História All for a dream - Capítulo 5


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner, Kylie Jenner, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Hailey Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner, Kylie Jenner, Ryan Butler
Tags Jailey
Exibições 16
Palavras 1.196
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Podem me chamar do que quiser, eu tenho doze anos e... é isso.

Avisos básicos sobre All for a Dream:
— Essa é a minha primeira fanfic, me perdoem por qual quer erro.
— All for a Dream, significa em português ''Tudo por um sonho''.
— Diga não ao plágio.
— Infelizmente, os personagens não são meus, mas a personalidade sim.
— Na fanfic, os dois contém as mesmas profissões que tem vida real.
— A fanfic não é movida a comentários, mas eu sempre estarei lendo e respondendo as criticas construtivas e destrutivas.
— Não sei fazer capa, caso conhecerem alguém que faça. Obrigada.

Capítulo 5 - Disgust


Fanfic / Fanfiction All for a dream - Capítulo 5 - Disgust

Não vale a pena chorar porque decepcionaram você, porque assim como existem pessoas que vão te decepcionar também existem aquelas que farão você sorrir.

P.V.O Hailey Baldwin — 23 de janeiro de 2014

Meus olhos ainda estavam fechados e o único som que dava para ouvir no quarto é a música do despertador do meu celular. A pontada na cabeça aumentava a cada segundo e eu não sentia os meus pequenos pés.

Abri minhas pálpebras, sentei na cama e desliguei o despertador. Coloquei a mão na cabeça, como sempre arrependida do que fiz no dia anterior. Levantei da cama e caminhei ainda com os pés doendo até o grande espelho do banheiro, vendo o meu pequeno ser.

Pela primeira vez em toda a minha vida, eu me sentia livre e bonita de verdade. Eu estava ali, me olhando no espelho, toda natural. Meus fios loiros bagunçados, meus olhos entreabertos, unhas mal feitas e com um grande sorriso no rosto. Eu sou quem sou. Divertida, chora por tudo mas também ri por tudo, legal, forte e ao mesmo tempo, fraca. Eu sou linda.

Agora, os meus pés estavam ótimos. Eu não sentia nenhuma dor de cabeça e eu estava feliz como nunca antes. Corri até o meu closet e peguei o meu diário de dois mil e onze. Eu precisava disso. Eu precisava saber como é me sentir livre de verdade, mesmo estando, mesmo ajudando outras pessoas que se sentiam presas. 

          17 de julho de 2011

Querido diário, hoje eu descobri que a minha amiga não se acha bonita. Eu tinha perguntado pra ela o motivo e ela com lágrimas nos olhos, me respondeu que era o seu corpo. Ela me disse que tinha vergonha do seu corpo e eu mandei ela ficar apenas de lingerie. Sim, eu mandei. Ela não quis mas depois fez o que eu havia pedido.

Eu olhei bem o seu corpo e, ela era maravilhosa. Era a menina mais bonita em que eu já vira na minha vida. Ela tinha diversas estrias em seu corpo, parecia escama de sereia. Ela ficava passando os dedos nas estrias, como se quisesse tirá-los. Na hora, por impulso, eu coloquei a minha mão sobre a sua e neguei com a cabeça. Eu falei bem assim pra ela: ''se ame, assim os outros vão aprender a te amar também'' e ela me deu um sorriso que se eu fosse lésbica ou bissexual, eu havia atacado seus lábios.

Eu tinha falado que aquilo era a marca do seu corpo, que ela era maravilhosa e qual quer homem que entrasse em sua vida iria ser feliz com ela. Até que ela me disse que não gostava de homens, e sim de mulheres. Ninguém sabia disso, e eu fui a primeira a saber, eu fiquei até emocionada! Eu te amo Deus!

 

          18 de julho de 2011

Querido diário, hoje com certeza foi um dia bastante emocionante! Eu convenci minha amiga a irmos até a praia e ela foi, e ela usou biquíni! Ela mostrou o seu belo corpo para centenas de pessoas! E sim, eu vi ela beijando uma garota! E tipo, na hora, ela tinha me olhado e sorriu, e havia água nos seus olhos, mas não era da água do mar, era lágrimas mesmo! 

Eu fiz uma menina feliz! Eu a libertei! Eu estou tão feliz, obrigada Deus! 

