o seguiu. Confusa. Andaram muito até adentrarem uma floresta. Alice, cansada e com fome, pediu ao gato para que parasse por algum tempo o percurso.

- Tudo bem, cara jovem. Só não devemos demorar. O amanhecer está chegando e ele é cruel com forasteiros e seres visíveis...

Alice caiu ao chão. Ao lado, havia uma árvore onde tinha frutos.  O gato desapareceu como a brisa e Alice se levantou até a árvore.

- Como és lá encima?

Alice se assustou com o gato em um dos galhos da árvore.

- Lá encima aonde?

- De onde viestes... Sei que é você, a escolhida. Está escrito.

- Não sei do que está falando. Retrucou Alice pegando o fruto que sua mão alcançara.

- Se fosse você, menina, não comeria destes frutos.

- Estão envenenados ou algo assim? -  Disse Alice desconfiada.

- Não, não estão envenenadas... Só... Há alguns efeitos não muito desejáveis a alguns...

Alice, ignorando o gato, deu uma boa mordida. Começou a se sentir meio zonza e tudo começou a ficar menor diante dela.

- Oh, não! Alice, minha jovem, não deveria ter feito isso!

Alice sem entender, passou a ver tudo extremamente menor.

- O que está acontecendo comigo? Me diga, seu gato esquisito!

- Te avisei para não a comer minha jovem, mas você tem o seu livre arbítrio e decidiu o que fazer pela própria consciência.

- Seu gato idiota! Você deveria ter me alertado sobre o que poderia me acontecer!

- Minha jovem, te alertei, coube a você decidir se continuaria, você continuou e teve as consequências.

- E como voltarei ao normal?

- Você descobrirá, minha jovem. Use sua cabeça – e o gato desapareceu como uma brisa fantasmagórica.

Alice ficou perdida.

- Como voltarei?

E decidiu ir à busca da cura. Mas a cada passo que dava, deveria ter cuidado para fazer o menor estrago possível.

Alice andou por um longo caminho, tendo visão de todo o território, até que viu ao longe um lugar um tanto bizarro, mas convidativo. Alice seguiu em frente.

Ao chegar, se deparou com uma paisagem completamente diferente. Tudo mudou de ar.

- Estava a sua espera, minha senhorita! – disse encantado um homem um tanto bizarro, mas, simpaticamente bizarro.

- Quem é você? – perguntou.

- Desculpe-me não ter me apresentado. Pode me chamar de... Chapeleiro. - Saudando, agachou-se gentilmente, tirando sua longa cartola.

- Querida, nos acompanhe em nosso chá - e enquanto se virava, estava uma mesa cheia de guloseimas que não havia antes.


Notas Finais


Novos capítulos virão. Aguarde!


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