História All For You - Capítulo 23


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Ashley Marin, Byron Montgomery, Caleb Rivers, Ella Montgomery, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Ian Thomas, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Jessica DiLaurentis, Lucas Gottesman, Maya St. Germain, Melissa Hastings, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Pam Fields, Personagens Originais, Peter Hastings, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings, Wren Kingston, Yvonne Phillips
Tags Alison Dilaurentis, Aria Montgomery, Ashley Marin, Byron Montgomery, Caleb Rivers, Ella Montgomery, Emily Fields, Emison, Ezra Flitzgerald, Ezria, Haleb, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Jessica Dilaurentis, Lucas Gottesman, Maya St Germain, Melissa Hastings, Mike Montgomery, Mona Vanderwaal, Noel Kahn, Paige Mccullers, Pam Fields, Personagens Originais, Peter Hastings, Pretty Little Liars, Spencer Hastings, Spoby, Toby Cvanaugh, Verônica Hastings, Wren Kingston, Yvone Philips
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Palavras 2.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tudo bom? Eu estou pronta pra ser odiada? Estou sim! Quero matar o menino Tobias

Música: I Never Told You- Colbie Caillat

P.S.: Faz de conta que esse beijo deles foi na delegacia (O gif que eu queria não foi)

Capítulo 23 - Old Days


Fanfic / Fanfiction All For You - Capítulo 23 - Old Days

Os raios solares passavam pela brecha da cortina e causavam incomodo para os olhos azuis de Toby. O rapaz os abriu, seus olhos passaram a fitar o teto, lembrando do ocorrido na noite anterior. Percorreu seu olhar através do quarto, e o pousou sobre a mulher que dormia plenamente ao seu lado. Sorriu, lembrando da primeira vez que havia visto.

Três anos e meio atrás...

Era uma manhã ensolarada, seu primeiro dia no trabalho novo, na polícia de Rosewood.

Estava entrando no Brew, para ingerir um café forte. A fila não estava muito grande, pegaria seu café e sairia, tomando-o no caminho para delegacia.

Perdido em seus pensamentos, caminhava lentamente, pensava em Spencer, não conseguia tira-la de sua vida, como ela havia feito...

- Ei – Disse uma voz feminina tirando-o de seu transe. – Olha por onde anda.

- Desculpe – Pediu Toby gentilmente, vendo o que havia acontecido, seu copo estava vazio e o liquido, agora morno se encontrava na camiseta da garota – Se tiver algo, que eu possa fazer...

- Pode prestar atenção o que está fazendo – Respondeu interrompendo-o, tentando limpar sua camiseta.

Toby parou um instante e a observou. Seus lindos olhos castanhos, o cabelo possuía um tom mais forte do que de Spencer e estava preso em um penteado. A blusa antes branca, agora estava marrom.

- Eu sou Toby – Apresentou-se. A garota passou a encara-lo – Tobias.

- Yvonne – Respondeu a garota. Tinha deixado sua feição séria e passado a exibir um lindo sorriso.

Eles apertaram as mãos e continuaram sorrindo um para o outro.

Dias atuais...

- No que está pensando? – Perguntou a garota abrindo seus olhos e encarando-o. Fazendo com que Toby sorrisse.

- Em você – Respondeu depositando um beijo no topo de sua cabeça.

- Eu gostei do que ouvi – Yvonne se alinhou no peito de Toby, que passou a afagar seu cabelo delicadamente.

Permaneceram um silêncio, tendo a companhia um do outro apenas como prioridade. Estava tudo tão calmo, então o celular de Toby tocou. Revirou seus olhos, esticando o braço até o criado-mudo e o pegando.

- Cavanaugh – Disse ao atender.

Escutou cada palavra atentamente, ficou rígido, o que fez Yvonne se afastar, ela o conhecia bem e sabia que algo não estava certo. Após desligar seu telefone, levantou rapidamente.

- O que aconteceu? – Perguntou Yvonne, apoiando sua cabeça na mão, que era sustentada pelo cotovelo apoiado na cama.

- Preciso cuidar de um caso. – Respondeu seco. Não estava preparado.

Havia feito suas higienes matinais como todas as manhãs, tomou seu banho e saiu do banheiro que tinha no quarto do casal enrolado na toalha.

- Não queria que você fosse – Disse Yvonne com a voz manhosa enquanto o abraçava.

- Eu sei amor, mas é meu trabalho – Ele beijou o topo de sua cabeça e se separou do abraço, começando a vestir-se.

Toby colocou uma calça preta, com uma camisa branca e jogou seu blazer preto por cima. Calçou os sapatos, pegou seu distintivo, arma e procurou pelas chaves.

