História All For You - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias David Luiz
Tags Família, Futebol!, Gabrieli Emboaba, Londres, Oscar Emboaba, Realeza
Exibições 64
Palavras 2.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Poxa goxxxxxxtosas, o que aconteceu com você no último capítulo que não teve um comentário se quer? Perderam a fé em mim foi?
Boa leitura!

Capítulo 10 - David e Alyssa - Tio Harry.


Fanfic / Fanfiction All For You - Capítulo 10 - David e Alyssa - Tio Harry.

Obama convidou e a minha família para uma caminhada no parque, o que calhou bem, respirar um pouco de ar fresco, mas não era uma coisa muito sossegada. Colocar o rei e o presidente da nação mais poderosa do mundo na rua, não era a coisa mais sossegada para a equipe de segurança, ainda mais para duas equipes de seguranças, que eram obrigadas a trabalhar juntas.

 Nossos carros eram cercados por policiais, além de serem blindados. O parque não foi fechado, muito menos avisados de que o presidente e o rei iram para lá. 

 Cercados de seguranças armados e de carros de fuga, começamos nossa caminhada tranquilamente pelo parque. A população não se aproximava, mas tiravam fotos de longe, parando por alguns minutos e depois voltavam para a sua rotina.

 A tarde foi cansativa, com uma reunião extremamente demorada com vários conselheiros em uma sala, discutindo um acordo que favorecia aos dois países, já que Estados Unidos e Inglaterra tinham uma aliança a séculos. Cada detalhe pensado e repassado para que não houvesse erro.

  No terceiro e último dia, que foi o mais demorado, nos despedimos da família Obama, posamos para fotos e fomos embora, em direção ao aeroporto, onde pegamos nosso avião e chegamos horas depois. Eu estava exausta de mais e um pouco triste por não conseguir falar com David, não que ele não fosse me responder, mas essa vida dele de ficar indo a Paris todo final de semana era cansativo para ele e para mim também, que não era sempre que eu poderia ter ele ali. Eu sentia saudades dele, mais do que deveria e a julgar pelas mensagens que eu recebia, eu sabia que ele sentia também e aquilo acabava me deixando mais perdida nos meus pensamentos, nas minhas escolhas e nos meus sentimentos, que estavam em pânico.

  Tomei um bom banho para relaxar e me joguei na cama para dormir o tempo que Deus me permitisse. 

   - O que você quer? - David perguntou apontando para os doces a nossa frente.

  - Pode ser o de granulado colorido. - falei.

  - Típico, mas eficaz. - ele me lançou uma sorriso e fez nossos pedidos. 

 Sentamos na praça, comendo nosso doces. David me olhava sem piscar, com um sorriso que se recusava a sair do seu rosto, um sorriso bobo.

  - Por que esta me olhando assim? - perguntei, abrindo um sorriso pequeno.

  - Porque você esta linda toda suja de chocolate. - David riu e passou o dedo delicadamente no canto da minha boca, tirando o chocolate que tinha ali e depois levando a sua boca, lambendo o dedo. Merda, como ele era lindo.

  - Alyssa, acorda. - ele disse e eu não entendi - Alyssa, acorda.

 A imagem de David ficou borrada enquanto ele me sacudia dizendo para eu acordar

  - Alyssa. - abri meus olhos depois que escutei a voz de Well nos meus ouvidos e sua mão me chacoalhando de leve. 

  - Já acordei - falei manhosa, coçando meus olhos.

  - Venha, você precisa levantar. - Me sentei na cama, olhando para frente, vendo Kate abraçando o próprio corpo corpo.

  - Por que? O que esta acontecendo? - perguntei, me levantando e me enrolando no meu baby doll.

  - Um taque, se troque e depois venha com os seguranças para o meu escritório.

  - Que ataque? - perguntei, ma eles já estavam saindo.

  - Depois te explico.

 

  Me troquei o mais rápido que eu consegui e segui com alguns guardas que esperavam por mim, para o escritório do meu pai. A porta estava  aberta e eu só entrei, parando atrás do sofá, vendo a televisão que passava uma reportagem, todos prestavam a atenção.

  " - Nossas imagem mostram exatamente a hora que a bomba no meio do centro comercial d e Londres. As autoridades já começaram a investigar sobre a explosão ou si se trata de um atentado ou não. Tudo indica que grupos terroristas estejam envolvidos na explosão por motivos de o Rei William ter fechado mais uma acordo com o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, onde passou três dias com sua filha Alyssa e sua mulher, atual rainha, Kate."

