História All For You | Justin Bieber - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Palavras 1.836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leiam as notas finais.
Espero que gostem. ♥

Capítulo 29 - 28: Jailey? No!


Fanfic / Fanfiction All For You | Justin Bieber - Capítulo 29 - 28: Jailey? No!

Abri os olhos e tentei enxergar qualquer coisa além da claridade que dificultava meu campo de visão e parecia querer me cegar totalmente. Não sei onde devo estar, mas lembro do que aconteceu. Assim, mais uma vez, forcei para focar minha visão.

Ao invés disso, tudo o que consegui foi sentir algo apertar a minha mão. Desviei o olhar do clarão que me atingia e procurei identificar quem estava ali. E para minha surpresa, era Hailey.

- Você acordou.

- Pra você, estou hibernando. - fui curto. Assim como minha voz saiu mais grave do que imaginei, meus olhos finalmente se adaptaram com a claridade do local e só então pude concluir que estava em um hospital.

- Eu salvei você e te trouxe aqui, não seja mal-agradecido.

- Mal agradecido, Hailey? - ri. - Estou aqui por sua culpa. - olho para baixo e vejo aquela roupa desagradável de hospital, quase no meio da minha barriga havia um curativo pequeno, não era pra tanto.

- Ah, tanto faz. Nós já estamos com tudo pronto para o grande dia. - ela respondeu. Antes que eu pudesse cuspir alguma palavra, avistamos uma enfermeira entrando naquele quarto.

- Justin Bieber, certo? - assenti. - Bom, não foi nada grave. O corte não foi profundo o bastante para perfurar algo e nem corre o risco de "abrir" novamente. Aparentemente nenhum risco, já podemos dar alta. Mas eu peço ao senhor que não faça isso outra vez, hein? - arqueei as sobrancelhas e fiquei sem entender. - Onde já se viu enfiar uma faca na própria barriga?

- Mas eu n...

- Obrigada, senhorita. Então quer dizer que ele já está liberado? - Hailey se intrometeu e só então me toquei. A moça assentiu e saiu dali.

- Ah, Hailey. Eu ainda mato você com tanta vontade, você nem imagina...

- Qual é, Justin. Faz parte. - ela sorriu, se divertindo com a situação. - Mas temos assuntos importantes para resolver, vamos embora. Acho bom que nosso acordo esteja de pé, Justin. - ela me encarou profundamente. - Um vacilo e a vida da sua querida Sophie morre. Entendeu? Nada de policia, nem amigos.

P.O.V Sophie.

- Pra onde estamos indo? - perguntei ao mesmo cara que esteve me vigiando nesses dois dias. Eu estava um pouco melhor, não fazia ideia do porque de estar num carro e nem muito menos onde ele irá parar. - Será que você pode ser um pouco mais educado e me responder, por favor?

- Não enche, garota. - ele falou sem tirar os olhos da estrada.

- Olha, eu sei muito bem que você só faz isso porque é seu trabalho. Mas olha o meu lado da situação, por favor, e-eu...

- Jackson mandou te trazer até aqui. - só então vejo que o carro estava parado, ia perguntar o porque do infeliz do Jackson ter feito isso, mas vi que essas eram as únicas palavras que aquele homem iria me dizer, e seria muito bom não deixa-lo irritado.

O homem estranho me puxou pelo braço e entramos em um hotel, daqueles bem caros, por sinal. Entramos num elevador e chegamos até um corredor que dava a visão de muitas portas. Ele pega seu celular do bolso, e sem soltar minha mão ele abre algum tipo de recado que continha alguns números. Era o número da porta que iríamos entrar.

Mas para me deixar ainda mais aflita, ele fecha a porta, saindo dali e me deixando no meio daquele quarto sozinha.

Ou pelo menos foi o que achei.

- Olá. - revirei os olhos.

- Que merda é essa agora? - perguntei sem um pingo de paciência.

