História Alive tonight - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bungou Stray Dogs
Tags Nakahara Chuuya, Osamu Dazai, Reunite, Soukoku
Exibições 38
Palavras 891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, tudo bem com vocês?

Notei que aqui no site não tem NENHUMA fanfic desses dois, e eu não pude tolerar isso é.e
Olha que casal perfeito genteney!

Enfim, faz muito muito tempo desde a última vez que eu tentei escrever a sério, então, se encontrarem algum erro por favor me avisem, sim?
Beijos :*

Capítulo 1 - Capitulo Único


alive tonight 

Por Giacomozzi A. 


 Você já sentiu como se estivesse irreversivelmente caído por alguém? Atraído até seu último fio de cabelo? E mesmo q você saiba que não passa de um fantoche, um temporário, um “Zé ninguém” facilmente substituível não consegue evitar de gemer quando é jogado por ele contra a parede, não pode se conter ao sentir aquela mão subindo pelo seu pescoço, nem mesmo consegue tomar conhecimento do quanto está a mercê dele ao ter seu cabelo puxado com força. 


Até conseguiria garantir que tentei, se tivesse como fazer isso, era simplesmente impossível resistir a Osamu Dazai quando entrava no seu modo predador. 

Invariavelmente, eu era sua presa favorita. Talvez seja porque sou fantasticamente perfeito, ou forte, embora o motivo mais provável seja o nosso obvio ódio. Sempre ouvi dizer que entre quem se odeia o sexo sempre é mais gostoso, talvez ele tenha ouvido o mesmo que eu. 

A única coisa da qual tenho plena certeza é de que nesta noite nós dois estamos vivos, tão vivos quanto podemos não estar mais amanhã, então não vou me opor a viver esta noite o mais intensamente que posso, nem que para isso eu vá acabar enroscado do jeito mais íntimo que conheço com meu maior rival. 

 # # # 

Quando consegui colocar meus pés em frente à porta do meu apartamento já se passava em muito da meia-noite. Malditos contratempos! 

 Já não bastasse a missão de merda que foram me dar: Ah, Chuuya, cace esses rivais pé no saco pra mim? Ainda tinha que chover! Cair metade do céu enquanto a outra metade vinha abaixo! E tudo, tudo mesmo, que eu mais queria agora era tomar um bom banho quente, me largar no sofá em frente à janela e beber uma boa taça de vinho... Mas você acha que eu consigo?! 

Nem consegui destravar a porta do meu apartamento que um dos cães da máfia já estava na minha cola querendo me “atualizar sobre o nosso atual estado”. 

Por infortúnio do destino, ser um dirigente significa não poder chutar ninguém em uma dessas situações, portanto deixei-o entra na minha casa e o ouvi por mais de meia hora, até que, por uma obra do destino alguém bate a minha porta. 

 A ladainha, que eu me esforçava para ouvir, cessou no mesmo instante e sem a minha autorização a porta se abriu mostrando-me a pior coisa que poderia acontecer nessa madrugada. 

 — Chuuya! Tem um minutinho para mim? — Ah Dazai, era sim o Dazai, agora sim minha noite está completa, sinto até um bolo se formando no meu estômago, um de raiva. 

— Tsc, espere um pouco, estou no meio de uma reunião. 

 — Na verdade senhor Chuuya, acredito que era apenas isso o que eu tinha para lhe informar, com sua licença. 

 E foi assim, fez uma breve reverência e saiu, me deixando com esse demônio. 

 — O que você quer Dazai? 

Vou ser bem sincero, a minha memória me deixou por aqui, pelo menos a memória sobre as farpas que trocamos, porque nem adianta mentir sobre, tudo o que fizemos foi trocar farpas, tivemos um bate-boca acalorado, lembro-me bem de ter tido a genial ideia de esmurrar a cara dele e de acabar sendo jogado e prensado contra a parede por conta disso. 

 Se você quer bem a verdade, não é a primeira vez que isso acontece, nem acho que vá ser a última. As vezes até penso que esse cretino vem até aqui só para me irritar e provocar até que acabemos nesse estado enroscado. Com a lateral do meu rosto esmagado contra a parede e o corpo dele esmagado contra o meu. Com a pecaminosa boca dele próxima ao meu ouvido e seus dedos perigosos apertando a carne da minha cintura. 

 Vamos fazer isso Chuuya? Ah sim, claro que eu já estou atordoado demais pra dizer não aos seus sussurros. Quer fazer isso como Chuuya? Em pé? Na parede? No chão? Quer que hoje eu te leve para a cama? Ein? Pode até parecer tolice cair assim no charme dele, mas só vai acreditar nisso até estar na mesma situação que eu. Não me importa como, palhaço, só me faça gemer até não aguentar mais. 

Não demorou nem um minuto inteiro para me deixar nu, exposto para o seu prazer, para me prensar na parede e me ter pela primeira vez da noite. Nem meia hora para me ter pela segunda vez, deitados no chão, enroscados como amantes de verdade daqueles que fodem até cair no sono. 

 E de todas as vezes que nos demos ao direito de dormir juntos, essa foi a primeira vez que acordei e estávamos juntos. Enquanto nas outras vezes era sempre quando ele se afastava do meu corpo para se vestir e desaparecer do meu apartamento, dessa vez acordei quando ele se inclinou para afagar meu cabelo. 

E eu me permiti observar aquele incrível par de olhos na penumbra. 

E ele me permitiu tocar em seu rosto, deslizar meus dedos até seu pescoço, desenhar círculos sobre a sua pulsação. 

 E eu o permiti segurar entre seus dedos meu cabelo, e ter meus lábios entre os seus mais uma vez, porque eu confiaria minha vida a ele está noite. 


Esta noite estamos vivos, esta noite vamos continuar a viver como se fosse nossa última, até que ela por fim seja.    



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