História Alice na Índia - Capítulo 3


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Categorias A Maldição do Tigre, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)
Personagens Absolem, a Lagarta, Alagan Dhiren Rajaram (Tigre Branco "Ren"), Alice Kingsley, Chapeleiro Maluco, Coelho Branco, Durga, Gato de Cheshire (Gato Risonho), Kelsey Hayes, Li, Lokesh, Nilima, Personagens Originais, Rainha Vermelha, Sohan Kishan Rajaram (Tigre Negro), Sr. Kadam
Visualizações 21
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Poesias, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oio Gentem! Fiquei mt feliz ao ler os comentários q vcs, meus Sonhadores, deixaram nos últimos capítulos! Obg de todo o coração! Boa Leitura! Bjim Bjim

Capítulo 3 - O bendito almoço em família


Fanfic / Fanfiction Alice na Índia - Capítulo 3 - O bendito almoço em família

P.O.V Alice

Era domingo, e eu odeio domingos. Simplesmente porquê o outro dia é segunda e tem aula. 08:44. Levantei correndo e fui ao banheiro fazer minha higiene. Estava com a mesma roupa que ontem de noite, e milagrosamente, como na minha infância, acordei na minha cama. Essa hora devia estar passando Pica-Pau, e eu amo aquele desenho. Desci as escadas correndo, passei pela cozinha, peguei uma goiaba e dei ração pro Plutão, não tinha ninguém na sala, então aproveitei e peguei o controle. Lá em casa é assim: ou pega o controle primeiro, ou fica sem assistir. Nos quartos tem TVs sim, mas é que gostamos de assistir todos juntos. - menos quando meus avós paternos vem pra cá, pois a vovó gosta das novelas mexicanas que passam no SBT, e o vovô só assiste o maldito Canal do Boi, mesmo que não vai comprar nenhum -

Liguei a TV e já tinha começado Todo Mundo Odeia O Chris, outro que eu amo. Hoje era dia do almoço na casa da vovó. Íamos pra lá a cada dois domingos, e a mamãe sempre levava alguma coisa pra comer. Hoje eu e meus irmãos íamos fazer um strogonoff de frango, purê de batata e macarronada. Os ingredientes mamãe comprou na sexta, no mesmo dia da "brincadeirinha". Eram 09:57 quando o Mighel desceu. 

- Tá vendo o que Praga? - perguntou ele lá da cozinha me chamando pelo apelido carinhoso que me deu -

- Todo Mundo Odeia O Chris Encosto. - aqui é troca de afeto um pelo outro - Aproveita que tá aí na cozinha e faz uma vitamina pra mim. 

- Acha que eu virei o que seu? - ele disse já pegando as bananas e o leite - Não sou seu escravo não Alice.

- Eu sei disso Mi! Mas lembra do que eu fiz por você, na época em que você quebrou a perna? - falei em uma voz triste -

- Você não fez nada mais do que sua obrigação, afinal, foi você que me empurrou da escada rolante! - ele falou enfatizando a palavra você - E foi você que derramou café dentro do gesso de propósito quando eu reclamei que estava frio!

- Só fiz aquilo porquê foi você que deu uma de idiota e estava tentando descer a escada enquanto ela subia!  - abaixei o volume da TV - E foi você que estava me tratando como uma escrava, então eu sem querer tropecei e deixei o café cair dentro do gesso! 

- Tá tá Alice! Você não consegue admitir que está errada e acha que as pessoas ao seu redor não estão certas! - nessa hora ele já estava batendo tudo no liquidificador, sorri vitoriosa - 

- Então tá Mighel! Se você não reconhece o que eu sinto por você é amor, então tá. - ele chegou na sala com dois copos cheios de vitamina de banana, e me entregou um -

- Amor! - ele riu debochado - Se isso que você sente por mim é amor, não quero nem saber como seria se fosse ódio!

- Cala a boca e vamos assistir! - aumentei o volume e assisti enquanto saboreava o doce gosto da vitória -

11:23 começou o programa Domingo Show, e eu não gosto. Coloquei no SBT e estava passando Júnior Express, outra bosta, mas como não tem nada pra assistir foi aquilo mesmo. 11:42 meus pais e a Kells descem. Grito antes que alguém roube minha tarefa:

- Eu vou fazer o purê!

- Eu a macarronada! - Mighel fala -

- Eu fico sempre com os difíceis por quê? - Kells falou choramingando -

- É o destino minha cara, é o destino. - falei e rimos -

- Vão banhar que vamos sair daqui  ás 12:00. - meu pai disse -

Subi as escadas e fui até meu quarto.