- Ué, como assim? - ele abre os braços e entorta a boca. - Só te trouxe aqui para comemorar comigo algo muito importante.

- Você é um doente mesmo, não é? - ele arregalou os olhos, surpreso. - Jackson, eu estou exausta. Faz dois dias que eu estou nisso, cansei de pedir que me tire dessa situação ou que alguém me ajude. Se fosse pra escolher, eu escolheria morrer a estar em suas mãos. E você vem me falar sobre comemoração? Você já foi melhor que isso.

- Sophie. - ele caminhou em minha direção com uma taça de vinho na mão. Era Justin.

Suas mãos acariciaram meu rosto e aos poucos ele foi se aproximando, num beijo sem língua. Em questão de alguns segundos, iniciamos um beijo calmo. Como eu senti saudades.

Paramos por falta de ar, logo nos afastamos e pude ver Jackson soltando uma de minhas mãos.

JACKSON?

- O QUE... PORQUE CARALHO VOCÊ FEZ ISSO? JUSTIN ESTAVA AQUI, EU O VI!

- Você retribuiu o beijo, e muito bem, aliás. - ele falou com naturalidade enquanto eu tentava limpar minha boca como podia. - Tá viajando, florzinha? Seu querido Bieber nunca esteve aqui.

- Eu juro que preferia estar morta.

- Você não vai morrer. Ainda. - uma outra voz ecoou no local. E infelizmente eu conhecia aquela voz. - Há coisas que você precisa saber e ver antes do dia de finalmente matar você.

Apenas me virei, me deparando com quem já sabia que estaria ali. Hailey.

Não estava sozinha.

Ao seu lado estava ele, Justin. Justin estava com Hailey?

Ele mantinha sua cabeça baixa, aquilo me entristeceu.

Corri na direção do mesmo, vi Jackson se levantar e tentar impedir, mas para minha surpresa, Hailey o segurou e se afastou.

Abracei-o como se não houvesse um outro abraço, como se aquele fosse o último. Lágrimas vieram, de alívio e ao mesmo tempo de dor. Eu sabia que algo estaria por vir, e algo me diz que sim, é nosso último abraço. Apesar de tantas coisas se passarem pela minha mente, tudo o que eu mais queria era que pelo menos uma vez algo desse certo. Que eu e Justin fossemos felizes. Mas porque parece algo tão improvável?

Ele retribuiu o abraço, se curvando e mantendo sua cabeça entre meu ombro e meu pescoço. Senti ali molhar-se, eram as lágrimas dele.

- Sophie, eu... - ele sussurrou. - eu te amo. - falou mais baixo ainda.

- Chega. - Hailey nos afastou, me empurrando com força. Eu ainda estava debilitada, não comi praticamente nada do que levavam pra mim. - Não viemos aqui só para suas despedidas. - ela sorriu, Jackson também. - Justin, fale você mesmo.

Senti meu coração acelerar, uma sensação de que algo muito ruim está prestes a acontecer. Justin estava pálido, olhava para Hailey e Jackson com certo receio e em todo momento mordia os lábios. Eu sentia, algo estava muito errado desde o começo. Justin baixou a cabeça mais uma vez.

- E-eu não vou conseguir. - ele falou num tom suave.

- Ah, Justin. Deixa de ser acanhado, meu amor. - meu amor? - Bem, então eu faço as honras. Justin e eu vamos nos casar amanhã.

- O QUÊ? - eu ri. - Casamento? - Eu estava incrédula.

Justin seria capaz disso? Ele não me procurou porque estava com ela. Como eu pude ser tão burra?

- Isso mesmo que você ouviu. Feliz?

- Claro, muito feliz. - Olhei atentamente para Justin enquanto mil coisas se passam em minha mente. - Vocês se merecem. - automaticamente lágrimas vieram em meus olhos, mas fui mais forte e não deixei que caíssem. Afinal, eu precisava ser forte. - Era só isso? Eu preciso ir, caso não tenham notado estou feito uma escrava por dois dias. Tudo pra ouvir uma porcaria dessas.

