História Alice of Human Sacrifice - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Vocaloid
Personagens Gakupo Kamui, Luka Megurine
Tags Drama, Romance, Terror
Visualizações 16
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Homossexualidade, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal,
Boa leitura!

Capítulo 2 - A primeira Alice


Fanfic / Fanfiction Alice of Human Sacrifice - Capítulo 2 - A primeira Alice

- Meiko -

Era mais um dia comum de trabalho, eu ia de mesa em mesa anotando os pedidos e fechando a conta dos clientes, dando ordens muitas vezes grosseiras a meus empregados sem me importar com as ofensas que fazia a eles. Já que para mim aquele não era um bom dia.

O dia corria mais rápido que o normal, mas não havia nada de estranho nele, apenas um homem de capuz e roupas pretas que havia entrado no restaurante, ele observava fielmente cada movimento de todos no café mas havia horas que eu tinha certeza que sua atenção se voltava toda para mim diretamente. O homem não havia pedido nada apenas estava ali sentado em uma das mesas  prestando atenção em todos, sem me preocupar com aquilo eu continuei meu trabalho sempre tendo pavio curto em relação a meus empregados e qualquer um que ousasse me aborrecer.

As horas foram passando e no meio da tarde eu havia sido convidada para participar em outra daquelas festas na casa de um de meus amigos, eu costumava ser grosseira apenas no trabalho mas fora dele eu realmente era uma moça gentil. Quando o dia finalmente terminou, eu percebi que o homem levantou-se e saiu dali e eu então fechei o restaurante, subi até o andar de cima do restaurante que era onde era minha casa e me arrumei com um vestido longo e vermelho.

Logo que terminei de me arrumar tranquei a casa e segui de carro para a casa do meu amigo.

Cheguei a festa que estava muito animada por sinal e comecei a beber com meus amigos, sem me importar com as horas que se passavam, depois de muito beber eu já estava tonta e fora de mim. Então como já era bem tarde da noite, me despedi de todos e disse que iria embora, muitos dos meus amigos me perguntaram se eu queria carona e eu disse que iria a pé já que estava a pouco menos de uma quadra da minha casa. Decidi que iria deixar meu carro lá já que estava embriagada demais para dirigir.       

Sai da casa e comecei a caminhar em direção a minha em meio a escuridão daquela noite, não havia se quer uma alma viva na rua além de mim mas como eu já estava embriagada fui para casa sozinha sem me importar. Eis que no meio do caminho escuto alguém dizer algo.

__Alice. – Ouvi uma voz tonificada que parecia ser de um homem – Alice olhe para mim!

Olhei na direção de onde a voz vinha mas não vi nada apenas algumas árvores que estavam no começo do bosque que havia ali, me virei novamente ignorando o ocorrido e voltei a andar.

__Alice vamos venha até aqui... – A voz novamente disse e eu olhei para as árvores de novo

Ao olhar para as árvores eu vi aquele homem que estava no restaurante mais cedo,e soltei um grito pelo susto. Ele deu um sorriso sádico oque me fez arrepiar-se e veio até mim colocando sua mão direita em meu rosto, em seguida tirou uma espécie de adaga de sua cintura e encostou a ponta dela na minha barriga.

__Por favor, me solte. – Eu disse com voz tremula pelo medo que sentia naquele momento

__Shhh... – Ele levou seu dedo indicador direito até minha boca e fez com que a adaga adentrasse meu corpo – Vamos Alice venha comigo para o pais das maravilhas!

__Po-por que? – Eu tentei perguntar mas gaguejei pela dor que sentia ao ter minha barriga perfurada pela lamina da adaga

__Apenas aproveite o pais das maravilhas, Alice... – Ele respondeu e começou a mover a lamina pelo meu corpo

A cada pedaço que me era dilacerado caia uma lagrima de meus olhos, mas chegou um momento em que a dor foi embora e aos poucos eu ia morrendo enquanto o via empalar os pedaços do meu corpo nos galhos das árvores e enquanto ele levava os pedaços até a árvore eu podia ver o rastro de sangue que se formava,a primeiras partes foram meus membros e depois não consegui ver mais anda pois já havia perdido consciência.

 

                                                                                                             *****

 

Na manhã seguinte

__Rin, olhe o que é aquilo vermelho no chão?! – Len apontou para o rastro que viu no começo do bosque

__Parece... – A moça assustou-se – Parece sangue... 

Ao chegarem ao local e olharem para cima ficaram enojados com oque viram, várias partes de um corpo humanos penduradas na árvore mais alta e apenas parte do tórax e a cabeça no chão em frente a árvore, na mesma hora em que viu Rin desmaiou e Len tentou não vomitar ali mas já estava soando frio devido a cena. Pegou Rin no colo e segui até um banco da rua, pegou seu celular e ligou para a policia, enquanto tentava fazer com que a namorada acordasse.

Não demorou muito e logo a primeira viatura da policia já estava no local.

Os policiais então foram até o corpo e viram que havia algo como um papel na boca da moça morta, ao retirarem viram que se tratava de uma carta. Era um valete de espadas e no verso da carta havia o nome ''Alice'' escrito e logo abaixo de si estava o numero ''1'' em romano, a carta fora recolhida e levada como pista para futuras investigações do crime.

Encontraram também vomito no local em grande quantidade mas como na boca da moça não havia indícios de que ela havia vomitado ignoraram o fato.

A alguns quilômetros dali

Um jovem acabara de chegar a Universidade que frequentava, estava tímido e parecia ansioso. Um de seus amigos ao perceber a ansiedade do mesmo decidiu interroga-lo.

__ O que foi que aconteceu, parece preocupado Gakupo?! – Kaito o interrogou

__Bem é que pensei que íamos ficar sem nota! – O jovem mentiu e sorriu disfarçadamente – Onde está o Len?

__Ele me ligou mais cedo e disse que vai dar depoimento a policia, parece que ele achou um corpo de um crime que ocorreu na noite passada. – Kaito afirmou

__Um crime? – O jovem pareceu assustado

__É ele e a Rin estavam num bosque,perto da casa dele e acharam um corpo! – Kaito explicou – Foi oque ele me disse na mensagem...

__Hum... – Gakupo deu de ombros tentando fazer parecer que nãos e importava com a afirmação do amigo – Tenho que ir conversar com o professor, até daqui a pouco!

__Até. – Kaito despediu-se do amigo

O jovem saiu dali as pressas enquanto em sua cabeça muitos pensamentos vinham a tona e o medo de que descobrissem seu crime aumentava cada vez mais.

 



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