- Que roupa eu uso hoje? - perguntei a mim mesma - Não tá derretendo tudo mas também não tá congelando. - falei olhando pela janela -

Optei por uma calça preta rasgada, uma regata branca e uma rasterinha com pérolas. Era domingo e eu não estava indo pra nenhum desfile, e sim, pra casa de minha avó. Depois de um banho de cinco minutos, vesti minhas roupas, e quando eu ia saindo me lembrei de algo muito importante. 

- Teddy! - entrei novamente e peguei ele, junto com o casaco que eu usei ontem - Agora sim!

Passei pelo quarto do Mighel e entrei. Ele estava sem camisa, apenas de cueca, deixando à mostra seu belo peitoral, suas belas coxas e seu bumbum fofinho.

- Aaaaahh! - gritou ele - Eu poderia estar pelado sua Praga! - ele disse -

- Eu sou sua irmã e já te vi pelado várias vezes. Tomamos banho sempre juntos e eu nunca reclamei quando você abria a porta do meu quarto e estava seminua. - falei escorada no batente da porta - 

- Eu só falei aquilo pelo susto que levei. - ele veio me abraçar - Me ajuda com uma roupa?

- Estamos indo pra casa da vovó Mi, então... - vasculhei o guarda-roupa dele e peguei uma bermuda jeans e uma regata branca - Shazam! Aí está!

Ele vestiu e desceu comigo pra cozinha, onde a Kells e os meus pais estavam com tudo arrumado. Tranquei a casa e sai com o Plutão, pegamos o carro e meu pai dirigiu em direção à Botafogo

Chegamos lá e a Vênus, - a husky siberiano dos meus avós - veio nos receber. Ela e o Plutão ficaram lá durante um bom tempo cheirando o cú um do outro até entrarem também.

- Chegueeeeei! Cheguei chegando bagunçando a zorra toda! - gritei assim que abri a porta - 

- Saiba que se você bagunçar vai ter que arrumar mais tarde Alice! - meu vô Antônio falou vindo me abraçar - 

- ri pacas com o comentário - É só uma música vô! Bença vô. - falei saindo do abraço -

- Deus te abençoe Alice. E eu tô nem aí se é música ou não, mas se bagunçar, arruma. - ele disse indo abraçar os outros -

- Oi vó! - fui abraçar ela - Bença vó. 

- Deus te abençoe Lice! - ela sorrio e me olhou de baixo pra cima - Mas como tá grande minha Picorruxa! - um apelido carinhoso que ela me deu quando eu tinha 6 anos -

- Só faz duas semanas que nos vimo vó! - falei rindo -

- ela deu de ombros - Deixa baixo querida! - eu ri e ela saiu -

Peguei as coisas e fui pra cozinha fazer meu purê. A única coisa que eu tinha que fazer era cortar as batatas no meio, colocar em uma vasilha com água no fogo, descascar, amassar e por leite e manteiga pra ter a consistência. Enquanto a batata cozinhava fui jogar Minha Ângela. A bichinha tava morrendo dó.

O Mighel me gritou sem eu saber o motivo:

- Alice!

- O que foi demonho? - gritei também -

- A batata Praga! - ele disse apontando -

- A batata carai! - fui correndo até o fogão e tirei elas do fogo - Ainda bem que não queimou! - suspirei -

Depois de umas briguinhas na cozinhas e umas brincadeirinhas, tinhamos terminado. Não era pra me gabar não, mas o purê tava uma delícia! E o strogonoff? Tava gostozin até. A macarronada também tava boa, mas o purê superou dessa vez. Fomos pra sala depois que comemos e meu pai disse:

- Tenho um comunicado importante pra fazer. - ele limpava as mãos toda hora na bermuda - Margot, não quer falar?

- Seu pai recebeu uma proposta para trabalhar nas Empresas Rajaram, no Oregon. Vamos nos mudar para o Oregon semana que vem. - ela falou de uma vez -

Oregon? Onde fica mesmo? Aé! EM OUTRO PAÍS! Simplesmente vamos nos mudar. Não podia deixar minha vida no Brasil de uma semana pra outra. Não sabia o que fazer então saí correndo da sala, apenas peguei minha bolsa com meu celular e dinheiro e corri pra fora da casa. Todos estavam gritando meu nome mas meus pensamentos estavam prestes a explodir minha cabeça, e só tinha um lugar que me fazia sentir melhor. Um taxí passou e pedi pra me levar até a praia. Precisava relaxar e o mar me trazia a calma que eu estava precisando naquele momento.



Notas Finais


O q será q a Lice vai fazer hein? Bam bam baaam... capítulo q vem n demora mt pra sair, talvez quarta ou quinta já q n vou ter aula. Até o próximo capítulo meus Sonhadores! Bjim Bjim


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