- Hailey, me deixa falar com ela. - Justin falou, ainda com a cabeça baixa.

- Pra vocês armarem contra nós? De jeito nenhum. Nós vamos nos preparar para o grande dia que é amanhã. - ela falou sem tirar os olhos de mim, um deboche.

- Era só isso, Vincent. - Jackson disse. - Vamos, vou mandar alguém te levar em casa.

- Não, tenho algo pra falar. - me neguei e fiquei de frente para Hailey e Justin. - Parabéns pela grande faixada. Ou talvez eu tenha sido essa faixada? Não sei e provavelmente nunca vou saber. Eu sempre fui uma segunda opção, claro, quando não era um nada. Muito obrigada, Justin Bieber, por ter me feito acreditar que você era diferente. Mas, como eu disse, parabéns aos dois. Vocês se merecem, com toda certeza. 

- Sophie, eu preciso te expli...

- Não precisa explicar nada, Justin. Eu já entendi, não percebeu? Mal começou e já acabou. Acabou. - deixei uma lágrima escorrer.

Por fim, eu saí junto de Jackson.

Chegamos até a porta do hotel e não consegui esconder tantas lágrimas. Eu ainda não estava acreditando.

- Own, a garotinha está triste. - ele segurou em meu rosto, empurrei-as com a força que pude. - Não é o fim do mundo, é só o começo.

- E eu não lembro de ter perguntado alguma coisa a você.

- Greg. Leve essa... Mocinha educada até o hotel Bel-Air.

- Mas... Meu pai, ele pensa que...

- Ninguém liga. Você vai pra lá e pronto. Entra e fecha essa matraca.

Abri a porta do carona, sentei e limpei lágrimas que ainda insistiam em surgir. O ogro entrou e rapidamente deu partida, nos tirando dali.

Eu poderia pensar no que vou fazer e como fazer pra explicar algo que convença meu pai, mas nada me vem em mente.

- Coloca o cinto, menina. - ouvi sua voz grave sendo pronunciada e fiz o que o mesmo mandou.

- E você não usa? - encarei o homem, ele não usava o cinto.

- Eu não preciso disso.

Bum.

Um som alto estrondou ali, tapei os ouvidos, o carro havia saído um pouco do trajeto e o homem rapidamente freou o carro, nervoso.

- CARALHO, QUE PORRA FOI ESSA? - ele exclamou e saiu do veículo, não antes que eu pudesse ver um outro carro pelo retrovisor, uma das janelas estava aberta e um braço estava estirado do lado de fora, o qual segurava uma arma. A distância não era muita, se eles estavam nos perseguindo, em questão de segundos chegarão aqui.

- G-Greg, o que... - e então não consegui mais enxergá-lo. Seu corpo foi diretamente ao chão, numa velocidade que eu não pude acompanhar.

O pânico passou a se mostrar dentro de mim, apavorada, fechei a porta e estava prestes a ir ao banco de trás, quando uma voz familiar me chamou.

- Ô garota, sai daí. - olhei por uma das janelas, sorrindo largamente ao ver aquilo.

Ryan estava com a cabeça para fora da janela com o revólver em mãos, dirigindo estava Chris.

- Precisava mesmo matar ele? - falei ainda sentindo minhas pernas tremendo.

- Quando Justin disse que ela pergunta demais... Ele tinha razão. - ouvi a voz de Chaz, mas não consegui vê-lo.

- Cala a porra da boca e entra logo no carro. - Chris falou impaciente, caminhei em direção ao veículo e Ryan mais uma vez se pronunciou.

- Temos muito o que conversar, lindinha. - Temos mesmo.


Notas Finais


Me perdoem por muitas vezes deixar a desejar nos capítulos, mas é porque eu gosto de deixar um gostinho de quero mais, capítulos chatos desmotivam os leitores e eu não quero isso, me desculpem mesmo. Beijos de luz.

• MarieB.


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