 As imagens mostravam pilares históricos no meio da cidade explodindo do nada, os gritos das pessoas de agonia, de dor e medo. O número de mortos já era alto e meu coração apertava a medida que reprisava a cena das quatro bombas explodindo. Um prédio de cinco andares foi ao chão, matando todas as pessoas que estavam dentro.

 Puis a mão no peito, sentindo meu coração acelerar cada vez mais e dor, doía de verdade. Eu estava chorando, vidas foram perdidas, pessoas estavam gravemente feridas e famílias perderam alguém muito importante hoje. Nós não temos o direito de tirar a vida de ninguém, ninguém tem esse poder.

 Sentei no sofá, olhando em choque para a cena a minha frente, repetidas vezes quando uma pilastra esmaga uma mulher, crianças chorando feridas perdidas dos pais. Puis  amão na boca, tentando entender o que estava acontecendo e o porquê daquilo. Era por uma aliança política? Nós não éramos seus inimigos.

 Kate me abraçou dele lado, deitando minha cabeça no seu ombro. O jornalista voltou a falar.

   " - Mais duas bombas de pequeno porte foram explodidas em áreas mais afastadas, um inclusive muito próxima do estádio do Chelsea. Nenhum jogador estava no local."

  - Majestade. - um homem vestido com roupas a prova de balas entrou no escritório e parou a nossa frente, fazendo uma reverência - Temos que inciar a manobra de proteção a família real imediatamente. Essas bombas podem estar em qualquer lugar e não sabemos onde. É muito importante que o senhor esteja protegido junto de sua família.

  - Como assim? Podem nos atacar também? - me exaltei, levantando do ombro de Kate.

  - Não sabemos Alteza. Todo cuidado é pouco e nosso tempo pode ser crítico, assim como nossa situação.

  - Oque esta acontecendo? - uma voz desconhecida entrou na sala e eu tive que olhar bem para identificar quem era. 

  - Harry, que bom que chegou. - Will foi ao seu encontro e o abraçou, sendo retribuído, com uma abraço forte do irmão, meu tio Harry.

  - Essa é a minha sobrinha linda? Alyssa? - ele perguntou, se aproximando de mim. - Por que esta chorando? - ele perguntou, se agachando na minha frente e pegando a minha mão.

  - Ela esta abalada. - Kate respondeu.

  - Vai passar Aly. - ele me chamou pelo meu apelido e em seguida me abraçou. Eu funguei no seu ombro e ele me apertou mais.

  - Majestade, vamos iniciar a medida de proteção. - o homem disse - Temos que deixar todos junto, mas de preferência o senhor e Rainha deveram ficar longe da princesa, seguir outro caminho.

  - De jeito nenhum. Ela fica comigo, não vou tirar os olhos dela. - Will esbravejou e eu me encolhi no sofá.

  - Tem gente entrando na cidade senhor, então teremos que tomar muito cuidado. O ideal seria ficar todo aqui.

  - Isso não é problema. Temos salas de fuga e proteção espalhadas pelo castelo.

  - Tenho todas elas decoradas, por enquanto tudo esta calmo.

  

 Levantei rápido. David estava voltando para a cidade uma hora dessas, de trem.

  Saí correndo da sala, mesmo com Will gritando atrás de mim. Os guardas me seguiram até meu quarto, onde eu procurei meu celular por toda  a parte, achando ele de baixo do travesseiro.

    Disquei rápido o número do David.

    " - David. - falei assim que ele atendeu."

  " - Alyssa. - sua voz tinha o mesmo tom que o meu, preocupação."

  " - Onde você esta? Já esta em casa?"

  " - Já, cheguei faz pouco minutos."

  " - Você esta bem?"

  " - Sim e você?"

  " - To bem. - respirei aliviada, sentindo meu corpo relaxar novamente - Não saia de casa, por favor."

  " - Não vou."

  " - Eu preciso ir agora Vid. - eu não queria desligar, minha garganta estava doendo novamente, o choro queria sair e eu não estava sendo forte para segurá-lo."

  " - Alys, você esta chorando? - ele perguntou."

  " - Não. - menti e ele riu do outro lado."

  " - Você é uma péssima mentirosa Alyssa. - ri do que ele disse - Por favor, não chora. Parte meu coração saber que você esta ai, triste, chorando e  eu não posso fazer nada."