Fechei o diário com um enorme sorriso no rosto, lembrando da minha amiga em que não tenho contato faz mais de dois anos. 

Eu fiz a minha amiga ser livre, então eu tenho os meus direitos de ser. Eu não mereço sofrer por mais ninguém, eu mereço curtir a minha vida, doe a quem doer!

Caminhei até o banheiro, urinei e escovei os dentes. Tomei um banho relaxante, porém rápido e depois coloquei uma roupa qual quer. Amarrei o cabelo em um rabo de cavalo e fiz a maquiagem mais simples e rápida da minha vida.

Disquei o número de Kendall e no primeiro toque ela atendeu.

— Alô?

— Fala biscate. — disse Kendall, e aposto que ela deve estar com um sorriso no rosto.

— Vamos tomar um ar? — perguntei.

— Como assim tomar um ar?

— Saudades da Kylie que entendia tudo. — revirei os olhos. 

— Obrigada pela parte que me motiva.

— Enfim, vamos pra alguma praça tomar um pouco de vento, vamos ser livres! — falei animada.

— Relou amor, sabia que tem paparazzi por todo lado?

— A gente dá um jeito, por favor, estou indo até ai, se arruma, beijos. — desliguei o celular. Peguei minha bolsa e o meu celular e saí de casa, dando de cara com o meu segurança.

— Bom dia, Baldwin, Justin Bieber está te esperando.

— Mas não quero vê-lo. — falei como se fosse óbvio.

— Ele está com um buquê de flores, Baldwin! — falou como se não acreditasse. Revirei os olhos.

— Vou conversar com ele rapidinho, obrigada. 

Fui até o Justin, que estava com o seu mesmo estilo de sempre, porém havia um chapéu cobrindo o seu rosto. Alguma coisa deve ter acontecido ali.

— Justin? O q-que faz aqui? — perguntei gaguejando. Eu estava sentindo algo estranho, o seu cheiro não era o mesmo de antes, e os seus olhos eram verdes, não era os meus castanhos. Caminhei de ''ré'' para trás e depois eu não vi mais nada.

Tudo ficou escuro.

(...)

Abri os meus olhos devagar tentando se acostumar com a claridade. Eu estava sozinha em um lugar completamente sujo de poeira e talvez tenha até alguns bichos no local. Pelo menos o cheiro era agradável. 

Tentei me levantar da cadeira em que estava mas foi em vão. Minha boca estava presa com fita e os meus pulsos e os meus pés estavam presos em panos amarelos com detalhes brancos e que estavam completamente sujos. Eu me sentia suja. Eu me sentia presa.

— A jovem acordou é? — ouvi uma voz grossa vinda atrás de mim, logo depois vendo um ser duas vezes mais alto que eu. Seus olhos eram verdes e seu cabelo era ruivo. Estranho? Um pouco. — Vou tirar a fita da sua boca, mas fica quietinha.

— SOCORRO! Alguém me ajuda, por favor! — gritei altamente assim que ele tirou a fita, mas acabei recebendo um tapa estalado de troco.

— Não adianta você gritar que ninguém vai te ouvir, mas eu mandei você calar a boca, vadia. 

— Que bafo. — sussurrei e tentei prender a respiração, mas era impossível.

— O que disse? — falou cuspindo, praticamente me beijando. Que nojo.

— Eu disse que bafo. — levei um outro tapa na cara. — Nossa, não dá nem pra brincar com você. Desisto. O que quer de mim? 

— Seu corpo. — falou, e rasgou a minha blusa, revelando o meu sutiã. 

— PARA POR FAVOR! — eu gritava, mas como ele disse, ninguém iria me escutar, então eu fiquei quieta. Eu não podia fazer nada e gritar só iria piorar. 

Suas mãos faziam movimentos em meus seios medianos ainda cobertos pelo sutiã, e logo depois senti uma de suas mão tirando a calça que eu usava. 

— Por favor, não, não. — eu falava negando com a cabeça.

— Olha aqui, vadia. — segurou o meu pescoço. — Você vai ficar quieta enquanto eu faço o meu trabalho, ouviu? Eu não quero nenhuma palavra vinda da sua boca, a não ser dos seus gemidos.

                      Nojo.



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