História Aliens Amam Coelhos - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~pancoelha

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Taekook, Vkook
Exibições 32
Palavras 1.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sumi ?
Sim
Por que ?
Não sei
Eu tava cheia de trabalho pra fazer e vai começar a semana de provas
Triste isso
Fazer o q se fuder é o meu lema
Tô apaixonada mas a pessoa não me ama só como amiga.
Então tô bolada
Não sou boa em escrever lemon.
Sorry ;-;
Espero q gostem do cap
Desculpe a demora
;-;
Foi culpa minha
Nathalya é inocente
A culpa foi minha somente minha
Boa leitura !
❤❤❤

Capítulo 4 - Four


(Pov Tae)

Assim que chego da escola vou dormir, mas sou acordado pelo barulho da notificação de mensagens, vejo que meu coelhinho está nessecitado e como eu sou uma boa pessoa diferente dele eu vou ajudá-lo. Antes de ir pego alguns brinquedinhos para me divertir e me vingar.

Eu chego super rápido na casa do coelho, eu toco a campainha e espero o mesmo abrir a porta, eu sou um idiota mesmo mas fazer o que né quando a fome fala mais alto aí não tenho o que fazer, eu passo minha língua em meus lábios os umedecendo, até que vejo a porta se abrir e vejo meu Baby corado e a sua calça com o cinto aberto,  sabia que ele ia se masturbar, dou um sorriso com malícia, e logo depois o vejo corar ainda mais.

— O-o que foi Tae ? Porque tá me olhando assim ? — disse ele corado, eu coloco minhas mãos em seu rosto sentindo sua pele macia, ele me deixar entrar finalmente, e assim que o mesmo fecha a porta, eu dou um tapa em sua bunda o fazendo soltar um gemido dolorido.

— Você é um danado mesmo né coelho — falei mordendo meu lábio inferior com malícia, eu já não resisti a seu gemidinho e seu estado...tão... Tão submisso e já sinto meu membro querer despertar.

— Avá ! falou o santo — disse o mesmo com o olhar fixado em mim.
 

— Eu não sou santo e nem você, e você é danado porque você não quis me aliviar — falei firme no final e logo o vejo encarar o chão, eu devia o deixar se fuder também né, mas vou aproveitar esse momento.

— tá eu já pedi desculpas, okay  — falou o mesmo baixo bagunçando seu cabelo.

 Eu dei um sorriso ladino com desejo pela sua boca, que logo foi tomada por mim, pois eu o puxei pra um beijo, eu sinto o beijo com bastante intensidade, eu peço passagem com a língua que logo foi cedida pelo mesmo, e logo depois eu o pego no colo com agilidade o sentindo colocar suas pernas em volta de minha cintura, eu já sentia seu membro duro roçar no meu.

Enfim saímos do beijo pela maldita falta de ar, eu dou um sorriso fofo pro mesmo e o vejo retribuir.

— Kookie eu te amo tanto ....mas como você é um filho da puta você não vai escapar de um bom castigo!- falei simplista com um baita sorriso psicopata, o fazendo desfazer o sorriso e me olhar assustado, e pior que as vezes sinto vontade de o agredi-lo porque ele é fofo e coisas fofas me fazer querer apertar, bater, agredir e guardar num potinho.

Enfim eu o ajeito no meu colo e vou o levando até o quarto, subo as escadas abro a porta e a tranco, eu não queria ser mau na primeira vez do Kookie, mas sem querer eu o joguei na cama de uma forma meio bruta, eu o vejo me olhar com um certo medo na olhar, fudeu, porque eu fiz isso?

— T-Tae... se tiver com raiva ainda desculpa sério, desculpa — falou o mesmo assustado quando eu o imobilizei na cama rodando as algemas no meu dedo em seguida colocando suas mãos juntas e prendendo na cabeceira da cama, e o peso do meu corpo prendendo suas pernas.

— Eu não estou com raiva Baby —  falei em seu ouvido o fazendo estremecer — Eu só quero brincar com você vamos ? — falei dando um sorriso no final.
 

— M-mas o que você haaa — gemeu o mesmo assim que eu alisei sua ereção, eu o vejo morder os lábios abafando seus gemidos, o que me deixou meio puto — O DADDY MANDOU VOCÊ FICAR CALADO? - falei sério o vendo se estremecer.

— M-mas haaa... D-Daddy haaaaa — falou o mesmo tentando se mexer, eu continue a massagear seu membro por cima de sua calça, eu tô afim de deixa-lo por muito tempo sem gozar.

— Bom Baby, você é fofo porém né pena que você me atenta demais — falei me levantando da cama.