  " - Eu to com medo David."

  " - Todos nós estamos, mas isso vai passar. Só fica calma ta bom? Assim que tudo isso acabar eu vou te visitar."

  " - Você promete?"

  " - Prometo, agora vai lá e para de chorar."

  " - Ta bom. Tchau."

  " - Tchau Alys."

 

  Terminei a ligação e quase infartei quando virei e Harry estava ao meu lado.

  - Falando com o namoradinho? Sabe, ele tem que ter minha permissão. - Harry falou me fazendo rir. Enxuguei as lágrimas que tinham caído.

  - Ele não é meu namorado.

  - Ainda. - Harry contrapôs, erguendo uma sobrancelha.

  - Nada haver.

  - Tudo haver, mas depois falamos sobre isso. Sua mão esta vindo. - Harry percebeu a confusão no meu rosto e se explicou - A Denise. Will pediu para buscá-la.

  - Que bom, fico preocupada com ela longe. - Falei - A gente nem se conhece direito.

  - Não mesmo, mas vamos no conhecer melhor Aly.

  - Espero que sim. - ri.

 

  P.O.V DAVID

 

  Falar com Alyssa no celular e saber que ela estava chorando partia meu coração, doía de verdade porque eu sabia que ele estava realmente mal, vendo pessoas morrendo, seu povo, por uma injustiça enorme. Alys tinha o coração muito bom e puro e saber que havia pessoas que estavam sofrendo sem ela poder fazer nada, era horrível.

 A primeira coisa que eu pensei quando cheguei em Londres meia hora atrás era como ela estava, foi a primeira pessoa que me veio a cabeça. Quando acordei também, eu pensei nela, pensei em mandar mensagem para ela, mas sabia que ela estava cansada da viagem. Eu estava ferrado, ferrado por ela e eu estava sentindo que isso não ia acabar bem.

   Liguei a televisão para ver as reportagens direito, mas quase desmaiei quando meu coração errou a batida, tropeçando nos batimentos acelerados.

 Uma bomba foi explodida na porta do palácio, onde Alys morava. Os vídeos mostravam quando guardas voaram coma  explosão, depois mostrava quando Alys saiu abaixada, protegida por um homem meio ruivo, meio loiro e o pai dela, que tentava cobrir o corpo da mãe e da mãe, mesmo estando envolvidos por seguranças fortemente armados.

 O noticiário focou no rosto de Alys, que estava vermelho e inchado de tanto chorar, sua cara de desespero rasgou meu peito. Eu tentei ligar várias vezes, mas ela não atendeu, caia na caixa postal direto.

 Eu não sabia para onde a levaram, não sabia se ela estava ferida. Eu só conseguia imaginar o seu desespero e aquilo me matava, me doía até  alma. Eu precisava vê-la.

 Passei a noite em claro andando de um lado para o outro, com o celular na mão, esperando algum sinal dela. A televisão permanecia ligada, mas nada em relação a família real. Eu estava impaciente, estava no limite, mas meu celular tocou e era como se todo o meu corpo entrasse me choque.

  " - Alyssa."

  " - David. - sua voz era baixa, ela parecia sorrir."

  " - Você esta bem? Onde você esta? Eles te machucaram Alys?"

  " - Não, estou bem. Me trouxeram para um lugar protegido, eu to bem David, não se preocupe."

  " - Não me preocupar Alys? Eu te vi saindo correndo de uma boma e você ainda pede para eu não me preocupar?"

  " - Sim e você, como você esta? Fiquei preocupada com você."

  " - Comigo Alys? Você que estava em perigo e ficou preocupada comigo?"

  " - Fiquei, isso é loucura?"

  " - Talvez."

  " - Já descobriram quem foi que soltou essas bombas, não era um grupo terrorista Islâmico, era um grupo terroristas sem ideais sendo idiota. Amanhã de manhã eu volto para casa."

  " - Então eu vou te ver."

  " - Não, eu vou ai. Não quero ficar muito tempo naquele lugar, preciso sair para esfriar a cabeça."

  " - Tudo bem, me ligue assim que estiver vindo."

  " - Pode deixar. - ela riu de leve de outro lado e eu podia imaginar suas bochechas avermelhadas."

  " - Até amanhã princesa."

  " - Até amanhã zagueiro."

 

  Meu corpo relaxou instantaneamente no sofá e eu fui consumido pelo sono e pelas bochechas rodas.
  

 

 


Notas Finais


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