- Amor – Gritou ele do quarto, para sua namorada que estava na cozinha – Onde estão minhas chaves?

- Estão no mesmo lugar de sempre – Respondeu Yvonne – Aqui perto da porta.

Toby caminhou até a cozinha, pegou as chaves.

- Não sei o que faria sem você – Disse ele agradecido

- Provavelmente, não sairia do lugar – Respondeu com a xicara de café em sua mão.

Despediu-se de sua namorada com um beijo apaixonado.

- Não vai comer nada? – Perguntou ela preocupada

- Não tenho tempo – Respondeu saindo – Eu te amo.

 

[...]

Spencer tinha levantado cedo naquela manhã. Acordou com um telefonema estranho, um pedido de uma pessoa conhecida. Fez suas higienes matinais e vestiu-se. Estava atrasada, pegou sua bolsa, chaves do carro e saiu.

Spencer entrou no carro e esperou alguns instantes antes de ligar o mesmo, talvez aquilo fosse uma péssima ideia, uma loucura.

 

Havia chegado ao seu destino, Departamento policial de Rosewood, seu pai tinha telefonado, precisava conversar com a filha antes da audiência final.

- Oi, eu sou... – Começou ela

- Spencer – Chamou uma voz doce atrás dela, uma voz muito conhecida, seu dono causava arrepios calorosos. – Poderia me acompanhar.

Spencer assentiu e de cabeça baixa acompanhou o rapaz, de intensos oceanos em seus olhos, até uma sala, onde na porta se lia: Tobias Cavanaugh.  

- Sente-se – Pediu ele educadamente, estava sendo profissional.

- Eu vim... – Sua voz saia falhadamente. Era difícil falar sobre o passado.

- Eu sei – Completou Toby – Está preparada?

- Sinceramente, eu não sei – Respondeu a morena confusa. – É difícil para mim falar sobre isso. Em sete anos, foi o assunto que eu mais evitei, tentei seguir em frente.

- Eu posso imaginar – Disse compassivo. – Não precisa fazer isso se não quiser.

- Eu preciso – Respondeu de imediato – Tenho que saber o motivo.

O silêncio reinou, até que a porta foi aberta e uma mulher baixinha passou por ela.

- Detetive Cavanaugh – Começou ela. “Detetive” Pensou Spencer orgulhosa – Sua namorada quer saber se pode marcar o almoço para hoje.

- Claro – Respondeu ele sem graça, olhando para Spencer que abaixou a cabeça.

- Ele já está na sala – Disse por fim, se referindo a Peter.

- Obrigado Mary – Agradeceu Toby, a mulher saiu e fechou a porta. – Quando estiver pronta.

Na cabeça de Spencer, um turbilhão de pensamentos era revisado.

- Estou pronta – Disse.

Eles se levantaram de seus lugares, caminhando para fora da sala de Toby e indo em direção a uma sala ao final do corredor. O rapaz a abriu, gentilmente.

- Estarei atrás do vidro – Disse confortando-a.

- Obrigada – Agradeceu o olhando fragilmente, mas Toby mantinha sua feição séria.

 

- Achei que não viria – Disse Peter. Sua feição era envelhecida, estava desgastado pelo estresse.

- Pensei em não vir – Respondeu sentando na gélida cadeira à sua frente.

No momento que sua pele entrou em conato com o gélido metal, sua mente viajou até anos atrás...

Novamente Spencer estava sentada na fria cadeira de metal, do galpão. Onde teve seus punhos e pés amarados apertadamente. Spencer chorava freneticamente, enquanto tentava se soltar. Estava sendo ligada a terminais elétricos, assim como na tortura utilizada durante a ditadura. Spencer gritava, gritava em meio seu choro alto, o que fazia a voltagem dos choques aumentar.

- Spencer? – Chamou-a de volta a realidade

- Por que queria me ver? – Perguntou afastando seus pensamentos.

- Spencer, você é minha filha, minha família – Começou ele. – Família se protege, não pode me deixar aqui, assim como sua irmã.

- Eu não acredito que está pedindo algo desse tipo – Respondeu incrédula – Como pode me dizer algo desse tipo?

- Devemos perdoar – Respondeu Peter

- Perdoar? – Perguntou retoricamente – Você não faz ideia das coisas que fizeram comigo. Do que sua própria FILHA fez comigo.

- As duas são minhas filhas – Disse

- Mas só cuida de uma – Spencer disse com a voz baixa, estava ressentida.

Alguns minutos de silêncio foram necessários para que a mente de Spencer voasse para o passado.