Eu pego um chicote e uma venda que tinha trago para brincar um pouquinho.
Logo depois subo em cima do mesmo o puxando pelos cabelos e selando nossos labios de uma maneira selvagem.

Assim que separo o beijo, retiro sua roupa peça por peça lentamente ouvindo ele resmungar.
Logo ele estava nu e exposto da melhor maneira pra mim, e essa visão me fez salivar e meu membro despertar pulsando fortemente ao imaginar o que eu irei fazer.

Pego o seu membro em minha mão e começo uma masturbação lenta ouvindo ele gemer manhoso, e logo parei, deixei um beijo estalado em sua glande.

— O que você quer que o Daddy faça Baby ? — perguntei rente ao seu ouvido sentindo ele se arrepiar.

— M-m-me chupa d-daddy — pediu de forma manhosa.

Eu logo abocanhei seu membro sem aviso prévio o que o fez gemer alto e fazer com que minha ereção latejasse mais, se é que é possível. Fiz movimento de vai e vem variando a velocidade e arrastando levemente meus dentes pela extensão de seu pênis o fazendo gemer várias vezes.
Quando sinto que ele vai se desfazer prendo meu dedo contra a fenda de seu pênis o impedindo de gozar.

— Me d-deixa g-gozar daddy — pediu de uma forma sexy e excitante.

Minha sanidade sumiu por um momento, mas eu consegui suportar a tentação.

— Cala boca o Daddy é quem manda— digo autoritário.

Dito isso pego o chicote e arrasto pelo seu corpo o sentindo estremecer com o contato.

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Chicotadas.

Vejo suas pernas e nádegas vermelhas e provavelmente ficariam com marcas.

Vou até seu pescoço e começo a mordiscar, a lamber e chupar descendo pelos ombros e chegando a clavícula o marcando e mostrando que ele é MEU e pertence somente A MIM.

— Daddy m-me fode — pediu ele.

E nessa hora percebo que esqueci o lubrificante, mas nem morto eu paro por aqui.

Pego três de meus dedos e coloco em sua boca.

— Chupe — ordeno e assim ele o faz.

Ele chupa os meus dedos de uma forma erótica me deixando ainda mais nessecitado.
Retiro meu dedo de sua boca e abro suas pernas vendo sua entrada rosinha piscar, que bela vista, e logo enfio um dedo em seu orifício o fazendo soltar um gemido.
Depois de um tempo sinto ele rebolar contra o meu dedo e enfio logo os outros dois porque tô sem paciência e necessito disso, e assim vai, até que ele solta um gemido alto e mais agudo que os outros e assim percebo que achei sua próstata.

Retiro os dedos de sua entrada substituindo pela minha boca dei um beijinho e chupei seu orifício e logo enfiei minha língua e comecei a estoca-lo com a mesma.

— A-ah que g-gostoso Daddy — disse ele delirando de prazer.

Depois de um tempo retiro minha língua de sua entrada e masturbo meu membro o lubrificando com pré gozo.

Coloco minha glande contra sua entrada e o sinto estremecer, logo adentrando sua entrada lentamente sentindo meu pênis ser precionado pelo aperto de seu orifício.
Ele começa a gemer e lacrimejar de dor.
Então eu destribuo beijos pelo seu rosto, e início uma masturbação em seu membro esquecido.
Espero ele se acostumar com o volume dentro de si e depois de um tempo sinto ele rebolar contra meu membro indicando que eu já poderia me mover, e assim o fiz lentamente para não machuca-lo.

— Daddy-y mais forte m-mais r-rápido — disse a cada estocada.

— Seu pedido é uma ordem — digo.

Me retiro de dentro dele e o adentro novamente só que dessa vez forte e mais rápido, o fazendo delirar toda vez que acertava sua próstata que foi muitas vezes.

Me retiro de dentro dele novamente e retiro sua venda e desprendo seus braços.

— Fique de quatro pra mim Baby — digo e ele obedece.

Sorrio ladino e o adentro novamente e o fodo sem dó nem piedade, pego seu membro e o masturbo no mesmo ritmo das estocadas e logo ele atinge seu ápice, contraindo sua entrada apertando meu pênis e eu também me desfaço em seu interior.

Me retiro de dentro dele e desabo ao seu lado.
Ambos ofegantes proferindo juras e palavras de amor pós orgasmo, logo caímos no sono.


Notas Finais


Espero q tenham gostado.
Tô com o cu na mão

Será q devemos continuar ?
Ai eu não sei
;-;

Gente amo vcs !
❤❤❤❤


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