Após a tortura, Spencer foi levada pelo rapaz. Ele a colocou sentada na frente de uma mesa e saiu. Barulhos altos se fizeram presentes, obrigando-a a tampar seus ouvidos com a mão. A sala pequena fazia com que o som, emitisse ecos, piorando a sensação. Recebia espancamentos todas as vezes que tentava um cochilo de exaustão.

Estava novamente na frente de seu pai. Seu miocárdio estava acelerado, parecia querer pular da caixa torácica. Uma náusea forte foi sentida, fazendo-a fechar seus olhos fortemente.

Toby percebeu que algo não estava certo.

Algo estava errado, seu corpo todo estava com fortes e intensos tremores. O medo que estava sentindo era incomum, estava assustada, em pânico.

- Eu preciso ir – Disse levantando, enquanto as primeiras lágrimas saiam.

Spencer abriu a porta, tremendo. Não conseguia manter a calma, estava assustada, o que gerava mais medo a cada minuto. Estava suando frio, sua respiração ofegante, não conseguia respirar, resultado do forte e incontrolável choro. Sua temperatura corporal se elevou, não conseguia ficar em pé. Tentou correr, mas não conseguiu, andou o mais rápido que pode, enquanto apoiava-se na parede, até chegar em uma sala vazia. Entrou e caiu de joelhos no chão, ainda chorando muito.

- Spencer? – Era possível ouvir a voz de Toby gritando por ela, mas não conseguia responder.

Sentia como se aquilo não fosse real, como se ainda estivesse sofrendo aquelas torturas. Estava apavorada, sentia um medo inexplicável. O mesmo som que ouviu no passado, estava sendo escutado, sua visão ficou turva, fechou os olhos, procurando algo pelo qual usaria para segurar. O desconforto em seu peito era muito grande, não estava aguentando aquela sensação.

Toby abriu a porta, preocupação era nítida. Não podia ficar sem Spencer novamente. Ele percebeu que a morena estava no meio de um ataque de pânico.

- Spencer, sou eu Toby – Ele ajoelhou à sua frente. Ela podia ouvir sua voz.

- Não – Disse ela em meio ao choro – Você não é real. Não é real – Seus olhos estavam fechados fortemente, sentia tanto medo que nem abrir seus olhos conseguia.

- Está tudo bem. – Disse ele tomando as mãos de Spencer nas suas. – Vamos Spencer, você está segura.

Spencer não parava de chorar, mas abriu seus olhos relutantemente.

- Respire Spencer – Implorou ele, estava assustado, não sabia o que fazer, mas tentaria.

- Não consigo – Disse com a voz falha.

Estava assustado. Fechou seus olhos e pode lembrar dos ensinamentos que recebeu, Yvonne havia lhe informado. Precisava fazer com que ela prendesse a respiração, para parar a hiperventilação, o que ajudaria o cérebro a manter a concentração.

Toby a beijou.

Um beijo calmo, havia paixão, isso ninguém poderia negar. Spencer apenas relaxou e correspondeu ao beijo de imediato, eles saciaram o desejo de sete anos. Por mais que não quisesse, ao notar que Spencer estava calma, afastou-se.

- Como? – Perguntou enquanto acalmava.

- Yvonne me ensinou algumas coisas. – Respondeu sem jeito. O que tinha feito era totalmente errado, sabia. Mas não podia parar de sorrir internamente. Com esse beijo, soube que estava na hora de seguir em frente.

Spencer o abraçou, ainda derramando algumas lágrimas.

Passaram alguns minutos na sala trancada, até que Spencer estivesse totalmente estável.

- Vou leva-la para casa – Disse ele ajeitando seu blazer.

- Eu estou bem – Disse, mesmo não acreditando nisso

- Não, não está – Insistiu. Spencer assentiu.

 

 

[...]

- Não precisava entrar comigo – Disse Spencer tirando seu casaco e o colocando no sofá.

- Queria ter certeza de que estava bem – Respondeu sentando. Spencer fez o mesmo.

Sinto falta daqueles olhos azuis

De como você me beija à noite

Sinto falta de como nós dormimos

Eles permaneceram em silêncio. Já passava do meio dia.

- Precisa comer – Disse Toby fazendo feição para se levantar, Spencer segurou em seu braço, mantendo olho-no-olho.

- Não – Disse – Eu estou bem.

Toby olhou para mão de Spencer em seu braço, e ela notou, retirando-a na mesma hora.

É como se não houvesse nascer do sol

Como o gosto do seu sorriso

Sinto falta do jeito que respiramos

- Já pensou em ligar quando tomou umas? – Perguntou ela rindo tristemente.

- Spence...

- Eu sempre penso – Completou. – Eu sinto muito. Por tudo.

- Eu também sinto. – Disse ele – Por tudo isso.

- A culpa não é sua – Olhou para baixo – Apenas minha.

E agora

Eu sinto saudade de tudo em você

Não acredito que eu ainda te quero

Depois de tudo que nós passamos

Sinto falta de tudo em você

Sem você

- Foi difícil para mim também – Falou ele analisando o ambiente

- Não é mais? – Perguntou o olhando.

- Não – Respondeu – Eu encontrei alguém. E eu a amo.

Aquelas palavras esmagaram seu coração.

Spencer sentiu sua falta, todos os dias, e ainda sentia muito.

Eu vejo seus olhos azuis

Toda vez que eu fecho os meus

Você torna isso difícil de ver

Onde eu pertenço

Quando não estou à sua volta

É como se eu estivesse sozinha comigo

- Não achou alguém que a fizesse sentir assim? – Perguntou Toby curioso

- Não – Respondeu – Talvez eu esteja muito ocupada sendo sua para me apaixonar por outra pessoa.

Toby nada respondeu. Não sentia culpa por amar Yvonne.

- Estou constantemente à beira de tentar te beijar – Revelou Spencer. As palavras saíram sem que ela pensasse – Mas sei que não sente o mesmo que eu sinto.

- Tem razão – Respondeu ele – Eu não sinto mais.

Mas eu nunca te disse

O que eu deveria ter dito

Não, eu nunca te disse

Eu me segurei

Havia perdido Toby, e agora, não tinha esperanças de tê-lo novamente.

O telefone do rapaz tocou em seu bolso, e ele rapidamente atendeu.

- Desculpe amor – Disse ao telefone, mantendo seus olhos em Spencer – Estou resolvendo algo do trabalho. Estou indo.

Após alguns segundos Spencer ouviu Yvonne dizer “Eu te amo muito”, o que a fez se encolher. Ele desligou sem dizer de volta.

- Eu preciso ir – Falou levantando, Spencer fez o mesmo. – Me ligue caso precise de algo.

- Claro – Falou acompanhando-a até a porta.

E agora

Eu sinto saudade de tudo em você (mesmo que você se vá)

Não acredito que eu ainda te quero (e te amando, eu nunca devia ter ido embora)

Depois de tudo que nós passamos (eu sei que não devia ter partido)

Sinto falta de tudo em você

Sem você

- Toby – Chamou correndo em sua direção no gramado.  – Espero que possamos ser amigos, em nome dos velhos tempos.

- Claro – Respondeu com um sorriso fraco.

Mas eu nunca te disse

O que eu deveria ter dito

Não, eu nunca te disse

Eu me segurei

Estava andando, quando Toby a chamou, fazendo-a virar. Segurava em sua mão um chaveiro. O rapaz tirou uma chave pequena, que possuía um endereço.

- Pegue – Disse jogando a pequena chave. Então ele se foi.

 

 

Spencer pegou o carro na mesma hora, e deu partida, indo até o endereço indicado.

Chegou em um conjunto de boxes, caminhou até o número 312, e o abriu. No fundo, havia uma caixa. Spencer se ajoelhou e a abriu. Lágrimas se fizeram presentes e ela pegou o primeiro objeto.

Tratava-se de uma foto, na qual estavam se beijando, um beijo apaixonado. Spencer desejou poder voltar para aquele dia maravilhoso que tivera.

- Eu te amo – Disse olhando a foto, enquanto chorava – Sempre vou te amar.

Colocou o porta retrato novamente na caixa e pousou suas mãos em seu pescoço, onde sentiu o colar que usava. Spencer ainda usava o colar dado por Toby, em nenhum momento de sua vida, ela o tirou.

E agora

Eu sinto saudade de tudo em você (mesmo que você se vá)

Não acredito que eu ainda te quero (e te amando, eu nunca devia ter ido embora)

Depois de tudo que nós passamos (eu sei que não devia ter partido)

Sinto falta de tudo em você

Sem você


Notas Finais


Menino Tobias pisou? Sim, pisou muito?
Deixa eu começar a estocar a comida aqui no meu esconderijo, pq quero nem ver o povo correr atrás de mim!
Gente, eu ia dizer que tentarei ser mais amorzinho no próximo, mas é difícil! Não vai rolar! SORRYYY
Olha, esse ataque de pânico foi baseados em fatos reais (eu sou o fato real)
Eu sinto muito por tudo que vai acontecer mais pra frente!
VOCES ACHARAM QUE QUANDO TOBY A BEIJOU ELE SENTIU ALGO? QUERO RESPOSTASSSSSS

P.S.: Lá no cap 9, Toby disse que Spencer era seu primeiro pensamento ao acordar. OPA Em quem ele pensou quando acordou?


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